Frase do dia
Quando a injustiça se torna a lei, a resistência passa a ser um dever.
- Thomas Jefferson
CAIR NA REAL
Passadas as primeiras 48 HORAS DE EUFORIA pela VITÓRIA ACACHAPANTE DA DIREITA nas ELEIÇÕES do dia 4 DE OUTUBRO DE 2026, é hora de CAIR NA REAL e questionar muito, com enorme preocupação, o FATO de que, de FORMA ESTRANHA E SINISTRA, da mesma forma como aconteceu em 2022, POR VOLTA DAS 19 HORAS, A CONTAGEM DE VOTOS PARA PRESIDENTE SIMPLESMENTE -TRAVOU- QUANDO ATINGIU 64% das urnas para PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
FLUXO DE DADOS ACIMA DO NORMAL?????
Ainda que o presidente do TSE tenha vindo a público para afirmar que A EQUIPE DE TECNOLOGIA identificou um FLUXO DE DADOS -ACIMA DO NORMAL-, o que provocou o CONGESTIONAMENTO, ou a TRAVA NA CONTAGEM DE VOTOS, o FATO é que os ELEITORES BRASILEIROS JÁ VIRAM ESTE MESMO FILME em 2022, quando, com total razão, PASSARAM A DESCONFIAR DO SISTEMA DE APURAÇÃO. Naquela ocasião, a partir de momento em que houve o -DESTRAVAMENTO- o CANDIDATO DE DIREITA (à época Jair Bolsonaro) simplesmente DEIXOU DE RECEBER VOTOS, ENQUANTO O -CANDIDATO DA ESQUERDA- (Luiz Inácio) PASSOU A OBTER, EM MODO -SEM PARAR-, VOTOS MAIS DO QUE SUFICIENTES PARA VENCER AQUELA TRÁGICA ELEIÇÃO.
DESCONFIANÇA TOTAL
Para piorar ainda mais o fétido ambiente, o TSE em 2022, quando era presidido pelo TIRANO ALEXANDRE DE MORAES, decidiu que CRITICAR AS URNAS, ASSIM COMO O PROCESSO ELEITORAL, É CONSIDERADO CRIME, E NÃO LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Ora, como a LEI ??? ESTÁ VALENDO, mais do que isso está -VALENDO- A DESCONFIANÇA DOS ELEITORES NO QUE DIZ RESPEITO À -TRAVAS- E/OU -ATRASOS- PROVOCADOS POR CONGESTIONAMENTOS NA CONTAGEM DE VOTOS PARA PRESIDENTE.
OLHO VIVO
Portanto, embora sem saber a quem recorrer em CASO DE DESCONFIANÇA NA APURAÇÃO DOS VOTOS, os ELEITORES DEVEM FICAR ANTENADOS COM TUDO QUE INFELIZMENTE PODE ACONTECER QUANDO INICIAR A CONTAGEM DE VOTOS DIGITADOS NO SEGUNDO TURNO. OLHO VIVO, MEUS CAROS, COM ESSAS REPETIDAS -PARADAS SINISTRAS- . É ali que mora o PERIGO, ou a FRAUDE!
ENTERRO COLETIVO
Antes de tudo, o que se viu ontem, além de uma histórica e acachapante VITÓRIA DA DIREITA nas ELEIÇÕES 2026 e, por consequência, uma DERROTA ESPETACULAR DA ESQUERDA APODRECIDA, foi o ENTERRO COLETIVO DE VÁRIOS INSTITUTOS DE PESQUISA, motivada por GROSSEIRAS MANIPULAÇÕES DE DADOS e NÚMEROS, com o NÍTIDO E INSINUANTE PROPÓSITO DE -INFLUENCIAR- OS ELEITORES DE QUE LULA E O PT RESULTARIAM COMO CERTEIROS VENCEDORES DO PLEITO.
