RETRATO DA ELEIÇÃO
Bem, depois dessas primeiras horas desde a apuração dos votos digitados por mais de 100 milhões de eleitores brasileiros, cujo resultado, por margem mínima, fez da candidata Dilma Petista-Neocomunista Rousseff a vencedora do disputadíssimo pleito, cabe analisar com a cabeça fria e os pés no chão o que foi decidido nas urnas e o que se espera para os próximos anos.
DIAGONAL ESCLARECEDORA
1 - Ficou claro, e indiscutível, pela preferência dos eleitores de cada Estado, que o país saiu dividido. Basta traçar uma linha diagonal, no sentido Noroeste-Sul, para identificar o grande recado das urnas:
UM BASTA À CORRUPÇÃO E MODELO BOLIVARIANO
1.1 - a metade mostrada à esquerda do mapa queria romper com o modelo bolivariano (que impõe baixíssimo crescimento econômico e inflação alta) e dar uma basta à corrupção desvairada; e,
REFERENDUM
1.2 - a outra metade, à direita deste mapa, preferiu fazer desta eleição
presidencial um REFERENDUM, no qual aprovaram os absurdos atos de corrupção
assim como a Transição para o Socialismo, defendido pelo Foro de São Paulo e
bem espelhado pelo que acontece em Cuba e na Venezuela.
POSTURA EQUILIBRADA
Pois, ainda que o raciocínio lógico diga que a situação econômica do país não tem como melhorar com a Matriz defendida por este governo Neocomunista, dependendo de uma (nova) postura equilibrada, sem ironias e muito focada, a resistência que pode vir a ser imprimida por todos que votaram em Aécio Neves tem tudo para avançar e neutralizar algumas das investidas do governo.
FRUSTRAÇÃO
É normal, neste momento de enorme frustração em que uma margem mínima de votos propõe a perda de uma eleição, que os vencidos desabafem e promovam manifestações impensadas. Faz parte da indignação. Entretanto, passados alguns dias é preciso que a cabeça volte a dar espaço único, e restrito, à sensatez.
CAINDO A DIFERENÇA
Só com inteligência, boas propostas, estratégia eficiente e objetivos claros seremos capazes de uma virada em 2018. Vale lembrar que a preferência por candidatos do PT à presidência, nos últimos doze anos, vem diminuindo. Seguindo na mesma toada, a próxima eleição, dependendo do nosso bom trabalho, o Neocomunismo tem tudo para sair derrotado.
ATENÇÃO ELEITORES
Este é o último editorial que escrevo antes do Segundo Turno das Eleições 2014. E, da mesma forma focada como trabalhei ao longo desses últimos meses, renovo aqui o GRANDE APELO a cada um dos leitores do Ponto Critico:
GRANDE APELO
Peço que cada leitor/assinante converse com o maior número possível de pessoas que, na sua ótica, ainda não enxergou que o nosso pobre país está diante de uma encruzilhada, com dois caminhos absolutamente distintos à frente.
CAMINHO 1
O caminho escolhido pelo PT, com Dilma Neocomunista Rousseff à frente, pelo saldo do histórico político, econômico e ético mostrado e demonstrado nesses últimos 12 anos, identifica, claramente, que o destino do nosso país é o ABISMO.
CAMINHO 2
Já com Aécio Neves, mesmo que paire dúvidas sobre a possibilidade da redução de intervenções de governo na economia, uma coisa é certa: o Brasil vai abandonar imediatamente a Matriz Bolivariana desenvolvida e implementada pelo Foro de São Paulo. Só por aí, a confiança na economia já aumenta e com ela forma-se uma onda favorável para o crescimento e desenvolvimento.
DIGITANDO O VOTO
Insistam, e lembrem à exaustão, com todos aqueles que puderem contatar até o momento em que estarão prontos para digitar seus votos para governador (RS) e presidente (BR), dos riscos e oportunidades que esta eleição divide e proporciona.
PROMISSOR
Volto a informar que o caminho promissor só é possível com Aécio Neves eleito como presidente; e no RS, com Sartori como governador.
BLOCO NA RUA
Vamos lá, portanto, meus caros leitores. Não desanimem nem desconsiderem. A hora de colocar o BLOCO NA RUA, e o VOTO NA URNA, é agora. Ou nunca!!!
