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12 fev 2026

UM NOVO TITANIC A CAMINHO?


NOTÍCIA MENTIROSA

Antes de tudo, a título de INFORMAÇÃO VERÍDICA E INQUESTIONÁVEL, no início desta semana, tão logo o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,33% em janeiro, e com isso, no acumulado de 12 meses, a inflação passou a 4,44%, -TODOS os veículos de comunicação - os mesmos que -juram de pés juntos- que não divulgam FAKE NEWS-, noticiaram -MENTIROSAMENTE- que a ALTA DE PREÇOS FOI PUXADA PELOS COMBUSTÍVEIS, que subiram 2,14%, -destaque para gasolina (+ 2,06%), o etanol (+ 3,44%), o óleo diesel (+0,52%) e o gás veicular (+0,20%)-. 


A BEM DA VERDADE

Pois, a BEM DA VERDADE, A -ALTA DO IPCA DE JANEIRO- NÃO DEVE NEM PODE, EM HIPÓTESE ALGUMA, SER ATRIBUÍDA AOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS. O VERDADEIRO E ÚNICO -VILÃO DA INFLAÇÃO DE JANEIRO- TEM NOME E SOBRENOME: O ESTÚPIDO AUMENTO DA ALÍQUOTA DO ICMS SOBRE GASOLINA, DIESEL E GÁS DE COZINHA, IMPOSTO CRIMINOSAMENTE PELOS GOVERNOS ESTADUAIS NO INÍCIO DE 2026.


DECLARAÇÃO ESTRANHA...

Feito este necessário esclarecimento, uma outra notícia que merece ser comentada e/ou opinada, diz respeito à seguinte -DECLARAÇÃO MAIS DO QUE ESTANHA- proferida ontem pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante painel na CEO Conference do BTG Pactual:  -O BANCO CENTRAL É UM TRANSATLÂNTICO E NÃO UM JET SKI.


TITANIC

Ora, em meio a grande TURBULÊNCIA SEM FIM, promovida pelos sérios desdobramentos da QUEBRA BILIONÁRIA DO BANCO MASTER, que o próprio Banco Central, POR RAZÕES AINDA NÃO ESCLARECIDAS, ADIOU -IRRESPONSAVELMENTE A DECRETAÇÃO DA LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL-, o que me veio imediatamente à lembrança é que o TITANIC TAMBÉM ERA UM TRANSATLÂNTICO. E, como todos sabem, FOI À PIQUE NA SUA VIAGEM INAUGURAL EM ABRIL DE 1912, RESULTANDO EM CERCA DE 1500 mortes, além de enormes e incalculáveis prejuízos econômico/financeiros.  



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11 fev 2026

FUTEBOL E CARNAVAL JÁ ERAM...


PERCEPÇÃO CLARA

O nosso empobrecido Brasil, mais do que sabido e percebido, até poucos anos atrás era visto por todos como -PAÍS DO FUTEBOL E DO CARNAVAL-. Entretanto, a partir do exato momento que -LULA PETISTA- assumiu o governo, esta PERCEPÇÃO começou a perder espaço e, em seu lugar, de forma fulminante e certeira, entrou, para valer, a -CORRUPÇÃO E A IMPUNIDADE-. 


TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL

A situação, mais do que preocupante, é que esta CLARA PERCEPÇÃO acaba de ser relatada pela TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL -organização anticorrupção sediada em Berlim voltada ao combate da CORRUPÇÃO E AS ATIVIDADES CRIMINOSAS LIGADAS A ATOS CORRUPTOS. Em 2025, para quem não sabe, o Brasil REPETIU A SEGUNDA PIOR NOTA (35 pontos, numa escala de 0 a 100) da série histórica e CONTINUOU NA 107ª POSIÇÃO, entre 182 países avaliados pelo IPC -Índice de Percepção da Corrupção-.


PRÓXIMO RELATÓRIO

Ora, como LULA e seus seguidores entraram em 2026 com os PÉS E MÃOS NO ACELERADOR DA CORRUPÇÃO E DA IMPUNIDADE, uma coisa já é mais do que certa: no próximo RELATÓRIO DA TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL, que será divulgado no início do próximo ano, referente a 2026, o BRASIL deverá figurar como concorrente direto à ÚLTIMA POSIÇÃO entre os 180 países analisados.  


