Frase do dia

  O fracassado não é aquele que desistiu de lutar, mas sim aquele que poderia ter ajudado e preferiu fechar os olhos.  

- Newton Gonçalves Dias

Artigos


09 mai 2024

DEMOROU ...


EDITORIAL DE ONTEM

No editorial de ontem, 09, com o título -PECADO MORTAL- mencionei um conteúdo do portal THE IVESTOR, dando conta das declarações feitas

1- pelo banqueiro-petista ANDRÉ ESTEVES, apontando que a 'Reeleição de Lula é dificílima, seja pelo desgaste, seja porque a sociedade caminha a direita';

2- pelo economista ARMÍNIO FRAGA, que pouco tempo atrás, em forma de arrependimento e preocupação afirmou -AGORA ESTOU COM MEDO- e agora também admite que -O BRASIL DEVERIA TER SIDO REBAIXADO; e

3-- pelo gestor do Fundo Verde, LUIZ STUHLBERGER, que nesta semana disse: 'EU ME PENITENCIO POR TER ACREDITADO QUE O PT TERIA SERIEDADE FISCAL.


A FICHA CAIU

Pois, como se o meu EDITORIAL tivesse pautado o ESTADÃO, jornal petista que desde a primeira hora integra o CONSÓRCIO DA MÍDIA ABUTRE, hoje, 9, no espaço OPINIÃO DO ESTADÃO diz o seguinte: - Como muitos brasileiros, o presidente e diretor de investimentos da Verde Asset, Luis Stuhlberger, lamenta ter confiado na possibilidade de o presidente Lula da Silva fazer um esforço para equilibrar as contas públicas. “Eu me penitencio por ter acreditado que o PT teria alguma seriedade fiscal”, afirmou em encontro com investidores.

O gestor do Fundo Verde, conhecido por entregar resultados que superam em muito a rentabilidade média do mercado, disse que “A FICHA CAIU” quando o Executivo anunciou mudanças na meta fiscal de 2025 e transformou o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em uma peça de ficção.

 

 


DECEPÇÃO

Stuhlberger não está sozinho em sua decepção. Muitos analistas -tontos- acreditaram no arcabouço e nas metas fiscais quando eles foram apresentados pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no início do ano passado. Nas últimas semanas, no entanto, mesmo os mais otimistas têm demonstrado preocupação com a evolução das contas públicas. Nem mesmo o fato de a Moody’s ter elevado a perspectiva da nota de crédito do País de estável para positiva acalmou o mercado financeiro. Ao contrário. Para Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Gávea Investimentos, sob o ponto de vista fiscal, o Brasil, inclusive, já deveria ter sido rebaixado. Não se pode dizer que Stuhlberger ou Fraga sejam pessoas ingênuas. Ao contrário da maioria dos brasileiros, ambos são grandes investidores e têm plenas condições de proteger seu patrimônio e o de seus clientes. E é o que já estão fazendo, como tradicionalmente ocorre em momentos de incertezas e turbulências.


O MERCADO SE ANTECIPA

Reduzir a exposição a ações de empresas brasileiras ou títulos emitidos pelo governo e optar por ativos mais seguros, a exemplo dos títulos do Tesouro norte-americano, não é torcer contra o País ou ser antipetista, mas ser realista e corrigir posições antes que elas custem caro.

Um ano antes da última eleição presidencial, o gestor do Fundo Verde declarou publicamente que jamais votaria novamente em Jair Bolsonaro, a quem atribuía a pior gestão mundial no combate à pandemia de covid-19. Fraga, por sua vez, declarou voto em Lula da Silva em nome da defesa da democracia, continuamente alvejada por Bolsonaro entre 2019 e 2022. Não foram os únicos. Muitos brasileiros agiram como eles e apostaram suas fichas em Lula da Silva na disputa eleitoral de 2022. E o fizeram não por acreditar na agenda econômica do PT, mas para se verem livres de Bolsonaro – um motivo mais do que compreensível diante de seu pavoroso governo.

 


RECADO

Muitos imaginavam que Lula teria, enfim, compreendido que os equívocos do governo Dilma Rousseff não apenas geraram uma profunda recessão, como criaram as condições ideais para a eleição de um desqualificado como Jair Bolsonaro.

