APOSTANDO NA DÉCADA
O ano de 2019, depois de muitos anos de comprovada AMARGURA ECONÔMICA, pelo grau de confiança e esperança que habita os ambientes daqueles com os quais mais me relaciono, está chegando ao fim em clima de elevado ALTO ASTRAL. Este sentimento dá a dimensão correta do quanto boa parte do povo brasileiro está apostando, não apenas em 2020, mas na década 2020/2030 que começa dentro de dois dias.
REFLEXÕES E PROJEÇÕES
Aproveitando o momento, que se presta, tanto para as devidas reflexões daquilo que foi possível colher ao longo do ano que se encerra quanto para fazer projeções responsáveis e/ou cabíveis no espectro da ilimitada e eterna ESPERANÇA, eis aí a análise feita pelo pensador e economista Paulo Rabello de Castro - 2020: O QUE NÃO ESTÁ GARANTIDO - :
ESPERANÇAS RENOVADAS
Há esperanças renovadas em torno de 2020. Recente levantamento do LIDE - Grupo de Líderes Empresariais - indica que as expectativas do setor privado voltaram a encostar no nível de 2010, último ano realmente muito bom nos últimos dez anos.
As vendas e o emprego têm condição de surpreender acima do que hoje preveem os principais analistas. A razão é bem simples: não há nada de errado com a ECONOMIA PRODUTIVA. A inflação é baixa, o câmbio é muito competitivo e, pela primeira vez, o Banco Central se permitiu ajustar os juros para seu nível normal. O ano de 2020 espelhará todos esses aspectos favoráveis - alguns inéditos - conjugados para permitir um salto no crédito.
PRÓXIMO DE ZERO
A economia brasileira poderia crescer mais de 5% em 2020. Em parte, seria mera reação estatística aos níveis deprimidos de produção e emprego, na década que agora se encerra. Se o PIB de 2020 crescer na faixa esperada de 2,5%, ainda assim o crescimento médio do período de 2014 até 2020 será um número próximo a zero.
O País perdeu mais uma década e nenhuma investigação a fundo questionou isso. Portanto, se a economia surpreender com até 5%, será mais por reação de um corpo saudável brigando contra uma doença do que por mérito especial da terapia. Esta continua onde sempre esteve.
INVESTIMENTO BAIXO
O governo governa os outros mas se governa bastante mal. O rigor que aplica ao setor privado com impostos e burocracia não encontra paralelo na complacência que aplica a seu próprio déficit fiscal primário, fonte da incapacidade do governo de investir e de repactuar as dívidas da Federação. O baixíssimo investimento federal e a inapetência do governo de chamar os Estados para um acerto definitivo do seu endividamento são os fatores impeditivos de uma retomada produtiva em grande escala do Brasil.
DÉFICIT PÚBLICO
O apelo às privatizações tampouco funcionou este ano para tapar o buraco das contas públicas. A venda da riqueza do pré-sal apenas amenizou o rombo federal em 2019. Mas não houve ataque frontal a nenhum problema público de maior gravidade, nem mesmo o da Previdência, cujo déficit continuará agravado em 2020, apesar de toda promessa de uma economia multibilionária em anos futuros.
A RAIZ
Na raiz de tudo está uma coisa só: o governo continua sendo o extrator de recursos dos segmentos produtivos, seja empresas ou famílias, que pagam o preço amargo de sustentar a máquina mortífera em que se transformou o Estado brasileiro. O remédio, portanto, não é privatizar esta ou aquela estatal, mas questionar toda e qualquer despesa mal feita ou fora do lugar. O Estado não tem mecanismos para isso. O governo, embora de orientação liberal, ainda não soube lidar com essa questão de como combater a máquina pública que trabalha para si mesma e não para benefício da expansão dos empregos e oportunidades produtivas.