CAROS LEITORES
Faltando poucas horas para a eleição presidencial, a qual reputo como uma das mais importantes da nossa história, e aproveitando para agradecer as centenas de manifestações recebidas pelo novo visual apresentado pelo Ponto Critico a partir de ontem, me proponho a fazer alguns esclarecimentos que julgo por demais importantes neste momento:
NÚMERO DE ASSINANTES
1- O crescimento constante do número de assinantes do Ponto Critico se dá, basicamente, pelo repasse dos editoriais que grande parte dos leitores habituais promovem nas suas redes de relacionamento. A partir daí qualquer pedido de assinatura da -web-opinion- se dá por exclusiva vontade do interessado.
LIBERALISMO
2- É importante frisar, portanto, que o número significativo e cada vez maior de assinantes, não resulta de cadastramentos feitos através de listas de -mailings- comumente ofertadas no mercado. Tampouco, o editor escolhe assinantes. Quer seja por cor, sexo, idade ou pensamento ideológico. Este, alías, é um dos princípios do liberalismo, do qual jamais me afastei.
DECISÃO DO LEITOR
3- Como o ato de vir a se cadastrar e, consequentemente, de passar a ler o Ponto Critico é uma decisão exclusiva do assinante, o mesmo, certamente, tem o direito sagrado de discordar e, inclusive, deixar de ler e/ou pedir o descadastramento.
ALCANCE LIMITADO
3- Mesmo que se mantenha crescente o número de interessados, uma coisa é mais do que certa: o Ponto Crítico, mesmo que tenha leitores fora do país, aqui no Brasil sempre será um veículo de alcance limitado. Isto porque o interesse e o entendimento dos conteúdos publicados exigem um mínimo de capacidade de discernimento dos leitores, coisa que no nosso pobre país, infelizmente, ainda representa um sério obstáculo.
VOTO ABERTO
4- Mesmo que o voto seja secreto (para proteger os eleitores de eventuais perseguições), qualquer comunicador, como é o meu caso, que se dispõe a fazer campanha aberta contra um ou mais candidatos (a governador e presidente), e apoia aqueles que podem representar alguma mudança, está, de forma corajosa, abrindo seu voto. Principalmente, porque sabe dos riscos que está correndo neste momento em que a nossa já tênue democracia está por um fio.
ÚLTIMO ESFORÇO
Desta forma, neste momento que antecede a digitação decisiva dos votos que vão eleger o governador do Rio Grande do Sul e o presidente do Brasil, sinto-me no dever, por tudo que escrevi nesses 13 anos, desde o primeiro editorial publicado, de convocar todos os leitores para um último e derradeiro esforço:
doem, pelo amor que têm pelo RS e pelo BR, a maior parte do tempo que ainda resta para, através de suas redes de relacionamento e conversas pessoais, para pedir votos para José Ivo Sartori (15) para governador do RS, e para AÉCIO NEVES (45) para presidente do Brasil.
NOVO VISUAL
As mudanças que estavam previstas para acontecer na Home Page do Ponto Crítico na data de aniversário, ocorrida no dia 11/10, aparecem hoje como os leitores/assinantes já podem comprovar.REPAGINADO
Totalmente repaginado e revestido de uma roupagem mais moderna, como de resto propõe esta importante -Era da Internet- que estamos vivendo, a qual, de forma indiscutível passou a comandar os meios de comunicação, o Ponto Crítico só não muda no compromisso, qual seja o de defender os princípios básicos do liberalismo:
LIBERALISMO
DEFESA INCONDICIONAL:
EXERCÍCIO DA LIBERDADE
Como liberal, portanto, contrapondo tudo que o governo do PT impõe, faço questão de frisar com toda convicção que o Estado foi criado para servir ao indivíduo, e não o contrário. Desta forma reputo o exercício da liberdade individual como condição insubstituível para alcançar níveis ótimos de progresso.LIBERDADE /RESPONSABILIDADE
Aliás, segundo o saudoso Roberto Campos, cujo falecimento completa o mesmo número de anos de existência do Ponto Crítico e serviu de mote para sua criação, os liberais crêem na responsabilidade individual, ou seja, não pode haver liberdade sem responsabilidade.
NEM FLORES NEM CORES
O liberalismo, já insistia Ludwig von Mises: - Não tem flores nem cores, não tem música nem ídolos, não tem símbolos e nem slogans. Tem, simplesmente, a substância e os argumentos. Ambos é o que devem levá-lo ao triunfo.
