NELSON MARCHEZAN JR.
Para concluir a apresentação dos perfis dos CINCO CANDIDATOS-PENSADORES que concorrem às Eleições Municipais de Porto Alegre, no editorial de hoje é a vez do deputado federal NELSON MARCHEZAN JR, que disputa a vaga de Prefeito da Capital do RS, com o número 45.
FICHA LIMPA
NELSON MARCHEZAN JÚNIOR tem 45 anos. Nasceu em Porto Alegre, é advogado, pós-graduado em Gestão Empresarial (FGV) e integra o Pensar+. Já ocupou a diretoria de Desenvolvimento do Banrisul; foi deputado estadual do RS, com destacada atuação na defesa da transparência e correta aplicação dos recursos públicos assim como na luta pelo fim dos salários acima do teto constitucional.
CURRICULO
Marchezan também presidiu a Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle e foi membro da Comissão de Constituição e Justiça, onde foi um dos parlamentares que mais relatou projetos de lei. Mais: é autor da lei da cotação e do pregão eletrônicos, que garantem mais transparência na aplicação do dinheiro público e autor da lei que obriga a publicação na internet dos salários dos servidores públicos.
COMO DEPUTADO FEDERAL
Hoje, como deputado federal, MARCHEZAN JR atua em Cinco Comissões Permanentes: Finanças e Tributação; Constituição, Justiça e Cidadania; Segurança Pública e Combate ao Crime organizado; 1º Vice-Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor; Trabalho, Administração e Serviço Público e, ainda, é membro do Conselho de Ética e da Comissão Mista de Orçamento, além de fazer parte das seguintes Comissões Especiais: Código de Processo Penal, Código Comercial, Direitos Autorais, da Comissão Especial destinada a estudar e apresentar propostas com relação ao financiamento de atividade sindical, Teto Remuneratório Para Cartórios, Novo Regime Fiscal.
A propósito: o candidato-pensador visitou empresas líderes mundiais em tecnologia, na Califórnia (EUA), com o objetivo de conhecer softwares para as áreas da saúde, educação e segurança e aplicar estas soluções em Porto Alegre.
MOTE DA CAMPANHA
Como o mote - UM NOVO TEMPO PEDE UMA NOVA ATITUDE-, eis como Marchezan Jr se apresenta como candidato a Prefeito de Porto Alegre:
- No Brasil de hoje está difícil de acreditar na política e nos políticos.. A única forma de mudar essa realidade é com o voto. Nessa eleição, estamos propondo uma mudança de atitude para iniciar um novo tempo, em que o poder público cumpra com suas promessas, seja transparente com o dinheiro público e construa a cidade junto com as pessoas. Um tempo em que a prefeitura não se omita na segurança. Um tempo em que o prefeito não aceite que nossas crianças aprendam menos do que sua capacidade. Um tempo em que a prefeitura seja mais humana e solidária na saúde.
TRÊS CAMINHOS
Nesta eleição Porto Alegre tem três caminhos:
repetir o passado;
repetir o presente; ou
construir um tempo novo, que recupere a confiança no futuro.
Depois de 16 anos de um mesmo partido no poder, com suas contribuições, erros e acertos, houve o fim de um ciclo. Agora, estamos completando 12 anos de um mesmo agrupamento de partidos no poder em nossa Capital, igualmente com contribuições, erros e acertos. Contudo, está muito claro que esse ciclo também se esgotou e que a atual gestão já não consegue ter a atitude necessária para enfrentar os problemas que se apresentam cada vez maiores em Porto Alegre.
CORAGEM E TRANSPARÊNCIA
Com coragem, transparência e trabalho sério, queremos renovar a prefeitura, a cidade, a política e a sua esperança. Para tanto, apresentamos, nessa eleição, três prioridades muito claras:
SEGURANÇA, em razão da situação de emergência em que nos encontramos;
SAÚDE, como questão de humanidade; e
EMPREGO, como caminho necessário para tirar as pessoas do crime, das drogas e das ruas.
Para cumprir com nossas propostas e prestar os serviços essenciais aos cidadãos, temos, na transparência, a ferramenta essencial, a fim de combater a corrupção, a incompetência e os privilégios.
NOVO TEMPO
Por tudo isso, convidamos você para nos ajudar a vencer essa eleição e, principalmente, para nos ajudar a governar pelos próximos quatro anos, porque, acima dos partidos, das corporações, dos sindicatos, queremos governar para os cidadãos. Essa é a nova atitude que se espera para esse novo tempo.
