Artigos

04 jan 2006

1ª MINI-SÉRIE DO PONTOCRITICO.COM: GESTÃO PÚBLICA ? CAPÍTULO 1/3


REPERCUSSÃO

Ao registrar o perfil ultra-gastador irresponsável de JK, cujos recursos gastos sequer existiam, sabia perfeitamente que muitos leitores se manifestariam a favor e contra as minhas críticas. A maioria, mesmo assim, se mostrou concorde com as minhas posições e alguns até contribuíram com outras mais. Já quem preferiu discordar o fez, principalmente, para dizer que outros presidentes foram tão ou mais irresponsáveis.

MINI-SÉRIE

Perfeito. A existência de outros maus administradores, porém, não tiram qualquer culpa de JK. E só não estão sendo criticados agora porque não tiveram ainda as mini-séries contando suas vidas. Exatamente para mostrar que sempre podemos salvar as próximas administrações públicas, a partir de hoje escrevo, em 3 capítulos, baseado na administração de Rudolph Giuliani, algo que possa melhorar a nossa gestão de recursos públicos.

MANUAL PARA CANDIDATOS

Anos atrás fiz vários comentários a respeito da administração de Rudolph Giuliani, como prefeito de New York. Suponho que muita gente até já tenha lido a sua autobiografia escrita em ? O Líder -. Ainda assim volto a escrever sobre suas sempre oportunas recomendações, necessárias e importantes, para que os candidatos às eleições e também os eleitores brasileiros voltem a reler o livro. Trata-se, pois, de uma obra, repito, muito oportuna para que se tome conhecimento de como gerir uma cidade, estado ou país. Eis alguns pontos que reputo importantes para debates e cobrança aos candidatos:

SOU RESPONSÁVEL

Segundo diz Giuliani, muitos líderes exibem slogans cativantes sobre suas mesas de trabalho e alguns até acreditam neles. Na sua mesa preferiu usar o mote de duas palavras resumido a sua comprovada filosofia: SOU RESPONSÁVEL. Creio que aí está o que todo o governante precisa ser e que todo o eleitor precisa saber a respeito de seu candidato.

DINHEIRO ALHEIO

Diz mais: nos governos opera-se sempre com dinheiro alheio. O líder de uma empresa privada, cujas receitas estejam caindo, não pode exigir que os clientes paguem preços mais altos. Nada impede que preços sejam aumentados, mas da mesma forma nada impede que os clientes passem a comprar menores quantidades ou passem a comprar produtos e serviços de um concorrente. No setor público, contudo, a tentação de suprir as faltas mediante aumento de impostos pode contribuir para a preguiça dos lideres políticos.

OS RECURSOS DOS CLIENTES

Pior ainda: os clientes dos governos ? os cidadãos ? também dispõem de recursos de agir como qualquer cliente insatisfeito. Recorrem, por exemplo, ao mercado informal, a sonegação e até a votar em outro candidato. Os efeitos dessa tendência das autoridades públicas são devastadores. Altos impostos municipais empurram os contribuintes para áreas com menor carga tributária; altos impostos sobre as vendas levam os consumidores a procurar alternativas com menor incidência tributária.

VIAGEM A ISRAEL

O governador Germano Rigotto e uma comitiva gaúcha,formada por empresários visitarão, a convite da direção da Federação Israelita do RS e do governo de Israel, o país em uma missão comercial oficial. A viagem deverá ser na segunda quinzena de maio, depois das eleições em Israel e das comemorações da Páscoa judaica, o Pesach. O governador demonstrou especial interesse em conhecer as técnicas e projetos de irrigação desenvolvidos em Israel, que poderão ser utilizados nos programas de prevenção a possíveis estiagens e no setor de tecnologia, tendo em vistaos pólos tecnológicos e as importantes empresas de informática sediadas no Estado.

ESTADOS IRMÃOS

Nesta quarta-feira, 04, o Governador Rigotto receberá em audiência uma comissão da Amcham onde será tratada a aproximação entre o estado de Indiana (Estados Unidos) e o Rio Grande do Sul (Brasil), considerados estados irmãos a 40 anos.

JOINT VENTURE

O volume de transações envolvendo a compra, a venda ou formação de joint venture de empresas brasileiras caiu em 2005, somando 386 operações contra 415 transações em 2004. Os europeus, em especial os franceses, lideraram as operações. As informações fazem parte do relatório Fusões e Aquisições elaborado pela PricewaterhouseCoopers (PwC) e divulgado hoje DIA 04.

PRÊMIO ASSESPRO

No sábado, 14, os mais novos formandos dos cursos de Ciência da Computação e de Sistemas de Informação da PUC, além de estarem recebendo seus certificados de conclusão de 3º grau estarão também recebendo o prêmio Assespro, que destacará os dois melhores trabalhos de conclusão, desenvolvidos por alunos dos cursos e analisados do ponto de vista da aplicabilidade empresarial. A iniciativa, pioneira da entidade representativa das empresas de Tecnologia da Informação premia também o professor orientador dos trabalhos vencedores. Os agraciados receberão um certificado de reconhecimento da entidade e um prêmio conferido pela empresa patrocinadora do evento, a Processor Alfamídia.

Leia mais

03 jan 2006

CORRIGINDO OS EQUÍVOCOS


MEDIDA TÍMIDA

Bem antes de soltar foguetes, cantar o hino do Rio Grande e aplaudir a diminuição do ICMS sobre a gasolina, assinada, ontem, pelo pobre governador Rigotto, é preciso entender o que foi feito. Vamos lá: 1- a redução da alíquota de 29% para 28% já estava prevista e aprovada. Não houve, portanto, qualquer espontaneidade ou atitude de bom moço; 2- A alíquota nova (28%) não tem como ser festejada por ser demasiadamente alta, considerando o que acontece em outros países.

MALVADO

Nos EUA, por exemplo, país que poucos admiram por aqui, a alíquota é de 4% e é exatamente por cobrar menos que eles são o que são; 3- A incidência dos 28% não é sobre o preço que se paga nos postos, mas sobre uma base muito superior. Em Porto Alegre, por exemplo, o preço da gasolina está por volta de R$ 2,64/litro, mas o ICMS cobrado pelo RS incide sobre R$ 2,76/litro. Coisa de malvado. O pobre Rigotto que fez uma coletiva de imprensa para dizer só o que era menos escuro.

FALTA DE RACIOCÍNIO

Pelos comentários que ouço e leio percebo o quanto as pessoas deixam de raciocinar quando comentam o forte interesse dos estrangeiros em investir no Brasil. O que mais se ouve é que os espertos trazem o seu dinheiro para investir nas exorbitantes taxas de juros que pagamos. A imprensa, que deveria informar e esclarecer, bota mais fogo na caldeira e, assim, promove uma revolta sem sentido na sociedade.

RISCOS

Na realidade, quem escolhe o Brasil sabe que há riscos que podem trazer grandes prejuízos para quem aplica dinheiro aqui. O risco cambial, pelo efeito da flutuação, pode anular o ganho e promover, rapidamente, um grande prejuízo mesmo com taxa de juro alta. Acompanhem o raciocínio: quem transferiu U$100 para o Brasil, a uma taxa de cambio de R$ 2,20, no início de dezembro, recebeu aqui R$ 220,00.

PREJUÍZO

Caso precisasse, por alguma razão, repatriar o seu recurso agora, faria a transação de volta a uma taxa corrente de R$ 2,35/dólar. Receberia, portanto, U$ 93,62. Para obter um ganho de 1,15% de juro bruto no período, usando como referência a taxa Selic, já estaria perdendo quase 7% na sua moeda. Alguém acha isto bom?

EM CAPÍTULOS

Aproveitando a deixa da Rede Globo, que apresenta a partir de hoje a mini-série sobre JK, sobre a qual já teci comentários ontem, resolvi criar também uma mini-série. Coisas importantes neste ano de eleições e bastante úteis para educar os candidatos, eleitores e eleitos. Antes que alguns pretendam copiar as atitudes de JK, como administrador público, penso que deveriam copiar o que Rudolph Giuliani fez com Nova Iorque. Suas providências e sua filosofia podem produzir grande efeito se bem conhecidas e executadas. A partir de amanhã, em capítulos. Aguardem!

