RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO
Dando seguimento à proposta de dar VOZ E ESPAÇO AOS -PENSADORES- que se propõem a produzir textos e/ou comentários voltados ao constante esclarecimento da importante -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- sobre os principais acontecimentos políticos, sociais e econômicos que interferem no nosso cotidiano onde a LÓGICA DE RACIOCÍNIO é pouco ou nada exercitada, reservei o EDITORIAL desta 6ª feira para compartilhar o ótimo texto -ESSE É O BRASIL NO QUAL VIVEMOS- produzido pelo pensador Roberto Rachewsky. Eis:
CORRUPÇÃO ENDÊMICA
Não tem outro jeito. Só existe um. Se quisermos acabar com a corrupção endêmica temos que acabar com a doença. A corrupção ora é sintoma ora é tratamento paliativo contra o grande mal que aflige a sociedade brasileira e todas aquelas onde o governo é hipertrofiado. A doença parece ser congênita, parece ser genética, mas não é. Ela é transmissível e pode ser curada. Essa doença atende pelo nome científico -COLETIVISMO ESTATISTA CORPORATIVISTA-. É COLETIVISMO porque ela transforma uma sociedade de indivíduos em uma pasta amorfa. É ESTATISTA porque ela se vale da coerção do estado. Ela é CORPORATIVISTA porque nessa massa amorfa se formam grupos de interesse específico, uns tentando obter ganhos imerecidos violando direitos alheios e outros tentando se defender daqueles.
RACIONALIDADE
Existe uma VACINA contra a doença, mas não contra os doentes afetados pelo mal. A vacina se chama RACIONALIDADE. Ela desenvolve a autoestima e virtudes que fazem os indivíduos se destacarem da massa amorfa e lutar por uma vida virtuosa na qual honestidade, integridade, produtividade, independência, justiça e orgulho próprio e merecido fazem parte. São essas virtudes que fazem com que cada um de nós rejeite e combata o mal que permite que o coletivo através do estado e do governo se imiscua nas nossas vidas retirando a nossa titularidade, a nossa liberdade, regulando, controlando e confiscando a nossa propriedade, sequestrando nossa capacidade de buscar a nossa felicidade como a cada um aprouver.
UMA SOCIEDADE COMPOSTA MAJORITARIAMENTE DE PARASITAS
A doença não nasce no governo. Ela começa no seio da sociedade. O governo apenas é o melhor instrumento para que aqueles na sociedade afetados pela doença satisfaçam seus vícios e perversões. Sim, precisamos separar o governo da economia como separamos da religião. Mas isso não vai acontecer enquanto não separarmos o governo da educação, da cultura, da ciência, da saúde, da previdência. O Brasil está tão doente que quase toda a população é dependente do governo. Quanto mais dependente formos do governo, maior será a corrupção. Esse é o Brasil no qual vivemos. Uma sociedade composta majoritariamente de parasitas.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: SOCIALISMO DE CNPJ ALHEIO, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
DERROTAS
Por tudo que estamos assistindo no dia a dia do nosso empobrecido Brasil, todos aqueles que muito por pura teimosia ainda resolvem -INVESTIR E PROSPERAR-, o atento GOVERNO LULA E SEUS DILETOS APOIADORES, sem dar mínima trégua, tratam de IMPOR todos os tipos de DIFICULDADES cujos resultados soam como indisfarçáveis DERROTAS.
YPÊ E A TAXA DAS BLUSINHAS
Concorrendo com o rumoroso CASO que envolve o desinfetante YPÊ, onde a estranha ANVISA -AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- orientou uma interrupção imediata do seu uso e logo após LIBEROU, mas -PASMEM- manteve a recomendação de NÃO UTILIZAR PRODUTOS YPÊ, o que significa uma DERROTA PARA O FABRICANTE, ontem, o presidente LULA, -DESTRUIDOR DA ECONOMIA- entrou em ação e, numa penada, REVOGOU A CHAMADA -TAXA DAS BLUSINHAS-.
CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR PARA EMPRESAS QUE ATUAM NO PAÍS
Ou seja, AO ZERAR A ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO DE 20% SOBRE ENCOMENDAS INTERNACIONAIS DE ATÉ 50 DÓLARES, LULA IMPÔS UMA GRANDE DERROTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS, uma vez que ESSAS EMPRESAS VOLTARAM A OPERAR COM CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR DO QUE A DOS ESTRANGEIROS. Que tal?
SOB A MIRA DO PETISTA DESTRUIDOR
Antes de tudo, para que não paire dúvida, ENTENDO QUE ZERAR IMPOSTOS É ALGO QUE DEVE SER SEMPRE MUITO FESTEJADO. NO CASO DA ELIMINAÇÃO DA-TAXA DAS BLUSINHAS- APENAS PARA COMPRAS INTERNACIONAIS É IMPOR UMA DERROTA HUMILHANTE E PRA LÁ DE DESONESTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS. Como bem refere o site da EXAME, a LOJA RENNER, a C&A e a RIACHUELO, por exemplo, sofreram GRANDES DERROTAS. Todas, certamente, estavam sob a mira do PETISTA DESTRUIDOR DE EMPRESAS QUE INVESTEM NO BRASIL.
VÉIO DA HAVAN
A HAVAN, outra grande empresa de varejo que também foi atingida em cheio deixou o empresário Luciano Hang, com razão, fortemente contrariado. Ao defender a IGUALDADE DE TRATAMENTO TRIBUTÁRIO entre produtos importados e nacionais, o VÉIO DA HAVAN disse -ser favorável à redução de impostos, mas que isso aconteça de FORMA IGUAL PARA TODOS. -Se vão tirar o imposto da entrada de produtos estrangeiros de até 50 dólares no Brasil, então que tirem igualmente dos produtos brasileiros. Não dá para aliviar para quem vem de fora e continuar sufocando quem produz, emprega e paga impostos no país”, afirmou.
CAPITAL POLÍTICO
Quanto mais leio e ouço a respeito do projeto de lei do GOVERNO LULA, que -ACABA COM A ESCALA 6x1 e DIMINUI A JORNADA DE TRABALHO PARA 40 HORAS SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO-, mais me impressionam os FALSOS ARGUMENTOS utilizados pela turma da esquerda em defesa da ESTUPIDEZ ECONÔMICA.
CUSTO ELEVADO
Mais ainda ao perceber que a maioria dos deputados e senadores não pretende arriscar o seu -CAPITAL POLÍTICO- ainda mais em ano de eleição. - Assim, tudo leva a crer que AS FAVAS JÁ ESTÃO CONTADAS, ou seja, pouco ou nada importa mostrar e explicar o ELEVADO CUSTO QUE CARREGA A ESTÚPIDA MEDIDA, COM SÉRIAS, GRAVES E EVIDENTES CONSEQUÊNCIAS.
ARGUMENTOS LÓGICOS / MATEMÁTICOS
Pois, mesmo sabendo que os meus ARGUMENTOS LÓGICOS E/OU MATEMÁTICOS batem de frente com as pretensões dos políticos que almejam ganhar votos dos eleitores cujos cérebros se abrem apenas para MEDIDAS POPULISTAS, volto a me manifestar por puro DEVER DE CONSCIÊNCIA.
Como tal, pela enésima vez volto a afirmar que -MATEMATICAMENTE- a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais significa uma DIMINUIÇÃO de 9% da CARGA DE TRABALHO. Para compensar essa perda e manter o mesmo nível de produção, a PRODUTIVIDADE deveria subir próximo de 10%. Simples assim.
PRODUTIVIDADE PÍFIA
A propósito, como bem assevera o economista Alan Ghani, de acordo com um ESTUDO RECENTE DA FGV, a PRODUTIVIDADE DA INDÚSTRIA CAIU 23% EM 30 ANOS. Já a PRODUTIVIDADE POR HORA TRABALHADA APRESENTOU QUEDA MÉDIA DE 0,9%, enquanto a CONSTRUÇÃO CIVIL apresentou redução de 0,4% a.a. Mais: numa comparação entre países, o Brasil ocupa a 94ª posição no ranking mundial de PRODUTIVIDADE da Organização Internacional do Trabalho (OIT), num total de 184 nações. Que tal?
ESPAÇO PENSAR+
NO ESPAÇO PENSAR+ de hoje: ESTELIONATO DA CLEMÊNCIA, por Alex Pipkin. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
COERENTES
Mais do que sabido, os -COERENTES- são aqueles cujas AÇÕES, PALAVRAS, DECISÕES PENSAMENTOS E VALORES ESTÃO SEMPRE EM CONSTANTE HARMONIA. Como tal são AUTÊNTICOS, AGEM DE FORMA ALINHADA COM SEUS PRINCÍPIOS E PRATICAM O QUE PREGAM, MANTENDO ASSIM UMA CONDUTA CONSISTENTE COM AQUILO QUE SEGUEM E/OU ACREDITAM.
ABANDONO DA COERÊNCIA
Pois, até sábado último, 09/05, um dia após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ter PROMULGADO A LEI DA DOSIMETRIA, que reduz penas dos condenados por -TENTATIVA DE GOLPE-, o até então sempre muito -COERENTE- MINISTRO DO STF, ALEXANDRE DE MORAES, abandonou a sua corriqueira LÓGICA que consiste em -TOMAR DECISÕES MONOCRÁTICAS DEFINITIVAS- E ACHOU POR BEM -SUSPENDER A LEI -DEVIDAMENTE APROVADA PELO PODER LEGISLATIVO-, afirmando que, por -SEGURANÇA JURÍDICA, o PLENÁRIO DA SUPREMA CORTE DEVE JULGAR AÇÕES QUE QUESTIONAM A LEI ANTES QUE ELA POSSA SER APLICADA.
MORAES O ILÓGICO
Como se vê, nitidamente, o ministro Alexandre de Moraes, até então sempre firme e COERENTE COM A SUA FORMA TIRÂNICA DE DECIDIR SOZINHO, MONOCRATICAMENTE, assumiu a postura totalmente INCOERENTE, comportamento típico daqueles que agem de -FORMA ILÓGICA OU CONTRADITÓRIA-, cujas AÇÕES, DECLARAÇÕES E AFIRMAÇÕES NÃO SE ENCAIXAM, INDICANDO ENORME DESARMONIA OU INCONSISTÊNCIA.
O DIREITO DE LEGISLAR
De qualquer forma, o fato é que desta vez o agora INCOERENTE ALEXANDRE DE MORAES preferiu jogar no colo do PLENÁRIO DO STF a DECISÃO de CONCEDER AO PODER LEGISLATIVO O DIREITO DE LEGISLAR. Ou seja, quer ver se seus pares são COERENTES NA TIRANIA OU NÃO. A ver...
REPASSE DE CUSTO INEVITÁVEL
Antes de tudo, para que não paire mínima dúvida, caso venha a ser aprovado o estúpido Projeto de Lei que acaba com a ESCALA 6 X 1- SEM REDUÇÃO PROPORCIONAL DE SALÁRIO-, uma coisa é mais do que CERTA: todos os empresários que pretendem manter em curso suas ATIVIDADES DE MANEIRA -FORMAL- serão OBRIGADOS A REPASSAR O AUMENTO DO CUSTO SALARIAL para os produtos e serviços que normalmente colocam em OFERTA NO MERCADO.
CERTEZAS EVIDENTES
Faço este alerta porque vários meios de comunicação apontam que o FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS -PODE- GERAR IMPACTOS DIRETOS (custo) PARA TRABALHADORES E EMPREGADORES. Ora, pelo andar da tramitação na Câmara e no Senado não cabe minimamente o uso do verbo -PODE-. A rigor estamos diante de CERTEZAS EVIDENTES, que vão desde o AUMENTO DE PREÇOS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS, AUMENTO DO DESEMPREGO FORMAL, FECHAMENTO DE EMPRESAS e/ou DESISTÊNCIA DE CONSUMO.
PALAVRA MÁGICA
Mais: volto a AFIRMAR, COM ABSOLUTA CONVICÇÃO, que TEMAS QUE ENVOLVEM -CONTRATOS DE TRABALHO- DEVEM SER ALVOS DE -NEGOCIAÇÃO- ENTRE AS PARTES ENVOLVIDAS-, QUER SEJA em âmbito INDIVIDUAL ou COLETIVO, VIA SINDICATOS. ESTA É A PALAVRA MÁGICA QUE PRECISA SE EXERCITADA. Portanto, de novo e para todo o sempre: ACEITAR A -LEGISLAÇÃO- É COISA DE POVO FRACO QUE DEPENDE DO GOVERNO -BENFEITOR-.
ESPAÇO PENSAR+
No ESPAÇO PENSAR+ de hoje: A IDEOLOGIA DO MEDO, por Percival Puggina. Confira: https://www.pontocritico.com/espaco-pensar
PENSAR+
Como integrante do PENSAR+, sociedade constituída por AUTODECLARADOS DEFENSORES DA LIVRE INICIATIVA E DO LIVRE MERCADO dispostos a PRODUZIR, DIVULGAR e COMPARTILHAR CONTEÚDOS sobre temas econômicos, políticos, culturais e sociais, faço muita questão de replicar artigos daqueles que comungam dos mesmos e claros princípios. Principalmente, quando os CONTEÚDOS se voltam para o esclarecimento da relação -CAUSA / EFEITO- quanto às propostas, sugestões e decisões governamentais, em todos os níveis.
A ECONOMIA DA MATURIDADE
No editorial de hoje, por exemplo, achei por bem replicar o seguinte CONTEÚDO, produzido pelo pensador Alex Pipkin, com o título -A ECONOMIA DA IMATURIDADE. Eis:
- Venderam-nos a tese sedutora de que a incerteza do mundo funciona como um salvo-conduto para a irresponsabilidade individual.
Sob o pretexto de um ambiente desigual e arriscado, consolidou-se uma visão na qual disciplina soa autoritária, mérito passou a carregar um constrangimento quase indecente e autonomia individual começou a ser tratada como sintoma de insensibilidade social. Conveniente, mas devastador.
CIDADÃO TUTELADO
O vocabulário foi sequestrado para acomodar a ineficiência. Trabalhar com afinco se transformou em “toxicidade”; competir passou a ser “agressividade”; e a ambição, esse motor silencioso de quase todo avanço civilizatório, agora parece exigir pedido formal de desculpas. Criamos uma gramática emocional que premia a fragilidade e pune o esforço, transformando resiliência em peça de museu.
O resultado é a substituição do adulto funcional pelo cidadão tutelado. Surge o “adulto-pet”, alguém que deve ser permanentemente protegido da frustração, da concorrência e do peso inevitável das próprias escolhas. Para administrar esse jardim de infância coletivo, expandiu-se o Estado terapêutico, cercado por burocratas, especialistas e pedagogos do coitadismo empenhados em convencer o indivíduo de que ele é incapaz de conduzir a própria vida sem supervisão emocional, tutela institucional e validação permanente.
O PROGRESSO
O detalhe mais curioso dessa engenharia moral é que seus maiores defensores costumam ser pessoas extremamente autônomas. Protegem ferozmente a própria liberdade enquanto vendem dependência alheia como virtude cívica. É a elite do freio ditando o ritmo para quem ainda tenta acelerar.
Ocorre que a realidade permanece indiferente às narrativas. O mercado não se comove com manifestos de autocomiseração enquanto empresas quebram, investimentos fracassam, escolhas produzem consequências financeiras e existenciais duras e a conta da irresponsabilidade silenciosamente vence, sem que nenhum eufemismo sociológico consiga renegociar os termos com a realidade.
Nenhuma sociedade prosperou ensinando seus cidadãos a terceirizar a responsabilidade pela própria existência. O progresso continua sendo filho do risco, do esforço e da capacidade de suportar o desconforto da incerteza. O resto costuma ser apenas retórica sofisticada para transformar dependência em virtude moral.
Não há uma brecha de dúvida. A conta dessa infantilização já começou a vencer há algum tempo.