Frase do dia
A verdade, temporariamente derrotada, é mais forte do que o mal triunfante.
- Martin Luther King - (PontoCritico.Com)
POSTURA BEM MAIS DECENTE
Enquanto grande parte da MÍDIA BRASILEIRA, que adora INVESTIGAR TUDO E TODOS, achou por bem ACEITAR, sem a menor RESTRIÇÃO, o SINISTRO E DISCUTIDÍSSIMO RESULTADO DA VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE DO BRASIL, dois dos maiores e mais influentes jornais dos EUA -WALL STREET JOURNAL- e -WASHINGTON POST- preferiram ADOTAR UMA POSTURA BEM MAIS DECENTE.
AO VENCEDOR, A VINGANÇA POLÍTICA
No EDITORIAL da 4ª feira, 28, por exemplo, o WSJ publicou um EDITORIAL intitulado -TO BRAZIL`S VICTOR GOES POLITICAL REVENGE-, ou -AO VENCEDOR DO BRASIL, A VINGANÇA POLÍTICA-, no qual ACUSA O GOVERNO LULA E O STF de promoverem -PERSEGUIÇÃO E VINGANÇA POLÍTICA CONTRA A OPOSIÇÃO-. O referido texto destaca a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e QUESTIONA, com razão de sobra -A IMPARCIALIDADE DAS DECISÕES DA CORTE EM PROCESSOS JUDICIAIS ENVOLVENDO FIGURAS DA DIREITA BRASILEIRA-.
WALL STREET JOURNAL
O Editorial do WSJ, cumprindo o papel daquilo que se espera de um JORNAL DECENTE, diz que -PAÍSES QUE TRANSITAM DA -LIBERDADE PARA A AUTOCRACIA- seguem um caminho semelhante: UM DEMAGOGO VENCE AS URNAS, TOMA O CONTROLE DO JUDICIÁRIO E PRENDE SEUS INIMIGOS. Onde as INSTITUIÇÕES SÃO FORTES, O ESTADO DE DIREITO PODE SOBREVIVER. NÃO ESTÁ CLARO SE O BRASIL CONSEGUIRÁ...
WASHINGTON POST
Já no seu EDITORIAL, o WASHINGTON POST escreve: -WHEN JUDGES BECOME PROSECUTORS, ou -QUANDO JUÍZES SE TORNAM PROMOTORES-. Mais: CRITICA A ATUAÇÃO DO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES E AFIRMA QUE JUÍZES BRASILEIROS -FREQUENTEMENTE- ATUAM COMO INVESTIGADORES, PROMOTORES E JULGADORES. MORAES SE VALE DE INVESTIGAÇÕES SOBRE DESINFORMAÇÃO E POSSÍVEIS ATAQUES À DEMOCRACIA PARA EXERCER CONTROLE SOBRE CONTAS INDIVIDUAIS E PLATAFORMAS DIGITAIS.
LULA ESCOLHEU O HOMEM E PROMETEU ENCONTRAR O CRIME
No seu EDITORIAL, o WSJ, de maneira clara também lembra desta afirmação feita recentemente por LULA: - ASSIM QUE FLÁVIO BOLSONARO PERDER A IMUNIDADE PARLAMENTAR, ELE VAI ENFRENTAR TODO TIPO DE INVESTIGAÇÃO. Ou seja, LULA ESCOLHEU O HOMEM E PROMETEU ENCONTRAR O CRIME. “A responsabilidade de decidir se cabe processar criminalmente um político federal é do PROCURADOR-GERAL. Mas o ministro Moraes tem o hábito de expandir sua jurisdição quando isso lhe convém politicamente”.
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+ : NÃO DESISTIREMOS!, por Silvio Lopes. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
SUSPEIÇÃO GERAL
Por mais que dirigentes e lideranças de partidos que apoiaram FLÁVIO BOLSONARO no segundo turno das eleições acharam por bem aceitar o resultado das urnas, o FATO é que nenhum cidadão brasileiro, ou mesmo estrangeiro, de ESQUERDA ou de DIREITA, CONFIA NO SISTEMA DE APURAÇÃO DOS VOTOS DIGITADOS NAS URNAS ELETRÔNICAS. Esse sentimento de SUSPEIÇÃO e/ou DESCONFIANÇA, vale lembrar, nasceu lá em 2014, quando DILMA ROUSSEFF venceu AÉCIO NEVES, e se repetiu nas últimas ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE DO BRASIL.
TESTE DO PATO
Pois, esta incrível sucessão de -APURAÇÕES SUSPEITAS-, ou ESTRANHAS, tem tudo a ver com o que diz o velho e famoso ditado conhecido como TESTE DO PATO: "Se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então é um PATO.
Ou seja, ainda que alguém tente disfarçar algo, a realidade dos FATOS e as EVIDÊNCIAS mostram exatamente o que está pensando, processando e concluindo...
