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02 jan 2020

MELHORA NÃO É CURA


FUTURO

Entre tantas mensagens que recebi nesses últimos dias, todas repletas de votos de um ótimo e promissor 2020, as quais agradeço e retribuo em dobro a todos os leitores e familiares, não foram poucas aquelas que fizeram questão de lembrar que ao longo das últimas duas décadas, este foi, enfim, o final de ano que me manifestei de forma claramente OTIMISTA quanto ao futuro do nosso empobrecido Brasil.


ANO PARA CONSERTAR

Pois, antes que vejam o meu OTIMISMO como algo típico dos ingênuos, que confundem -DESEJO- com -REAL POSSIBILIDADE-, me apresso em esclarecer que sempre estive plenamente consciente, tanto do número de doenças que atacam os tecidos do nosso empobrecido Brasil quanto do alto grau de gravidade de quase todas.

Ou seja, não vejo 2020 como ANO DE SOLUÇÕES, mas como um período em que muitos CONSERTOS serão feitos.  


A MELHORA AINDA NÃO É A CURA

Portanto, este meu confessado OTIMISMO quanto ao futuro do nosso país, que grande parte dos leitores do Ponto Critico percebeu corretamente, é resultante direto do TRATAMENTO que o governo está aplicando para que o fragilizado organismo Brasil recupere, no seu devido tempo, um pouco da abalada saúde. Assim, pelo que aconteceu em 2019 sigo confiante de que muita coisa poderá ser consertada em 2020 e seguintes.

ATENÇÃO:  -  A MELHORA ESPERADA não significa CURA DEFINITIVA.


PERVERSO DIAS TÓFFOLI

Pois, sem deixar o meu OTIMISMO de lado, ou  muito comprometido, mesmo que não tenha ficado minimamente surpreso devo confessar que, no apagar das luzes de 2019, a decisão do sempre PERVERSO presidente do STF, ministro Dias Tóffoli,  ao suspender o efeito da resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, que reduziu os valores do seguro DPVAT, me deixou pra lá de revoltado. 


DPVAT SOA COMO DEPRAVAÇÃO

A propósito, a sigla DPVAT, pelos efeitos safados que produz tanto para os proprietários de veículos automotores quanto para os acidentados, mais parece uma forma simplificada de DEPRAVAÇÃO. Ora, como o adjetivo substantivo masculino DEPRAVADO é sinônimo de DEGRADADO; CORRUPTO; DEGENERADO; PERVERSO,  aí já temos algo para definir a ESTÚPIDA suspensão da resolução do CNSP.   


INTERESSES DIVERSOS

O fato é que o STF tomou mais uma decisão absolutamente CONTRÁRIA AO INTERESSE POPULAR e absolutamente FAVORÁVEL AO INTERESSE DAS EMPRESAS SEGURADORAS. Mais: interferiu ferozmente no ambiente do Executivo. Observem que a péssima instituição tornou sem efeito: 1- a Medida Provisória  que extinguiu o seguro obrigatório DPVAT e o DPEM a partir de 2020; e, 2- o efeito da resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados. Pode?



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31 dez 2019

2019 - PASSANDO A RÉGUA


PAÍS DO FUTURO

Inicio este último editorial de 2019 cheio de vontade, cercado de um elevado grau de certeza, de que tudo de bom que já está agendado para acontecer ao longo de 2020 se traduza em resultados reais e capazes de fazer do nosso Brasil o sempre ambicionado PAÍS DO FUTURO.


CAMINHO PAVIMENTADO

Aliás, quem se dispõe a olhar, através das janelas que revelam, numericamente, o comportamento dos ÍNDICES e COTAÇÕES utilizados para medir o desempenho das mais diversas atividades, verá, com absoluta clareza,  que os resultados registrados no final de 2019 nos fazem acreditar, sim, que a pavimentação do caminho que leva ao CRESCIMENTO e DESENVOLVIMENTO já se mostra em boas condições para poder suportar o tráfego pesado que as economias pujantes exigem.


