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17 set 2019

CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO - CAPÍTULO 2


CAUSA INQUESTIONÁVEL

Inicio este 2º Capítulo da -CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO- partindo do pressuposto de que não há a menor dúvida de que a -CAUSA- da grave doença que vem destruindo, paulatinamente, as finanças do País, Estados e Municípios, INDEPENDENTE DE QUEM SEJA O GOVERNANTE DA VEZ, está na -DESPESA PÚBLICA- , como foi claramente apontada no editorial anterior.


REFÉNS DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS

Ainda que os responsáveis pelo CAOS das CONTAS PÚBLICAS não sejam os atuais governantes (assumiram em 2019) o fato é que isto não tem a menor importância. Até porque todos que se elegeram (País, dos Estados e dos Municípios), ao assumir se tornaram -REFÉNS- das DESPESAS OBRIGATÓRIAS. Ou seja, GOSTEM OU NÃO os escolhidos pelos eleitores estão condenados a cumprir o que manda a lei, independente da disponibilidade de recursos do Tesouro.


REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Considerando que a maior parte das tais DESPESAS OBRIGATÓRIAS, que consomem em torno de 95% da Receita Corrente Líquida, é destinada para o pagamento da FOLHA DE SALÁRIOS dos servidores -ATIVOS E INATIVOS-, há quem esteja apostando todas as fichas na aprovação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA como forma de obter o pretenso EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO.


LONGO PRAZO

Pois, para este enorme contingente de crentes, infelizmente dotados de POUCA VISÃO, informo que tudo aquilo que constar na REFORMA DA PREVIDÊNCIA, por melhor que venha a ser, só produzirá EFEITOS NO LONGO PRAZO. Até lá, independente do fato de que muitos brasileiros já estarão em outro mundo, as CONTAS PÚBLICAS (União, Estados e Municípios) continuarão brutalmente DEFICITÁRIAS.


DIREITOS ADQUIRIDOS E CLÁUSULAS PÉTREAS

O pior de tudo é que a grande maioria das tais -DESPESAS OBRIGATÓRIAS-, se mostram em forma de GASTOS COM PESSOAL, que estão plenamente garantidas pela CONSTITUIÇÃO NADA CIDADÃ por -DIREITOS ADQUIRIDOS-, blindados por -CLÁUSULAS PÉTREAS-. Isto significa que estas DESPESAS/DIREITOS só podem ser retirados se esta vontade for colocada numa NOVA CONSTITUIÇÃO.

DE NOVO: -DIREITOS ADQUIRIDOS- E -CLÁUSULAS PÉTREAS- não são passíveis de modificação por  PECs - Projetos de Emenda Constitucional. Só numa NOVA CONSTITUIÇÃO.


O CALOTE ESTÁ A CAMINHO

Como pode ser constatado, independente de questões ideológicas, enquanto não for atacada esta verdadeira -CAUSA- que provoca o constante a crescente CAOS FINANCEIRO, os recursos arrecadados dos pagadores de impostos jamais serão suficientes para brecar o crônico ROMBO DAS CONTAS PÚBLICAS.

Mais: usando os recursos obtidos com a venda de ativos para pagar -DESPESAS de PESSOAL, como pretende o governo do RS com a venda de ações do Banrisul, em pouco tempo não haverá mais nada para financiar os GASTOS DE GOVERNO. Ou seja, sem atacar o problema, não há como evitar o CALOTE.



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16 set 2019

CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO - CAPÍTULO 1


CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO

Da mesma forma como se fazem necessárias as CAMPANHAS DE VACINAÇÃO, que têm o propósito de imunizar e/ou impedir o avanço das doenças virais, vejo como necessário uma CAMPANHA com o  propósito de ESCLARECER onde se situa o REAL E GRANDE PROBLEMA que faz com que as FINANÇAS PÚBLICAS do País, dos Estados e dos Municípios se mantenham cada dia mais DEFICITÁRIAS.


O PROBLEMA ESTÁ NA DESPESA

Pelo que se ouve e lê nos meios de comunicação, muita gente, de forma pra lá de equivocada, dá demonstrações de que está convencida de que a SOLUÇÃO FINANCEIRA DO SETOR PÚBLICO passa, inicialmente, pelo equacionamento da DÍVIDA PÚBLICA e pelas PRIVATIZAÇÕES, quando, na real, o GRANDE PROBLEMA está na DESPESA PÚBLICA.


SANEAMENTO

Pois, esta CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO, que inicio hoje, está aberta para divulgar conteúdos produzidos por quem realmente estuda e se preocupa com o problema -DESPESA PÚBLICA- e, a partir daí propõe quais medidas precisam ser tomadas para um devido SANEAMENTO das CONTAS PÚBLICAS.


DÍVIDA PÚBLICA

Para começar, usando o Estado do Rio Grande do Sul (que não é diferente do que acontece na grande maioria dos Estados) como exemplo, vejam que a DÍVIDA PÚBLICA DO RS (que já supera R$ 73 BILHÕES), não é o grande PROBLEMA. Até porque  governo gaúcho, por força de liminar do STF, desde agosto de 2017, deixou de honrar as parcelas mensais da dívida renegociada com a União, e mesmo assim o ROMBO só aumenta.