CLÁUSULA DE BARREIRA NAS ELEIÇÕES
Na semana passada, como foi amplamente noticiado, a base aliada do governo Temer organizou uma força-tarefa visando garantir apoio ao projeto que propõe uma CLÁUSULA DE BARREIRA para restringir a quantidade de partidos políticos no Congresso Nacional, além de acabar com coligações proporcionais até 2022.
REDUÇÃO DE 30 PARA 16 PARTIDOS
Em tese, a proposta entraria em vigor nas eleições de 2018, com uma CLÁUSULA PARCIAL DE 2%, e atingiria 3% nas eleições de 2022.
Hoje, como se sabe, mais de 30 partidos têm assento no Congresso. Caso a cláusula de 2% fosse aplicada hoje, esse número, pelo que informam alguns analistas políticos, cairia para 16.
DESEMPENHO DE 10%
Pois, segundo Thomas Korontai, que além de integrar o Pensar+ é empresário, fundador e presidente do Partido Federalista (que está em formação), 2% ainda é pouco.
A aplicação de uma cláusula de desempenho, segundo Korontai, vai ajudar a alocar representatividade de fato. Mas o correto, para que o Congresso funcione melhor, seria exigir um desempenho de 10%.
Eis aí a justificativa para tanto:
OUTROS PAÍSES
A Argentina tem mais de 700 partidos e 19 no Congresso. Muitos pensam que os Estados Unidos têm apenas dois partidos, mas têm entre 120 e 150. A Alemanha tem 72 legendas, mas apenas cinco no Parlamento. O Chile tem 42 partidos para uma população de 18 milhões de pessoas, mas só nove estão no Congresso. Vários outros países são assim, qual é a mágica? Cláusula de desempenho eleitoral – que no Brasil, acostumado a olhar para trás e que pensa mais na burocracia impeditiva que na meritocracia, virou “cláusula de barreira”.
Esse termo foi criado pelos políticos que vêm espalhando criminosamente, há uns 20 anos, a informação equivocada de que no Brasil existem muitos partidos, despertando na população uma ojeriza a novos partidos políticos traduzida na expressão “mais um partido?”
DESCALABRO
Na Alemanha, o desempenho exigido é de 5%. Nas eleições de 2013, o tradicional Partido Democrático Livre (FDP, na sigla em alemão) ficou de fora do Parlamento pela primeira vez, pois conseguiu 4,8% dos votos nacionais.
O Brasil poderia ter avançado nesse sentido se em 2006 a cláusula de barreira de 5% instituída pela Lei dos Partidos de 1995 não tivesse sido derrubada pelo STF a pedido de vários partidos pequenos, alegando-se o direito de minorias terem cadeira no Congresso. Por causa desse mimimi chegamos a 28 partidos no Legislativo federal. Um descalabro.
É POUCO
A aplicação de uma cláusula de desempenho vai ajudar a alocar representatividade de fato. Mas 2%, o número que está em uma PEC que tramita no Congresso, é pouco. Significa algo em torno de 2 milhões de votos obtidos nacionalmente. O correto, para que o Congresso funcione melhor, com partes significativas da sociedade, seria sem sombra de dúvida um desempenho de 10% – algo em torno de 12 milhões de votos. Isso resultaria em três ou quatro partidos no Congresso, algo que se poderia chamar de civilizado. 2% é pouco, mas melhor que nada.
SERÁ O FIM DOS PARTIDOS PEQUENOS?
Se uma cultura é baseada em informação equivocada ou com omissões propositais, logicamente toda a construção institucional estará alinhada com a concentração de poder, bem ao interesse dos políticos que pretendem manter reserva de mercado, preservando os oligarcas de sempre ou colocando o país em risco pela ascensão de populistas. A concentração de poder político é irmã da concentração de recursos.
A mesma PEC que trata da implantação da cláusula de desempenho eleitoral, recém aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, propõe também o fim das coligações. Será o fim dos partidos pequenos? Obviamente que não! Eles poderão eleger prefeitos, vereadores, deputados estaduais e governadores. De acordo com seu desempenho, poderão ter influência local, estadual, regional. Se for do interesse de parte da sociedade brasileira, poderão ter representação nacional.
