DESABAFO DE STEINBRUCH
Li, na coluna do jornalista Lauro Jardim, que ontem, na residência oficial de Rodrigo Pacheco, onde se reuniram empresários, equipe econômica e políticos, o petista e maior acionista da CSN, Benjamin Steinbruch, elevou o tom da voz para atacar e condenar a TAXA DE JUROS - SELIC-. Steinbruch afirmou que os estoques da indústria estão muito elevados, os pátios das montadoras lotados e o risco de uma paralisação da economia é real. Mais: tem absoluta certeza de que esses problemas vão se avolumar nos próximos 30 dias, ou seja, o mês de junho será farto em más notícias.
ALTÍSSIMA DESPESA PÚBLICA
Procurei no texto do jornalista Jardim, se o empresário-petista-do aço fez algum comentário sobre a -CAUSA- da elevada taxa de juros. Em vão. Ao contrário: para justificar o seu claro posicionamento a favor de governos de esquerda, notadamente o PT, em nenhum momento Steinbruch se referiu à ALTÍSSIMA DESPESA PÚBLICA, tida e havida, no mundo todo, como PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELA TAXA DE JUROS.
SILÊNCIO TOTAL QUANTO AO ARCABOUÇO FISCAL
Mais: como fiel apoiador do governo Lula, o empresário silenciou sobre o ARCABOUÇO FISCAL, aprovado na calada da noite de ontem. Como diz o velho ditado -QUEM CALA CONSENTE, Steinbruch entende que o Brasil não precisa de -TETO DE GASTOS-, regra esta, como bem esclarece o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, não apenas vinha funcionando como proporcionava o EQUILÍBRIO FISCAL.
DUAS PRERROGATIVAS
Pois, ainda que o empresário petista não tenha surpreendido com suas declarações em tom de voz alto, o que me resta é GRITAR AOS QUATRO CANTOS DO PAÍS, através dos meus editoriais, que a aprovação do ARCABOUÇO FISCAL confere ao governo duas prerrogativas : 1- LICENÇA PARA AUMENTAR GASTOS; e, 2- GARANTIR UM AUMENTO SIGNIFICATIVO DA ARRECADAÇÃO.
CAUSA E CONSEQUÊNCIA
Como só os seres racionais são capazes de perceber (os petistas-da-gema sofrem de TRANSTORNO COGNITIVO), o terrível cenário traçado -em voz alta- por Benjamim Steinbruch, no encontro na residência de Rodrigo Pacheco, tem como grande -CAUSA- o AUMENTO DO GASTO PÚBLICO E O AUMENTO DA ARRECADAÇÃO. A TAXA DE JUROS, portanto, é pura CONSEQUÊNCIA.
PROGRESSISTAS E CONSERVADORES
Há um consenso geral de que a ESQUERDA é formada por -PROGRESSISTAS-, representados, basicamente, por SOCIALISTAS, COMUNISTAS, SOCIAL-DEMOCRATAS e AMBIENTALISTAS, que defendem com unhas e dentes um ESTADO MAIOR, onde o Governo deve estar presente em todos os aspectos da vida social. Já a DIREITA é composta por -CONSERVADORES-, que por sua vez defendem a manutenção das instituições sociais tradicionais, além dos usos, costumes, tradições e convenções.
LIBERAIS
Nesta eterna discussão sobre tais ideologias sobra pouco espaço para os LIBERAIS, que através do USO DA RACIONALIDADE lutam, constantemente, por DIREITOS INDIVIDUAIS, pela IGUALDADE PERANTE A LEI, pela PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE PRIVADA e PELO LIVRE MERCADO.
PROBLEMAS DE TRANSTORNO COGNITIVO
Como se percebe, todas as evidências clínicas ou sintomas observados apontam, claramente que os PROGRESSISTAS apresentam PROBLEMAS DE TRANSTORNO COGNITIVO, que ocorrem quando uma pessoa tem sérias dificuldades para processar informações, incluindo tarefas mentais como ATENÇÃO, RACIOCÍNIO E MEMÓRIA.
IMUNIDADE COGNITIVA
Este inquestionável diagnóstico, no entanto, deixa bem claro que a culpa por conta do Brasil voltar a trilhar o CAMINHO DO ABISMO não deve ser atribuída aos ESQUERDISTAS, pois os exames atestam, claramente, que eles são dotados de IMUNIDADE COGNITIVA. Ou seja, você mostra os FATOS, mas eles simplesmente NÃO ENTENDEM e/ou NÃO QUEREM SABER. Ora, diante desta conclusão, absolutamente RACIONAL, tudo leva a crer que a culpa é dos ISENTÕES, grupo formado por COVARDES, que não se posicionam e, quando o fazem, ficam apenas no blá, blá, blá, sem partir para a devida MATERIALIZAÇÃO, ou AÇÃO.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: ENTREVISTA COM ELON MUSK, por Leandro Ruschel. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar
MÁGICA
Mais do que sabido, a MÁGICA é uma arte utilizada, desde o século XIX, por profissionais que se dedicam a ENGANAR, ou ILUDIR suas plateias com truques bem planejados a ponto de deixar muita gente confusa com as manobras inesperadas. Mais: dependendo da qualidade dos truques apresentados os ILUSIONISTAS fazem com que muita gente acredite que são pessoas dotadas de poderes fora do comum.