O impasse dentro do governo esteve estampado na sua dificuldade de definir e empurrar para frente a reforma das reformas, ou seja, a reforma dos impostos. Isso não é por acaso. Dentro do ventre do governo há uma resistência poderosa contra qualquer suposta ameaça às receitas públicas que sustentam a máquina. O governo invisível não ajuda o ministro Guedes a definir qual reforma tributária se quer aprovar, afinal. Nisso, o Congresso e os governos estaduais parecem mais dispostos a enfrentar os riscos naturais de uma mudança fiscal para valer. O governo invisível em Brasília não topa arriscar nada. Por isso se fala de novo numa reforma tributária fatiada em quatro etapas, a perder de vista. É o mesmo papo da era Dilma e Temer repetido - por incrível que pareça - pelo grupo político que se diz a encarnação de seu oposto total. Mas não há surpresa nisso. É a máquina funcionando por trás do governo Bolsonaro da mesma forma que decidia por Dilma ou Temer, e seus ministros. É o mesmo Brasil, ano após ano, a nos recordar que somos um país dominado pelos grupos que dominam o Estado para garantir seus próprios soldos e vantagens. Idem, em maior ou menor grau, nos Estados da Federação. Este é o problema nacional intocado. O resto é consequência.
Embora improvável, esperamos ser surpreendidos por um 2020 em que, por primeira vez, não sejamos governados pelas consequências. Essa surpresa é a única parte do cenário 2020 que pode, de fato, representar novidade. É a única parte, aliás, que não está garantida.
NA ESPERA DE UMA BOA COLHEITA
Encerradas as festas de natal, as atenções se voltam, com grande intensidade, para uma boa despedida de 2019, que se encerra recheado de fartas expectativas de que o tão esperado 2020 se consagre como o ano em que muito daquilo que foi semeado até agora resulte em bons e muitos desejados frutos.
REPLETO DE REALIZAÇÕES
A rigor, quem se dispõe a olhar com razoável atenção para o ano de 2019 (faltam apenas quatro dias para acabar), verá, independente de boa ou má vontade com o governo, que o período encerra repleto de realizações. Eis aí apenas 10 pontos exemplares:
B3, SELIC E ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS
1- O Índice da Bolsa de Valores (B3), que em 26 DE DEZEMBRO DE 2015 - (meses antes do impeachment da neocomunista Dilma Rousseff) registrava 39.728 pts, e iniciou 2019 em 87.880 pts, atingiu, ontem, 26/12 a expressiva marca de 117.203 pts.
2- a Taxa Selic, que iniciou 2019 em 6,5%, fecha o ano em 4,5% ao ano. E a Taxa de Inflação, que está em 3,59% fechará 2019 abaixo da meta (4,25%).
3- O ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS de 2019, previsto em R$ 139 bilhões, deverá fechar o ano em torno R$ 80 bilhões. Ou seja, o déficit poderá ser menos da metade do projetado pela meta oficial.
TAXA DE DESOCUPAÇÃO
4- Hoje, 27, o IBGE divulgou a Taxa de Desocupação da População, quanto ao trimestre setembro/novembro, apresentando 11,2%, ou seja, 0,7 pp ante o trimestre anterior. Detalhe: o resultado é o menor do ano e desde o segundo trimestre de 2016, quando a taxa estava em 11,3%.
5- A GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL pelo CAGED foi de 99 mil postos de trabalho, quase o dobro do número esperado pelo mercado e o maior valor desde novembro de 2010. De janeiro a novembro, o país registrou a geração de 948.344 novos empregos formais. O saldo é o maior para o período em seis anos (desde 2013).
REFORMAS
6- A REFORMA DA PREVIDÊNCIA da União foi aprovada e vários governos estaduais estão tratando de fazer o mesmo. Dez estados já aprovaram alguma versão da reforma da previdência neste final de ano e cerca de 8 estados já encaminharam suas propostas.
7- Aprovação da nova LEI DAS AGÊNCIAS REGULADORAS; CADASTRO POSITIVO; ANÚNCIO DO ACORDO UNIÃO EUROPEIA/MERCOSUL; NOVO MARCO REGULATÓRIO PARA O SETOR DE GÁS; NOVO MARCO REGULATÓRIO (por enquanto na Câmara Federal) DO SANEAMENTO.