PARTIDO FEDERALISTA
Nós, os federalistas, por exemplo, temos uma ideia-força que motivou a criação do Partido Federalista, para propor o federalismo pleno – estados com autonomia para legislar e ter seus próprios tributos, Judiciário e administração, inspirados nos países mais desenvolvidos. Por isso, não só não tememos tais reformas como as apoiamos – elas já estão em nosso programa há anos. Na verdade, o que mais receamos é a falta de transparência nas eleições, com urnas eletrônicas não auditáveis e apurações manipuláveis.
Michel Temer falou sobre a “democracia da eficiência”, mas me parece mesmo que o Brasil precisa é de uma “democracia da confiança”.
20 DE SETEMBRO
Hoje, 20 de setembro, é a data máxima do Estado do RS. Em todos os cantos e recantos do Estado, os gaúchos, com muito orgulho, reverenciam a Revolução Farroupilha, evento este que se transformou em marco da história e da formação política do povo do Rio Grande do Sul.
28 DE FEVEREIRO DE 1845
Para quem se interessa pela verdade, o 20 de Setembro, no ano de 1835, marcou o INÍCIO da Revolução Farroupilha. O FIM, que não pode ser festejado porque Farrapos se renderam, foi no dia 28 de fevereiro de 1845, quando a Paz do Poncho Verde foi assinada pelo Presidente da República Rio-grandense, Gomes Jardim e pelo Duque de Caxias em 28 de fevereiro de 1845.
A VERDADEIRA HISTÓRIA
Infelizmente, o povo gaúcho não conhece a sua própria história, caso contrário não FESTEJARIA uma Revolução na qual saiu amplamente DERROTADO. Mais: dos itens que fizeram parte do Acordo de Paz do Poncho Verde, quase nenhum foi cumprido. O que determina uma dupla derrota.
AUTOESTIMA
Como a AUTOESTIMA do gaúcho estava muito baixa, criou-se no ambiente do Rio Grande do Sul uma cultura de identidade falsa, que resultou na criação de um ser mitológico, dotado de um exagerado ego inflado, cheio de superioridade, valentia e honra.
BANDIDO
É importante que se diga, a bem da verdade, que a figura do gaúcho era sinônimo de bandido, filho do estupro de uma india com um espanhol ou português. Alguém rude que vivia na fronteira, fazia contrabando, roubava, matava, era um bandido, como refere Vitor Becchi, mestre em Comunicação Social pela PUC do RS.
MODELO A TODA TERRA????
Vale recordar que a -cereja do bolo- que embalou a recuperação da AUTOESTIMA do povo gaúcho foi colocada no Hino Rio-Grandense. Se a música, do maestro Joaquim Medanha, é boa, a letra, de Francisco Pinto da Fontoura diz coisas absurdas, como -Sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra-.
HISTÓRIA MENTIROSA
Antes de tudo quero que os leitores saibam que falo e escrevo com propriedade, pois além de gaúcho sou descendente de uma das primeiras famílias que ocupou o Rio Grande do Sul, depois que Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri.
Fico triste com as histórias mentirosas que os gaúchos se acostumaram a ler e ouvir. Isto explica, talvez, a situação que vive o nosso falido RS. Se o povo fosse metade do que pensa que é, o Rio Grande estaria numa situação pra lá de confortável.
MENOS DE DUAS SEMANAS
Faltando menos de duas semanas para as Eleições Municipais, entramos na etapa decisiva, onde a maioria dos eleitores de cada um dos 5570 municípios deste imenso Brasil escolhe quais candidatos deverá votar, tanto para Prefeito quanto para Vereador.
PAPEL DO PENSAR+
Como já referi em artigos anteriores, o papel do Pensar+ nestas Eleições Municipais tem sido o de apontar integrantes do grupo de pensadores que realmente têm condições de propor e/ou atender às necessidades dos cidadãos/eleitores.
TIME DE PENSADORES
Para tanto, sem prejuízo de outros candidatos competentes, apresentou aos leitores/eleitores de Porto Alegre um TIME DE PENSADORES, Fernanda Barth -11456-; Felipe Camozzato -30500-; e Ricardo Gomes -11022- dispostos a concorrer a Vereador. E a Prefeito, Fábio Ostermann -17-; e Nelson Marchezan Jr -45-.
LIBERAL CONVICTO
A propósito, numa entrevista feita ontem, 18, pelo portal G1 (Globo), com Fábio Ostermann, vejam o que disse o candidato-pensador, que além de professor, formado em Direito pela UFRGS e mestre em Ciências Sociais pela PUCRS, é um liberal convicto, inspirado pelas ideias do economista norte-americano Milton Friedman.