CAIXÕES LACRADOS
Na capela onde ocorreu o VELÓRIO COLETIVO, os responsáveis pelos INSTITUTOS -DATAFOLHA, QUAEST, ATLAS-INTEL, PODERDATA / AYA e CNT MDA-, face ao AVANÇADO ESTADO DE DECOMPOSIÇÃO PROPORCIONADO POR INÚMERAS PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTO ABSOLUTAMENTE FALSAS, foram obrigados a manter os CAIXÕES devidamente LACRADOS.
ESQUERDISTAS HISTÓRICOS
Pois, entre os mais variados motivos que levaram a DIREITA A COMEMORAR O RESULTADO DAS URNAS, uma delas, que está deixando a DIREITA AINDA MAIS ALEGRE E SATISFEITA foi o FATO de ver DERROTADOS alguns históricos ESQUERDISTAS, como é o caso, por exemplo, de José Dirceu, Gleisi Hoffmann, Fernando Haddad, Rui Falcão, Delúbio Soares, Randolfe Rodrigues, Fabiano Contarato, Eliziane Gama, Paulo Pimenta, Manuela d`Avila, Simone Tebet, Renan Calheiros, Ciro Nogueira, Tiririca, Leila do Vôlei, etc. etc...
MÃOS E MENTES À OBRA
Dentro deste clima de euforia, o que nos resta agora é DAR O MÁXIMO POSSÍVEL para ENTERRAR O LULISMO ELEGENDO FLÁVIO BOLSONARO no SEGUNDO TURNO, por uma AMPLA DIFERENÇA DE VOTOS. Sintam-se, portanto, meus caros e bravos leitores, convocados para que LULA DESAPAREÇA PARA SEMPRE DA VIDA DO EMPOBRECIDO POVO BRASILEIRO. VAMOS LÁ. MÃOS E MENTES À OBRA!
GOLPE EM FORMA DE CENSURA
Ontem à noite, após o -GRANDE GOLPE-, desta vez em forma de -CENSURA- desferido à queima roupa na testa da -SOCIEDADE BRASILEIRA- pela afinada -DUPLA PETISTA- formada pelo ministro do órgão máximo do Poder Judiciário, Gilmar Mendes, e pela ministra Estela Aranha, do TSE, ficou ainda mais claro e evidente o quanto a frase -ELEIÇÃO NÃO SE VENCE, SE TOMA-, esculpida no dia 12 de agosto de 2021 pelo então presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, era séria, comprometida e deveria ser perseguida ao máximo.
TOMAR O PODER
Na real, tudo leva a crer que Luiz Roberto Barroso deve ter se inspirado na declaração dada pelo também PETISTA TIRÂNICO, José Dirceu, em 28/09/2018, em entrevista que concedeu ao jornal El País, quando cunhou, com muita sinceridade e propósito, a seguinte frase -É UMA QUESTÃO DE TEMPO PRA GENTE TOMAR O PODER, O QUE É DIFERENTE DE GANHAR UMA ELEIÇÃO. Mais: para confirmar, José Dirceu, ainda repetiu: -NÓS VAMOS TOMAR O PODER, QUE É DIFERENTE DE GANHAR UMA ELEIÇÃO.
O CAMPO MINADO ESTÁ PREPARADO
Ora, quem leu, ouviu e processou as SINCERAS DECLARAÇÕES dadas por Dirceu e Barroso, tem motivos de sobra para DESCONFIAR DO RESULTADO DAS URNAS DAS ELEIÇÕES DE 2022, assim como, das ELEIÇÕES DESTE ANO. Nesta edição, como se percebe através do -GOLPE- DESFERIDO ONTEM PELA DUPLA TIRÂNICA PETISTA -GILMAR MENDES E ESTELA ARANHA- o campo minado do STF já está pronto e preparado para anunciar a reeleição do presidente LULA.
CANDIDATOS DA DIREITA
Entretanto, enquanto TEM BAMBU TEM FLECHA, o que nos cabe, antes de tudo, é conclamar o maior número de eleitores -DO PAÍS TODO- para que compareçam nos locais de votação e votem em FLÁVIO BOLSONARO PARA PRESIDENTE (22). E em cada um dos ESTADOS, VOTEM EM CANDIDATOS DA DIREITA.