DESEJO ARDENTE
Portanto, para fechar esta SEMANA DE ANIVERSÁRIO, a qual dá início a um Ponto Crítico com as novidades apresentadas, manifesto, através deste editorial, o meu grande desejo: que no próximo domingo, 26/10, o nosso pobre Brasil, com Aécio Neves -45- eleito presidente, consiga se livrar das correntes bolivarianas que aprisionam o país desde 2002. Amém!
IMPOSTOS
A sociedade brasileira em geral, mais do que sabido, sempre teve dificuldade para compreender a complexidade das nossas contas públicas. Mal sabe, inclusive, que quando os governos gastam acima do que arrecadam, a saída para tanto é mandar a conta para a população: 1- pela via do aumento (à vista) de impostos; ou, 2- pela via do endividamento (imposto a prazo). O fato é que ambos, infelizmente, acabam por gerar uma carga tributária cada vez mais alta. Partindo desta realidade, ou premissa, o pensador (Pensar+) e economista Ricardo Hingel, produziu o seguinte conteúdo, com o propósito de dar ciência da nossa elevada, e cada dia mais cara, carga tributária. Eis:FRAUDE COMPROVADA
Ideias de ampliação de gastos nunca faltam e são cumulativas ao longo do tempo, pois dificilmente algum novo governo se preocupa em descontinuar despesas promovidas por governos anteriores. Tudo porque ninguém quer correr o risco de -retirar conquistas da sociedade-. Como nenhum governo possui uma terceira pessoa para pagar sua conta, resta, para tanto, chamar a sociedade como um todo. Afinal, um país é como qualquer cidadão: tudo que consome traz junto uma conta para pagar.COMUM
Como os leitores podem perceber através da tabela abaixo, todos os presidentes que se sucederam, desde o governo de José Sarney, terminaram seus mandatos com cargas tributárias/PIB superiores a seus primeiros anos. No governo Sarney - a carga tributária/PIB iniciou com 24,0% e terminou com 29,3%No governo Collor - a carga tributária/PIB iniciou com 24,6% e terminou com 25,4%No governo Itamar - a carga tributária/PIB iniciou com 25,1% e terminou com 28,6%No governo FHC - a carga tributária/PIB iniciou com 28,9% e terminou com 32,6%No governo Lula - a carga tributária/PIB iniciou com 32,5% e terminou com 34,2%No governo Dilma - a carga tributária/PIB iniciou com 36,0% e chegou, em 2013, com 36,5%.PESQUISAS
O ano de 2014 deve ser de elevação, pois o reduzido crescimento da economia, próximo a zero, prejudica a arrecadação, ao mesmo tempo em que a despesa segue seu crescente, pois uma grande parte já está contratada pelos continuados governos e segue um caminho sem volta. Neste sentido, os alquimistas contábeis seguem soltos e criativos para mascarar os resultados fiscais, como se isso ajudasse a pagar a conta.2015 APERTADO
A previsão para 2015 segue difícil, exatamente por uma expectativa de crescimento ainda tímido para o Brasil, ou seja, a situação fiscal seguirá apertada e com pouco espaço para ajustes, consolidando um quadro ainda de elevação da carga tributária, ou seja, a conta a ser mandada para a sociedade continuará elevada e com tendência a se ampliar.ELEVADO E CARO
É preciso, entretanto, saber diferenciar os conceitos daquilo que consideramos -elevado e/ou caro-. O quadro anterior evidencia que nossa carga tributária se tornou -elevada-, especialmente se levarmos em conta que o Brasil ainda é um país pobre. Por outro lado, devemos conceituar como -cara-, pois o que cotidianamente referimos como caro normalmente se relaciona com a qualidade daquilo que adquirimos. Neste sentido, o Brasil se caracteriza como um país que manda uma conta elevada e entrega produtos e serviços ruins, ou seja, a conta do serviço prestado é incompatível com seu preço.QUALIDADE DOS SERVIÇOS
Em uma entrevista recente, o economista Homi Kharas, que atuou por 26 anos no Banco Mundial, referiu que há economias bem-sucedidas com altos impostos e alta qualidade de serviços públicos. E há outras com baixos impostos e serviços públicos limitados. Mas não há, em lugar nenhum, economias bem-sucedidas com altos impostos e baixa qualidade de serviços, referindo-se ao Brasil.ÁREAS DE ESTADO
O que verificamos hoje em dia no Brasil é exatamente isto: cobra-se caro e entrega-se um serviço público de baixa qualidade. Não temos no Brasil nenhuma daquelas áreas conceitualmente consagradas, ou aceitas como de Estado, onde podemos afirmar que a qualidade é no mínimo aceitável. Neste grupo, onde se inclui saúde, educação, segurança, previdência social e estradas, é consenso público que a qualidade desses serviços está aquém do necessário e/ou desejado pela população.SERVIÇOS PRESTADOS
