FORÇA ACELERADA
Se a maioria do povo brasileiro já havia se dado conta da nojenta, injusta e inacreditável DISTINÇÃO que a Constituição concede, com total GARANTIA, aos privilegiados ocupantes dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, com a chegada do CORONAVÍRUS a INDIGNAÇÃO ganhou força geométrica e acelerada.
ISOLAMENTO SOCIAL
A rigor, esta indignação foi impulsionada a partir do dia 15 de março, quando o ISOLAMENTO SOCIAL se tornou obrigatório. Em casa, à toa e impedida de produzir, vender e prestar serviço, a sociedade brasileira que ocupa o SETOR PRIVADO começou a presenciar os golpes desferidos, sem dó nem piedade, à nossa já frágil ECONOMIA BRASILEIRA.
A JANELA DA PARALISAÇÃO
Assim, cumprindo com o dia a dia do confinamento imposto, os ocupantes do -SETOR PRIVADO-, gente que literalmente FAZ O PRODUTO (PIB), sem possibilidade de trabalhar passaram a contabilizar o notável, mas inevitável, encolhimento e/ou fechamento de empresas, de todos os portes. Mais: com a paralisação -criminosa-, centenas de milhares de empregos foram sendo arrastados como se atingidos por um devastador TSUNAMI.
OS IMPOTENTES
Pois, enquanto boa parte dos 97% do povo brasileiro que atua no SETOR PRIVADO, vê, com total impotência, o derretimento de MILHÕES DE EMPREGOS e EMPRESAS, a parcela restante (3%) de brasileiros que ocupam o SETOR PÚBLICO, sem dar a mínima pelota para aqueles que sustentam seus ALTOS SALÁRIOS e nojentos PRIVILÉGIOS, seguem na certeza de que ninguém tem o DIREITO DE IMPOR qualquer tipo de perda.
NEM CALAMIDADE PÚBLICA, NEM ESTADO DE EXCEÇÃO
Para quem não sabe, mas precisa saber para não passar por ingênuo desinformado, a nossa INJUSTA CONSTITUIÇÃO, que nada tem de cidadã, por força de absurdas -CLÁUSULAS PÉTREAS-, impede que qualquer governante mexa nos DIREITOS ADQUIRIDOS dos SERVIDORES PÚBLICOS. Entre os DIREITOS estão: a garantia de EMPREGO e a impossibilidade de REDUÇÃO DE SALÁRIOS E BENEFÍCIOS. Simples assim.
NOVA CONSTITUIÇÃO
Ora, ainda que já tenha dedicado vários editoriais explicando isto, volto a lembrar, notadamente para aqueles que ainda não entenderam: - CLÁUSULAS PÉTREAS só podem ser removidas ou alteradas através de uma NOVA CONSTITUIÇÃO. Isto significa, portanto, que nem -CALAMIDADE PÚBLICA- nem -ESTADO DE EXCEÇÃO- (ou Estado de Sítio) admitem a possibilidade de reduzir tais DIREITOS ADQUIRIDOS.
DAS DUAS, UMA
Portanto, das duas, uma:
1- ou tratamos, de uma vez por todas, de escrever e tornar real uma NOVA e DECENTE CONSTITUIÇÃO, revendo principalmente as absurdas e -imexíveis-CLÁUSULAS PÉTREAS;
2- ou, por mais nojo que produzam no seio da sociedade condenada a pagar pelos privilégios, ficaremos repetindo -ad eternum- as mesmas e velhas bobagens que jamais produzirão os necessários e justos efeitos.
POVO DIVIDIDO
Uma recente pesquisa, divulgada ontem, informa que os brasileiros estão divididos no que diz respeito ao ISOLAMENTO SOCIAL. A rigor, 52% da população é favorável ao ISOLAMENTO TOTAL enquanto 48% entende que o ISOLAMENTO PARCIAL é a melhor solução para o enfrentamento da dupla PANDEMIA, que não só ataca a SAÚDE do povo como está destruindo a ECONOMIA como um todo.
OPINIÃO PRÓPRIA
Antes de tudo é preciso que fique bem claro que a formação da OPINIÃO -PRÓPRIA- é um exercício que exige um uso constante do DISCERNIMENTO. Esta aptidão é fundamental para proporcionar uma avaliação mais clara e sensata daquilo que, ao nosso redor, nos causa alguma preocupação e/ou exige uma postura bem pensada.
MENTES PREGUIÇOSAS
Pois, se levarmos em conta que praticamente 70% da população brasileira mostra enorme, ou total, incapacidade para interpretar um simples texto, esta triste realidade deixa muito clara e evidente a razão pela qual tantos brasileiros se tornam legítimas -PRESAS- de uma boa quantidade de -FORMADORES DE OPINIÃO-, que se apropriam das MENTES PREGUIÇOSAS de quem não exercita o DISCERNIMENTO.