LIBERDADE
“As pessoas precisam de liberdade para fazer sua busca individual pela felicidade e o governo deve se abster de meter a mão em cada aspecto da vida das pessoas, dando o básico de segurança, de saúde, de educação. O que a gente vê hoje é uma incapacidade do governo de dar o básico e isso decorre pelo fato dele tentar abranger todas as áreas da sociedade. O cobertor é curto, os recursos são escassos e as vontades são ilimitadas”, analisou Fábio.
LEITOR VORAZ
Leitor voraz, foi comparando obras do linguista e filósofo americano Noam Chomsky e do conterrâneo e vencedor do Nobel de economia Milton Friedman que ele descobriu ser um liberal.
"Eu tinha uma visão deturpada da política e do papel do estado", sustenta. "Digo que na verdade sempre fui liberal, eu só não sabia disso. Eu era um analfabeto econômico, essencialmente. Eu tinha uma total ignorância sobre o funcionamento do mercado e fui atrás para entender melhor isso", recorda.
ACUMULAR CONHECIMENTO
Apesar das viagens ao exterior e dos cursos de quatro idiomas no currículo, Fábio é o candidato com a menor declaração de bens: R$ 1,3 mil. De mudança para um apartamento alugado no bairro Rio Branco, na Região Central de Porto Alegre, explica que escolheu investir em conhecimento.
“Algumas pessoas optam por acumular bens imóveis e a minha opção foi por acumular conhecimento. Se eu fosse declarar meus livros, teria que declarar alguns milhares de reais. Eu preferi investir em algo que governo nenhum pode me tirar”.
GESTÃO
Defensor da privatização, Fábio cita como primeiro exemplo a ser reestruturado a Carris, empresa pública de transporte coletivo. Além disso, quer manter apenas seis secretarias: Gestão, Educação, Saúde, Segurança, Desenvolvimento, e Urbanismo e Mobilidade. Outros setores seriam anexados como subsecretarias. Para ele, não trata-se de uma medida radical.
"Eu não me considero um radical. Acreditar que uma prefeitura endividada, sem recursos, não deve ser gestora de uma empresa que lhe gera mais déficit e acaba sendo meramente um balcão de negócio para conseguir barganha política, e querer privatizar essa empresa, não é uma medida radical", afirma ele, que acredita em um maior envolvimento do setor privado, e menos atribuições à gestão municipal, que deve estabelecer algumas prioridades.
"A prefeitura tem um orçamento de R$ 6,9 bilhões para 2017. É muito. É um orçamento razoável. Só que esse orçamento acaba diluído nesse mar de falta de prioridades. A gente precisa fazer escolhas. Podem desagradar algumas pessoas, como eu sei que vão desagradar, mas precisam ser feitas. Não dá mais para empurrar com a barriga".
REAÇÃO DIAGNOSTICADA
A reação mostrada por Lula, um dia após ter sido denunciado pelo MPF como COMANDANTE MÁXIMO DO ESQUEMA DA LAVA-JATO, foi a prova que faltava para atestar que o ex-presidente sofre de distúrbios mentais graves. Lula é, definitivamente, um PSICOPATA.
MENTE SEM RUBORIZAR
Quem assistiu a reação de Lula pela TV teve, certamente, dupla percepção: combinou o áudio com a imagem de alguém que perdeu completamente não só a consciência como a compostura. Lula, sem ruborizar, mente descaradamente. Com absoluta convicção diz, e repete a todo momento, que é o ser mais honesto que habita o nosso planeta. Pode?
PSICOPATIA
Com a pretensão de melhor entender o comportamento do ex-presidente, que se agrava de forma gritante dia após dia, esbarrei com o texto do psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, sobre a PSICOPATIA.
CONJUNTO DE COMPORTAMENTOS
Eis o que diz o psiquiatra Hervey: - A PSICOPATIA consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, os PSICOPATAS geralmente causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente.
EGOCÊNTRICOS, DESONESTOS E INDIGNOS DE CONFIANÇA
Os PSICOPATAS, segue Cleckley, costumam ser EGOCÊNTRICOS, DESONESTOS E INDIGNOS DE CONFIANÇA. Mais: com frequência adotam comportamentos irresponsáveis sem razão aparente, exceto pelo fato de se divertirem com o sofrimento alheio.
