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19 mar 2026

INSENSATEZ EM DOSE DUPLA


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OSCAR

Ontem, tão logo publiquei o meu editorial -O PREÇO DA INSENSATEZ-, dois PETISTAS DA GEMA, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho e o deputado Pedro Uczai, líder do PT na Câmara dos Deputados, como se estivessem participando de um -CONCURSO- acharam por bem se apresentar publicamente com o nítido propósito de mostrar o quanto são fortes concorrentes ao -OSCAR- das categorias - ESTUPIDEZ, FALTA DE JUÍZO, IMPRUDÊNCIA e INCONSEQUÊNCIA.


MINISTRO DO TRABALHO

O INSENSATO ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, no alto de sua -SABEDORIA PETISTA- afirmou que a REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO 6X1 -NÃO AUMENTARÁ A INFORMALIDADE-. Para ele, os IMPACTOS POSITIVOS DA DIMINUIÇÃO DE JORNADA TAMBÉM EXISTEM E AUMENTARÃO A QUALIDADE DO AMBIENTE DE TRABALHO E MELHORARÁ A PRODUTIVIDADE. Disse mais: - se a REDUÇÃO IMPACTA NO CUSTO, OK, MAS TEM QUE COLOCAR NA OUTRA BALANÇA OS IMPACTOS POSITIVOS QUE CAUSA. Que tal? 

Ora, a considerar as afirmações do -entendido- ministro do Trabalho, o governo deveria ir mais longe, ou seja, deveria -PROPOR A REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO PARA 1X6.  Que tal?


LÍDER DO PT NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), por sua vez, entrou em ação como forte concorrente ao OSCAR DA INSENSATEZ ao protocolar um Projeto de lei Complementar (PLP) propondo a VINCULAÇÃO DO BANCO CENTRAL AO MINISTÉRIO DA FAZENDA. Ao justificar a proposta, o PETISTA INSENSATO classifica a “AUTONOMIA ABSOLUTA DO BC COMO -ANTIDEMOCRÁTICA e como tal dificulta a IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO LEGITIMADO NAS URNAS. Fantástico, não? 


FIM DA INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL

Entre tanta FALTA DE JUÍZO e outras coisas mais, o deputado Pedro Petista Uczai também propõe -FAZER COINCIDIR O CALENDÁRIO DO MANDATO DO PRESIDENTE DO BC COM O DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Para justificar essa medida, argumenta que, com um mandato legal para perseguir um único objetivo, o BC não tem atualmente obrigação formal de considerar os impactos de suas decisões sobre a evolução de outras variáveis econômicas relevantes. Mais: enfatiza que, usando essa discricionariedade, o BC tem mantido uma das mais elevadas taxas de juros reais do mundo.

Mais ainda: “A taxa de juros real brasileira tornou-se, assim, uma verdadeira jabuticaba, que só existe aqui. Mantido o atual modelo de autonomia absoluta, essa situação pode perdurar indefinidamente”, defende.