Frase do dia

  No Brasil não há mais xerife, só vilões trocando tiros no meio da rua.  

- Aldo Rebelo

Artigos


17 set 2026

SEM SAÍDA


A EXPRESSÃO NO SENTIDO LITERAL E FIGURADO

A expressão -SEM SAÍDA- refere-se, no -SENTIDO LITERAL- a um CAMINHO, RUA OU BECO, que termina fechado e não tem continuação para outras vias. Já no -SENTIDO FIGURADO- descreve um momento de enorme dificuldade onde as pessoas se sentem -ENCURRALADAS, SEM OPÇÕES DE ESCOLHA OU PROGRESSO-. 


POVO ENCURRALADO PELA TROPA TIRÂNICA

Como até os cegos enxergam e percebem, nitidamente, a TROPA TIRÂNICA que se instalou no PALÁCIO DO STF, resolveu, tanto de forma MONOCRÁTICA quanto COLEGIADA (via maioria de votos) -ENCURRALAR O POVO BRASILEIRO, deixando o UNIVERSO DE DESCONTENTES num legítimo -BECO SEM SAÍDA-, SEM QUALQUER POSSIBILIDADE DE ESCOLHA OU OPÇÃO PARA EXIGIR JUSTIÇA E/OU O DEVIDO CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO. 


OS ESPERANÇOSOS QUE SE VIREM...

Pois, em meio ao ENCURRALAMENTO, cercado por ALTÍSSIMAS PAREDES DE TODOS OS LADOS, há quem acredite na eventual possibilidade de que DEUS apareça para -VENCER OS DEMÔNIOS-. Pois até para esses mais esperançosos vale lembrar que DEUS não se mete naquilo que cabe ao povo, e somente ao povo, resolver. Como de resto, aliás, aconteceu quando Jesus resultou condenado por letrados e doutores reconhecidos como intérpretes oficiais da lei mosaica.  Que tal?


ATACAR

Portanto, a considerar que a TROPA TIRÂNICA não vai recuar, e se o fizer será com o objetivo de ganhar confiança e credibilidade, o ÚNICO CAMINHO QUE RESTA AOS ENCURRALADOS É ATACAR. Mais do que sabido, tanto para bons quanto para maus entendedores, não é preciso explicar o que isto significa. Fora disso é acreditar em figuras míticas e simbólicas tipo Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e outras mais...



Leia mais

Patrocínio:

16 set 2026

A GOTA D`ÁGUA


GRITO DE DESESPERO

 

AINDA QUE JÁ TIVÉSSEMOS MILHÕES DE RAZÕES para que o SENADO tomasse a decisão de PROCESSAR E JULGAR OS MINISTROS DO STF, 

1- POR DESCUMPRIMENTO DELIBERADO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL;

2- POR CRIMES DE RESPONSABILIDADE; e,

3- POR AGIR DE FORMA INCOMPATÍVEL COM A HONRA DO CARGO;

a SESSÃO DE ONTEM, 15, DO STF, que -trataria- da análise da petição 16.662, sobre o RELATÓRIO DA POLÍCIA FEDERAL, no âmbito do CASO MASTER, RELACIONADO AO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES, SOOU POR TODOS OS CANTOS DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL, como um -GRITO DE DESESPERO- do POBRE E ENGANADO POVO BRASILEIRO. 


PRISÃO PERPÉTUA

Ora, se muita gente já se mostrava plenamente satisfeita com o IMPEACHMENT DE ALEXANDRE TIRANO DE MORAES, depois do que disseram, na SESSÃO DE ONTEM, os ministros -FLÁVIO COMUNISTA DINO, GILMAR IMUNDO MENDES, E OS PETISTAS CRISTIANO ZANIN, EDSON FACCHIM, DIAS TOFFOLI E CARMEM LÚCIA, É MAIS DO QUE NECESSÁRIO NÃO APENAS O AFASTAMENTO COMO, PRINCIPALMENTE, COLOCAR ESSES SETE MINISTROS EM -PRISÃO PERPÉTUA-.  


CREMADA EM PRAÇA PÚBLICA

Mais: se nada neste sentido for feito, a situação do país, que já é péssima, ficará ainda pior no próximo ano, a considerar que -ALEXANDRE TIRANO MORAES- vai assumir a presidência do STF em setembro de 2027. Ah, se levarmos em conta que o próximo presidente deverá indicar 5 ou 6 novos ministros, caso Lula venha a ser reeleito (que Deus nos livre), a FALECIDA DEMOCRACIA BRASILEIRA SERÁ CREMADA EM PRAÇA PÚBLICA. 


ESPAÇO PENSAR +

Comentário da Pensadora e Escritora Anna Mariano Mottin.

Com o país sendo governado por quem nunca foi julgado ou absolvido, com dezenas de "golpistas" presos há dois anos por invasão de prédio público quando centenas de invasões foram feitas sem que jamais se prendesse alguém, com um magistrado da suprema corte comprovadamente corrupto não sendo afastado do cargo, mas ouvido em horário nobre, não há como não lembrar de Rui Barbosa :
" De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Não é questão de direita ou esquerda, é falta de vergonha mesmo.



