CRENÇA UNIVERSAL
Há uma crença universal que diz que agosto é o mês do desgosto. Esta possível constatação, no que diz respeito ao agosto brasileiro, que está batendo à porta, vou deixar para mais adiante quando o período já estiver concluído.
CATEQUESE GLOBAL
Por ora, o que se pode dizer, sem receio de errar, é que o mês de julho está terminando melhor do que começou. Isto em meio a um avassalador massacre promovido pela CATEQUESE GLOBAL (leia-se, vários meios de comunicação, notadamente a Rede Globo), que prega, abertamente, o afastamento de Michel Temer.
PESQUISA CNI/IBOPE
Com tamanho bombardeio, não por acaso o governo Temer chega ao final do mês de julho com avaliação de ruim ou péssimo por 70% dos brasileiros, segundo informa a pesquisa CNI/Ibope divulgada ontem, 27.
REFORMAS
Tais números identificam, claramente, que a maioria dos brasileiros ainda não percebeu, ou não levou em conta, que aqueles que estão na linha sucessória para substituir o presidente, como determina a Constituição, são alvos das mesmas suspeições que atingem Michel Temer. E, para piorar, também não veem que nenhum deles mostra a mínima capacidade ou vontade para fazer reformas.
A OLHOS VISTOS
Pois, enquanto os catequizadores seguem exercendo enorme pressão para afastar o presidente Michel Temer, o que vem causando mais e mais insegurança política, econômica e social por todos os cantos do país, o mês de julho está encerrando, a olhos vistos, com algumas boas conquistas. Eis aí algumas:
BOAS CONQUISTAS
1- a inflação, que segue cedendo;
2- os juros, que caíram para um dígito;
3- quatro aeroportos, que nesta semana passaram para mãos competentes da iniciativa privada;
4- a condenação do ex-presidente Lula;
5- a prisão do ex-presidente do BB e da Petrobrás; e, para ficar só por aí,
6- o fato de ter virado coisa do passado o reconhecimento de firma para documentos federais.
TAXA DE DESOCUPAÇÃO
Mais: até a taxa de desocupação no Brasil recuou. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) a taxa de desemprego recuou 0,7 p.p., ficando em 13% no segundo trimestre deste ano. Foi o primeiro recuo estatisticamente significativo dessa taxa desde o trimestre outubro/dezembro de 2014.