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27 ago 2026

RENAN SANTOS NO JORNAL NACIONAL


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RENAN SANTOS

Ontem, com o propósito de melhor conhecer o candidato Renan Santos, que concorre à presidência da República do nosso empobrecido Brasil, bem antes de ligar a TV no imundo canal da Globo, durante o Jornal Nacional, precisei tirar o esparadrapo que tapava, no meu controle remoto, o número que dá acesso à programação da EMISSORA PETISTA. Feito isso lavei cuidadosamente as mãos -COM ALTA DOSE DE ÁLCOOL SUPER POTENTE- como forma de evitar que as sobreviventes bactérias da COVID-19 se espalhassem perigosamente na minha residência e fora dela. 


ÂNCORAS FURIOSOS

Resolvidos esses necessários e prudentes CUIDADOS ESPECIAIS, sentei para assistir o candidato Renan sendo entrevistado pelos dois furiosos âncoras -César Tralli e Renata Vasconcellos- comandantes do NOJENTO NOTICIÁRIO PETISTA, os quais, sem surpresa alguma, se mostravam muito preocupados em FAZER PERGUNTAS e pouco ou nada interessados na OBTENÇÃO DAS RESPOSTAS. 


REPERCUSSÃO

Encerrada a entrevista, antes de emitir qualquer comentário tratei de colocar o esparadrapo no mesmo lugar do controle remoto da minha TV. Feito isso fui às redes sociais para ver a REPERCUSSÃO me deparei com este texto, do pensador Alex Pipkin, que de antemão combina em gênero, número e grau com o meu ponto de vista. Eis:

- César Tralli perguntou a Renan Santos em qual estudo científico ele se baseava para afirmar que o Brasil precisa de armas nucleares para ser uma potência mundial. A resposta de Renan foi OBJETIVA: “Não preciso de estudo científico. Eu me baseio na realidade”. Bingo! A cena expôs uma das maiores palhaçadas da nossa época: a ilusão de que a realidade só passa a existir após ganhar um carimbo acadêmico.


O ATOR TRALLI

Com precisão, Pipkin foi mais além: -O GRANDE TRALLI- performou com perfeição o papel do BUROCRATA MODERNO. O ATOR TRALLI entrou em cena exigindo um PDF com nota de rodapé para aceitar a gravidade dos fatos. Para o -FISCAL DE PAPER- do horário nobre, séculos de história humana são irrelevantes sem uma tese de doutorado anexada.


INGENUIDADE PROGRAMADA

Mais: -GEOPOLÍTICA não é CIÊNCIA DE LABORATÓRIO. É a leitura crua da história, da lógica do poder e da sobrevivência dos Estados. Ninguém precisou de um artigo revisado por pares para notar que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU são potências nucleares. A arma atômica não cria uma potência da noite para o dia, mas muda a conta de quem pensa em atacá-la ou ignorá-la. Sem precisar concordar com a tese, é lógico.

Tralli não demonstrou rigor, mas “INGENUIDADE PROGRAMADA”. Confundiu a ausência de um artigo com a ausência de fundamento histórico. A ciência é indispensável para o método, mas torna-se ridícula quando tenta substituir a lógica e o julgamento. A realidade não pede licença à academia para acontecer. Muito menos precisa da autorização do Grande Tralli.