Leia mais

15 set 2026

SESSÃO BLÁ, BLÁ, BLÁ...


CONFORME OS SENSATOS JÁ PREVIAM...

Conforme esperado por todos aqueles que tem um mínimo de bom senso, do tipo que não se deixam levar por falsidades teatrais, a SESSÃO presidida pelo presidente do STF, Edson Facchin, que deu início -ou dará fim- às investigações das inconfundíveis SUSPEITAS CRIMINOSAS que envolvem o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, não passou de uma LEGÍTIMA -SESSÃO BLA, BLA, BLA...-.


JOGADAS COMBINADAS

De início já ficou estampado, nas -mentes e falas- dos -AMIGOS DE MORAES- tidos e havidos como -INIMIGOS DO BRASIL e da DECÊNCIA-, que o TIME QUE PRATICA E DEFENDE COM UNHAS E DENTES A SUPREMA CORRUPÇÃO, entraria em campo pronto para mostrar a todos os brasileiros, através de JOGADAS MUITO BEM COMBINADAS NO VESTIÁRIO, de que sairia VITORIOSO. Até porque, o JUIZ AMIGO, agindo como ÁRBITRO DO JOGO SUJO, é useiro e vezeiro em desrespeitar as LEGÍTIMAS REGRAS DO JOGO, escritas na CONSTITUIÇÃO DO BRASIL. 


SONHOS DE VERÃO, OUTONO, INVERNO E PRIMAVERA..

De qualquer forma, para muitos INGÊNUOS E FRUSTRADOS, a SESSÃO BLA, BLA, BLA até pode ser vista como ATO DE COMPREENSÃO DEFINITIVA de que a SUPREMA FACÇÃO FEDERAL SÓ VOLTARÁ A SER OCUPADA E MINISTRADA POR GENTE DECENTE, se o POVO -COM A DEVIDA CORAGEM- SE INSURGIR E DEFENESTRAR A TURBA QUE -GOVERNA O PAÍS.- FORA DISSO, TUDO NÃO PASSA DE SONHOS DE VERÃO, OUTONO, INVERNO E PRIMAVERA...


MEDIDA DE ESPERANÇA

Aqui entre nós: a VàESPERANÇA QUE TENHO EM GANHAR -SOZINHO- A SENA DA VIRADA, É EXATAMENTE IGUAL À ESPERANÇA QUE TENHO DE QUE SAIREMOS VITORIOSOS COM TUDO QUE ESTÁ SENDO APRECIADO NA SESSÃO BLÁ, BLÁ, BLÁ... Que tal?



Leia mais

14 set 2026

DOIS TEXTOS -DIDÁTICOS E ESCLARECEDORES-


TEXTOS DIDÁTICOS E ESCLARECEDORES

Da enxurrada de mensagens carregadas de NOJO, INQUIETAÇÃO, REVOLTA, DESESPERANÇA, que recebo a todo momento, apontando para o TIRÂNICO SISTEMA POLÍTICO QUE ASSOLA O NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL,  esses DOIS TEXTOS abaixo, DIDÁTICOS E ESCLARECEDORES, merecem ser lidos, relidos e repassados. 

O PRIMEIRO, do pensador Alex Pipkin, leva o título: -DEZ MANDAMENTOS PARA UM TRIBUNAL-. ;

O SEGUNDO, do também pensador Rodrigo Constantino, define o STF como um COMITÊ REVOLUCIONÁRIO PERMANENTE. Eis: 


DEZ MANDAMENTOS PARA UM TRIBUNAL-.

O Supremo se reúne amanhã, terça-feira, 15, para discutir a CRISE DO PRÓPRIO SUPREMO. Só essa frase deveria provocar mais do que constrangimento. Deveria provocar VERGONHA.
A mais grave crise institucional de sua história chegou ao estágio vexatório em que ministros discutem suspeitas envolvendo ministros, quais provas podem examinar, quem pode investigar quem e até quem deve ser investigado primeiro. O fiscal da lei também entrou na controvérsia.
A República conseguiu a proeza de transformar a cúpula do Judiciário num labirinto em que quase todos acabam encontrando algum espelho.
Não. Não é mais uma -CRISE DE UM MINISTRO-. É UMA -CRISE DO SUPREMO-.


DEZ MANDAMENTOS PARA QUE O SUPREMO SE SALVE

Chegou a hora de uma transformação inegociável e urgente. Proponho, portanto, DEZ MANDAMENTOS PARA QUE O SUPREMO SE SALVE.  Não há novidade em nenhum deles. A novidade, bastante brasileira, é ter chegado o dia em que precisam ser lembrados a uma Suprema Corte.
1. Juiz não investiga adversário.
2. Juiz não controla provas que podem alcançá-lo.
3. Suspeita envolvendo juiz se investiga longe do suspeito.
4. Amizade, parentesco ou relações financeiras deixam de ser assuntos privados quando alcançam a Corte.
5. Sigilo protege investigação. Não reputação.
6. Constituição não muda conforme o nome na capa do processo.
7. Garantias que valem para Lula valem para Bolsonaro, para Moraes e para o brasileiro anônimo.
8. Ninguém pode ser vítima, investigador e juiz da mesma história. Nem de toga.
9. Ministro não deveria precisar de código de ética para saber o que não pode fazer. Honradez deveria vir antes da toga.
10. STF deveria comportar-se como tribunal.


LIMITE

Nenhum desses mandamentos exige nova teoria constitucional, congresso de juristas ou paper. Exige algo muito mais raro onde o poder se acostuma consigo mesmo: LIMITE.
Instituições não foram inventadas porque confiamos nos homens. Foram inventadas precisamente porque não devemos confiar tanto assim neles, sobretudo quando concentram poder suficiente para decidir os limites dos outros.
Nesta terça-feira, 15, o Supremo julgará algo maior que um ministro. Julgará se ainda acredita no princípio subversivo de que a lei também vale dentro do prédio onde é interpretada.
Maratonei a quinta temporada de Fauda neste fim de semana e já espero pela sexta. Gosto de suspense quando é ficção. Para Suprema Corte, continuo preferindo, claro, previsibilidade. A escolha é brutalmente simples. Ou se protege seus integrantes ou se protege a instituição. Se escolher os integrantes, em breve não haverá instituição para protegê-los.


COMITÊ REVOLUCIONÁRIO PERMANENTE

Segundo Constantino, e o mundo, o que se vê hoje no Supremo Tribunal Federal não é um “desentendimento institucional”, como repetem os comentaristas de plantão, mas a exposição pública daquilo que há anos se operava nos bastidores: um órgão que deixou de ser tribunal para se tornar COMITÊ REVOLUCIONÁRIO PERMANENTE. A crise detonada pelas mensagens do banqueiro Vorcaro, pelos relatórios da Polícia Federal e pelas liminares contraditórias de Dino e Moraes não revela um acidente de percurso; revela o caráter mesmo da Corte. Quando ministros passam a investigar uns aos outros, a cassar decisões uns dos outros e a disputar o comando da polícia como se fosse um ministério de gabinete, o que resta da ideia clássica de jurisdição? Resta apenas o poder nua e crua, aquele que os antigos chamavam de potentia sem auctoritas.

Alexandre de Moraes, durante sete anos, usou o inquérito das fake news como instrumento de governo extraconstitucional. Abriu, fechou, prendeu, desprendeu, censurou e intimidou segundo o critério de conveniência política do momento. Agora que o mesmo mecanismo se volta contra ele — ou ao menos ameaça fazê-lo —, a Corte se estremece. Fachin, no papel de bombeiro tardio, tira-lhe a relatoria, suspende liminares cruzadas e convoca o plenário para o dia 15 como quem tenta tapar o sol com a peneira. Não se trata de restauração da legalidade; trata-se de contenção de danos. O monstro que alimentaram durante anos começou a morder a própria mão.

O espetáculo seria cômico se não fosse trágico para o país. De um lado, o ministro nomeado por Bolsonaro tenta, ainda que tardiamente e de forma limitada, mostrar que existem vínculos entre um dos mais poderosos juízes da República e um esquema de fraudes financeiras. Do outro, o bloco que há muito se considera dono do Estado reage como se a mera divulgação de documentos fosse um atentado à “democracia”. Essa inversão de linguagem é o sinal mais claro da revolução cultural que Olavo denunciava: o direito deixou de ser medida objetiva para se tornar arma de facção. Quem controla a narrativa controla o inquérito; quem controla o inquérito controla o adversário.

Enquanto isso, o cidadão comum assiste à cena com a mesma perplexidade dos animais que, no final de A Revolução dos Bichos, já não distinguiam o homem do porco. Sessões canceladas, pronunciamentos desmarcados, prazos dados e retirados, confiança pública em queda livre. A Suprema Corte, que deveria ser o último reduto da estabilidade jurídica, tornou-se o palco principal da instabilidade política em ano eleitoral. Não é coincidência. Instituições capturadas não suportam o exame da realidade; elas só sobrevivem no escuro dos procedimentos sigilosos e das decisões monocráticas.

O Brasil não enfrenta apenas uma crise de corte. Enfrenta a consequência lógica de ter permitido que um grupo de homens, sem mandato popular e sem freio efetivo, se arrogasse o papel de tutor permanente da nação. Enquanto o povo discute candidatos e plataformas, o verdadeiro poder continua sendo exercido por quem não se apresenta às urnas. A sessão do dia 15 poderá produzir algum recuo tático. Não produzirá a reforma moral e intelectual de que o país precisaria. Essa reforma começa quando se deixa de tratar o STF como oráculo intocável e se passa a enxergá-lo pelo que ele se tornou: um dos principais instrumentos da revolução permanente que há décadas corrói as bases da civilização brasileira.



Leia mais


Espaço Pensar +





GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

Sites Interessantes