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16 nov 2017

PRIVILÉGIOS NOJENTOS


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TESTE

Todos os dias, o setor público, independente da esfera, testa a paciência, o discernimento e a tolerância do povo (pagadores de impostos). Este processo se dá,  invariavelmente, através da criação e/ou aumento dos mais variados PRIVILÉGIOS para seus servidores.


NOJENTOS

Além da enorme INJUSTIÇA que todos os PRIVILÉGIOS carregam, alguns ainda vão mais além por se encaixarem perfeitamente na categoria -NOJENTOS-. Pois, mesmo assim, o que se vê é, quando muito, uma mera reação de indignação, cuja duração não passa de um ou dois dias. 


PODE TUDO

Aliás, quem acompanha as potentes redes sociais já deve ter percebido o quanto o povo brasileiro é muito mal informado. A maioria ainda crê que basta eleger um presidente mais austero para que o Brasil se livre das injustiças. Ou seja, o povo em geral ainda crê  que o presidente pode tudo. Mais: manda no Legislativo e no Judiciário. Pode?


NOVA CONSTITUIÇÃO

Mais ainda: não têm a mínima noção de que DIREITOS ADQUIRIDOS e LEIS PÉTREAS (que blindam certos direitos) só podem ser  retirados caso os brasileiros resolvam escrever uma  NOVA CONSTITUIÇÃO.  Detalhe: isto, por sua vez, não garante que os constituintes se mostrem dispostos a colocar no texto a impossibilidade de conceder os mesmos ou novos privilégios. 


AUXÍLIO-PERU

A propósito, já que estamos tratando de  PRIVILÉGIOS NOJENTOS, nada se compara ao inimaginável AUXÍLIO-PERU (abono de R$ 2 mil)  pago (já foi pago, gente!) a mais de 15 mil servidores ATIVOS E INATIVOS da Justiça do RJ.  Que tal?


PODERES

Agora o pior de tudo: o povo, ainda que alguns estejam indignados (apenas indignados), não faz coisa alguma para impedir tanta injustiça. No máximo, como revelam as pesquisas eleitorais, a maioria vê, por exemplo, no candidato Jair Bolsonaro a esperança de que uma vez eleito presidente venha a ser o super-homem com todos os poderes para mudar o Brasil.

De novo: o povo desconhece que o presidente da República é o Chefe do Executivo, cujo poder é limitado, pois depende da vontade dos Poderes Legislativo e, principalmente,  Judiciário.