REFORMAS

Vejam que neste final de ano, bem diferente dos anteriores, os festejos não estão concentrados no desempenho de um ou outro INDICADOR/ATIVO. Ao contrário: todos eles estão fechando 2019 de forma altamente positiva. Mais: se o povo brasileiro seguir exigindo a realização das REFORMAS, aí o viés de melhora se acentua de forma muito vigorosa.


PONTA A PONTA

Já que estamos falando de comportamentos de ÍNDICES  e COTAÇÕES, eis aí a evolução -ponta a ponta- (base início e base fim de 2019), dos principais ATIVOS, do tipo que se mostram sempre presentes no dia a dia dos noticiários, tanto nacional quanto internacional:


ÍNDICES E COTAÇÕES

1- O ÍNDICE BOVESPA - cuja pontuação mede o comportamento dos preços as AÇÕES MAIS LÍQUIDAS negociadas na -B3-, fechou 2019 com ALTA de 31,58%;

2- A TAXA BÁSICA (SELIC), que iniciou em 6,5% ao ano, fechou o ano em 4,5%. Queda notável de 2 pontos percentuais. 

3- A INFLAÇÃO, medida pelo IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -, deve fechar 2019 (o índice oficial só será conhecido mais adiante) em torno de 3,98%, ou seja, abaixo da META de 4,25%.  


DÓLAR

4- O DÓLAR - cotação que a mídia, com enorme e equivocado estardalhaço anunciou ter saído do controle do governo, fechou ontem R$ 4,01. Como se vê, a ALTA de 3,5%,não passou de um verdadeiro traque. Mais: por ter ficou  abaixo da taxa de INFLAÇÃO, quem comprou a moeda americana por R$ 3,86 no início do ano fecha 2019 com  PREJUIZO.  Que tal?


A CEREJA DO BOLO

Para encerrar este último editorial de 2019 cheio de bons motivos para festejar deixei para este último bloco a cotação do importante - CDS - Credit Default Swap-, instrumento que mede o nível do -RISCO BRASIL- no mercado financeiro internacional. 

Vejam que no dia 31/12/2018, a cotação do CDS BRAZIL -5 YEARS- estava em 207,7 pontos. Hoje, 31/12/2019, a cotação está em 99,1 pontos. Fazendo uma conta rápida, este espantoso recuo da pontuação do RISCO BRASIL é de exatos 52,29%.  

Ora, se há bons e fortes motivos para festejar o encerramento de 2019, estou certo de que 2020 reúne excelentes condições para ser ainda melhor.

Portanto, que venha 2020 carregado de muita ESPERANÇA E FELICIDADE.

FELIZ ANO NOVO, meus caros leitores!



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30 dez 2019

COMEÇA A NOVA DÉCADA -2020/2030-


APOSTANDO NA DÉCADA

O ano de 2019, depois de muitos anos de comprovada AMARGURA ECONÔMICA, pelo grau de confiança e esperança que habita os ambientes daqueles com os quais mais me relaciono, está chegando ao fim em clima de elevado ALTO ASTRAL. Este sentimento dá a dimensão correta do quanto boa parte do povo brasileiro está apostando, não apenas em 2020, mas na década 2020/2030 que começa dentro de dois dias.


REFLEXÕES E PROJEÇÕES

Aproveitando o momento, que se presta, tanto para as devidas reflexões daquilo que foi possível colher ao longo do ano que se encerra quanto para fazer projeções responsáveis e/ou cabíveis no espectro da ilimitada e eterna ESPERANÇA, eis aí a análise feita pelo pensador e economista Paulo Rabello de Castro - 2020: O QUE NÃO ESTÁ GARANTIDO - : 


ESPERANÇAS RENOVADAS

Há esperanças renovadas em torno de 2020. Recente levantamento do LIDE - Grupo de Líderes Empresariais - indica que as expectativas do setor privado voltaram a encostar no nível de 2010, último ano realmente muito bom nos últimos dez anos.