A origem da crise que a derrubou foi justamente a desastrosa política econômica que a então presidente legou ao País. Desde aquela trevosa época, déficits primários assumiram um caráter permanente, como se o País nunca tivesse sido capaz de apresentar um Orçamento minimamente equilibrado. A facilidade com que o atual governo desrespeitou o arcabouço fiscal – que, diga-se de passagem, este mesmo governo propôs – mostrou que Lula da Silva não é só incapaz de aprender com os erros do passado; ele é incapaz de entender que errou.

“Me caiu a ficha de como pude acreditar que haveria o mínimo de responsabilidade desse governo cujo único objetivo é ganhar eleição”, afirmou Stuhlberger, ecoando um sentimento que é de muitos neste momento em que a democracia não está mais sob ameaça.

O petista não entendeu, até hoje, por que foi eleito por uma margem tão estreita de votos nem assimilou por que não conseguiu reunir nem 2 mil pessoas para vê-lo discursar no ato comemorativo do 1.º de Maio em São Paulo. Tampouco foi convencido sobre a importância de zerar o déficit fiscal, que para ele é uma discussão inócua e irritante. Seria bom que algum de seus numerosos assessores tentasse explicar ao chefe a importância desses e de outros temas para a estabilidade de seu próprio governo. Na falta de candidatos, o mercado, que nunca é pego de surpresa e sempre se antecipa à chegada de crises, tem dado um eloquente recado.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR + de hoje comentário político  de Paulo Moura de 07/05/2024:

A exemplo de Nova Roma do Sul, onde o povo reconstruiu a ponte de forma rápida e barata, municípios, estado e União poderiam isentar os impostos das empresas que fizerem as obras de reconstrução, na mesma proporção do investido. https://youtu.be/GAQ-nVoDRYo



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08 mai 2024

PECADO MORTAL


SEM PERDÃO

Antes de tudo, PECADO MORTAL é aquele cujo objeto é MATÉRIA GRAVE cometida com PLENO CONHECIMENTO E/OU COM CONSENTIMENTO DELIBERADO. Algo que, no claro entendimento da sociedade em geral, simplesmente NÃO TEM PERDÃO.


IMPERDOÁVEL

Pois, independente de questões religiosas, o fato de ANDRÉ ESTEVES, dono do BTG, do economista ARMÍNIO FRAGA e do gestor do Fundo Verde, LUIZ STUHLBERGER resolverem se penitenciar junto aos seus investidores, admitindo publicamente que COMETERAM PECADO PRA LÁ DE MORTAL por TEREM ACREDITADO QUE O PT TERIA SERIEDADE FISCAL, é algo absolutamente IMPERDOÁVEL.

 

 

 


THE IVESTOR

Segundo informa o portal - THE IVESTOR - para ANDRÉ ESTEVES, que nunca escondeu sua predileção pelo PT, a 'Reeleição de Lula é dificílima, seja pelo desgaste, seja porque a sociedade caminha a direita'. Já ARMÍNIO FRAGA, que pouco tempo atrás disse -AGORA ESTOU COM MEDO-, admitiu, com ar de estranha surpresa, que -o Brasil deveria ter sido rebaixado-. E LUIZ STUHLBERGER arrematou: 'Eu me penitencio por ter acreditado que PT teria seriedade fiscal'.


A FICHA AINDA NÃO CAIU

Pois, se as coisas já estavam extremamente difíceis antes da TRAGÉDIA CLIMÁTICA QUE ATINGIU, E DESTRUIU, MAIS DA METADE DO ESTADO DO RS, pior ainda vai ficar com o DESCONTROLE DAS CONTAS PÚBLICAS. A -FICHA-, certamente, AINDA NÃO CAIU, mas em breve o Brasil vai sentir na pele, com muita dor AS DURAS CONSEQUÊNCIAS de EMPRESAS E EMPREGOS QUE DESAPARECERAM, ASSIM COMO DAS CASAS E DOS PERTENCES QUE SIMPLESMENTE SUMIRAM, DEIXANDO MILHARES DE FAMÍLIAS NO SOFRIMENTO.   



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07 mai 2024

PREPARANDO O DAY AFTER


TAREFA NÚMERO UM

Como bem aponta Adolfo Sachsida, ex-Ministro de Minas e Energia e ex-Secretário de Política Econômica do governo Jair Bolsonaro, neste grave momento pelo qual passa o POVO GAÚCHO, ao se defrontar com um dos PIORES DESASTRES AMBIENTAIS da nossa história, a TAREFA NÚMERO UM É SALVAR VIDAS. Como tal, tanto, os governos -federal, estadual e municipais- quanto a sociedade civil -que está dando um verdadeiro SHOW DE PALPÁVEL, NOTÓRIA E EFETIVA SOLIDARIEDADE-, estão agindo de forma incansável na tentativa de tornar exitosa esta PRINCIPAL TAREFA.