8- Foi dada a largada para um ousado PLANO DE PRIVATIZAÇÕES, CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES. Muita coisa já aconteceu e muito mais já está AGENDADO para acontecer em 2020.
BNDES E FGTS
9- O Conselho do BNDES mudou radicalmente a política de renda variável do banco, abrindo espaço para redução expressiva carteira de R$ 120 bilhões do BNDESPAR ao longo dos próximos três anos.
10 - O governo mudou, em 2019, a política de remuneração e saques do FGTS. A rentabilidade do fundo passará agora a ser distribuído para todas as contas individuais, foi criado o saque imediato de R$ 500 por conta ativa e inativa, e o saque aniversário anual em alternativa à sistemática de saque por rescisão do contrato de trabalho, que permitirá a retirada de parte do saldo da conta do FGTS anualmente, no mês do aniversário do trabalhador.
LEI ANTICRIME
Ontem, ao tomar conhecimento de que o presidente sancionou a LEI ANTICRIME com a manutenção do -JUIZ DE GARANTIA-, fiquei com a nítida impressão que os problemas causados pela queda que sofreu, na noite da última 2ª feira, 23, num dos banheiros do Palácio do Alvorada, não foram devidamente detectados pela ressonância magnética, a qual se submeteu.
PERSONALIDADE DA DÉCADA
Ora, da mesma forma como Bolsonaro, em assuntos de ECONOMIA, ouve o ministro Paulo Guedes e sua ótima equipe, o mínimo que poderia se esperar é que em temas de JUSTIÇA o presidente ouvisse o competente ministro Sérgio Moro. Principalmente, se levar em conta que Moro foi eleito, pelo jornal britânico -Financial Times-, como uma das 50 personalidades da década.
FANTÁSTICA DESPESA PÚBLICA
Pois, para desespero geral, ao sancionar a Lei ANTICRIME, o presidente Bolsonaro simplesmente IGNOROU o ministro Sérgio Moro ao manter, inexplicavelmente, a criação do JUIZ DE GARANTIA. Além de desagradar pesadamente o ministro da Justiça, ao manter o absurdo, Bolsonaro cria uma fantástica despesa para os cofres públicos.
ONDE REINA A INDECÊNCIA
Mais: por incrível que pareça, o aumento da despesa de salários com os novos juízes não será pouca. Afinal, é na folha de salários do setor judiciário que reina, de forma absoluta, a maior indecência de todo o setor público. E agora, com o JUIZ DE GARANTIA, figura que praticamente inexiste neste vasto interior do nosso país, as contratações vão arruinar ainda mais as contas públicas. Pode?
MALDITA QUEDA!
Como se vê, numa só tacada, o presidente Jair Bolsonaro desagradou, com a mesma intensidade, o ministro Sérgio Moro e o ministro Paulo Guedes. Ou seja, o exame de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA não foi capaz de detectar os males que a queda do presidente vai provocar nos bolsos dos pagadores de impostos com a eufórica DESPESA com os novos JUÍZES DE GARANTIA. Maldita queda!
ÉPOCA DE RENOVAÇÃO DA ESPERANÇA
O Natal, independente de religião, crença e das grandes, visíveis e palpáveis transformações que ano após ano o mundo mostra, de forma ostensiva, notadamente provocadas por fantásticos avanços tecnológicos, os terráqueos seguem firmes e comprometidos com a velha tradição de sempre se deixar levar, de corpo e alma, pelo sentimento mágico de RENOVAÇÃO DA ESPERANÇA.
ATMOSFERA SAUDÁVEL
Pois, embriagado por esta saudável atmosfera é visível o quanto o povo brasileiro curtiu o ano de 2019 envolvido pelo manto da BOA ESPERANÇA que se faz presente, com a mesma intensidade, na noite de Natal e nos dias que antecedem a entrada do Ano Novo.
ENTÃO É NATAL!
Assim, a mensagem que entendo mais adequada para esta véspera de Natal é a conhecida letra da música da cantora Simone - ENTÃO É NATAL!- , que diz assim:
Então é natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem souber o que é o bem.
