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15 out 2013

O PAPEL DO INDISPENSÁVEL DISCERNIMENTO


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INTERNET
É mais do que sabido que com o advento da Internet as notícias em geral se transformaram em commodities universais, ou seja, todos que vivem em países onde há liberdade de imprensa têm acesso imediato, com total rapidez, à tudo que acontece no mundo.
INTERPRETAÇÃO
A partir daí, cada um (seja profissional ou não, dos meios de comunicação), dá a interpretação que bem entende aos fatos ocorridos. Como cabe aos leitores, ouvintes e telespectadores o julgamento dos comentários, críticas e opiniões, ganha mais credibilidade aqueles que melhor argumentam.
EDUCAÇÃO
Mas, para que o julgamento seja bem feito é fundamental que o universo dos comunicados tenha bom discernimento. E isto, obviamente, depende do grau de Educação desses julgadores, que precisam, constantemente, distinguir o que está por trás das interpretações dos fatos e notícias.
JULGAMENTO MAL FEITO
Quando um governante, por exemplo, faz uma afirmação ou toma uma decisão, isto vira notícia. Imediata. E, dependendo do conteúdo e, principalmente, da forma com que chega aos ouvidos de gente que tem baixa capacidade de discernimento, o fato pode resultar em julgamento mal feito.
ASSISTENCIALISMO
Pois é exatamente assim que os políticos em geral agem quando fazem propostas e afirmações. Quanto mais assistencialistas as decisões, mais votos eles garantem. Tudo porque falta o tal do discernimento.
ERROS JÁ COMETIDOS
Quando teço comentários a respeito do governo Dilma, por exemplo, é porque grande parte (repito: não todas) das decisões tomadas pela presidente Dilma e sua equipe, só tem levado o país a apresentar mau desempenho econômico. Bem diferente do que o povo pensa, a considerar as notas altas que dá para o governo. O baixo discernimento, infelizmente, não permite que o povo veja que está havendo uma grande reprise de erros já cometidos em governos anteriores.
ABERRAÇÃO
Como isto é fato absolutamente comprovado, as interpretações até poderiam ser dispensadas caso os leitores, ouvintes e telespectadores fossem dotados de alguma capacidade de entendimento da relação CAUSA/EFEITO. Ontem, por exemplo, o país soube, lamentavelmente, que imóveis do programa eleitoreiro Minha Casa, Minha Vida serão entregues aos novos donos com um grave defeito: não terão acesso à energia elétrica. E muita gente ainda aplaude tamanha aberração. Pode?