Os psicopatas não sentem culpa. Sempre têm desculpas para seus descuidos, em geral culpando outras pessoas. Raramente aprendem com seus erros ou conseguem frear impulsos.
ENQUADRAMENTO PERFEITO
A rigor, Lula se enquadra perfeitamente no perfil definido como portador da séria doença. Ainda mais se for levado em conta que muitos PSICOPATAS, por mostrarem enorme capacidade para manipular pessoas, muitas vezes ocupam cargos relevantes onde exercem poder.
PRISÃO
Detalhe: o psicopata não é um sociopata. Dizem os estudos que os PSICOPATAS nascem com características como impulsividade e ausência de medo, o que faz com que busquem condutas de riscos e perigos, terminando muitas vezes em atitudes antissociais, uma vez que são incapazes de se estabelecerem corretamente nas normas sociais. Já o sociopata, apresenta um temperamento um pouco mais "normal" que os psicopatas.
No caso de Lula estou convencido de que a sua grave doença deve ser tratada num ambiente propício: A PRISÃO!
COMANDANTE MÁXIMO
Os leitores hão de concordar que não existe nada mais importante para ser comentado, analisado e opinado do que a DENÚNCIA FORMALIZADA, de forma bastante meticulosa, pelo Ministério Público Federal contra o ex-presidente Lula, considerado pela grande equipe chefiada pelo patriota-procurador Deltan Dallagnol como o COMANDANTE MÁXIMO DE UM FORTE ESQUEMA DE CORRUPÇÃO jamais visto no Brasil. Quiçá no mundo.
SÉRIE MOMENTANEAMENTE INTERROMPIDA
Antes, porém, um esclarecimento aos leitores que estranharam o fato de ter interrompido a série -AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E O PENSAR+, sem a apresentação do candidato-pensador Nelson Marchezan Jr, que concorre a Prefeito de Porto Alegre.
AGUARDANDO O CONTEÚDO
Atendendo ao questionamento dos leitores informo que os cinco candidatos que formam o TIME DE PENSADORES, conforme combinado, tratariam de produzir e enviar os seus conteúdos de apresentação, com propostas de políticas públicas para serem defendidas caso venham a se eleger.
Como o candidato-pensador Marchezan Jr, até o momento em que escrevo este editorial, não enviou o seu material, a série, que já mostrou QUATRO CANDIDATOS-PENSADORES precisou ser interrompida. Espero, no entanto, que até o dia do pleito o conteúdo que trata de sua apresentação e propostas seja enviado para que a SÉRIE possa ser completada.
SEM NOVIDADE
Enquanto isso, diante da IMPACTANTE DENÚNCIA feita ontem pelo MPF, não posso deixar de colocar a minha colher neste importante assunto que está sacudindo os meios políticos e policiais do nosso pobre país.
Por óbvio devo esclarecer que nada do que foi sustentado pela valorosa equipe do MPF pode ser considerado como novidade. A novidade, caros leitores, é a DENÚNCIA, não o conteúdo exposto pelo procurador Deltan.
PROPINOCRACIA
A apresentação minuciosa, feita pelo patriota-procurador Deltan Dallagnol, atingiu o seu auge quando o mesmo usou o termo -PROPINOCRACIA- para definir o TIPO/FORMA ADOTADO PELO PT PARA GOVERNAR O BRASIL.
TRIPÉ ALTERADO
A -PROPINOCRACIA-, segundo o patriota- procurador Dallagnol, SE ESTABELECEU através da alteração do tripé, formado por FINS QUE SERIAM LÍCITOS, como -
1- GOVERNABILIDADE;
2- PERPETUAÇÃO NO PODER e
3- ENRIQUECIMENTO;
para FINS ABSOLUTAMENTE ILÍCITOS, como
1- GOVERNABILIDADE -CORROMPIDA-;
2- PERPETUAÇÃO -CRIMINOSA- NO PODER; e
3- ENRIQUECIMENTO -ILÍCITO-.
SEM ÁGUA
O Brasil está ansioso pelo desfecho que será dado pelo juiz Sérgio Moro, que ao receber a DENÚNCIA irá se pronunciar. Tudo leva a crer que o destino do DENUNCIADO é a PRISÃO. No meu entender LULA deveria ser preso sem direito a água. Mais: confinado, para todo o sempre, numa CELA SOLITÁRIA em presídio de segurança máxima. Lugar digno de um COMANDANTE MÁXIMO DO MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO jamais visto neste mundo.