 

 


COMO FINANCIAR A RECONSTRUÇÃO DO RS

Entretanto, passado esse momento outra QUESTÃO irá se impor, inevitavelmente: - COMO FINANCIAR A RECONSTRUÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL? Pois, o objetivo desse texto é única e exclusivamente PROPOR SOLUÇÕES PARA CONTRIBUIR PARA ESSE DEBATE, e tentar ajudar o povo gaúcho nesse momento tão difícil de sua história. Para tanto, a seguir apresento algumas ideias que acredito poderem contribuir para o debate. Claro que essas ideias ainda precisam passar pelos CRIVOS TÉCNICOS DO GOVERNO, mas acredito que valha a pena ao menos refletir sobre as sugestões abaixo.

 


RECEBÍVEIS DA PPSA

1) RECEBÍVEIS DA PPSA: em 2022 foi enviado ao Congresso Nacional o projeto de lei 1583/2022. Esse projeto permite ao governo antecipar recursos advindos dos contratos administrados pela PPSA (empresa estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia). Não é absurdo supor que esses contratos possam render R$ 200 bilhões a União. Dividindo metade disso com estados e municípios, e assumindo cotas iguais para cada estado, veríamos que o Rio Grande do Sul (governo estadual e municípios) teria direito a aproximadamente R$ 3,7 bilhões (100 bilhões divididos igualmente por 27 estados). Que tal vender essa fração dos contratos da PPSA e antecipar esse valor para o Rio Grande do Sul? Seria uma entrada importante de recursos diretamente para o caixa dos governos locais poderem executar obras urgentes de infraestrutura.

 


RECUPERAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

2) ALTERAÇÃO TEMPORÁRIA NA LEGISLAÇÃO SOBRE DESTINAÇÃO OBRIGATÓRIA PARA DISTRIBUIDORAS DE ENERGIA: - A Lei no 9.991/2000, estabeleceu a obrigatoriedade das distribuidoras de energia elétrica de investir percentual de sua receita operacional líquida em programas de eficiência energética. Que tal permitir, pelo menos de maneira provisória, que esse percentual possa ser gasto na recuperação da infraestrutura do estado do Rio Grande do Sul? Dada a tragédia que assola o povo gaúcho, isso seria uma clara melhora na alocação desses recursos.

 


REMANEJAR RECURSOS DE OBRAS REALIZADAS POR ITAIPU

3) REMANEJAR RECURSOS DE OBRAS REALIZADAS POR ITAIPU: - Itaipu é uma importante empresa brasileira, e tem um caixa que muitas vezes abastece obras espalhadas por diversos locais. Acredito que parte desses recursos de Itaipu poderiam ser remanejados para reconstrução da infraestrutura no Rio Grande do Sul. ATENÇÃO: não estou propondo que Itaipu aumente seu orçamento de obras, estou sugerindo que o orçamento de obras já aprovado de Itaipu seja em parte, e de maneira provisória, redirecionado para ajudar na reconstrução o do Rio Grande do Sul.

 


CRÉDITOS DE RECICLAGEM E CRÉDITOS VERDES

4) CRÉDITOS DE RECICLAGEM E CRÉDITOS VERDES: o governo federal aprovou diversos novos instrumentos financeiros entre 2019-22 que podem ser usados para captação de recursos privados para ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul. Acredito que com algumas alterações legais o estado do Rio Grande do Sul possa incluir limpeza de detritos como créditos de reciclagem. Com essas alterações legais as empresas que são obrigadas por lei a reciclarem poderiam comprar esses créditos e ajudar a financiar a reconstrução do estado. Na mesma linha, e novamente com algumas alterações legais, a CPR-Verde poderia ser utilizada para alavancar recursos privados para ajudar na construção de obras que ajudarão a evitar a repetição dessa tragédia.

 

Ao final Sachsida pede desculpas pelo texto não ser melhor elaborado, mas está convencido de que as QUATRO SUGESTÕES ACIMA poderiam alavancar recursos bilionários fundamentais para ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul. Ressalto que todas as sugestões levantadas aqui não tem impacto fiscal, ou seja, são soluções capazes de levantar bilhões de reais sem onerar os cofres do Tesouro. Mas repito: no momento o importante é SALVAR VIDAS. As sugestões contidas nesse texto ainda são embrionárias e claro que necessitam de um trabalho mais robusto das equipes tecnicas. Mas acredito que esse norte é um norte importante a ser perseguido: procurar solução que, ao aprimorar desenhos de politicas publicas ou ajustá-las ao momento dessa tragédia, terão impacto benéfico sobre a população e um moderado custo fiscal.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: DISTOPIA GAÚCHA, por Percival Puggina. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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06 mai 2024

TOMADA DA BRASTILHA


TOMADA DA BASTILHA

A TOMADA DA BASTILHA, antiga prisão símbolo da opressão do Antigo Regime francês, promovida pela população parisiense no dia 14 de julho de 1789, tinha como objetivo acessar o estoque de pólvora que lá ficava armazenado. Esta decisiva etapa ocorreu logo após o ataque ao Hotel dos Inválidos, onde a população já havia obtido os armamentos.

 

 

 


ANTIGO REGIME FRANCÊS

A TOMADA DA BASTILHA simbolizou a total insatisfação popular contra o ANTIGO REGIME FRANCÊS, baseado no princípio da MONARQUIA ABSOLUTA, no qual um rei concentrava todo o poder do Estado e como tal era composto por:

PRIMEIRO ESTADO, que: correspondia ao CLERO FRANCÊS;

SEGUNDO ESTADO, que correspondia à NOBREZA FRANCESA;  

TERCEIRO ESTADO que correspondia ao POVO. 

 

 


DIVISÃO SOCIAL

Essa DIVISÃO SOCIAL garantia uma série de PRIVILÉGIOS AO INTEGRANTES DO PRIMEIRO E SEGUNDO ESTADO, como DOAÇÃO DE TERRAS PELO REI, ISENÇÃO DE DETERMINADOS IMPOSTOS E MANUTENÇÃO DE UMA VIDA EXTREMAMENTE LUXUOSA. Já o TERCEIRO ESTADO - O POVO- , SUSTENTAVA TODO O PESO DO ESTILO DE VIDA DA ARISTOCRACIA FRANCESA COM IMPOSTOS CADA VEZ MAIS ALTOS.

 


TOMADA DA BRASTILHA

Ora, sem tirar nem por, o que acontece no nosso BRASIL é um retrato fiel da França do século XVIII, ou seja, TERCEIRO ESTADO BRASILEIRO, formado por 95% do POVO tem sobradas RAZÕES para promover, no mesmo molde francês, uma legítima e efetiva TOMADA, ou QUEDA, DA BRASTILHA.  Vejam, por exemplo que acontece no RS, onde mais da metade dos municípios gaúchos estão SUBMERSOS, e grande parte de seus habitantes, além de perderem tudo também não a menor possibilidade de trabalhar, se sutentar, estudar e/ou se locomover.

Pois, enquanto isso, o SEGUNDO ESTADO , ou PRIMEIRA CLASSE, formada por servidores públicos -ferderais, estaduais e municipais -ATIVOS E INATIVOS-, segue recebendo seus polpudos e priviliegiados salários. Pior: com recursos provenientes de EMISSÃO DE MOEDA e não da PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS.  

 



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Espaço Pensar +





GILBERTO SIMÕES PIRES

Formado em Administração, o comunicador de PENSAMENTO LIBERAL, nome de grande credibilidade na comunidade gaúcha, com ideias próprias e firmes, é defensor da economia de mercado e do fim de qualquer subsídio por parte do governo.

 

Gilberto Simões Pires iniciou sua carreira na área de comunicação em 1986, no Rádio. A seguir atuou como comentarista econômico na TVE (Mercado em Ação); na TV Guaíba (Câmera 2); no Grupo RBS (Rádio Gaúcha, RBS TV e Jornal Zero Hora); na TV Pampa (Pampa Boa Noite).
Após, na Rede Bandeirantes Porto Alegre, ancorou os programas -PRIMEIRO PLANO- na Band AM, e CONTROLE REMOTO na Band TV.
Por oito anos ancorou Programa -PONTOCRITICO.COM- no canal 20 da NET e, desde 2009, escreve diariamente a E-OPINION LIBERAL - PONTOCRITICO.COM- .


Em ambientes associativos é membro efetivo do Clube de Editores e Jornalistas de Opinião e coordenador da Sociedade Pensar+.

 

EQUIPE EDITORIAL

 

Editor: Gilberto Simões Pires
Assinaturas: Lúcia Pedroso
Para Anunciar: Cristina Sacks

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