ARCABOUÇO FISCAL
Pois, sem tirar nem pôr, o -ARCABOUÇO FISCAL, que deve ir diretamente ao plenário da Câmara, nesta 4ª feira, para ser votado em REGIME DE URGÊNCIA, nada mais é do que um TRUQUE cuidadosamente preparado pelo grupo de MÁGICOS do Governo Lula, com um único propósito: fazer com que um grande contingente de PAGADORES DE IMPOSTOS se deixe levar pela ILUSÃO de que a aprovação do projeto não implica em AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA.
AUMENTO DOS GASTOS PÚBLICOS - SEM TRUQUE
Na real, mesmo sabendo que a maioria do povo brasileiro, assim como seus representantes, veem o POPULISMO com enorme simpatia, o fato é que o próprio PODER EXECUTIVO já declarou, várias vezes, que a aprovação do ARCABOUÇO FISCAL, SEM TRUQUE ALGUM, permitirá a elevação dos GASTOS PÚBLICOS em até R$ 80 BILHÕES somente no ano que vem, o que, de antemão, deixa muito feliz o presidente Lula, que tenta mais uma vez emplacar o mesmo método utilizado em seu primeiro mandato.
CARGA TRIBUTÁRIA EM ELEVAÇÃO
Ora, antes de tudo, só para que fique bem claro, toda e qualquer importância que represente aumento de ARRECADAÇÃO deriva, inquestionavelmente, de AUMENTO DA CARGA TRIBUTÁRIA. É nisso, e somente nisso, que Lula e sua equipe apostam todas as fichas com a aprovação do ARCABOUÇO FISCAL. A ânsia é de tal ordem que pouco importa o fato de que o mercado esteja dando sinais claros e fortíssimos de que a economia está desacelerando.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: COM UM PRESIDENTE DA ERA ANALÓGICA, É O PODER SEM VOTO QUEM GOVERNA DE FATO O BRASIL, por Paulo Moura. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar
REFORMA TRIBUTÁRIA
Ainda durante o breve governo Temer (2016 a 2018), o MBE -Movimento Brasil Eficiente- produziu, no meu entender, com enorme profundidade, a melhor proposta de REFORMA TRIBUTÁRIA para o Brasil. Como muita gente, sem conhecer adequadamente o tema, achou por bem produzir propostas, o assunto, a tal e importante REFORMA, infelizmente, não prosperou.
5 ARTIGOS
Agora, um dos antigos líderes do MBE, o economista Paulo Rabello de Castro, na companhia do advogado tributarista Miguel Silva, voltam ao tema com o propósito de contribuir e mostrar qual a melhor proposta para a decantada REFORMA TRIBUTÁRIA BRASILEIRA. Para tanto escreveram 5 ARTIGOS a respeito de tributação e da possibilidade de uma reforma no sistema de impostos no Brasil. Os artigos foram publicados sequencialmente pelo Poder360, onde podem ser acessados.
Parte 1: como o mundo tributa o consumo;https://www.poder360.com.br/opiniao/sobre-reforma-tributaria-parte-1-como-o-mundo-tributa-o-consumo/
Parte 2– IVA único e a cesta de consumo;https://www.poder360.com.br/opiniao/sobre-reforma-tributaria-parte-2-iva-unico-e-a-cesta-de-consumo/
Parte 3:- o destino do novo imposto e a federação;https://www.poder360.com.br/opiniao/sobre-reforma-tributaria-parte-3-o-destino-do-novo-imposto-e-a-federacao/
Parte 4- as PECs 45 e 110 produzem crescimento?https://www.poder360.com.br/opiniao/sobre-reforma-tributaria-parte-4-as-pecs-45-e-110-produzem-crescimento/
Parte 5- a proposta do Atlântico e a ONDA.https://www.poder360.com.br/opiniao/sobre-reforma-tributaria-parte-5-a-proposta-do-atlantico-e-o-onda/
PARTE 5
Na última PARTE - ARTIGO 5 - Qual o mérito de uma estrutura tributária como a dos EUA? - o leitor pode conferir que lá (EUA) o grande imposto é o Imposto de Renda (IR), de competência federal, mas também aplicado por Estados e até por certas cidades. Somando o IR à contribuição previdenciária e à tributação das propriedades, a taxação “direta” nos EUA corresponde a mais de 80% da carga total. No Brasil, que tem carga total superior aos EUA, os tributos “diretos” (progressivos) mal superam 50% da carga. Os Estados norte-americanos cobram “sales tax”, um imposto sobre vendas finais, de alíquotas baixas, cuja receita não chega a 18% da carga total. No Brasil, os tributos sobre o consumo, regressivos como são, atingem quase 50% da carga total. Nas cidades, além do ISS, são de sua competência o imposto sobre a propriedade urbana e outros.