TRÊS MEDIDAS FUNDAMENTAIS
Ora, por tudo que o histórico da doença já identificou nestas duas últimas semanas, no mundo todo, é que as medidas que proporcionam um bom resultado nesta luta que estamos travando para conter e/ou controlar, o avanço do COVID-19 são, basicamente, TRÊS:
1- DISTANCIAMENTO SOCIAL, em torno de 1,5 metro;
2- HIGIENIZAÇÃO ; e
3- USO CONSTANTE DE MÁSCARAS
ISOLAMENTO
Portanto, ao invés de exigir o ISOLAMENTO TOTAL, atitude esta que não diferencia quem corre maior risco de ser atingido em cheio pela doença, é mais do que hora de ESTIMULAR aqueles que estão fora da linha de tiro do COVID-19 para que voltem imediatamente ao trabalho. Atenção: - todos, mais do que nunca, submetidos integralmente ao que definem as TRÊS MEDIDAS ACIMA.
ENTRE A PANDEMIA E A RECESSÃO
De novo: como acontece em todas as guerras, os vitoriosos são aqueles que conseguem superar as forças do inimigo. Como o inimigo já destruiu mais empregos do que vidas, o DISCERNIMENTO impõe que a correta decisão é aquela que tenta salvar, da mesma forma, um maior número de vidas humanas, de empresas e de empregos.
Se nos é dada a escolha entre a PANDEMIA e a RECESSÃO, a escolha da PANDEMIA garante, de forma inevitável, a obtenção de AMBAS.
Isto, infelizmente, a maioria dos FORMADORES DE OPINIÃO, focados apenas em tirar o presidente do cargo, nada dizem para suas pobres PRESAS.
RASTRO DE DESTRUIÇÃO GARANTIDO
Queiram ou não o fato é que a TRAGÉDIA ECONÔMICA que já se espalhou por todos os cantos do nosso empobrecido Brasil, cuja colheita, pelo fantástico tamanho da safra, já GARANTIU que teremos pela frente um terrível rastro de destruição, notadamente para quem opera o SETOR PRIVADO, responsável único e direto pela PRODUÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.
PNEUMONIA
Observem que, em termos COMPARATIVOS, o estrago ECONÔMICO provocado pelo CORONAVÍRUS ao SETOR PRIVADO (QUE FAZ O PRODUTO, COMERCIALIZA E PRESTA SERVIÇOS), pelo efeito QUARENTENA -INDISCRIMINADA- imposta como forma de conter o avanço da doença, é infinitamente mais sério e destruidor do que uma -PNEUMONIA- é capaz de fazer nos pulmões de qualquer ser humano com baixo índice de imunidade.
RESFRIADO
Já para boa parte dos PRIVILEGIADOS BRASILEIROS DA -PRIMEIRA CLASSE-, que estão lotados no inatacável SETOR PÚBLICO, o que é uma TRAGÉDIA INCALCULÁVEL para quem é empregado do SETOR PRIVADO, a CRISE DO CORONAVÍRUS não passou de um simples e insignificante RESFRIADO.
BLOCO DOS INGÊNUOS
Pois, mesmo que me recuse a fazer parte do BLOCO DOS INGÊNUOS, ainda assim não posso entender como o povo e as mais diversas entidades empobrecidas com a paralisação da economia ainda não se rebelaram contra esta incrível BLINDAGEM que mantém os SERVIDORES PÚBLICOS totalmente protegidos e fora da TRAGÉDIA.
PAUTA COMUM
Atenção: - Enquanto o desemprego e/ou a redução dos salários são -PAUTA COMUM E INEVITÁVEL- para quem opera no SETOR PRIVADO, a empregabilidade, os magníficos salários e outros tantos penduricalhos conferidos à PRIMEIRA CLASSE, ocupada por SERVIDORES PÚBLICOS PRIVILEGIADOS, seguem imexíveis. Pode?
PODERES LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO
Mais: os líderes, que estão à frente dos Poderes LEGISLATIVO e JUDICIÁRIO, aos quais caberia o estabelecimento de uma igualdade de ganhos para todos, neste momento grave, todos estão quietos, recolhidos e fechados contra qualquer perda dos absurdos benefícios da classe privilegiada.
ATESTADO DEFINITIVO
Gente, a pedra está lançada. Vamos ver até onde vai a covardia e/ou leniência do povo. Se esta grave CRISE ECONÔMICA não se mostrar suficiente para que o povo acabe, definitivamente, com esta nojenta e injusta existência de DUAS CLASSE SOCIAIS pra lá de DISTINTAS, aí estaremos passando o atestado definitivo de que até o CORONAVÍRUS não passou de uma grande piada!
