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09 set 2015

FALÊNCIA MÚLTIPLA DE ÓRGÃOS


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DIAGNÓSTICO

Quando as doenças aparecem e os incômodos se prolongam por tempo acima do esperado, o que todo mundo faz é procurar saber do que se trata, para que as CAUSAS sejam devidamente atacadas. Esta importante etapa, conhecida como DIAGNÓSTICO, é que determina quais remédios devem ser usados para a cura dos males.

 


FALÊNCIA MÚLTIPLA DE ÓRGÃOS

No caso da economia brasileira, o DIAGNÓSTICO informa que o Brasil sofre de FALÊNCIA MÚLTIPLA DE ÓRGÃOS, motivada por:

1- EXCESSO DE INCOMPETÊNCIA

2- CORRUPÇÃO DESENFREADA

3- MENTES DESTROÇADAS PELA IDEOLOGIA DO ATRASO


ROTA DA FELICIDADE

Como se os itens acima já não fossem suficientes para produzir a Falência dos Órgãos, o PT (desde o momento em que Lula assumiu a presidência) foi ainda mais longe e preciso: implantou a Matriz Econômica Desenvolvimentista. E propagou ao mundo todo que através dela o Brasil passaria a trilhar a sonhada Rota da Felicidade. 


CONSEQUÊNCIAS TERRÍVEIS

Ainda que alguns poucos tenham se manifestado, dizendo que o modelo petista não passava de uma grande fraude, com consequências terríveis para o país, de nada adiantou. Enquanto o povo, cheio de satisfação, se lambuzava com medidas populistas/assistencialistas, a doença -indolor- ia, paulatinamente, tomando conta dos órgãos vitais do nosso pobre país.


ADOCICADAS E AMARGAS

O curioso, ou nojento, é que a mídia -também muito incompetente- considerou as medidas que acabaram por levar o país ao abismo, como -adocicadas-; e trata dos remédios que precisam ser ingeridos como -amargos-. Pode? 


NOJENTO

Mais nojento ainda tem sido o comportamento das corporações de servidores públicos. Primeiro, entram em greve para obrigar o governo a pagar por vantagens absurdas e aumentos além da conta. Depois (caso do RS) quando o governo se vê impossibilitado de honrar o acordo, os servidores não desistem das vantagens. Ao contrário: voltam ao estado de greve. Ou seja, param antes, durante e depois. E o povo assiste tudo, passivamente.  


REGIME DE EXCEÇÃO

Como é mais do que sabido, despesa de pessoal, no setor público, é para sempre. Quem está na-ativa-, além de gozar da estabilidade, também não é passivo de redução salarial. Como não há receita suficiente para pagar a altíssima folha, a Falência dos Órgãos do Estado é mais do que óbvia. Ora, diante de uma situação assim, pelo visto só nos resta o Regime de Exceção. Alguém admite isso?