As vendas e o emprego têm condição de surpreender acima do que hoje preveem os principais analistas. A razão é bem simples: não há nada de errado com a ECONOMIA PRODUTIVA. A inflação é baixa, o câmbio é muito competitivo e, pela primeira vez, o Banco Central se permitiu ajustar os juros para seu nível normal. O ano de 2020 espelhará todos esses aspectos favoráveis - alguns inéditos - conjugados para permitir um salto no crédito. 


PRÓXIMO DE ZERO

A economia brasileira poderia crescer mais de 5% em 2020. Em parte, seria mera reação estatística aos níveis deprimidos de produção e emprego, na década que agora se encerra. Se o PIB de 2020 crescer na faixa esperada de 2,5%, ainda assim o crescimento médio do período de 2014 até 2020 será um número próximo a zero.

O País perdeu mais uma década e nenhuma investigação a fundo questionou isso. Portanto, se a economia surpreender com até 5%, será mais por reação de um corpo saudável brigando contra uma doença do que por mérito especial da terapia. Esta continua onde sempre esteve.


INVESTIMENTO BAIXO

O governo governa os outros mas se governa bastante mal. O rigor que aplica ao setor privado com impostos e burocracia não encontra paralelo na complacência que aplica a seu próprio déficit fiscal primário, fonte da incapacidade do governo de investir e de repactuar as dívidas da Federação. O baixíssimo investimento federal e a inapetência do governo de chamar os Estados para um acerto definitivo do seu endividamento são os fatores impeditivos de uma retomada produtiva em grande escala do Brasil.


DÉFICIT PÚBLICO

O apelo às privatizações tampouco funcionou este ano para tapar o buraco das contas públicas. A venda da riqueza do pré-sal apenas amenizou o rombo federal em 2019. Mas não houve ataque frontal a nenhum problema público de maior gravidade, nem mesmo o da Previdência, cujo déficit continuará agravado em 2020, apesar de toda promessa de uma economia multibilionária em anos futuros.
 


A RAIZ

Na raiz de tudo está uma coisa só: o governo continua sendo o extrator de recursos dos segmentos produtivos, seja empresas ou famílias, que pagam o preço amargo de sustentar a máquina mortífera em que se transformou o Estado brasileiro. O remédio, portanto, não é privatizar esta ou aquela estatal, mas questionar toda e qualquer despesa mal feita ou fora do lugar. O Estado não tem mecanismos para isso. O governo, embora de orientação liberal, ainda não soube lidar com essa questão de como combater a máquina pública que trabalha para si mesma e não para benefício da expansão dos empregos e oportunidades produtivas.

O impasse dentro do governo esteve estampado na sua dificuldade de definir e empurrar para frente a reforma das reformas, ou seja, a reforma dos impostos. Isso não é por acaso. Dentro do ventre do governo há uma resistência poderosa contra qualquer suposta ameaça às receitas públicas que sustentam a máquina. O governo invisível não ajuda o ministro Guedes a definir qual reforma tributária se quer aprovar, afinal. Nisso, o Congresso e os governos estaduais parecem mais dispostos a enfrentar os riscos naturais de uma mudança fiscal para valer. O governo invisível em Brasília não topa arriscar nada. Por isso se fala de novo numa reforma tributária fatiada em quatro etapas, a perder de vista. É o mesmo papo da era Dilma e Temer repetido - por incrível que pareça - pelo grupo político que se diz a encarnação de seu oposto total. Mas não há surpresa nisso. É a máquina funcionando por trás do governo Bolsonaro da mesma forma que decidia por Dilma ou Temer, e seus ministros. É o mesmo Brasil, ano após ano, a nos recordar que somos um país dominado pelos grupos que dominam o Estado para garantir seus próprios soldos e vantagens. Idem, em maior ou menor grau, nos Estados da Federação. Este é o problema nacional intocado. O resto é consequência.