QUE SEJA FELIZ QUEM SOUBER O QUE É BEM
Então é Natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom Natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho pra paz afinal.
Então bom Natal e um Ano Novo também.
Que seja feliz quem souber o que é o bem.
FELIZ NOITE DE NATAL!
Plenamente atingido pelo maravilhoso clima natalino também me deixo levar pela mágica tradição. Envolvido pelo manto da tradição desejo, de coração, a todos os leitores, familiares, amigos e seguidores, assim como aos fiéis anunciantes do Ponto Crítico, uma verdadeira, fértil e muito feliz NOITE DE NATAL!
MOMENTO PARA AVALIAR E DEFINIR METAS
À exceção daqueles que trabalham no comércio, que de antemão estão bastante satisfeitos com o ímpeto demonstrado pelos consumidores, os poucos dias que restam para o encerramento de 2019 são dedicados aos festejos de Natal e de Ano Novo. Ainda assim é o bom momento para fazer o balanço do ano que finda e propor metas novas para o ano que vai nascer.
PRESIDENTE DÁ NOTA 7 PARA SEU GOVERNO
Pois, começando com o balanço feito pelo presidente Bolsonaro, na entrevista que concedeu ontem ao programa -Poder em Foco-, parceria do SBT com o jornal digital Poder 360, o mesmo deu NOTA 7 para o seu primeiro ano de governo. A nota só não foi melhor por duas razões: 1- falta de ARTICULAÇÃO POLÍTICA com alguns setores da sociedade; e, 2- inexperiência de alguns ministros. Já para 2020, o presidente espera conceder, no mínimo, uma NOTA 8 ao seu governo.
RODRIGO CONSTANTINO
Já sob o olhar crítico do pensador Rodrigo Constantino, com o qual concordo em gênero, número e grau, o governo Bolsonaro encerra o ano com nota final entre 7 e 8.
Eis aí parte do texto/balanço feito pelo pensador, que está publicado na Gazeta do Povo de hoje :
PAULO GUEDES
- A economia, incluindo a infraestrutura, é o grande carro-chefe do governo Bolsonaro. Paulo Guedes, o seu Posto Ipiranga, foi o grande acerto do presidente, que não só apostou nele como lhe concedeu autonomia.
Guedes montou uma equipe de primeira, com viés técnico e liberal, escalando craques como Salim Mattar, Paulo Uebel, Adolfo Sachsida e tantos outros, e juntos conseguiram aprovar importantes mudanças, como a MP da Liberdade Econômica, a venda de ativos estatais na casa de cem bilhões de reais, a liberação do FGTS etc...
TARCÍSIO DE FREITAS
- Tarcísio Gomes de Freitas é outro incansável trabalhador e a pavimentação de inúmeras rodovias com atração de capital privado tem sido sua marca registrada. Menos burocracia, maior abertura comercial, privatizações, estancar a sangria fiscal, descentralizar os recursos por meio do federalismo, essa tem sido a tônica do governo na economia, levando a sério o slogan Menos Brasília Mais Brasil. Bolsonaro, como técnico do time, tem mérito e precisa ser reconhecido por isso.
SÉRGIO MORO
- A maior conquista, desnecessário dizer, foi a REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Muitos achavam que era melhor aproveitar o projeto do governo Temer, que previa redução de gastos de meio trilhão em dez anos. O governo, com apoio amplo do Parlamento, entregou o dobro! E isso foi o principal fator para permitir a queda acentuada dos juros, em seu patamar mínimo histórico (enquanto a Bolsa vai fechando em seu nível recorde).
A segunda grande estrela, em pé de igualdade com Guedes, é Sergio Moro, claro. E entregou resultados. A queda de mais de 20% na taxa de homicídios tem ligação direta com medidas tomadas por seu ministério, em parceria com governos estaduais. O projeto anticrime está avançando no Congresso, ainda que desidratado. A imprensa achou que Moro cairia faz tempo, mas ele segue firme e forte, para desespero dos corruptos.
EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E CIÊNCIA
- Mesmo em áreas mais polêmicas, como a Educação e o Meio Ambiente, não acho que Bolsonaro tenha errado tanto. O MEC peca por sua gestão, mas o Enem deu certo e o combate à doutrinação ideológica é desejável, ao contrário do que prega boa parte da imprensa.
E Ricardo Salles tem sido alvo de muito ataque ideológico também, gente que gostaria de ver um governo histérico com o aquecimento global, sendo que Salles entende, corretamente ao meu ver, que as prioridades são outras, como o saneamento e problemas locais, e o desenvolvimento econômico não precisa conflitar com a preservação do meio ambiente.
Damares Alves também tem méritos por comprar brigas ideológicas em sua pasta e tentar resgatar o bom senso e a ciência, como a biologia, em meio a tanta ideologia de gênero e lixo "progressista".
Assim, eu daria uma NOTA ENTRE 7 e 8 para esse primeiro ano. O próprio Bolsonaro, de forma humilde, deu-se uma nota 7, por reconhecer que está numa curva de aprendizado.
Sem Título
RESPIRAÇÃO SEM APARELHOS
Quem se dispõe a fazer uma análise correta e bem pesada daquilo que o governo Bolsonaro pretendia entregar, ao longo deste primeiro ano de mandato, dificilmente deixará de reconhecer que o Brasil fecha 2019 mostrando que está em processo de recuperação. O resultado do teste de respiração já indica a partir de 2020 o uso de aparelhos, aos quais estava confinado desde o início do século, deve ficar para trás.
SALDO POSITIVO
Mesmo que muito daquilo que o governo (Executivo) planejou para 2019 não obteve a mesma compreensão por parte da maioria dos deputados e senadores (Legislativo); e outras acabaram sepultadas na cova do Judiciário, o ano vai terminando com saldo positivo e cheio de boas perspectivas para 2020.
NÃO CONFUNDIR COM MENSAGEM NATALINA
Atenção: as boas expectativas que ANTEVEJO para 2020 não devem ser confundidas com as costumeiras mensagens que são trocadas nesta época, no mundo, onde os votos de FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO, de forma automática, aparecem em todas elas independente dos reais sentimentos de cada remetente.
AGENDA DE CONCESSÕES
O que realmente me leva a ACREDITAR, e não ficar apenas no DESEJO, que 2020 garante que será ótimo para a economia do nosso país é a AGENDA. Vejam, por exemplo, que na área de infraestrutura, comandada pelo excelente ministro Tarcísio Freitas, já estão agendadas as realizações de 44 leilões de -CONCESSÃO-, de estradas, portos e aeroportos.
AGENDA DE PRIVATIZAÇÕES
Além disso, como revelou o secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, na entrevista concedida ao jornal Valor, o processo de PRIVATIZAÇÕES ganhará velocidade em 2020. -Hoje a União tem participação em 627 empresas. Em 2019, conseguiu sair de 67. No ano que vem, o governo quer deixar de estar em mais de 120 empresas. Mas o número pode saltar para mais de 300 se sair a venda da Eletrobrás e suas cerca de 210 subsidiárias, caso o Congresso autorize a privatização no primeiro quadrimestre do ano.
FAST TRACK
Mattar, ao longo da entrevista, admite que o processo neste ano foi lento, reflexo da curva de aprendizado da atual equipe econômica e das amarras que o Estado impõe para dificultar a desestatização. Por isso, promete apresentar ao Congresso em fevereiro projeto que cria o chamado “fast track” (via rápida) das privatizações. Na lista de metas a cumprir em 2020 está se desfazer de participação direta minoritária da União em 57 empresas.
OTIMISTA COM CAUSA
Esta é a diferença entre o OTIMISMO SEM CAUSA e o OTIMISMO COM AGENDA. Somando estas duas AGENDAS - CONCESSÕES e PRIVATIZAÇÕES - com a REFORMA TRIBUTÁRIA, a LEI DO SANEAMENTO (já aprovada na Câmara), a REFORMA ADMINISTRATIVA, etc., que também estão AGENDADAS, tudo leva a crer que 2020 será um ANO MUITO PRÓSPERO.