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08 dez 2017

PARA ABRIR OS OLHOS E MENTES DOS GAÚCHOS


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NOTA DO BROADCAST

Chamou muita atenção o conteúdo da nota da Coluna do Broadcast, do jornal Estadão, que diz respeito à pretensa venda de 49% das ações ordinárias (com direito a voto) do Banrisul, como quer (ou queria) o governo do Estado do RS.

 

 

 


GESTORES DE MERCADO

Ainda que o Broadcast tenha divulgado aquilo que já foi dito e repetido várias vezes aqui no Ponto Critico é sempre muito salutar que o governo do RS ouça e interprete, com absoluta clareza, o que dizem, pensam e avaliam os gestores de mercado sobre a venda de uma fatia minoritária de ações ordinárias que pertence ao Estado do RS.

 


PERDA DA CAPACIDADE DE RACIOCÍNIO

Pressionado pela indiscutível  e notória impossibilidade de pagar a folha de salários dos servidores públicos, onde a maioria (aposentados) já deixou de -servir-, o governo do RS deixa claro o quanto  perdeu em termos de capacidade de raciocínio e bom senso. Algo, gente, simplesmente lamentável e/ou abominável.


NO MÁXIMO 80% DO VALOR PATRIMONIAL

Voltando à-venda de 49% das ações (com direito a voto) do Banrisul-, a Coluna Broadcast informa que, segundo os gestores de mercado, o preço (cotação) do lote chegaria, no máximo, em torno de 80% do valor patrimonial do Banrisul, enquanto que em caso de venda do controle o Estado do RS poderia obter, no mínimo, duas vezes mais do que isto.


ARITMÉTICA

Ora, este é um assunto que não merece nem deveria ser visto pelo lado ideológico, como preferem o povo, o Executivo, a maioria do Legislativo e do Judiciário gaúcho. Antes de tudo esta é uma questão que deve ser analisada de forma puramente aritmética. Considerando que o Banrisul é a joia da coroa, como muitos preferem, nada mais lógico que exigir o máximo pela sua venda. 


BOAS DEMANDAS

 Com a venda do controle do Banrisul seria possível atender muitas e boas demandas, como:

1- TODOS OS DEPUTADOS (e não alguns) poderiam receber uma verba de CINCO MILHÕES destinada, exclusivamente, para obras nos seus municípios;

2- pagar duas ou três folhas de salários; e

3- aplicar o restante para obtenção de renda e/ou quitar parte da dívida do Estado junto a União.  

Que tal?