Evidência disso é que todo aquele que possui um nível de renda um pouco melhor acaba abrindo mão desses serviços prestados pelo Estado e paga uma segunda vez pelos mesmos serviços: paga impostos pela educação pública mas matricula seus filhos em escolas privadas; paga pela saúde pública mas paga planos particulares de saúde; paga pela segurança pública e paga por segurança privada onde mora ou trabalha e paga seguro para o caso de roubo de seu carro;paga a previdência oficial mas necessita pagar uma previdência privada e seguros de vida para garantir suas famílias, além de outros tantos serviços ineficientes que poderíamos continuar cansativamente relacionando. Essas questões aqui referidas objetivam chamar atenção, em especial neste período eleitoral, ao nível de seriedade e responsabilidade das proposições de cada candidato, pois qualquer conjunto de promessas tende a elevar ainda mais a conta representada pela carga tributária.FÓRMULAS MÁGICAS
Prestem, portanto, bastante atenção naquelas -fórmulas mágicas-, na linha do -manter o que está bom e melhorar o que não está-, pois provavelmente devem trazer junto -uma continha- a mais embutida e que vai desembocar depois em mais elevação de impostos e suas consequências adversas, mais uma vez lembrando que a conta desses gastos quem paga é a sociedade, pois, insisto, não há um terceiro para assumir nossas contas, apenas nós e as gerações futuras.ESCLARECIMENTO COMO PROPÓSITO
Para aqueles que leem habitualmente o Ponto Crítico, desde que foi publicado o primeiro editorial, em 11/10/2001, gostando ou não do que leram, pelo menos de uma coisa devem estar convencidos: os conteúdos produzidos e postados sempre tiveram como propósito maior o esclarecimento, através da linha liberal de pensamento, das boas e más intenções dos nossos governantes.FRAUDE COMPROVADA
Assim, no editorial de ontem o que fiz foi simplesmente expor o quanto é enganosa e/ou falsa a nossa baixa -TAXA DE DESEMPREGO-. E, pela quantidade de mensagens que recebi vi o quanto foi importante e útil aos leitores/assinantes saberem que a metodologia utilizada pelo BNDES, a mando do governo Dilma para obter uma baixa Taxa de Desemprego, é baseada numa fraude cujo objetivo é conquistar o povo sempre desinformado.COMUM
Pois, para governos que se aproveitam da enorme falta de discernimento do povo, este tipo de fraude é muito comum. Este, portanto, é apenas mais um de tantos crimes que acabam, de forma proposital, levando a maioria das pessoas a aceitar como verdade todas as mentiras propagandeadas por governos com viés comunista.PESQUISAS
Aliás, o que é ainda mais perturbador é o fato de muita gente questionar e criticar as pesquisas eleitorais, deixando, no entanto, de se indignar com as mentiras comprovadas, como é o caso da Taxa de Desemprego do país. Pode?BOLSA FAMÍLIA
Pois, deixando de lado mais essa mentira, vejam como o governo marqueteia e festeja, como se fosse um enorme SUCESSO, o aumento significativo de brasileiros que recebem hoje o Bolsa Família, cujo número já chega a 14 milhões de famílias, ou algo como 53 milhões de pessoas.25% DA POPULAÇÃO NO BOLSA FAMÍLIA
Considerando que a população brasileira é composta por 200,4 milhões de pessoas (dados recentes do IBGE), estas 53 milhões beneficiadas representam mais de 25% do povo que vive por conta de quem produz alguma renda.50% DO POVO ATÉ 2018?
Ora, como Dilma Neocomunista Rousseff declara, repetidamente, nas suas aparições (e debates) desta campanha eleitoral, que em caso de vir a ser reeleita pretende duplicar o número de famílias que recebem hoje o Bolsa Família, isto significa que o benefício, até o ano de 2018, deve chegar a 50% do povo brasileiro. Que tal?Ou seja: ao invés de propor mais desenvolvimento e crescimento, e com isso levar o maior número de brasileiros a se afastar do assistencialismo, Dilma faz exatamente o contrário. Depois, para explicar o fracasso da nossa economia cuja competitividade já foi pro brejo, a presidenta despeja a culpa dos nossos fracassos econômicos na Crise Mundial, que por sinal já nem existe.