DIA 2 DE ABRIL
Há quem acredite que a Revolução de 1964 se deu em 31 de março. Mas, a rigor, a deposição de João Goulart aconteceu no dia 2 de abril, quando o então presidente do Congresso Nacional, senador Auro de Moura Andrade, após em tumultuada sessão, empossou o presidente da Câmara, Pascoal Ranieri Mazzilli como presidente -INTERINO- da República.
GOLPE CIVIL
Tal -INTERINIDADE- encerrou no dia 11 de abril, quando o CONGRESSO NACIONAL elegeu o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco como presidente do Brasil. Ou seja, se houve o tal GOLPE, como muitos preferem (porque no dia 2 de abril João Goulart ainda estaria no Brasil), esta decisão não foi tomada pelas Forças Armadas, mas apenas e tão somente pelo Congresso Nacional. Assim, em caso da existência de um GOLPE, este seria um GOLPE CIVIL e não MILITAR.
O GOLPE FOI OUTRO
Pois, aproveitando o momento e, principalmente, as constantes manifestações de ódio que inúmeros intelectuais, jornalistas, historiadores, professores e escritores destilam a cada momento contra os MILITARES, volto a publicar trecho relevante do livro do mestre em Administração, Stephen Kanitz, que fala da - A HISTÓRIA NÃO CONTADA DE 1964-, no qual se enxerga, com total clareza, a real RAZÃO para este tamanho desprezo.
ISENÇÃO DE IMPOSTOS
Para quem não sabe, os mesmos jornalistas que à época saudaram de forma uníssona a posse dos militares no Poder mudaram radicalmente de postura no dia 22 de julho de 1964, quando o governo militar deu entrada no Congresso Nacional a PEC de número 9, que após 81 dias (menos de 3 meses) resultou aprovada.
A tal PEC - Proposta de Emenda Constitucional- , para quem sabe, ou não lembra, tornou OBRIGATÓRIO o pagamento de IMPOSTOS aos -JORNALISTAS, ESCRITORES E PROFESSORES-, que desde 1934 gozavam desta nojenta e incrível ISENÇÃO.
ISENÇÃO DE IMPOSTOS
Nenhum livro de história, assim como nenhum jornalista de esquerda, conta que o ARTIGO 113 n 36 da Constituição de 1934, e repetido no artigo 203 da constituição de 1946, rezava que: -Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor-.
Por 30 anos, o que se viu foi uma grande FARRA, onde faculdades vendiam diplomas de jornalista e, pasmem, -até arcebispo era jornalista-.
FIM DO APOIO
Esta PEC, portanto, aprovada em menos de três meses de governo, foi a CAUSA que deu por fim ao apoio antes declarado pelos jornalistas, professores e historiadores aos militares.
Vejam que até a família Mesquita entrou na justiça pleiteando a ISENÇÃO dos lucros do Estadão, alegando que os mesmos advinham de suas profissões de jornalistas.
Observem que inúmeros jornalistas que tiveram suas crônicas coletadas para compor o livro escrito por Stephen Kanitz, como Alceu de Amoroso Lima, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Edmundo Moniz, Newton Rodrigues, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, entre outros, declararam -ARREPENDIMENTO- por terem apoiado o GOLPE (???)
De novo: se no início todos entenderam que o ato foi DEMOCRÁTICO, a perda do privilégio -classista- fez com que dissessem ao mundo todo que houve GOLPE. Mais: um GOLPE MILITAR, nunca GOLPE CIVIL!
GRATUIDADE GERAL
ATENÇÃO - Os jornalistas, além de isentos do imposto de renda (IR), estavam dispensados do pagamento do imposto predial (IPTU), do imposto de transmissão (ITBI). E, como se não bastasse tamanho privilégio, ainda gozavam de gratuidade nas casas de diversões, do transporte em geral e, no caso de viagens aéreas, a Constituição também lhes garantia um desconto de 50% do valor das passagens.
CONFLITO ÉTICO
Depois de assistir, no último final de semana, um vídeo no qual o competente psiquiatra Frederico Porto discorre, de forma muito didática, sobre o eterno conflito -ÉTICO- que existe entre UTILITARISMO e UNIVERSALISMO, entendi como oportuno ampliar o debate sobre este importante tema.
TOMADA DE DECISÕES
Antes de tudo faz-se necessário esclarecer que a maioria dos líderes são eleitos e/ou reconhecidos pelos seus liderados como pessoas dotadas de efetiva capacidade para tomar decisões. Como tal, nas decisões que precisam ser tomadas, tanto por chefes de países, estados, municípios, quanto por dirigentes de times de futebol, de empresas, etc., o velho dilema que envolve o UTILITARISMO e o UNIVERSALISMO estará presente.
UTILITARISMO
A visão UTILITARISTA, na qual me enquadro sem restrição de cunho -ético-, cuida de sacrificar uma minoria em benefício da preservação da maioria. Mais: não me acovardo, mesmo que a minha PELE ESTEJA EM JOGO (Skin in the Game).