O Brasil, organizado como federação em 3 níveis, não deve sequer pensar numa reforma sem iniciar por redução dos tributos no consumo. Mas as PECs oficiais fazem o contrário: propõem sobretaxar bens e serviços essenciais, elevando a carga total. No Brasil, além da multiplicidade de tributos no consumo, há compartilhamento indevido de tributos entre os níveis de governo, que prejudica a “potência fiscal” de tributos repartidos, como ocorre com o IR. Contribuições “sociais” foram sendo criadas pelo Congresso para dar ao governo brasileiro fontes de receita não compartilhadas. É hora de simplificar tudo isso, começando pelo “descruzamento” da atual partilha do IR.
PROPOSTA
Segundo defende Rabello de Castro, - a nossa proposta estabelece que o governo federal “ceda” a receita das contribuições sociais (Pis, Cofins, CSLL) para os entes federados (Estados e municípios) e, sem perda para ninguém, a União ficará com a receita exclusiva do IR. Tal descruzamento permitirá que o IR se torne no Brasil um instrumento eficiente de redistribuição de renda. As PECs 45 e 110 nada propõem sobre esse relevante descruzamento de tributos. Para ser eficiente, a reforma do Atlântico também busca “neutralidade” em seus efeitos na cesta de consumo e na repartição de receitas. [As PECs 45 e 110, pelo contrário, admitem que “certos setores vão pagar mais e alguns entes federados podem perder base de arrecadação”]. Em nossa proposta, evitamos ao máximo “penalizar segmentos”. Nossa proposta se opõe também a cheques de devolução de impostos (tipo “cashback”) –como sugeridos pelas PECs 45 e 110– porque queremos desonerar todos os segmentos de consumo (não onerar para, depois, devolver). Esquemas de “cashback” para milhões de pessoas físicas e para milhares de pessoas jurídicas, inclusive para Estados e municípios, são ineficientes ao extremo, injustos e politicamente espertos. Para se garantir gradual desoneração do consumo, a reforma do Atlântico propõe adotar uma escala fixa de 5 alíquotas no IVA, capaz de “colar” as faixas de carga tributária atuais ao futuro imposto para, a partir desse ponto neutro, buscar reduzir toda a escala de alíquotas.
O ONDA
Para se gerenciar a repartição neutra da arrecadação –mantendo o nível nominal da receita de cada Estado e município– o Atlântico concebeu uma ferramenta digital (parecida com a repartição de receitas que já se opera hoje no Simples), chamada de ONDA. Esse Operador Nacional de Distribuição de Arrecadação – Onda é capaz de auxiliar o pagador de impostos do novo IVA a emitir uma nota fiscal eletrônica (NF-e) e registrar o imposto devido com base nos municípios de origem e de destino da transação ou prestação, estabelecendo quanto e onde recolher o tributo. O Onda é uma ferramenta amiga do pagador de impostos: apenas dá o suporte na emissão da NF-e e controla a liquidação da obrigação. Se o tributo for contestado pelo cidadão, e não for pago, as fiscalizações estaduais ou municipais entrarão em campo.
Com isso, diariamente, os municípios e Estados terão suas parcelas de receitas automaticamente efetuadas e depositadas em seus caixas. Haverá uma revolução em simplicidade de arrecadação e repartição do IVA. A eficiência dos lançamentos e recolhimentos, com suporte do Pix, elevará a arrecadação, permitindo redução gradual da carga tributária. Os pagadores de impostos sairão ganhando, sem perdas para ninguém. A proposta do Atlântico, via Onda, é capaz de manter a receita nominal dos entes federados, promover a incidência eficiente do novo tributo no consumo, elevar a progressividade geral do sistema tributário pelo IR exclusivo da União e, completando, pela desoneração da taxação das empresas em geral, cuja alíquota efetiva se propõe reduzir de 34% para 24% e, finalmente, pela substituição integral da taxação da contribuição previdenciária sobre a folha CLT por uma incidência sobre o lucro operacional (o Ebitda ou Lajida) cumprindo o comando constitucional quanto ao financiamento tripartite da seguridade social (trabalhador, empresa e sociedade).
VIRTUDES ESSENCIAIS
Gostem ou não da filósofa Ayn Rand, o fato é que é impossível não reconhecer a importância das SETE VIRTUDES ESSENCIAIS apontadas pelo OBJETIVISMO, como bem descreve o pensador Roberto Rachewsky no seu livro -O GREGO, O FRADE & A HEROÍNA-.
