FUGINDO DO ASSUNTO
Tem muita gente que, além de não querer falar nesta portentosa CRISE que assola o nosso pobre país também prefere ficar longe de quem toca no assunto. Entendo. Pessoas assim acreditam que o simples fato de falar de (ou em) coisas ruins significa uma atração para que mais desgraças aconteçam.
SEM SUPERSTIÇÕES
Mesmo respeitando o ponto de vista de quem quer que seja, insisto: em economia, qualquer expectativa de melhora e/ou cura dos males que atingem o País, Estados e Municípios depende, exclusivamente, de atitudes ousadas e certeiras, que não combinam nem um pouco com superstições.
DOSES DE LIBERDADE
A hora, portanto, ainda que com enorme atraso, é de aplicar POTENTES E EFETIVAS DOSES DE LIBERDADE em todos os níveis de governo. Basta tirar a economia brasileira das amarras intervencionistas para que espetaculares resultados apareçam, imediatamente.
REMÉDIO
Este remédio (velho), já testado em vários países, infelizmente ainda não foi testado no nosso país. Fala-se muito em capitalismo e democracia, mas o FATO é que o povo brasileiro sequer provou as delícias de uma REAL DEMOCRACIA, que só pode ser vista, e sentida, através do CAPITALISMO, sem adjetivos.
DEMOCRACIA
Vejam, que se houvesse DEMOCRACIA no Brasil, certamente não haveria espaço para PRIVILÉGIOS E VANTAGENS impossíveis de ser concedidas a todos. Muito menos DIREITOS ADQUIRIDOS ABSURDOS, que só atendem a funcionários públicos, que, além de não poderem ser despedidos de seus empregos são beneficiados com aposentadorias que não podem ser pagas a todos.
DESEMPREGO NA INICIATIVA PRIVADA
Querem números para evidenciar a realidade? Então vejam: - Em 2015, NA INCIATIVA PRIVADA, o número de postos fechados soma 657.761 e, em doze meses, já são 1,23 milhão, ou seja, algo em torno de 1% da população economicamente ativa do país.
Só em setembro, o Brasil fechou 95.602 vagas formais de trabalho, segundo o balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na semana passada pelo Ministério do Trabalho.
INATIVOS
Pois, para quem ainda não sabe, no SETOR PÚBLICO não houve uma única demissão. Ao contrário: os governos, em todos os seus níveis, ainda criaram novas vagas.
Detalhe: com custo mais do que dobrado, pois além de pagar os salários dos novos servidores, o governo banca, com o dinheiro dos pagadores de impostos, as aposentadorias exorbitantes, marcadas pela integralidade salarial, dos felizardos que com pouca idade se tornam INATIVOS.
SEM MODERAÇÃO
Como se vê, o BRASIL TEM JEITO e o jeito precisa ser discutido em todas as rodas. O remédio? REFORMAS, REFORMAS, REFORMAS!!!. Sem qualquer MODERAÇÃO. Todas visando apenas LIBERDADE, LIBERDADE, LIBERDADE. Que tal?