Artigos

08 dez 2015

CRISES E SOLUÇÕES


Compartilhe!           

MÚLTIPLAS CRISES

De norte a sul e de leste a oeste deste enorme Brasil, todos, sem qualquer exceção, sabem, perfeitamente, que o nosso pobre país está mergulhado em múltiplas crises -Econômica, Moral, Política e Social- jamais vistas e sentidas em tempo algum da nossa história. 
 


TRATAMENTO DAS CRISES

Pois, se realmente for do interesse do povo a vontade de enfrentar tais crises, a solução de cada uma delas passa pelas seguintes decisões:

1- a crise Moral precisa ser resolvida através de um forte programa educacional;

2- a crise Política, pela exigência de comprovada capacidade de administração pública dos candidatos, a qual pode e deve ser obtida no âmbito dos partidos que os acolhem;

3- a crise Social, através da extinção de todos os privilégios que foram concedidos a quem quer que seja, proporcionando um tratamento único a todos. Só com Direitos e Deveres iguais para todos faz com que o sistema se torne absolutamente justo. 


CRISE ECONÔMICA

4- Já a crise Econômica, que é reflexo de todas as anteriores mencionadas aí acima, pode ser resolvida através do SISTEMA CAPITALISTA, onde a vontade dos indivíduos, sem interferência do Estado, deve prevalecer acima de tudo. 


EXTINÇÃO IMEDIATA DAS DUAS CLASSES

Peço, encarecidamente, que os leitores entendam o seguinte: ainda que a presidente Dilma deva ser punida por ter cometido CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL, como reza a nossa Constituição, de nada adianta a troca de comando do país se não houver uma IMEDIATA EXTINÇÃO DAS  DUAS CLASSES DE TRABALHADORES BRASILEIROS, onde a PRIMEIRA CLASSE abriga os privilegiados SERVIDORES PÚBLICOS e a SEGUNDA CLASSE é composta de TRABALHADORES PRIVADOS que são extorquidos para atender os privilégios dos apaniguados.


MAL TERRÍVEL

Ainda que o Brasil esteja sofrendo deste MAL TERRÍVEL, a situação do Estado do Rio Grande do Sul aí está para mostrar, de forma cabal e definitiva, que sem esta IMEDIATA PROVIDÊNCIA tudo vai piorar ainda mais, levando a economia para um buraco sem retorno. 


ANÁLISE NUA E CRUA

Aproveito a análise correta do professor Ricardo Bergamini e repasso, para fazer os esclarecimentos necessários:

1 - Em 2002 a União comprometia 69,52% da Receita Tributária com Pessoal. Em 2013 reduziu para 58,98%. Redução de 16,86%.

2 – Em 2002 os Estados comprometiam 83,07% da Receita Tributária com Pessoal. Em 2013 aumentou para 85,94%. Acréscimo de 3,45%.

3 – No caso dos Municípios cabe informar que como 70% não têm receitas próprias, vivendo apenas com os repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), com isso a relação fica esquizofrênica. Senão vejamos: Em 2002 os municípios comprometiam 189,06% da Receita Tributária com Pessoal. Em 2013 aumentou para 225,44%. Acréscimo de 19,24%.

4 – RESUMO: Em 2002 o Brasil comprometia 85,47% da Receita Tributária com Pessoal. Em 2013 aumentou para 88,93%. Crescimento de 4,05%.


SERVIDORES FEDERAIS

Vejam que na Câmara dos Deputados, Senado Federal e Tribunal de Contas da União, em Janeiro de 2015, o número de trabalhadores de PRIMEIRA CLASSE (22.306 ativos e 10.279 inativos) totalizava 32.585 funcionários com salário médio mensal de R$ 17.579,00, enquanto a média dos trabalhadores de SEGUNDA CLASSE, que pagam a conta, era de R$ 1.855,00 (89,45% menor). Os gastos totais com pessoal de fevereiro de 2014 até janeiro de 2015 (12 meses) foi de R$ 8,2 bilhões. Haja cinismo e hipocrisia.

Na história do Brasil a nação sempre foi REFÉM DOS SEUS SERVIDORES PÚBLICOS (trabalhadores de PRIMEIRA CLASSE), com os seus direitos adquiridos intocáveis, estabilidade de emprego e licença prêmio sem critério de mérito, longas greves remuneradas, acionamento judicial sem perda de emprego, regime próprio de aposentadoria (não usam o INSS), planos de saúde (não usam o SUS), dentre muitos outros privilégios impensáveis para os trabalhadores de segunda classe (empresas privadas). Com certeza nenhum desses trabalhadores de primeira classe concedem aos seus empregados os mesmos direitos imorais.
Pergunto aos leitores:
- Adianta propor alguma reforma sem resolver a excrescência e aberração econômica acima colocada?