REUNIÃO DE COBRANÇA

Para quem não tem mínima dúvida de que o GRANDE COMPROMISSO DOS GOVERNOS DE ESQUERDA, além de MENTIR E ROUBAR, É DESTRUIR A ECONOMIA, tão logo o presidente LULA tomou conhecimento do conteúdo do RELATÓRIO DA TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL, tratou de reunir seus diletos colaboradores querendo saber onde o governo falhou, pois o compromisso que foi fechado no início de seu governo era colocar, impiedosamente, o BRASIL NA 180ª e ÚLTIMA POSIÇÃO no ranking da CORRUPÇÃO. Um erro imperdoável, não?



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10 fev 2026

EFEITOS DO FIM DA ESCALA 6 X 1


PROJETOS INDECENTES

Ontem, 09, com forte apoio da MÍDIA POPULISTA, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) as duas estúpidas PECs -Propostas de Emenda à Constituição- que preveem o -FIM DA ESCALA DE TRABALHO 6 X 1-: uma, da deputada do PSOL, Erika Hilton; outra, do deputado PETISTA, Reginaldo Lopes. 


LEI NÃO ALTERA O QUE O TRABALHADOR PRODUZ

Pois, em primeiríssimo lugar, bem antes de começarem as discussões na CCJ é mais do que importante que os deputados, os senadores e todos aqueles que atuam no mercado, quer seja na condição de empregados, empregadores ou consumidores, tenham sempre em mente que -LEI ALGUMA É CAPAZ DE ALTERAR O QUE O TRABALHADOR PRODUZ. Ponto!


VIA DE NEGOCIAÇÃO E NÃO DE LEGISLAÇÃO

Em segundo lugar, no mesmo nível de importância, faz-se necessário informar aos -deputados e senadores- que as CONTRATAÇÕES, SALÁRIOS e BENEFÍCIOS DEMANDADOS E/OU OFERTADOS pelos agentes do MERCADO DE TRABALHO (empregados e empregadores) devem ser regidos e estabelecidos, por todo o sempre, pela VIA DA NEGOCIAÇÃO e não por LEGISLAÇÃO. Esta premissa, aliás, é um PILAR CENTRAL da REFORMA TRABALHISTA DE 2017 (Lei 13.467). Essa abordagem defende que CONVENÇÕES E ACORDOS COLETIVOS (entre sindicatos e empresas) TENHAM PREVALÊNCIA SOBRE A CLT -Consolidação das Leis do Trabalho-, permitindo MAIOR FLEXIBILIDADE NAS RELAÇÕES DE TRABALHO. 


ALTAMENTE PREJUDICIAL

Partindo dessas inequívocas premissas, todos aqueles que desenvolvem o RACIOCÍNIO LÓGICO sabem que -REDUZIR, POR LEI, A ESCALA DE TRABALHO-, sem a menor sombra de dúvida, que -O FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM ALTERAÇÃO DE SALÁRIO-, AO INVÉS DE PROTEGER O TRABALHADOR VAI PREJUDICÁ-LO SUBSTANCIALMENTE. Mais ainda os trabalhadores das pequenas e médias empresas.


PRODUTIVIDADE

Como todos, sem exceção, sabem muito bem (exceto a TURMA DO PSOL E DO PT), a PRODUTIVIDADE BRASILEIRA É HISTORICAMENTE BAIXA E ESTAGNADA, COM CRESCIMENTO MUITO INFERIOR AOS DE PAÍSES DESENVOLVIDOS, RESULTANDO EM UM TRABALHADOR QUE GERA MENOS VALOR POR HORA TRABALHADA (cerca de 25% do TRABALHADOR AMERICANO), por conta de notória BAIXA QUALIFICAÇÃO E BUROCRACIA EXCESSIVA.


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: ANTES DE PERTENCER -PENSE-!, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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09 fev 2026

ESTADO DE TORPOR


PEITO ABERTO

Em vários lugares do mundo, onde TIRANOS CORRUPTOS resolveram MANDAR, DEMANDAR e ACONTECER de acordo com seus próprios interesses e/ou de seus parentes e amigos, a história escancara que até os cidadãos menos corajosos resolveram ENCARAR DE PEITO ABERTO A SITUAÇÃO, pouco se importando com os riscos que certamente viriam a enfrentar. 