No RS, por exemplo, para o SENADO, votem com muita firmeza em -
1- MARCEL VAN HATTEM (300), e
2- UBIRATAN SANDERSON (222)
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O DISFARCE CANSOU DE DISFARÇAR, por Alex Pipkin. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
BARBAS DE MOLHO
Faltando apenas TRÊS DIAS para as ELEIÇÕES 2026, é perceptível o FATO de que uma boa parcela de eleitores de FLÁVIO BOLSONARO acredita que há razoáveis chances de VITÓRIA ainda no PRIMEIRO TURNO. Entretanto, a considerar que a maioria dos ministros do STF sempre decide, de acordo com o que pensa, faz e exige a -TURMA DA ESQUERDA-, aí todo cuidado é pouco.
URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA?
Assim, mais do que nunca e muito a propósito, sugiro a leitura do artigo -URNAS FUNERÁRIAS COM AS CINZAS DA DEMOCRACIA? CONTROVÉRSIAS SOBRE O -VOTO ELETRÔNICO-. da advogada pública, comentarista e articulista de política, Zizi Martins, publicado na Gazeta do Povo em 27/12/2025. Eis:
- O Brasil é um caso único entre as grandes democracias. Foi um dos primeiros países a informatizar integralmente o voto, mas é um dos poucos que ainda confia todo o processo a um sistema eletrônico. Quase três décadas depois da estreia das urnas eletrônicas, muita gente se orgulha da velocidade da apuração, mas ainda tropeça na pergunta essencial: o eleitor pode realmente verificar o próprio voto?
ATO DE FÉ TECNOLÓGICA
Desde 1996, o eleitor brasileiro deposita sua fé em uma máquina. O VOTO é digitado, gravado e transmitido por software sob sigilo total. Nenhum papel, nenhuma recontagem física. O resultado sai em minutos e, com ele, uma dúvida que nunca se dissipou. O jurista Felipe Gimenez, Procurador do Estado do MS e um dos autores do livro Sereis como Deuses, chama isso de “ATO DE FÉ TECNOLÓGICA”. No capítulo “Urna virtual: a roupa nova do rei”, ele afirma que o modelo brasileiro transformou a confiança pública em crença religiosa. Para ele, a ausência de trilha física viola o princípio constitucional da publicidade dos atos estatais e afasta o cidadão da soberania popular. Sua metáfora é dura e precisa: o sistema faz o povo aplaudir a roupa invisível do rei, acreditando na segurança que não pode ver.
ALINHADO APENAS AO BUTÃO
Entre os países do G20, nenhum adota modelo semelhante. A Alemanha aboliu as urnas eletrônicas em 2009, por decisão de sua Corte Constitucional, que considerou o sistema inconstitucional por não permitir verificação pública. França, Reino Unido, Canadá, Japão e Coreia do Sul mantêm o voto em papel, com contagem manual ou leitura óptica sob fiscalização pública. A Índia utiliza urnas eletrônicas com comprovante impresso, auditado por amostragem, decisão reafirmada pela Suprema Corte em 2024. A Holanda abandonou as máquinas eletrônicas em 2007 e voltou ao lápis vermelho e às cédulas manuais. Bangladesh (sim!) fez o mesmo em 2024, após problemas de confiança popular. O Brasil, portanto, está isolado, alinhado apenas ao Butão, um pequeno reino himalaio. É um contraste incômodo para uma das maiores democracias do mundo.
DESCONFIANÇA
No Brasil, cada tentativa de ampliar a verificabilidade foi bloqueada, seja no Legislativo, seja no Judiciário. A Lei 12.034/2009 previa a impressão do voto, mas o STF declarou o dispositivo inconstitucional em 2013, alegando risco ao sigilo. Em 2015, o Congresso restabeleceu o voto impresso pela Lei 13.165, e o Supremo, novamente, suspendeu a aplicação em 2018, por liminar confirmada em 2020. Em 2021, a PEC 135/2019, conhecida como PEC do voto auditável, chegou ao Plenário da Câmara. A proposta previa que cada voto eletrônico fosse acompanhado de um registro físico depositado automaticamente em urna lacrada. O texto obteve 229 votos a favor e 218 contrários, insuficiente para aprovação.