Embora improvável, esperamos ser surpreendidos por um 2020 em que, por primeira vez, não sejamos governados pelas consequências. Essa surpresa é a única parte do cenário 2020 que pode, de fato, representar novidade. É a única parte, aliás, que não está garantida.
 



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27 dez 2019

À ESPERA DOS FRUTOS DE 2020


NA ESPERA DE UMA BOA COLHEITA

Encerradas as festas de natal, as atenções se voltam, com grande intensidade, para uma boa despedida de 2019, que se encerra recheado de fartas expectativas de que o tão esperado 2020 se consagre como o ano em que muito daquilo que foi semeado até agora resulte em bons e muitos desejados frutos. 


REPLETO DE REALIZAÇÕES

A rigor, quem se dispõe a olhar com razoável atenção para o ano de 2019 (faltam apenas quatro dias para acabar), verá, independente de boa ou má vontade com o governo, que o período encerra repleto de realizações. Eis aí apenas 10 pontos exemplares: 


B3, SELIC E ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS

1- O Índice da Bolsa de Valores (B3), que em 26 DE DEZEMBRO DE 2015 - (meses antes do impeachment da neocomunista Dilma Rousseff) registrava 39.728 pts, e iniciou 2019 em 87.880 pts, atingiu, ontem, 26/12 a expressiva marca de 117.203 pts.

2- a Taxa Selic, que iniciou 2019 em 6,5%, fecha o ano em 4,5% ao ano. E a Taxa de Inflação, que está em 3,59% fechará 2019 abaixo da meta (4,25%).

3- O ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS de 2019, previsto em R$ 139 bilhões, deverá fechar o ano em torno R$ 80 bilhões. Ou seja, o déficit poderá ser menos da metade do projetado pela meta oficial.


TAXA DE DESOCUPAÇÃO

4- Hoje, 27, o IBGE divulgou a Taxa de Desocupação da População, quanto ao trimestre setembro/novembro, apresentando 11,2%, ou seja, 0,7 pp ante o trimestre anterior. Detalhe: o resultado é o menor do ano e desde o segundo trimestre de 2016, quando a taxa estava em 11,3%.

5- A GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL pelo CAGED foi de 99 mil postos de trabalho, quase o dobro do número esperado pelo mercado e o maior valor desde novembro de 2010. De janeiro a novembro, o país registrou a geração de 948.344 novos empregos formais. O saldo é o maior para o período em seis anos (desde 2013).


REFORMAS

6- A REFORMA DA PREVIDÊNCIA da União foi aprovada e vários governos estaduais estão tratando de fazer o mesmo. Dez estados já aprovaram alguma versão da reforma da previdência neste final de ano e cerca de 8 estados já encaminharam suas propostas.

7- Aprovação da nova LEI DAS AGÊNCIAS REGULADORAS; CADASTRO POSITIVO; ANÚNCIO DO ACORDO UNIÃO EUROPEIA/MERCOSUL; NOVO MARCO REGULATÓRIO PARA O SETOR DE GÁS; NOVO MARCO REGULATÓRIO (por enquanto na Câmara Federal) DO SANEAMENTO.

8- Foi dada a largada para um ousado PLANO DE PRIVATIZAÇÕES, CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES. Muita coisa já aconteceu e muito mais já está AGENDADO para acontecer em 2020.


BNDES E FGTS

9- O Conselho do BNDES mudou radicalmente a política de renda variável do banco, abrindo espaço para redução expressiva carteira de R$ 120 bilhões do BNDESPAR ao longo dos próximos três anos. 

 10 - O governo mudou, em 2019, a política de remuneração e saques do FGTS. A rentabilidade do fundo passará agora a ser distribuído para todas as contas individuais, foi criado o saque imediato de R$ 500 por conta ativa e inativa, e o saque aniversário anual em alternativa à sistemática de saque por rescisão do contrato de trabalho, que permitirá a retirada de parte do saldo da conta do FGTS anualmente, no mês do aniversário do trabalhador.