Detalhe: nem sempre o que está em jogo é coisa de VIDA ou MORTE. Entretanto, na maioria das vezes, como é o caso desta inquestionável guerra, o UTILITARISTA se vê diante da necessidade de adotar uma estratégia que pode ser considerada -arriscada-, visando a obtenção de um melhor resultado para todos.
UNIVERSALISMO
Já a visão UNIVERSALISTA, por sua vez, é aquela que não admite tentativa de salvamento parcial. Os adeptos desta visão acreditam piamente que -NO FINAL TUDO ACABARÁ BEM-. Mesmo respeitando o ponto de vista dos UNIVERSALISTAS, até porque este debate é eterno, o fato é que há momentos considerados -cruciais- do tipo que exigem decisões bem calculadas baseadas no MAL MENOR.
PARADOXO
Como estamos diante de uma doença nova, cujo tratamento é desconhecido e a vacina está num horizonte longínquo, o ponto crucial do conflito que existe entre UTILITARISTAS e UNIVERSALISTAS está centrado no ISOLAMENTO TOTAL OU PARCIAL das pessoas.
UTILITARISTA CONSCIENTE
Pois, como UTILITARISTA CONSCIENTE, do tipo que observa com clareza quem realmente está colocado na linha de maior risco, entendo que o ISOLAMENTO deve ser reservado apenas para IDOSOS. Dotados de risco baixo, como já está comprovado, os jovens saudáveis devem seguir suas vidas tratando de produzir e/ou vender bens e serviços. Só assim teremos um número menor de pessoas sacrificadas pelo fechamento de empresas, que resultarão, queiram ou não, em enorme desemprego.
CONSEQUÊNCIAS PARA OS SERES HUMANOS
No que diz respeito ao -CORONAVÍRUS- e suas consequências para os seres humanos, o que não falta são estudos, análises e estatísticas, os quais vem sendo amplamente explorados e divulgados, a todo momento, tanto por especialistas em virologia quanto, principalmente, pela mídia infectada e outros tantos curiosos e/ou chutadores.
DOENÇA DESCONHECIDA
Ora, o que se sabe até agora é que o COVID-19 é uma nova e desconhecida doença. Isto significa, em última análise, que não existe nem vacina nem remédio para combatê-la. Com isso, os especialistas se mostram divididos quanto ao-ISOLAMENTO, sendo que alguns defendem o ISOLAMENTO SELETIVO (levam em conta que os IDOSOS compõem a maior faixa de risco); enquanto outros, ainda pouco convencidos, preferem o ISOLAMENTO TOTAL.
PÂNICO
Considerando que os até os próprios especialistas estão divididos e, principalmente, pelo fato de que não sou virologista nem biólogo, não me julgo em condições de OPINAR nem de ficar dando -PALPITES-. Até porque os PALPITEIROS só ajudam no aumento do sentimento de PÂNICO. Aliás, neste particular ninguém supera a mídia, que vem fazendo isso de forma simplesmente notável.
ECONOMIA E NEGÓCIOS
Como a minha -praia-, como os leitores já estão habituados, é a área da -ECONOMIA e NEGÓCIOS-, com o propósito de mostrar, constantemente, que quanto maior a LIBERDADE para empreender, melhor o resultado para todos os agentes envolvidos, aí, o que posso dizer, com muita certeza e total conhecimento é o seguinte:
RISCO DE MORTE
Se, até agora, em termos relativos, o número de PESSOAS INFECTADAS neste nosso imenso Brasil é considerado BAIXO, no caso das EMPRESAS a situação é bem outra, pois aí há que se reconhecer que TODAS ESTÃO INFECTADAS. Mais: para desespero geral a maioria delas já corre SÉRIO RISCO de MORTE.
PRIORIZAR VIDAS NÃO SE DISCUTE
De novo: independente da necessidade de priorizar vidas, coisa que não discuto, o fato é que mesmo adotando o ISOLAMENTO PARCIAL, este procedimento já se mostra, infelizmente, para lá de INSUFICIENTE para evitar que muitas pequenas e médias empresas venham a ÓBITO.
R$ 150 BI POR SEMANA
A propósito, só para mostrar o tamanho do desastre, se levarmos em conta que o -PIB DE 2019- foi de R$ 7,3 TRILHÕES, isto significa que a produção mensal (média) de bens e serviços no Brasil é de ordem de R$ 608 bilhões.
Considerando a alta de 2% do PIB, como se previa para 2020, a cada semana de paralisação impõe que R$ 150 BILHÕES deixem de ser produzidos. Esta monumental perda significa, gostem ou não, um fantástico ENTERRO de EMPRESAS.
Mais: quando o Brasil sair do ISOLAMENTO, é certo que a recuperação seguirá lenta e se manterá lenta por muito tempo.