A MANOBRA E A ESPECULAÇÃO
O TSE e o STF até podem (não deveriam) PROIBIR e PRENDER todos aqueles que digam que o RESULTADO DAS URNAS É FAKE. Mas jamais conseguirão impedir que alguém, por conta 1- do estranho PROLONGAMENTO DO PRAZO PARA VOTAR, decidido monocraticamente pelo ministro-petista C. Zanin, e, 2- da impossibilidade de haver uma imperiosa -AUDITORIA DOS VOTOS-, admita -intimamente (para não se complicar)- que estamos diante de algo semelhante ao TESTE DO PATO.
JOHN GALT
A propósito desse ambiente dantesco que cobre o Brasil todo com CERTEZAS ABSOLUTAS, eis aí o artigo publicado no Brasil Journal de hoje, com o título JOHN GALT:
Meu nome é John Galt. Nasci há quase setenta anos nas páginas de A Revolta de Atlas, o romance da escritora Ayn Rand. Na história de Rand, um país afunda aos poucos graças a um Estado que regula, tributa e controla tudo; que trata quem produz como suspeito; e quem pede auxílio, como credor.
Com o tempo, as fábricas fecham, os trens param, os negócios definham, e nas ruas as pessoas repetem uma pergunta que ninguém sabe responder:
“Quem é John Galt?” A frase virou um dar de ombros, um jeito de dizer “sei lá, que diferença faz” diante de um mundo que parecia não ter mais conserto. Ninguém sabia quem eu era – mas eu era um dos que carregavam o mundo nas costas, como o titã Atlas do mito grego. Eu inventava, construía, produzia e pagava a conta. Carreguei o mundo até cansar.
Um dia, decidi parar, e convenci outros como eu a parar também. Os que moviam o mundo simplesmente foram embora, e a sociedade enfim descobriu o quanto o mundo pesava. Quase setenta anos depois, a pergunta voltou, e desta vez no Brasil. Quem é John Galt?
Hoje, John Galt é você.
Clique aqui para ver na integra: https://braziljournal.com/opiniao-os-john-galts-do-brasil
ESPAÇO PENSAR +
No ESPAÇO PENSAR+: RECUAR PARA CONTINUAR, por Dagoberto Lima Godoy. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
VISIBILIDADE PARA TEXTOS INTELIGENTES
No editorial de ontem publiquei o artigo escrito pelo jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-:. Hoje, na mesma linha, o editorial dá espaço para o oportuno texto do pensador Alex Pipkin, -GEOMETRIA DA FUGA-. Eis:
INGENUIDADE TOCANTE
O Brasil das bolhas e do exército do Lula acordou brincando de "fujão". Em nome de uma virtude seletiva, idiotas úteis de carteirinha decretam que Flávio Bolsonaro é mentiroso e covarde por ter deixado o país. É uma ingenuidade tocante, para não dizer grotesca.
MENTIRA SOCIAL
A mentira social é um dado da psicologia humana. Serve à autopreservação, ao pertencimento. Todos mentimos, brancamente. Mas o lulopetismo elevou a falsidade à condição de método de governo e religião civil. São os profissionais do engodo posando agora como fiscais da sinceridade alheia. Ignoram, com cinismo deliberado, a pergunta elementar: como permanecer quando o jogo está viciado? Alguns da cor rubra mentem, mas eles sabem que mentem. Diante do conluio explícito entre o palácio vermelho e a toga, uma engenharia para transformar oposição em caso de polícia, buscar refúgio não é covardia. É instinto de sobrevivência. Chamar isso de fuga é próprio de quem torce pela cela alheia.
VOLUNTARISMO EM SILÊNCIO
Enquanto o país se entretém com o teatro do aeroporto, os bondosos do ódio do bem consomem o estelionato real. O reluzente "Pix de R$ 5 mil" para o MEI, prometido na véspera como dinheiro imediato na conta, dissolveu-se no labirinto burocrático de regulamentações incertas e calendários que nunca chegam. O truque clássico da esmola que encanta na urna e some na feira. Mais uma mágica e o ilusionismo maior. O fim da escala 6x1, aprovado por um bando de populistas no Congresso que legislam como se produtividade fosse maná estatal e empresário fosse abstração com recursos infinitos. Quem emprega e assume o risco não absorverá o voluntarismo em silêncio. Repassa ao preço ou fecha as portas. Some a isso a reforma fiscal que nos dará o maior imposto do mundo. O resultado dessa generosidade lúbrica não será o repouso idílico do trabalhador. Será a inflação devorando o supermercado e a promoção compulsória à escala 0x7. Digo eu, a jornada plena do desemprego. O regime promete Suécia no palanque e entrega Venezuela na esquina. Até esses idiotas úteis sabem que já estamos quase lá. As almas puras do "ódio do bem", anestesiados, aplaudem a própria ruína enquanto gritam "fujão" para quem se recusa a ser a próxima vítima do tribunal.
LUTO OFICIAL
No nosso empobrecido Brasil, o PRAZO PADRÃO DE OBEDIÊNCIA DE -LUTO OFICIAL- costuma ser de TRÊS DIAS, podendo ser estendido para -SETE DIAS- em CASOS EXCEPCIONAIS, e, em caso de falecimento do presidente da República, para -OITO DIAS-. Entretanto, quando o FALECIDO é o PAÍS, e a MORTE FOI CAUSADA POR UM ATENTADO ELEITORAL, aí o LUTO OFICIAL É DE -QUATRO ANOS-, ou seja -ATÉ A PRÓXIMA ELEIÇÃO-, desde que não se repita a MANOBRA ASSASSINA.