CACHORRO QUE LATE NÃO MORDE

No nosso empobrecido país, muito por conta da ÍNDOLE DO POVO BRASILEIRO, que se caracteriza pela -CORDIALIDADE, RESILIÊNCIA EXCESSIVA, ELEVADO SENSO DE HUMOR E, PRINCIPALMENTE, PELA CRENÇA DE QUE TUDO SE FARÁ DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS, os TIRANOS E OS CORRUPTOS PINTAM E BORDAM CONVENCIDOS DE QUE O BRASILEIRO EM GERAL AGE E REAGE DE ACORDO COM O DITADO POPULAR -CACHORRO QUE LATE NÃO MORDE-. Ou seja, É CAPAZ DE FAZER AMEAÇAS, MAS NÃO TOMA ATITUDES PRÁTICAS. 


POVO MANSO

Pois, mesmo sabendo que o POVO BRASILEIRO É MANSO e como tal NÃO OFERECE O MENOR RISCO DE VIR A PRATICAR ATOS DE INSURREIÇÃO, o presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, Edson Fachin, anunciou, na sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, na semana passada, que a ministra Cármen Lúcia será a relatora da proposta de um CÓDIGO DE ÉTICA DO TRIBUNAL. Que tal?  


PADRÕES DE CONDUTA

Ora, sem a menor sombra de dúvida, quando se faz necessário a proposição de um CÓDIGO DE ÉTICA NO STF há que se admitir que o STF escancara aos QUATRO CANTOS DO MUNDO QUE A MAIORIA DOS MINISTROS DA SUPREMA CORTE TOMA DECISÕES ONDE OS PADRÕES DE CONDUTA NÃO TÊM COMPROMISSO ALGUM COM A ÉTICA. Ou seja, tudo leva a crer que o CÓDIGO PROPOSTO POR FACHIN NÃO CONTEMPLA O QUE SE ENTENDE POR ÉTICA. 


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: VOCÊ NÃO ESTÁ COM O MESMO NOJO QUE EU?por Paulo Polzonoff. Confira aqui: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar.



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06 fev 2026

CLIMA GLOBAL E EFEITO ESTUFA


RESFRIAMENTO GLOBAL

Nesses dias de CALOR INTENSO na América do Sul e um FRIO DE MATAR na América do Norte e Europa, o que mais vem a lembrança é o discutível -AQUECIMENTO GLOBAL-, fenômeno que a grande maioria dos AMBIENTALISTAS e, principalmente a MÍDIA, não suportam, minimamente que alguém possa discordar. 

Pois, a propósito dessas FALSAS NARRATIVAS, o professor Luiz Carlos B. Molion, graduado em Física pela Universidade de São Paulo (1969), PhD em Meteorologia pela University of Wisconsin, Madison (1975), com pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Institute of Hydrology, Wallingford, UK (1982), achou por bem voltar a este intrigante tema para explicar, calmamente, que a -TENDÊNCIA DO CLIMA É DE RESFRIAMENTO GLOBAL NOS PRÓXIMOS 10 ANOS-. Eis o que diz o professor:  


CONHECEDORES DA MATÉRIA

Existe muita gente bem-intencionada no que concerne a mudanças climáticas, aquecimento global e conservação do meio ambiente. No entanto, sem conhecimento algum, nem raciocínio crítico sobre o que ouve falar e sobre o que fala ou escreve. Tais pessoas simplesmente repetem o que ouviram de outras consideradas “conhecedoras da Ciência do Clima”. 

Por outro lado, muitos dos que se dizem conhecedores da matéria, também têm interesses próprios e nem sempre estão dispostos a revelar as limitações e incertezas do conhecimento atual sobre o tema.


CONFUSÃO TEMÁTICA

Não se pode confundir “mudanças climáticas” com conservação ambiental. São temas muito distintos!  A conservação ambiental é necessária para que a espécie humana continue a sobreviver neste Planeta, independentemente de o clima se aquecer ou se resfriar. Mudanças climáticas têm ocorrido naturalmente ao longo dos milhões de anos e mudanças globais se processam independentemente das ações humanas. 


GEE E EFEITO-ESTUFA

O efeito-estufa é definido como sendo o processo físico pelo qual gases constituintes minoritários da atmosfera, absorvem a radiação infravermelha térmica (IV), emitida pela superfície terrestre, que irradia ao ser aquecida pelo Sol. A hipótese é que a radiação IV absorvida pelos Gases de Efeito Estufa é reemitida em direção à superfície, e sua retenção a manteria aquecida. 

Embora não haja comprovação, propala-se que o aumento da concentração do GEE reduziria a perda da radiação IV, emitida pela superfície para o espaço exterior, aumentando a temperatura do Planeta. Daí a necessidade de se reduzirem as emissões dos GEE. Com efeito, a atmosfera terrestre é constituída de nitrogênio (N2=78%), oxigênio (O2=21%) e argônio (Ar=0,9%)- que não absorvem IV, enquanto os GEE estão presentes em minúsculas concentrações, medidas em partes por milhão por volume (1 ppmv= 0,0001%), como a do CO2 igual a 390 ppmv (0,039%), a do CH4 igual a 1,7 ppmv e a do N2O igual a 0,33 ppmv. 

Teoricamente, o GEE mais importante é o vapor d’água (H2O? = umidade atmosférica) que é produzido principalmente pela evaporação dos oceanos, e tem concentração variável com o tempo e espaço, chegando a 4% por volume (40.000 ppmv) em regiões oceânicas tropicais.  Porém, o vapor d’água não é considerado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), porque se torna difícil convencer as pessoas que o H2O? seria produzido pelas atividades humanas... Os GEE restantes, ao contrário, têm algum tipo de ligação com as atividades humanas - e, portanto, podem ser culpados pelo aquecimento global. 


GEEs E SUA INSIGNIFICÂNCIA

Demonstra-se, a seguir, que, à exceção do H2O, os GEE não têm papel significativo no efeito-estufa, e o aumento de suas emissões e concentrações não interfere no clima global, não havendo emergência climática e urgência ou necessidade de reduzir suas emissões.

Um gás, cujas moléculas tenham mais de 3 átomos (poliatômico), que é o caso dos GEE, absorve radiação IV por meio de vibração e rotação de suas moléculas. 

Ao absorver um quantum de IV, a molécula se excita, roda ou seus átomos vibram em torno do centro de massa, e ela passa para um estado energético mais elevado. 

Porém, vibração e rotação são resultantes da transformação da energia radiante (IV), absorvida em energia mecânica de vibração/rotação. A Física Quântica comprova que o decaimento da molécula excitada para seu estado básico de energia, se dá primeiramente por meio de choques inelásticos e não por emissão de IV, sendo o processo de perda por choques inelásticos 10 mil vezes mais eficiente que o decaimento por emissão radiativa. 

Em volta de cada molécula de CO2, que é o GEE que se apresenta em maior concentração, existem pelo menos 2.600 moléculas de outros gases, como N2, O2 e Ar. Ao vibrar e rodar, a molécula de CO2 se choca com essas outras moléculas e transfere, para elas, a energia de excitação, contribuindo para um aquecimento do ar que é minúsculo, imensurável e, portanto, desprezível, uma vez que sua concentração é ínfima. Ora, se a molécula de CO2 perde sua energia por choques, ela não pode emitir energia que já não mais possui. Se o fizesse, estaria violando a Lei da Conservação da Energia! O mesmo processo ocorre com o CH4 e N2O, cujas concentrações são bem mais inferiores à do CO2. 

Então, a afirmação que “os GEE absorvem radiação IV e emitem em direção à superfície terrestre, aquecendo-a”, é deveras questionável. Assim, o papel dos GEE no efeito-estufa, como descrito pelo IPCC, além de questionável, é improvável. 


RADIAÇÃO E MASSA DE AR

A radiação IV medida na superfície, proveniente da atmosfera, é emitida pela mistura gasosa denominada “ar”, pois o ar possui “massa”.  Um metro cúbico de ar pesa 1,2 kg a 20°C. Quando ar se aquece, ele emite radiação IV de acordo com a Lei de Stefan-Boltzmann, como faz todo corpo com temperatura acima do zero absoluto. 

Não são apenas os GEE que emitem IV e, sim, o ar e sua umidade, composto quase que totalmente (99,9%) de N2, O2, Ar e H2O?.

Outro argumento, de mais difícil compreensão, é que os GEE são seletivos, absorvendo apenas em algumas faixas ou bandas de absorção estreitas de IV. 

As do CO2 estão localizadas na região espectral de comprimentos de onda de 4,3 μm e 15 μm. As bandas de absorção do CH4 em 3,3 μm e 7,5 μm e, as do N2O, em 4,5 μm e 7,9 μm (1 μm =milionésima parte do metro). 

A superfície emite o máximo fluxo de radiação IV em 10 μm e emite muita pouca energia na região espectral dos comprimentos de onda, em torno de 4 μm e após 20 μm. 

Portanto, embora os GEE sejam bons absorvedores nas bandas localizadas em torno de 4 μm, como a emissão da superfície da Terra é pequena nessa parte do espectro, a radiação IV absorvida é ínfima e não tem impacto na temperatura global. 

O H2O? apresenta uma forte e larga banda de absorção, um continuum, centrada em 6,3 μm e bandas de rotação a partir de 16 μm. A radiação IV emitida nas bandas de absorção do CH4 em 7,5 μm e a do N2O em 7,9 μm, já é absorvida pelo H2O? , pois sua concentração é muito mais alta que a desses GEE uma vez que o poder de absorção aumenta com a densidade do gás absorvedor. 

A concentração do CH4, por exemplo, teria que aumentar de 20 mil vezes para ter efeito comparável ao do H2O?. 

Logo, esses gases não contribuem significativamente para aquecer o ar. 

Resta a banda de absorção do CO2 em 15 μm. Estimativas de absorção pelo CO2 nessa banda mostraram que a concentração atual desse gás já é suficiente para absorver toda radiação IV emitida nesse comprimento de onda nos primeiros 10 metros da atmosfera. Dobrar a concentração de CO2, que é o pior cenário climático futuro do IPCC, aumentaria a absorção em apenas 3 W/m2, correspondente a um aumento da temperatura global inferior a 0,5°C da temperatura global. Por exemplo, William van Wijngaard e William Happer, em 2019, confirmaram essas conclusões já obtidas por vários outros cientistas. 

Em adição, sobre os oceanos tropicais, a banda de absorção rotacional do H2O?, entre 16 μm e 50 μm, parece ser mais eficiente em absorver IV nessa parte do espectro eletromagnético do que a banda de 15 μm do CO2 em função de a concentração de H2O? ser cerca de 100 vezes maior que a do CO2 .

Geopolítica, eletricidade e agropecuária

Considere-se o caso dos GEES emitidos pela geração de energia elétrica e atividades agropecuárias - notadamente dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxidos de nitrogênio ( NxOy ), na intensificação do erroneamente chamado “efeito-estufa” e consequente aquecimento global. 

Como acima detalhado, o aumento das emissões dos chamados GEE produzidos pela queima de combustíveis fósseis, atividades agropecuárias e lagos artificiais, não aqueceriam o Planeta, pois esses GEE não têm papel importante no efeito-estufa. 

Faz 27 anos que a temperatura média global está estável, enquanto a concentração desses gases tem aumentado. O CO2, por exemplo, aumentou cerca de 5% nesse período.  Há uma grande hipocrisia quando se fala em reduzir as emissões, como nas Conferências das Partes [COP], cuja trigésima edição será no Brasil em 2025. 

Na Alemanha, termelétricas foram postas novamente em funcionamento, já que as energias renováveis, solar e eólica, não conseguem suprir as necessidades do país. 

O Japão, depois do acidente de Fukushima em 2011, desativou a maior parte das nucleares e, agora, está usando termelétricas a carvão. 

Na COP 26, em Glasgow, Escócia (2021), o primeiro ministro da Índia, Narendra Modri, recusou-se a acabar com o uso do carvão mineral na geração de energia elétrica, sob o argumento que, em seu país, 3% da população ainda não tem acesso a esse bem. Os combustíveis fósseis ainda são a maneira mais prática e barata para gerar energia elétrica confiável, firme e segura. Se assim é, esses países estão conscientes que vão emitir mais CO2 à medida que a população e a economia crescem? 

É claro que estão! Mas, o importante para eles é bem estar social e crescimento econômico e não o "aquecimento global". 

Assim, ou parece que vários países - com grande carga teórica e científica - não estão preocupados com o aumento dos GEE, ou sabem que os GEE não controlam o clima global. 


CONCLUSÃO

Não se nega que houve um aquecimento global entre 1976 e 2005.  Diverge-se, porém, quanto à sua causa, que na opinião deste autor foi natural e resultante da redução da cobertura global de nuvens em 5%, e da maior frequência de eventos El Niño - muito fortes - e que, sabidamente, liberaram enormes quantidades de calor para a atmosfera, a ponto de aquecê-la globalmente.  A tendência do clima, no entanto, é de resfriamento global nos próximos 10 anos. 

A pergunta que fica é: se os GEEs, emitidos pela agropecuária e pela geração de energia elétrica, não interferem no clima global, a quem interessa a redução de suas emissões?



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05 fev 2026

OS OTIMISTAS NÃO VEEM O ABISMO


TRISTE REALIDADE

Mais do que sabido, pouquíssimas pessoas compreendem e/ou se interessam por -notícias, comentários e opiniões- sobre o que acontece no complicado ambiente econômico do nosso empobrecido Brasil. Some-se aí o fato -marcante- de que a maioria dos jornalistas escalados para cobrir o noticiário econômico confunde -sistematicamente- CAUSA com EFEITO, o que resulta em desinteresse e/ou desconhecimento ainda maior. 


OTIMISMO SEM CAUSA

Pois, enquanto milhões de brasileiros EMBALADOS PELO -OTIMISMO- acreditam piamente que combatendo os EFEITOS as CAUSAS DESAPARECEM, aqueles que, COM BASE REAL E CONSCIENTE, veem o crescimento de ADVERSIDADES INCONTESTÁVEIS, que implicam em BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO,  acabam sendo criticados e/ou rotulados como PESSIMISTAS, do tipo que não merecem ser ouvidos, lidos ou assistidos. 


PARTICIPAÇÃO NO PIB MUNDIAL

Dentro desse clima de desinteresse motivado pelo -PREGUIÇOSO OTIMISMO SEM CAUSA-, pouquíssimos brasileiros são capazes de entender que o BRASIL TEM PERDIDO PARTICIPAÇÃO NA ECONOMIA MUNDIAL NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, segundo informaram, com farta base numérica, alguns especialistas que foram consultados pelo CNN MONEY, onde TODOS apontam que -ENTRAVES FISCAIS, BAIXA PRODUTIVIDADE E O ELEVADO CUSTO DO ESTADO- AJUDAM A EXPLICAR POR QUE O PAÍS VEM ENCOLHENDO NO PIB GLOBAL. 


BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO

FATO: segundo dados do BANCO MUNDIAL, entre os anos 1980 e 1990, a -PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO PIB MUNDIAL- saiu de 2,96% para mais de 3,5%. Nos anos seguintes, o indicador praticamente não avançou, oscilando entre 3,2% e 3,4%. Entretanto, em 2023, a FATIA DO BRASIL NO PIB GLOBAL DESPENCOU PARA 2,08%.

Um dos principais fatores por trás desse desempenho é a BAIXA PRODUTIVIDADE DO TRABALHO. Segundo Lucas Ferraz, ex-secretário de Comércio Exterior do governo, o BRASIL CORRE O RISCO DE VER A RENDA PER CAPITA ESTAGNAR OU ATÉ RECUAR SE NÃO CONSEGUIR PRODUZIR MAIS COM A MESMA FORÇA DE TRABALHO.


A CAUSA É O ESTADO

Na real, a despeito do que pensam os OTIMISTAS, o ESTADO É IMENSO E CAUSA UMA DISTORÇÃO TRIBUTÁRIA ENORME. Se uma EMPRESA QUER CRESCER, PAGA MUITO IMPOSTO E FICA DIFÍCIL ABSORVER MELHOR TECNOLOGIA, diz Fabio Kanczuk, diretor de Macroeconomia do ASA e ex-diretor do Banco Central. Mais: a AGENDA FISCAL PESA DEMASIADAMENTE SOBRE O DESEMPENHO ECONÔMICO. A ampliação de BENEFÍCIOS SOCIAIS, O CUSTO DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO E O PESO DOS JUROS estão entre os fatores que elevam os GASTOS FEDERAIS, PRESSIONAM A DÍVIDA E MANTÉM OS JUROS EM PATAMAR ELEVADO, O QUE DESESTIMULA INVESTIMENTO E REDUZ A COMPETITIVIDADE DO PAÍS. 

Esse ciclo ajuda a explicar por que outras economias avançaram mais rapidamente. Nos últimos 25 anos, a CHINA viu seu PIB crescer 518%. Países como Vietnã, Índia e Bangladesh registraram expansão superior a 200% no mesmo período. Até o Cazaquistão, entre os últimos do grupo, teve crescimento de 183%.


ABISMO

O que mais impressiona é que o presidente LULA ainda quer acabar -rapidamente- com a ESCALA 6 X 1, mantendo os salários intactos. Com isso, certamente, o BRASIL VAI CORRER AINDA MAIS RÁPIDO EM DIREÇÃO AO ABISMO. Que tal?


ESPAÇO PENSAR +

No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: UM ERRO PREVISÍVEL, MAS REINCIDENTE, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar



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