VAGÕES

Mal abriu as portas na semana passada, em Santa Maria, a Santa Fé Vagões, joint venture formada pela América Latina Logística e Millinium Investimentos ? esta última uma associação da brasileira Citra com a indiana Besco ?, prevê entregar os primeiros vagões até meados de janeiro. Com capacidade para produzir mil vagões do tipo ?Hopper Fechados? por ano, utilizados, principalmente, para o transporte de grãos, como milho e soja, além de farelo, açúcar, trigo e fertilizantes, a Santa Fé Vagões investiu R$ 5 milhões na nova fábrica, pretende faturar aproximadamente R$ 200 milhões por ano e gerar cerca de 400 empregos diretos e mil indiretos.

REFIS

O projeto do Executivo de Porto Alegre que prevê a prorrogação do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) foi aprovado ontem pela Câmara Municipal. A proposta do governo municipal concede um novo prazo - entre 9 e 20 de janeiro de 2005 - para pagamento à vista, parcelamento ou reparcelamento de dívidas com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). A prefeitura possibilita o desconto de 90% na multa das dívidas de IPTU e de ISSQN pagas à vista e de 80% a 10% se o débito for parcelado. Também possibilita aumentar o parcelamento dopagamento desses atrasados de 36 para 60 vezes, no caso do IPTU, e de 60 para 120 vezes para o ISSQN.

PROJETO PESCAR

Hoje, a Fundação Projeto Pescar dá início as comemorações de 30 anos do primeiro projeto de franquia social do Brasil, durante formatura da primeira turma da Unidade Pescar Procempa. A solenidade acontece no Teatro Renascença e tem como paraninfo o Prefeito José Fogaça. Ao todo, 12 jovens, com idade entre 15 a 18 anos, recebem o certificado e marcam a iniciativa inédita da companhia, a primeira empresa pública brasileira a aderir ao programa.

LI0NS

Durante os últimos 6 meses, o Lions Internacional, por meio do Distrito LD-3, prestou a seguinte prestação de serviço à comunidade: 1713 Exames gerais de saúde em especialistas; 3323 atendimentos à crianças carentes com encaminhamento social; 1359 assistências a idosos necessitados; 3252 doações de óculos; 13690 testes de detectação de glicose; 203 cadeiras de rodas, que serão entregues em março; e muito mais. Parabéns ao Governador Gibraltar e Mirian e sua equipe

Leia mais

02 jan 2006

FACADAS NAS COSTAS


A FACADA

O presidente Lula disse, depois de muito tempo, ter levado uma facada pelas costas vinda de seus íntimos do PT, nas questões de corrupção protagonizadas no seu governo. Não fiquei convencido, mais uma vez, desta alegada falta de conhecimento de Lula sobre aquilo que há muito causava barulho em Brasília. Além disso, para desmentir o presidente, tem a afirmação, nunca contestada, do cassado Roberto Jefferson, de que o mensalão e o caixa dois eram práticas usuais no seu partido e nos partidos aliados. Lula, portanto, sabia muito, embora tenha preferido silenciar e nada fazer.

OS ESFAQUEADOS

Com o desvio de dinheiro público, mais de que comprovado, mas que Lula prefere esperar a confirmação da fraude pela Justiça, quem levou inúmeras facadas nas costas são os cidadãos brasileiros. Os relatórios que estão sendo divulgados pela CPI não podem ser contestados, o que deveria provocar um mínimo senso de responsabilidade em assumir as vigarices e tratar de devolver o dinheiro roubado. Tanto pelos gastos quanto pelo fisco bastante ludibriado.

ANO IMPREVISÍVEL

O futuro, como se sabe, só pode ser previsto. E sempre tomando por base a dose de probabilidade de ocorrência dos acontecimentos. O que não significa certeza de que o previsto venha mesmo a ocorrer. Considerando que estamos em pleno ano de eleições e de Copa do Mundo, vamos concentrar os esforços nestas duas apostas. No primeiro semestre as atenções estarão mais para a preparação das candidaturas e muito de futebol. Já no segundo semestre as eleições vão dominar tudo e as pesquisas vão predominar nas atenções.

MINI-SÉRIE

A TV Globo vai apresentar uma mini-série, a partir desta semana, contando a vida de Juscelino Kubitchek. Não conheço o roteiro da novela mas já estou me antecipando nas críticas. Pretendo assistir e de antemão penso que se trata muito mais de melhores lances do lado bom do homem e do administrador público.

ORIGEM DOS RECURSOS

Como os brasileiros esquecem rápido o passado ou pecam pela falta de conhecimento, sugiro que procurem saber a origem dos recursos que JK usou para construir Brasília. Como não havia recursos orçamentários, a emissão de moeda, à vista e a prazo, foram os instrumentos lamentáveis utilizados por JK. Com isso, a inflação foi a colheita que todos nós tivemos de forma dramática por muitos anos seguintes.

IRRESPONSABILIDADE

A ousadia de JK, caracterizada por ter dito que faria o equivalente a cinqüenta anos em apenas cinco, deu a impressão falsa de que era um grande administrador. Foi muito mais um irresponsável embora muita gente vá me contrariar, pela paixão desenfreada conferida ao ex-presidente.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

A nova unidade de negócios da Assessoria de Imprensa gaúcha, Eliana Camejo Comunicação Empresarial, acaba de ser inaugurada, num dos principais bairros no Rio de Janeiro/RJ. Apesar da atual crise econômica enfrentada pelo país, a diretora da empresa, Eliana Camejo, acredita que a ampliação da Assessoria deve-se, principalmente, à conscientização dos empresários de que precisam investir em comunicação institucional, mesmo em crise, para o fortalecimento da marca e ampliação do mercado na área em que atuam.

TARIFAS DE PEDÁGIO

A Associação Gaúcha das Concessionárias de Rodovias - AGCR - informou que desde a zero hora do dia 1º de janeiro, ontem, as tarifas de pedágio dos pólos rodoviários de Vacaria, Carazinho, Caxias do Sul, Metropolitano, Santa Cruz e Lajeado tiveram seus preços reajustados em 7,5%, com base nas leis e nos contratos de concessão.

CEMIG

Com a anuência dos acionistas presentes, a Cemig, suspendeu a AGE do dia 30 dedezembro, devido a necessidade de análise de sugestões apresentadas pelos acionistas minoritários. A AGE será reiniciada no dia 05 de janeiro, mantida a deliberação doConselho de Administração de distribuir dividendos extraordinários no montante de R$897 milhões, correspondendo a R$5,534143888 por lote de mil ações.

BRASKEM

Em complemento ao Fato Relevante publicado no último dia 14/12, a BRASKEM deliberou o pagamento aos acionistas de juros no valor bruto total de R$270 milhões. Assim suas ações passam a ser negociadas ?ex-juros? a partir de 02/01/2006.

Leia mais

29 dez 2005

FECHANDO 2005


VELOCIDADE

Estamos fechando 2005. Se alguém admite que o ano tenha sido breve, o fato é que o relógio não alterou a velocidade das horas nem o sistema solar mudou o seu curso. O fato é que, ao acrescentarmos cada vez mais atividades ao dia a dia, ficamos com a falsa impressão de que o ano passou muito rápido. Mas, se esperanças existem como constam nas mensagens para o próximo ano, que sejam, aí sim, no aumento da velocidade do entendimento do mal que vem fazendo os nossos legisladores.

ANO BOM?

Diante de tantos acontecimentos políticos complicados, que sem dúvida foram os que mais marcaram o período que está findando, não se pode e se não deve mais ficar, eternamente, desejando a todos um Ano Bom. Quem faz as coisas boas ou ruins, salvo aquilo que não pode ser previsto ou administrado, somos nós. Somente nós.

BLOCO NA RUA

É certo que houve uma grande inversão de valores e de hierarquia, mas é preciso voltar e deixar bem claro que somos nós os mandantes. Os eleitos, que dizem nos representar, são os mandatários. Não esqueçam: eles é que precisam fazer o que mandamos e o que queremos. E para tanto precisamos colocar definitivamente o bloco na rua, agindo para valer. Ficar na esperança é repetir os erros imaginando milagres.

FATO DO ANO

O que precisa ser festejado pelos brasileiros, como de grande importância, foi o fato de estarmos fechando o ano, sob a avaliação dos investidores em títulos brasileiros no exterior, com prêmio de risco-Brasil no seu menor nívelhistórico. Ontem encerrou o dia fechando em 306 pontos, acumulando uma queda de 10,5% no mês dedezembro. No acumulado do ano a queda é ainda mais expressiva de 20,1%.

MOLA PROPULSORA

No lado interno, o fato positivo do ano foi a expansão do crédito. Segundo informação do BC, o volume total dasoperações de crédito do sistema financeiro já representa 30,5% do PIB, chegando, até novembro, a R$ 589,8 bilhões. Foi a mola propulsora para aumentar o consumo de bens e serviços.

FELIZ 2006

O crescimento do PIB para 2005, imaginado bem maior, deverá fechar em 2,6%. O BC se baseia num cenário de crescimento de 3% na indústria; de 2,1% nos serviços e de 1,5% na agropecuária. Para 2006, o mesmo BC trabalha com cenário de referência de mais 4%. A expansão deve ocorrer em função das perspectivas favoráveis para o setor agropecuário - principalmente por causa da safra agrícola - e para a indústria em um cenário de flexibilização da política monetária e de sustentação da renda real. FELIZ 2006!

MELHORES ATIVOS

Na carona das boas notícias da área econômica, as ações foram os melhores ativos do ano. A Bovespa fecha 2005 com valorização superior a 30% sobre o índice de fechamento de 2004.

VAGÃO ESPECIAL

A América Latina Logística (ALL) acaba de fabricar sob medida para a Klabin, a maior fabricante de papel do Brasil, um vagão especial, 50 centímetros mais largo e mais alto ? o que permite o transporte de bobinas na posição vertical, evitando danos. Tudo para levar os produtos, destinados à exportação, de Telêmaco Borba (PR), sede da Klabin, até o porto de Paranaguá (PR). As adaptações transformaram o vagão em um ?super? trem, capaz de suportar até 60 toneladas, mais do que o dobro que o normal.

SEGUROS

O mercado segurador brasileiro, envolvendo os segmentos de seguros, capitalização e previdência aberta, deve fechar 2005 com uma arrecadação de, aproximadamente, 46 bilhões de reais, 14,2% a mais do que em 2004.

OBRAS

O Centro Clínico Gaúcho, que anunciou em outubro a compra do antigo prédio do Hospital da Criança Santo Antônio, contará com o arquiteto Pedro Luiz Granzotto para o desenvolvimento do projeto arquitetônico do novo hospital. A empresa prevê para maio de 2006 o início das obras.

IPVA

Quem ainda quiser aproveitar o desconto no pagamento do IPVA 2006, oferta que só vai até a próxima segunda-feira (02/01), precisa se apressar para não enfrentar as costumeiras filas e contratempos de última hora. Para facilitar a vida do contribuinte, o Banrisul oferece várias formas de pagamento: no auto-atendimento existem três opções aos clientes do Banco: Agência Virtual (www.banrisul.com.br), Banrifone (confira abaixo os números por região) e nos caixas eletrônicos; na Rede Integrada Banricontas (2.233 correspondentes bancários em todo o Estado) e nas agências, também para aqueles que não são clientes do Banrisul.

ESTÁVEL

O mercado publicitário gaúcho permaneceu estável, em 2005, acompanhando, na média, a conjuntura desfavorável enfrentada pela economia brasileira, que foi agravada, no Estado, pela queda do agronegócio provocada pela estiagem. A avaliação é do presidente da Abap/RS, Diki Schertel, lembrando que para 2006 poderá haver alguma recuperação, até pelo fato de se tratar de ano eleitoral.

Leia mais

28 dez 2005

OS VILÕES SEM CAUSA


VILÃO DA HORA

Todos devem estar lembrados que nos tempos de inflação alta, os vilões eleitos pelo povo, pela imprensa e pelos políticos foram os supermercados. Hoje os vilões eleitos, que escravizam os brasileiros, são os bancos. Ou seja, confundindo causa com efeito, equivocadamente, precisamos sempre nomear responsáveis por coisas que os escolhidos nada tem a ver com a questão.

CORRETOS

As instituições financeiras, motivadas por taxas de juros definidas e impostas exclusivamente pelo governo, pelo nosso risco elevado e pela falta de reformas estruturais adequadas, têm a correta obrigação de aproveitar as oportunidades promovidas pela burrice dos governantes.

OPORTUNIDADES

As instituições financeiras não são causa de coisa alguma, mas agentes que operam em cima das oportunidades e omissões do governo. Além disso, com o aumento do nível de concessão de crédito, como vêm acontecendo, os resultados eram previstos sem qualquer surpresa. Pior seria se não viessem, o que identificaria uma prova de muita incompetência.

GREVE REMUNERADA

Como se já não bastasse o alto valor das remunerações dos deputados e senadores, os apaniguados entenderam que precisariam de mais dois salários para não comparecer ao trabalho. Ou seja: entraram em greve. Não gostaram de terem sido contemplados com quase R$ 100 mil reais em 90 dias. A sociedade chama este escárnio e esta greve de democracia. E não consegue mais de que alguma infrutífera reclamação. Viva a democracia. Deles.

PAÍS DO PASSADO

O período de diagnósticos e debates, no nosso país, já teve o seu tempo. De sobra. Porém, incrivelmente continuamos exagerando na constante busca de explicações para causas há muito conhecidas. Estas atitudes protelatórias é que nos colocam em situação de atraso no enfrentamento concreto das questões que impedem o país para o salto definitivo ao primeiro mundo. Precisamos, pois, com urgência, das ações. Tudo que possa tirar o Brasil desta velha zona do atoleiro. Coisa que nos remete sempre a uma promessa cansada de ser sempre um país do futuro que nunca chega.

VARIG

Uma enquete feita no RS, sobre a situação da Varig e a sustentação que o governo deveria fazer para recuperar a empresa, revelou que mais de 70% dos participantes exigem esta providência. Fantástico, não? Embora não tenha participado do debate, que sugeriu a enquete, proponho que os interessados comprem ações da Varig. E, imediatamente, façam uma assembléia para aumento de capital. Usem seus recursos para sanear a companhia. Que tal?

CEBIT

A SOFTEX, através do Agente SOFTSUL, com apoio da Hannover Fairs do Brasil, convida as empresas a participarem da CeBIT 2006, a maior feira mundial de Tecnologia da Informação e da Comunicação ? TIC, que se realizará de 09 a 15 de março de 2006 em Hannover, Alemanha.

TV DIGITAL

O modelo de TV digital que será adotado pelo Brasil deverá ser definido em janeiro e anunciado em fevereiro, pelo presidente Lula.

CAIXARS

A CaixaRS Fomento Econômico e Social fecha o ano de 2005 com R$ 768 milhões em financiamentos de 5.247 projetos aprovados. Líder no ranking das agências de fomento do Brasil, a CaixaRS opera, hoje, com um capital social de R$ 326 milhões e ativos de R$ 1,065 bilhão, projetando um resultado (antes dos impostos) de R$ 50 milhões, no corrente exercício.

REVEILLON

Comemorar 2006 com uma bela ceia de reveillon e ainda desfrutar de uma hospedagem VIP é uma das opções que o Sheraton reserva aos seus clientes na virada do ano com o atrativo ?Jante e Fique?, no dia 31. Depois de saborear a Ceia de Ano-novo, a partir das 20h,e a festa de Reveillon, a partir das 22h, é só desfrutar de uma confortável hospedagem em um apartamento duplo, com direito a café da manhã buffet.