SNIPER
Mais do que sabido, exatamente às 17h03 do último domingo, 25, o BRASIL, representado por CIDADÃOS BRASILEIROS IDENTIFICADOS com a -DIREITA-, que lutavam -DENTRO DA LEI E DO VOTO-para dar fim ao -SISTEMA- PETISTA, identificado como -PROJETO DE APARELHAMENTO DO ESTADO-, foi alvejado com um tiro mortal, disparado por um MINISTRO -SNIPER-, quando deu início ao LUTO OFICIAL DE -QUATRO ANOS-, com a certeza inequívoca de que o PERÍODO SERÁ MARCADO POR GRANDE SOFRIMENTO DO POVO BRASILEIRO e não apenas dos eleitores de DIREITA.
FIM DA LINHA
Pois, em meio a centenas de manifestações que recebi apontando para as enormes dificuldades que o povo brasileiro vai enfrentar, eis aí o que diz o artigo do jornalista e consultor estratégico Antonio Fernando Pinheiro Pedro, com o título -O DAY AFTER DO ABISMO- LULA REELEITO E O FIM DA LINHA-:
- A conta chegou, as urnas fecharam e a ilusão de que o Brasil encontraria uma saída negociada virou pó. Lula está reeleito. Mas a celebração no Palácio do Planalto dura exatamente o tempo de abrir a primeira planilha de contas públicas ou olhar para o plenário do Congresso Nacional. A vitória de virada, cavada no detalhe e ancorada no ressentimento cultural e regional, não entrega um país pacificável; entrega uma carcaça institucional em estado de combustão espontânea. O pacto de 1988 morreu, foi enterrado neste pleito, e o que temos pela frente não é um mandato comum: é a aceleração terminal rumo a uma ruptura de proporções inéditas.
A FARSA DA MAIORIA
Vamos falar a verdade nua e crua: o novo mandato nasce sem autoridade moral e sem maioria real no país que produz. A engenharia eleitoral vencedora apostou todas as fichas em jogar o Brasil contra o Brasil. Estimulou-se o rancor geográfico, transformando o Nordeste em uma trincheira eleitoral blindada por programas assistenciais, enquanto o Centro-Sul, onde estão os motores da indústria, dos serviços e do agronegócio, foi tratado na retórica oficial como território hostil.
O resultado é um país rachado ao meio por linhas geográficas e econômicas muito claras. De um lado, uma população que depende visceralmente do cheque emitido por Brasília para sobreviver; do outro, quem acorda cedo para gerar a riqueza que banca esse cheque e que, no dia seguinte à apuração, descobre que seu voto, seu trabalho e seus valores foram derrotados por uma máquina de subsistência eleitoral. A solidariedade federativa artificial acabou. Ninguém sustenta um sócio que só consome e ainda por cima cospe no prato.
A PINÇA FISCAL
O modelo econômico que sustenta esse arranjo opera como uma pinça implacável sobre a classe média e o setor produtivo. NO TOPO, vige o parasitismo de elite: Uma corte burocrática encastelada nos Três Poderes, intocável, imune à realidade do mercado, acumulando supersalários, penduricalhos e privilégios previdenciários nababescos que drenam dezenas de bilhões todo ano. NA BASE, vige a dependência clientelista: Metade das transferências de renda drenadas para regiões onde o dinheiro público já supera com folga a massa salarial do setor privado formal, criando um eleitorado cativo que vota pela sobrevivência do benefício, nunca pela produtividade. NO MEIO dessa engrenagem está o pagador de impostos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ele trabalha cinco meses por ano só para pagar impostos de primeiro mundo. Em troca, recebe ruas esburacadas, hospitais colapsados e o medo constante da violência. No mais, assiste ao fruto do seu suor financiar o luxo de Brasília e o assistencialismo em série. Essa conta estourou. A tolerância tributária atingiu o limite matemático da exaustão.
O DIA SEGUINTE: E AGORA?
Constatar o colapso e denunciar a podridão da engrenagem é o passo elementar da lucidez. Porém, cruzar os braços e esperar a carcaça explodir não é estratégia, é suicídio cívico. Se a quebra da ordem atual é inevitável, a pergunta que realmente importa para a sobrevivência do Brasil produtivo não é se ela virá, mas quando e o que vamos colocar de pé, no dia seguinte aos escombros. Precisamos discutir abertamente as bases de um novo pacto. Demandaremos uma refundação federativa radical.
Inevitavelmente, ocorrerá o fim definitivo dos privilégios de casta burocrática, o desmonte do assistencialismo eleitoreiro e a devolução do poder e do dinheiro para quem trabalha e produz. Adiar esse resgate... somente tornará o desfecho mais trágico.
O debate é inadiável, e é exatamente sobre esse projeto de reconstrução e sobrevivência que nos debruçaremos no próximo ensaio.
Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.
Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .
Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.
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Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks