Artigos

24 abr 2025

INALCANÇÁVEL FUNDO DO POÇO


SENTIMENTO DOS ESTUPEFATOS

A cada notícia sobre escandalosas INJUSTIÇAS, flagrantes casos de CORRUPÇÃO e comprovadas MALVERSAÇÕES DE RECURSOS OBTIDOS -COERCITIVAMENTE- pela via de TENEBROSOS AUMENTOS DE IMPOSTOS, a ESTUPEFATA maioria do povo brasileiro busca forças no incorrigível OTIMISMO e com isso se propõe a acreditar, EM VÃO, que o FUNDO DO POÇO foi, enfim, alcançado.


OFICIAL DE JUSTIÇA NO HOSPITAL

Vejam, por exemplo, que só nesta curta semana, o -ILIMITADO- ministro Alexandre de Moraes foi além daquilo que em qualquer lugar do mundo é entendido como -FUNDO DO POÇO- e mandou, ontem, o Oficial de Justiça ao Hospital DF Star, em Brasília, para intimar e comunicar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a abertura do processo no Supremo Tribunal Federal sobre uma trama de golpe de Estado. Que tal?


ROUBALHEIRA NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

No que diz respeito às SAFADEZAS ILIMITADAS-, também ontem, o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, com o aval declarado do ministro da Previdência, Carlos Lupi, responsável direto e confesso pela indicação do CORRUPTO, foi afastado por conta de FRAUDES COMETIDAS entre 2019 e 2024, com prejuízos estimados aos segurados da Previdência Social, cuja soma excede a marca de R$ 6,3 bilhões. Mais: sem CAUSAR MÍNIMA SURPRESA, o Irmão do presidente Lula, o sindicalista José Ferreira da Silva, o Frei Chico, é diretor vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, uma das entidades na mira da Polícia Federal por lucrar fraudando benefícios de aposentados do INSS.


INALCANÇÁVEL FUNDO DO POÇO.

Enquanto isso, o presidente Lula, para deixar bem claro que seu governo é pautado por DESPESAS ABSURDAS, convidou os presidentes da Câmara e do Senado para integrar a fantástica e luxuosa comitiva que irá ao funeral do Papa, cuja conta, SEM LIMITE, será paga pelos esfolados pagadores de impostos, onde muitos ainda acreditam que, enfim, já chegamos ao INALCANÇÁVEL FUNDO DO POÇO.



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23 abr 2025

SITUAÇÃO DESESPERADORA


BOLETIM MÉDICO

Mais do que sabido e até normal, os hospitais em geral, devidamente anuídos pelos seus pacientes e familiares, emitem -BOLETINS MÉDICOS- contendo informações sobre a evolução do ESTADO DE SAÚDE de seus internados, notadamente daqueles que estão em situações consideradas como GRAVE, tanto físico quanto emocional.


SITUAÇÃO DESESPERADORA

Pois, diante da GRAVÍSSIMA SITUAÇÃO DAS CONTAS PÚBLICAS do nosso empobrecido Brasil, faz-se mais do que necessário que o PODER LEGISLATIVO, com apoio total de todas as entidades -empresariais e não empresariais- passe a emitir constantes BOLETINS MÉDICOS, ou ECONÔMICOS/FINANCEIROS, informando ao povo brasileiro sobre o GRAVE ESTADO DE SAÚDE DO NOSSO PAÍS, que, de antemão, está na UTI em -SITUAÇÃO DESESPERADORA-. 


ATESTADO DE ÓBITO

Mais: considerando que o governo Lula se consagra pela SOMA, em partes iguais, de extrema INCOMPETÊNCIA e excesso de CORRUPÇÃO, esta mistura -explosiva- antecipa que, se nada de bom for feito,  muito em breve o sugerido BOLETIM ECONÔMICO/FINANCEIRO deverá ser substituído pelo -ATESTADO DE ÓBITO- do nosso empobrecido Brasil.  


BOLETIM DE HOJE

A propósito, caso estivesse em vigor a sugerida emissão de BOLETINS -MÉDICOS DIÁRIOS- mostrando a situação do Brasil, na manhã de hoje constaria: 

1- segundo o FMI, a RELAÇÃO DÍVIDA/PIB DO BRASIL, cada dia mais grave, deve atingir, em 2025, a marca de 92%, ou seja, SALTAR 12 PONTOS NO GOVERNO LULA;

2- o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, indicado pelo Min. da Previdência, Carlos Lupi, foi afastado do cargo após a Polícia Federal ter identificado um FARTO ESQUEMA FRAUDULENTO de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, no valor de R$ 6,3 bilhões. 



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22 abr 2025

ABISMO À VISTA???


TERRA À VISTA

No ano de 1500, precisamente no dia 22 de abril, o Brasil foi DESCOBERTO pela expedição chefiada pelo navegador português Pedro Álvares Cabral, como relata a carta escrita pelo escrivão Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal. Segundo a história do Brasil, ao avistar o Monte Pascoal, na região que hoje é Porto Seguro, Estado da Bahia, o navegador Cabral cunhou, em voz bem alta, a famosa frase -TERRA À VISTA-.  


ABISMO À VISTA

Pois, hoje, passados 525 anos desde o DATA DO DESCOBRIMENTO, se vivo fosse e como tal voltasse ao Brasil, no comando da caravela ANUNCIAÇÃO, ou outra qualquer, o navegador Pedro Alvarez Cabral, ao ser informado de que o Brasil está entregue ao comando de Lula com apoio incondicional dos ministros do STF, com toda a certeza diria, ainda mais alto, aos quatro ventos do mundo, a seguinte frase: -ABISMO À VISTA-.


CONECTADO À INTERNET

O grito -ABISMO À VISTA- tem como base forte o fato de que -nos dias de hoje- Cabral estaria, obviamente, conectado a uma REDE DE INTERNET e como tal teria recebido do rei de Portugal um -whatsapp- contendo a -OPINIÃO DO ESTADÃO- publicada no domingo de Páscoa, em MODO -EDITORIAL DOS ARREPENDIDOS-, no jornal -SOCIALISTA- que sabidamente integrou, de corpo e alma, o CONSÓRCIO MÍDIA ABUTRE, que apoiou, apoia e garante -de pés juntos- que Lula foi eleito presidente de forma legítima: 


OPINIÃO DO ESTADÃO -ARREPENDIDO-

- Os investidores estão dando ao governo federal a oportunidade de aferir o nível de desconfiança que ronda a política fiscal de Lula. Ao embutirem, desde dezembro de 2024, juros reais – já descontada a inflação – de mais de 7%, os títulos da dívida pública brasileira de longo prazo mostram que é alto o descrédito na solvência de um governo focado no aumento dos gastos e sem margem para elevar ainda mais a arrecadação. O descontrole impõe um preço muito alto pelo risco de compra dos títulos que financiam a dívida.

Uma recente reportagem do Estadão mostrou que há quatro meses esses títulos, com vencimento aproximado de dez anos, romperam a barreira dos 7% e desde então mantêm taxas semelhantes às que eram cobradas entre 2015 e 2016, quando o País viveu uma das piores crises de sua história, que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Apesar de o novo marco ter sido atingido em dezembro, desde outubro a taxa vinha gradativamente se aproximando desse patamar.


ENDIVIDAMENTO ABSURDO

A simples equivalência com um período tão crítico para a economia nacional seria suficiente para disparar sinais de alerta no governo, diante de um endividamento público de 76% do Produto Interno Bruto (PIB). Economistas ouvidos na reportagem estimaram que, mesmo que o País não registrasse déficit nas contas públicas, ainda assim seriam necessários ao menos 13 anos para estabilizar o patamar de uma dívida tão acentuada.

Mudar esse cenário é uma escolha de governo, que não aparenta disposição para se afastar da crença lulopetista que vê no Estado o grande indutor do desenvolvimento nacional. Assim, mesmo em meio a uma situação fiscal complicada, criam-se programas sem o respectivo aprofundamento da capacidade orçamentária. Um exemplo é o Pé-de-Meia, que combate a evasão escolar no ensino médio. O programa tem previsão de custo de R$ 12,5 bilhões neste ano, mas só teve R$ 1 bilhão incluído no Orçamento de 2025 aprovado pelo Congresso. Há outros exemplos, como o Auxílio Gás e o próprio Bolsa Família. 

Um relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado divulgado em fevereiro alertou para o aumento dos desafios do Tesouro Nacional na gestão da dívida em momentos de aperto monetário como o atual. A taxa básica de juros de 14,25% – com probabilidade de chegar a 15% até junho – piora a percepção de risco no controle da dívida, deixa os títulos mais voláteis e afasta investidores dos papéis destinados ao financiamento da dívida pública. Além disso, ter uma elevada parcela de títulos remunerados pela Selic na composição do endividamento faz com que o custo médio da dívida suba proporcionalmente mais em situações de aperto monetário. E haja recursos para a rolagem desse endividamento.

Não à toa, o descasamento entre as políticas monetária e fiscal é hoje um dos principais entraves à economia. A política monetária busca controlar a inflação, que em março acumulou taxa de 5,48% em 12 meses pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE. A expectativa do mercado financeiro, de acordo com o mais recente relatório Focus, do Banco Central (BC), é de que chegue ao fim de 2025 em 5,65%, isto é, 1,15 ponto porcentual acima do teto permitido. A redução de gastos pelo governo poderia contribuir para conter a inflação e, por consequência, afrouxar um pouco a política de juros do BC. Mas o que se vê nas medidas apadrinhadas por Lula é exatamente o oposto.

O conturbado cenário internacional já traz a sua cota de incertezas a países emergentes, como o Brasil. Soluções internas voltadas ao equilíbrio econômico e fiscal – como um efetivo corte de despesas, desindexação da economia, fiscalização e redimensionamento de programas sociais – seriam um bom sinal em direção à equalização da dívida e recuperação da confiança no País. Mas, pelo que mostra o levantamento da venda de títulos pelo Tesouro, o governo Lula da Silva está a anos-luz dessa meta. Como bem resumiu o ex-secretário do Tesouro Jeferson Bittencourt, as taxas de juros refletem hoje a certeza de que o arcabouço fiscal não vai entregar a solvência prometida.



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17 abr 2025

ORÇAMENTO ENGANA BOBO


DOIS ENORMES PRAZERES

Os leitores/assinantes do -pontocritico.com- são testemunhas do quanto venho alertando, sistematicamente, através de editoriais pra lá de -REPETITIVOS,- que o nosso empobrecido Brasil, por conta das decisões tomadas antes mesmo da posse de Lula, como é o caso do -FIM DO TETO DE GASTOS-, em pouco tempo ficará INGOVERNÁVEL. Principalmente, porque os governos petistas, além de estarem sempre envolvidos em escabrosos -ATOS DE CORRUPÇÃO-, se guiam por dois enormes e incontidos prazeres: 1- AUMENTO DE IMPOSTOS e, 2- AUMENTO DESPROPORCIONAL DE GASTOS PÚBLICOS.


DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2026

Pois, ao longo desses dois anos de governo, Lula e sua equipe -infernal- seguiu à risca tudo aquilo que ALERTEI de forma insistente. Desta vez, no entanto, o DESASTRE ganhou contornos do tipo que, visivelmente, está deixando um sem números de economistas e apoiadores de Lula altamente preocupados com o FATO de que, em 2027, a encrenca será fatal, a considerar as fantasias apontadas no PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2026, cuidadosamente preparado pela péssima equipe do lamentável ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 


PROJETO FAKE

Vejam que até muitos petistas não conseguem esconder o sentimento de que algumas das previsões da peça orçamentária são tidas e havidas EXCESSIVAMENTE OTIMISTAS. Notadamente, a projeção negativa do governo quanto às despesas discricionárias (não obrigatórias). O PROJETO -FAKE-, para quem não sabe ou não tem familiaridade com o tema, propõe uma FALSA E MENTIROSA  META para o SUPERÁVIT PRIMÁRIO na ordem de R$ 34,3 bilhões, algo em torno de 0,25% do PIB. Pode? 


ENGANA BOBO

Volto a afirmar, de forma -REPETITIVA E EXAUSTIVA-, que praticamente tudo que está posto no -PROJETO DE LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2026- é algo do tipo -ENGANA BOBO, ou -ENGANA PAGADORES DE IMPOSTOS-. A rigor, quem atesta esta certeza da minha clara convicção é o próprio presidente Lula, que afirma constantemente que o Banco Central é o grande e único culpado pela ALTA DA INFLAÇÃO, e não o AUMENTO DESBRAGADO DA DESPESA PÚBLICA, por ele imposta sem limite algum.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: DEMOCRACIA DE APARÊNCIA, TIRANIA DE FATO, por Dagoberto Lima Godoy. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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16 abr 2025

SEMANAS NADA SANTAS


SEMANA SANTA

Como estamos em plena SEMANA SANTA, período -litúrgico da tradição cristã que encerra no domingo de Páscoavale lembrar a figura do omisso PÔNCIO PILATOS, juiz e/ou governador romano que -LAVOU AS MÃOS- e, covardemente, não interveio contra os fariseus na condenação de Jesus Cristo a morrer na cruz. Como os -brasileiros de bem- vivem uma sequência de intermináveis DIAS, SEMANAS, MESES E ANOS -NADA SANTOS-, mas carregados de MUITA TIRANIA E INJUSTIÇA, sugiro a leitura do ótimo texto do pensador Alex Pipkin -O JULGAMENTO DE PÔNCIO PILATOS -VERSÃO BRASILEIRA-. Eis


O JULGAMENTO DE PÔNCIO PILATOS - VERSÃO BRASILEIRA

Era uma vez, num reino tropical abençoado por Deus e amaldiçoado por seus intérpretes, um espetáculo digno dos grandes teatros da antiguidade. Imagine a Roma imperial, mas com togas pretas em vez de brancas, com deuses sem moral e com senadores que não representavam ninguém além de seus próprios espelhos. Num cenário digno de Dante Alighieri, que certamente colocaria Brasília em algum círculo extra do inferno, vivia-se um fenômeno extraordinário: a absolvição retroativa. Uma prática sofisticada, onde crimes julgados com provas, confissões, delações, planilhas, malas e até PowerPoint, simplesmente evaporavam, como num passe de mágica, diante da reverência de seus supostos julgadores.
A peça começou com um julgamento solene, onde um certo líder carismático - conhecido por sua verborragia sem “s”, seu desprezo por livros - fora condenado por corrupção em diversas instâncias da justiça brasileira. Juízes, jornalistas, promotores e até papagaios sabiam, ele era culpado. O país inteiro sabia. Mas aí, como num ato final inesperado, o roteiro foi reescrito por aqueles que se achavam autores da realidade.


MANTO DA AMNÉSIA

Gilmar, Barroso, Cármen e outros personagens dessa farsa pós-moderna, que antes entoavam loas à moralidade e condenavam o réu com ar grave e jurídico, agora surgiam no palco trajando a toga como manto da amnésia. Gilmar, por exemplo, que já foi contra o habeas corpus do ex-presidente e votou com firmeza pela prisão após segunda instância, agora proclama que “devemos ao Lula um julgamento justo” - como se ele próprio tivesse acabado de desembarcar de Marte, sem qualquer relação com o processo anterior. Barroso, que em 2018 dizia com firmeza que revogar a prisão após segunda instância seria um retrocesso no combate à corrupção, hoje afirma com pesar que “decisões do Supremo atrapalharam o enfrentamento à corrupção”, omitindo delicadamente que ele próprio era parte ativa daquelas decisões. Já Cármen Lúcia, outrora defensora da execução da pena após condenação em segunda instância, voto proferido em tom épico e constitucional, hoje, silenciosa e submissa ao novo roteiro, apenas acompanha os novos ventos como uma atriz veterana cansada da própria peça.
“Nunca dissemos isso”, bradam agora, como se gravações, votos, declarações públicas e sentenças arquivadas em três instâncias fossem apenas alucinações coletivas. É como se o país tivesse sonhado durante anos um pesadelo que, de repente, passou a ser negado pelos próprios protagonistas da tragédia.


