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28 abr 2014

MERCANTILISMO PURO


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PAÍS MERCANTILISTA
Enquanto o governo Lula/Dilma Petista, de forma gradual e segura, vai fazendo a Transição para o Social-Comunismo no Brasil, compromisso que o PT assumiu para valer desde o primeiro encontro Foro de São Paulo (do qual é membro fundador), o nosso pobre país se mantém, rigorosamente, como país Mercantilista.
VILÃO REAL
Aliás, o ódio que grande parte dos brasileiros nutre hoje pelo Capitalismo (sistema jamais provado pelo Brasil, infelizmente), se aprofundou muito depois que o PT ganhou a carta branca nas urnas. Foi quando o Brasil ingressou pra valer no Bloco dos Países Comunistas da América Latina do Bloco BOLIVARIANO, ou dos Países Comunistas da América Latina.
EXEMPLOS CLAROS
Por óbvio não se faz mais necessário provar que é exatamente isso que acontece no Brasil. Basta manter os olhos abertos e assistir, por exemplo, e a olho nu, os escancarados acordos compadres que o governo mantém, com as empresas X, do Eike Batista, com a JBS e, obviamente, com as empresas do setor automobilístico.
DELÍRIO
É possível que, mesmo diante de tantos fatos, alguns assinantes continuem dizendo que estou delirando e que nada disso procede. Pois, aí é que mora o perigo: a proposta de Transição para o Socialismo está escrita, com todas as letras, nas Atas do Foro de São Paulo.
INCENTIVOS DIRECIONADOS
Pois, para não deixar farpas de mínimo engano de que o Brasil é, e sempre foi, um país Mercantilista, da gema, na semana passada vários empresários e sindicalistas do setor automobilístico disseram que vão propor ao governo federal a criação de um sistema nacional de proteção ao emprego, como informou o Estadão na semana anterior.
INCENTIVOS PARA QUEM É COMPADRE
Segundo a reportagem, a proposta é adotar -para os compadres-, um modelo semelhante ao da Alemanha, no qual, em épocas de crise, os trabalhadores são afastados, mas não demitidos. Eles continuam vinculados à empresa e recebendo salários, com boa parte vinda de subsídios do governo.A discussão vem em um momento delicado para a indústria (só para o setor), diante de uma ameaça de crise no setor automobilístico, com vendas em queda tanto no Brasil como no exterior, e empresas dando férias coletivas e abrindo programas de demissão voluntária. Pode?
FAT
Atualmente, diz a notícia, é usado um sistema de -lay-off-, que é a suspensão temporária dos contratos de trabalho. Nesse mecanismo, o funcionário é afastado e parte dos salários é bancada pelo FAT -Fundo de Amparo ao Trabalhador-, do Ministério do Trabalho, mas essa contribuição é limitada a cinco meses.Pelo novo modelo em discussão, a dispensa teria duração de até dois anos, mas não seria integral. A jornada de trabalho seria reduzida em 20% a 50% e o governo arcaria com 60% a 80% do valor equivalente às horas reduzidas. A diferença seria bancada pelas empresas, e, dessa forma, o trabalhador arcaria com parcela menor da redução.Isto, gente, é puro Mercantilismo. Peço, portanto, que não joguem pedras no Capitalismo.