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26 dez 2019

A MALDITA QUEDA NO BANHEIRO


LEI ANTICRIME

Ontem, ao tomar conhecimento de que o presidente sancionou a LEI ANTICRIME com a manutenção do -JUIZ DE GARANTIA-, fiquei com a nítida impressão que os problemas causados pela queda que sofreu, na noite da última 2ª feira, 23, num dos banheiros do Palácio do Alvorada, não foram devidamente detectados pela ressonância magnética, a qual se submeteu. 


PERSONALIDADE DA DÉCADA

Ora, da mesma forma como Bolsonaro, em assuntos de ECONOMIA, ouve o ministro Paulo Guedes e sua ótima equipe, o mínimo que poderia se esperar é que em temas de JUSTIÇA o presidente ouvisse o competente ministro Sérgio Moro. Principalmente, se levar em conta que Moro foi eleito, pelo jornal britânico -Financial Times-, como uma das 50 personalidades da década.


FANTÁSTICA DESPESA PÚBLICA

Pois, para desespero geral, ao sancionar a Lei ANTICRIME, o presidente Bolsonaro simplesmente IGNOROU o ministro Sérgio Moro ao manter, inexplicavelmente, a criação do JUIZ DE GARANTIA. Além de desagradar pesadamente o ministro da Justiça, ao manter o absurdo, Bolsonaro cria uma fantástica despesa para os cofres públicos. 


ONDE REINA A INDECÊNCIA

Mais: por incrível que pareça, o aumento da despesa de salários com os novos juízes não será pouca. Afinal, é na folha de salários do setor judiciário que reina, de forma absoluta, a maior indecência de todo o setor público. E agora, com o JUIZ DE GARANTIA, figura que praticamente inexiste neste vasto interior do nosso país, as contratações vão arruinar ainda mais as contas públicas. Pode?


MALDITA QUEDA!

Como se vê, numa só tacada, o presidente Jair Bolsonaro desagradou, com a mesma intensidade, o ministro Sérgio Moro e o ministro Paulo Guedes. Ou seja, o exame de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA não foi capaz de detectar  os males que a queda do presidente vai provocar nos bolsos dos pagadores de impostos com a eufórica DESPESA com os novos JUÍZES DE GARANTIA. Maldita queda!



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24 dez 2019

ENTÃO É NATAL!


ÉPOCA DE RENOVAÇÃO DA ESPERANÇA

O Natal, independente de religião, crença e das grandes, visíveis e palpáveis transformações que ano após ano o mundo mostra, de forma ostensiva, notadamente provocadas por fantásticos avanços tecnológicos, os terráqueos seguem firmes e comprometidos com a velha tradição de sempre se deixar levar, de corpo e alma, pelo sentimento mágico de RENOVAÇÃO DA ESPERANÇA.


ATMOSFERA SAUDÁVEL

Pois, embriagado por esta saudável atmosfera é visível o quanto o povo brasileiro curtiu o ano de 2019 envolvido pelo manto da BOA ESPERANÇA que se faz presente, com a mesma intensidade, na noite de Natal e nos dias que antecedem a entrada do Ano Novo.


ENTÃO É NATAL!

Assim, a mensagem que entendo mais adequada para esta véspera de Natal é a conhecida letra da música da cantora Simone - ENTÃO É NATAL!- , que diz assim:  

Então é natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem souber o que é o bem.


QUE SEJA FELIZ QUEM SOUBER O QUE É BEM

Então é Natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom Natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho pra paz afinal.
Então bom Natal e um Ano Novo também.
Que seja feliz quem souber o que é o bem.


FELIZ NOITE DE NATAL!

Plenamente atingido pelo maravilhoso clima natalino também me deixo levar pela mágica tradição. Envolvido pelo manto da tradição desejo, de coração, a todos os leitores, familiares, amigos e seguidores, assim como aos fiéis anunciantes do Ponto Crítico, uma verdadeira, fértil e muito feliz NOITE DE NATAL! 



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