INVESTIMENTO

A Full Gauge, indústria de Canoas, RS, que desenvolve e produz controladores digitais, está investindo 4,2 milhões de reais na ampliação de sua unidade. Com isso, a empresa dobrará seu espaço físico, aumentando em até 10 vezes sua capacidade produtiva. Esse investimento visa atender o contínuo crescimento da empresa.

Leia mais

27 dez 2005

RESULTADO NADA SURPREENDENTE


NOTA DE ACORDO

As minhas constantes críticas ao governo do RS, as quais aumentaram muito a partir da lamentável decisão do pobre Rigotto em aumentar impostos, acabam por mostrar que não houve exageros nos meus comentários. A nota 5,7 conferida pela sociedade gaúcha, segundo pesquisa do Cepa/Ufrgs, identifica que não há surpresas e que muita gente está muito decepcionada com o Estado.

COMPARAÇÕES

Qual a razão para não sermos um Estado como o Tocantins, o Ceará, a Bahia, ou, quem sabe até São Paulo? A resposta, rápida e certa: os gaúchos detestam reformas para valer e adoram estatais. Acreditam que em algum momento as coisas vão se resolver por obra divina. Falta, como já é notório, aos nossos governantes, uma comprovada capacidade de administração, coisa que só se viu no governo de Antônio Britto. Por ter sido ousado o povo gaúcho acabou com suas pretensões.

SEM REMÉDIOS

O pobre governador Rigotto, segundo suas próprias declarações ao jornal ZH de domingo último, disse que não teve os remédios que outros tiveram, como as privatizações. Bobagem, pois poderia ter continuado o processo que aliviaria bastante a situação do RS. Vejam, por exemplo, o caso da CEEE: é a única empresa de energia elétrica que não cumpre com as metas de levar luz às moradias.

MAIS EXEMPLOS

Outro exemplo? Peguem o caso das concessionárias de rodovias. Além do Estado não ter dinheiro para investir, impõe dificuldades para que as concessionárias de rodovias o façam. Prefere não cumprir os contratos e ainda educa o povo a ficar com ódio das concessionárias. É duro, gente.

DÉFICIT ESTRUTURAL

Reclamando sempre do déficit estrutural do Estado, ainda não se convenceu de que precisamos de reformas capazes de resolver o problema. Ao invés de propor mudanças radicais que coloquem o RS no mesmo nível de outros estados prefere reclamar do déficit, do câmbio, dos juros e da dívida junto a União.

PERGUNTA LAMENTÁVEL

Como se isto não bastasse, o fato de ter perguntado onde foram parar os R$ 5,5 bilhões da venda de ativos (CRT e CEEE) mostra que sabe muito pouco sobre o RS. Uma coisa é certa: se estas vendas não foram suficientes para resolver os graves problemas ao menos não ficaram piores do que estão.

MAIOR GRANELEIRO

Em comemoração aos 75 anos de atividades da Trevisa Investimentos, a Navegação Aliança lançará dia 17 de janeiro,o maior navio a motor de navegação interior do país: é o N/M Germano Becker, o primeiro da Série Fundadores, que homenageará os empreendedores que fundaram a Trevisa há 75 anos. A inauguração do N/M Germano Becker será às 18 horas no Armazém A-1 do Cais do Porto. Em seguida, acontecerá a solenidade de batismo.

MANIFESTAÇÕES

O site da Campanha Fazendo Acontecer 2006 (www.fazendoacontecer2006.com.br) lançado pela agência gaúcha Duplo M, está fazendo o maior sucesso entre os internautas. O espaço já possui milhares de manifestos de pessoas de diversas regiões do Brasil, em forma de textos e vídeos. Também é possível comentar e votar no melhor depoimento publicado.

WI FI ? Wireless Fidelity

Hóspedes do Hotel Continental Porto Alegre já têm à disposição a rede de Internet sem fio WI FI ? Wireless Fidelity nas áreas sociais (Recepção, Lobby Bar e Restaurante). O Sistema permite o acesso à rede mundial de computadores a partir de notebooks e PSAs.

Leia mais