SUPREMO TEATRO FEDERAL

E é aí que o teatro atinge seu ponto mais grotesco: a encenação tornou-se tão caricata, tão risivelmente absurda, que até os brasileiros mais incautos, aqueles que normalmente não ligam para política, que mal lembram o nome de um ministro “superstar” passaram a perceber a farsa. Porque não se trata de um sutil jogo de retórica jurídica, mas de um giro de 90 graus na direção oposta ao que os próprios ministros afirmaram no passado, com todas as letras. É um teatro mal ensaiado, de quinta categoria, onde os atores negam as falas anteriores no mesmo palco onde foram aplaudidos. E há registros, há gravações, há as atas do espetáculo anterior. O teatro tem arquivos, por mais que os atores finjam que nunca subiram ao palco.
Era como se Pôncio Pilatos tivesse voltado à vida, não para lavar as mãos, mas para dizer que nunca viu Jesus. “Quem? Aquele galileu? Nunca ouvi falar”. Todos os escribas da corte, antes zelosos pela lei, agora escreviam novas tábuas com lápis de cera colorido, ignorando a pedra onde antes entalharam a Justiça. Enquanto isso, o povo assiste atônito, dividido entre o riso nervoso e a incredulidade. Alguns ainda se perguntam se estão acordados. Outros, mais calejados, já aprenderam que a realidade é apenas um acordo momentâneo entre os fatos e quem manda na burlesca narrativa.
Assim, o Brasil segue sendo o país onde o passado pode ser apagado por decreto, onde os juízes se tornam roteiristas, e onde o crime não compensa… exceto quando é reinterpretado pelo Supremo Teatro Federal.
E o pior de tudo é que, no Brasil, o público não pode vaiar. Porque os atores, além de escreverem o roteiro e interpretarem a farsa, também controlam a bilheteria, o som, a luz, o Código Penal e a Constituição. Nesse espetáculo, a única saída de emergência é o pensamento livre, embora este também já esteja sob censura.
Grotesco.



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15 abr 2025

BRASIL: PAÍS DOENTE


DOENÇA GRAVÍSSIMA

Antes de tudo não é preciso ser iniciado em ECONOMIA, FINANÇAS e muito menos em CONTAS PÚBLICAS, para entender o quanto o nosso empobrecido Brasil sofre de uma DOENÇA GRAVÍSSIMA provocada por sistemáticos PROBLEMAS ORÇAMENTÁRIOS causados por crescimento -sem fim- das DESPESAS OBRIGATÓRIAS e DISCRICIONÁRIAS. Para agravar ainda mais este GRAVE ESTADO DOENTIO, nem mesmo o AUMENTO NOJENTO, ESCANDALOSO, INJUSTO E CORROSIVO DA ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA tem se mostrado capaz de promover o importante EQUILÍBRIO FISCAL.


ARMÍNIO FRAGA

A situação está tão séria e preocupante, que até os economistas que declaradamente votaram em Lula deram um legítimo -BASTA ATRASADO- e resolveram se manifestar. É o caso, por exemplo, do ex-presidente do BC, Armínio Fraga, e, mais recentemente, do ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nobrega. Vejam que Fraga, dando clara impressão de que nutre um mórbido sentimento de INVEJA de Paulo Guedes, propôs, como tábua de salvação das CONTAS PÚBLICAS, congelar o salário-mínimo por 6 anos. -A medida seria fundamental para melhorar as contas da Previdência Social, que pioram de forma assustadora. Mais: afirmou que as prioridades do GASTO PÚBLICO no Brasil estão “completamente erradas” e que a conta da Previdência Social, responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões dos brasileiros, está piorando “assustadoramente”. 

Fraga, dando clara impressão de que está perdido e sem fôlego, não mencionou a necessidade ÓBVIA de -DESINDEXAR, DESVINCULAR e DESOBRIGAR TODAS AS DESPESAS DE TODOS OS ENTES FEDERATIVOS-. Muito menos disse que se faz necessário PRIVATIZAR TODAS AS ESTATAIS. 


MAILSON DA NÓBREGA

Por sua vez, Maílson da Nóbrega, como se acordasse de um sonho profundo, afirmou -alto e bom tom- que o Brasil tem um -ENCONTRO MARCADO COM A CRISE ECONÔMICA- a qual, inevitavelmente, VAI CAIR NO COLO do presidente Lula ou VAI CAIR NO COLO do próximo presidente logo no início do futuro governo. Ou seja, a CRISE DIFICILMENTE vai passar dos 2 próximos anos”, arrematou o economista-bidu. 

MAIS: o agora desperto Nóbrega se deu conta de que o ARCABOUÇO FISCAL é -LETRA MORTA-. “Você só pode conter os gastos, para evitar que eles cresçam em termos reais, se um grupo de despesas não crescer mais do que a média. Como os gastos previdenciários, de saúde e de educação crescem a um ritmo superior ao das demais despesas, o gasto obrigatório vai ocupando espaço.


ESPAÇO PENSAR+

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: O IMPOSTO INVISÍVEL, por Pedro Saraiva - associado do IEE. Confira aqui: https://pontocritico.com/espaco-pensar



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