RACIONALIDADE
A primeira VIRTUDE é a RACIONALIDADE, ou o reconhecimento de que a RAZÃO é a nossa única FONTE DE CONHECIMENTO, nossa única ferramenta para julgar o que a REALIDADE e a LÓGICA nos apresentam e nosso único guia para a AÇÃO. Não querer enxergar a realidade, é não querer aprender, saber e conhecer o que a -realidade e a lógica- nos oferecem para termos uma vida melhor, próspera e pacífica.
VIRTUDES
2- HONESTIDADE - ato de não falsear a realidade, nem para si mesmo, nem para os outros. A MENTIRA prejudica a mente. Manter o foco nas coisas da realidade se torna impossível quando temos que preencher nossa mente com falsidades.
3- INTEGRIDADE - agir de acordo com os princípios que entendemos serem verdadeiros e corretos.
4- INDEPENDÊNCIA - usar a própria mente para lidar com a realidade e/ou manter nossa vida de forma autônoma, ou seja, por nosso próprio esforço, sem depender do sacrifício de ninguém. Não aceitar dogmas.
5- PRODUTIVIDADE- manter materialmente nossa vida por meio da geração de valor, possível apenas com a aplicação da nossa mente e das nossas virtudes para transformar em bens aquilo que a natureza nos oferece.
6- JUSTIÇA- dar a cada um o que MERECE.
7- ORGULHO - autorreconhecimento de que se está, a cada dia, moralmente melhor. Atenção: não confundir orgulho com arrogância ou soberba.
INSTITUIÇÕES E ORGANISMOS PÚBLICOS
Pois, olhando com alguma atenção praticamente todos aqueles que estão à frente das inúmeras INSTITUIÇÕES, ou ORGANISMOS PÚBLICOS, ideologicamente adeptos incondicionais do modelo SOCIALISTA, o que mais falta são as VIRTUDES ESSENCIAIS apontadas pelo OBJETIVISMO. Falta, por exemplo, a RACIONALIDADE, a INTEGRIDADE, a PRODUTIVIDADE e a JUSTIÇA. E no tocante ao ORGULHO, este sentimento se manifesta e cresce quanto maior a DESTRUIÇÃO de tudo que se oferece como melhor para o povo brasileiro.
PATOLOGIA GRAVE
Segundo Sigmund Freud, médico e pesquisador austríaco que criou a PSICANÁLISE, dependendo do grau de intensidade e da emoção o CIÚME pode culminar numa PATOLOGIA GRAVE, onde o portador da doença tem a NECESSIDADE DE POSSE E CONTROLE TOTAL do ente amado.
A DOENÇA DE DEBBI WOOD
Pois, sem tirar nem pôr, os petistas e esquerdistas em geral nutrem CIÚME DOENTIO por empresas estatais, principalmente pela PETROBRAS. Este estado PATOLÓGICO é conhecido como “Síndrome de Otelo”, a doença de Debbi (Debbi Wood). Inspirada em OTELO, obra de William Shakespeare na qual o personagem principal, possuído por um CIÚME DOENTIO E INCONTROLÁVEL, MATA A SUA ESPOSA -DESDÊMONA-, a síndrome tem como principal sintoma o DELÍRIO de que o parceiro (a) está sendo infiel.
SURRAR E ROUBAR
O CIÚME PATOLÓGICO que os esquerdistas nutrem por estatais faz com que seus amantes acreditem que as DONZELAS são de sua propriedade e não do povo brasileiro. Como tal, ao invés de amar e cuidar das ESTATAIS, cada vez que algum agente da iniciativa privada manifesta interesse em se aproximar de qualquer uma delas, o CIÚME DOENTIO se revela de forma geralmente trágica. Assim, ao invés de cuidar de suas (??) amadas acabam por surrá-las e roubá-las para que fiquem feias, descuidadas e desprezadas pelos eventuais interessados.
RECUPERAÇÃO
Ontem, para mostrar a relação de AMOR E ÓDIO revelado pelo CIÚME PATOLÓGICO, o governo Lula deixou bem claro que a PETROBRAS precisa levar uma BOA SURRA por conta de ter sido recuperada e embelezada pelos cuidados iniciados no breve governo Temer e fortemente aprimorados ao longo dos quatro anos de mandato de Jair Bolsonaro.
COMBINAÇÃO DE ROUBO COM MÁ GESTÃO
Ao contrário do que muita gente pensa e acredita, Lula & Cia não pretendem cuidar das ESTATAIS e muito menos de seus verdadeiros donos. A proposta é a mesma que fizeram valer durante os 13 anos de governo petista, que seja de combinar, com força idêntica, a arte de ROUBAR com a arte da MÁ GESTÃO. Não tem erro.