Mas o episódio mais marcante não foi o resultado, e sim a atuação do então presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, que foi pessoalmente à Câmara dos Deputados e se reuniu com líderes partidários antes da votação. Em discurso público, afirmou que o voto impresso resolveria um problema que não existe e abriria caminho para fraudes. A fala, e sobretudo o gesto de um ministro do Supremo participando de articulações políticas, causaram desconforto até entre parlamentares governistas e oposicionistas. O senador Eduardo Girão (e vários outros parlamentares na mesma linha) acusou Barroso de interferência indevida. O ministro respondeu que apenas defendeu a democracia e o SISTEMA QUE FUNCIONE. O efeito, porém, foi o oposto: quanto mais o TSE dizia que o sistema era infalível, mais parte da população passou a desconfiar da sua resistência à transparência.
TRANSFORMAÇÃO DA DESINFORMAÇÃO EM INFRAÇÃO PENAL
Os Testes Públicos de Segurança realizados pelo TSE desde 2009 têm exposto fragilidades reais. Em 2017, peritos convidados conseguiram reconstruir parcialmente a ordem de votos a partir de registros internos. Em 2021, novos testes apontaram vulnerabilidades na transmissão dos boletins de urna. Embora o TSE tenha alegado ter corrigido as falhas, o próprio formato dos testes é limitado: trata-se de experimentos controlados, e não de auditorias independentes, públicas e replicáveis. Em 2024, um artigo técnico propôs um sistema de auditoria paralela, aberta e verificável, justamente para corrigir a ausência de independência no modelo brasileiro. O texto lembrou que o Brasil não adota o princípio de software-independence, adotado como norma internacional de segurança pelo NIST, nos Estados Unidos, o qual exige que o resultado de uma eleição possa ser verificado sem depender do próprio software que o produziu.
Desde 2022, o STF e o TSE passaram a enquadrar “campanhas de desinformação sobre o processo eleitoral” em inquéritos por “atos antidemocráticos e milícias digitais”. Parte dessas ações atingiu também pessoas e grupos que defendiam auditoria independente, ainda que sem incitar atos ilícitos. Na prática, a fronteira entre crítica técnica e discurso criminoso tornou-se nebulosa. Enquanto países como Alemanha, Índia, Canadá e Estados Unidos mantêm o debate público sobre auditoria eleitoral aberto a universidades e partidos, no Brasil, o simples questionamento do sistema pode ser interpretado como ameaça à democracia. Essa reação excessiva acabou intimidando a discussão legítima e alimentou justamente o que pretendia evitar: a desconfiança.
O mais recente capítulo dessa escalada foi o julgamento do “núcleo de desinformação” da “trama golpista” pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que condenou sete pessoas usando uma tese relacionada a críticas sistemáticas às urnas eletrônicas como sendo crime contra o Estado Democrático de Direito. Na prática, para além de proteger o procedimento do sistema de votação como quase cláusula constitucional pétrea, o tribunal criou uma nova fronteira jurídica: o limite entre liberdade de crítica e crime de opinião.
Ao transformar a desconfiança em infração penal, o Supremo acabou reforçando a percepção de que o sistema eleitoral se blinda contra qualquer forma de questionamento e que, em vez de dissipar dúvidas, prefere punir quem as formula. O resultado é mais uma vez o contrário do esperado. Ao criminalizar a crítica, o próprio Estado amplia a sensação de opacidade e insegurança que deveria combater.
A confiança dos cidadãos no sistema de votação é hoje um dos indicadores mais precisos da saúde democrática de um país. Pesquisas recentes mostram que a legitimidade das eleições não depende apenas da lisura técnica do processo, mas, sobretudo, da percepção pública de justiça e transparência. Como observa Maarten Halff em Confidence in Elections and the Acceptance of Results (2015), “as eleições são o coração da democracia”, e o que as mantém batendo é a confiança coletiva de que cada voto conta.
Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.
Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .
Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.
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