DESESTATIZAÇÃO

No caso das PRIVATIZAÇÕES, por mais que seja necessária a venda de todas as estatais, por duas razões:

1- decididamente não é atribuição do Estado ser empresário; e,

2- sem investimentos que precisam ser aportados pelo acionista controlador -falido-, o patrimônio se desvaloriza e/ou perde valor,  não é aí que reside o PROBLEMA. 


NÃO RESOLVERIA O PROBLEMA

Vejam que, mesmo DESESTATIZANDO tudo que é de propriedade do Estado do RS, por mais que seja -IMPORTANTE e NECESSÁRIO- o valor obtido com a venda dos ativos não RESOLVE O PROBLEMA DAS FINANÇAS DO RS. Até porque se o montante for usado para CUSTEAR DESPESAS CORRENTES, o dinheiro se esgotará em pouco tempo; e/ou se for usado para abater parte da DÍVIDA, o impacto -atual- seria pequeno.


SEGUNDO CAPÍTULO

Como se vê, claramente, o real e grande problema está na DESPESA. Este assunto fica para o - CAPÍTULO 2- da CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO.  Aguarde.



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13 set 2019

REFORMA TRIBUTÁRIA NÃO É REFORMA FISCAL


CONFUSÃO

Por tudo que leio nas redes sociais percebo que um grande número de brasileiros confunde -REFORMA TRIBUTÁRIA- com -REFORMA FISCAL-. Pois, a título de esclarecimento, informo que a REFORMA TRIBUTÁRIA, que há muitos anos vem sendo discutida, tem como propósito SIMPLIFICAR o recolhimento dos impostos e não a REDUÇÃO DA CARGA TRIBUTÁRIA.


SURPREENDIDOS

Mais do que sabido, a tarefa de pagar impostos, além de muito complexa é extremamente dispendiosa para quem se aventura na arte de produzir qualquer mercadoria ou serviço. Mais: que até aqueles que se esforçam para fazer tudo que imaginam como correto, dentro da lei, não raro se veem surpreendidos por agentes fiscais da Fazenda Pública que interpretam as leis tributárias de forma totalmente diversa.


DUAS PROPOSTAS

Como os leitores devem estar lembrados, recentemente publiquei duas análises feitas pelo pensador Paulo Rabello de Castro a respeito das propostas de REFORMA TRIBUTÁRIA que estão sendo discutidas no Legislativo: uma, do economista Bernard Appy, que é defendida pelo deputado Baleia Rossi; outra, do ex-deputado e economista Luiz Carlos  Hauly, cujo projeto foi produzido pelo MBE -  Movimento Brasil Eficiente.


REDUZIR O CUSTO

Pois, independente daquilo que cada um defende, o fato é que ambas têm como objetivo tornar o recolhimento de impostos uma tarefa SIMPLES e, portanto, bem mais econômica para quem produz e consome. Esta pretendida SIMPLIFICAÇÃO, se atender aos princípios de bom senso e inteligência tributária pode DIMINUIR SUBSTANCIALMENTE os valores que são destinados para o cumprimento das obrigações fiscais.    


CUSTO ELEVADO

Observem que o Brasil, infelizmente, é o país onde se gasta mais tempo para lidar com a burocracia tributária no mundo. De acordo com recente relatório divulgado pelo Banco Mundial, as empresas brasileiras gastam, em média, 1.958 horas por ano para cumprir todas as regras do Fisco.

Mais: segundo pesquisa feita pelo IBPT -Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário- no ano de 2016, a estrutura de tecnologia e recursos humanos que as empresas precisam montar para lidar com a BUROCRACIA TRIBUTÁRIA consome cerca de 1,5% do seu faturamento anual. Isso significa um gasto de cerca de R$ 60 BILHÕES somente para calcular e pagar impostos.


SÓ A REFORMA TRIBUTÁRIA ESTÁ NO RADAR

Portanto, o que precisamos perseguir nesta pretensa REFORMA TRIBUTÁRIA é que ela produza a economia integral, tanto do TEMPO dispendido quanto no CUSTO FINANCEIRO. Se isto realmente acontecer, as mercadorias e serviços produzidos ficarão bem mais competitivos. 

Como se vê, o que está sendo discutido é apenas e tão somente a -REFORMA TRIBUTÁRIA-, que propõe uma necessária REDUÇÃO DE CUSTOS para o SETOR PRIVADO.

A também necessária -REFORMA FISCAL-, que deveria atacar o ELEVADO CUSTO DO SETOR PÚBLICO, infelizmente, não está no radar do Poder Legislativo.



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12 set 2019

A PEC 438 PRECISA DE APOIO


O PROBLEMA FISCAL É DESCONHECIDO

Recentemente, o IBGE publicou uma nota oficial dando conta de que a população brasileira está estimada em 209 milhões. Pois, deste enorme contingente, sem medo de errar, apenas pouco mais de 100 brasileiros enxergam o dramático, e sempre crescente, DÉFICIT DAS CONTAS PÚBLICAS, tanto da União quanto dos Estados e Municípios com olhos de preocupação.


ENDIVIDAMENTO PÚBLICO

A grande maioria dos brasileiros não sabe, por exemplo, que o ENDIVIDAMENTO PÚBLICO, que em julho deste ano atingiu a marca de 77% (fora os títulos que estão na carteira do BC), já garante que, em 2020, independente da REFORMA DA PREVIDÊNCIA (única que tem chance real de ser aprovada até o final de 2019), estará beirando os 85%.


EFEITOS NO LONGO PRAZO

Vale aí um esclarecimento, ainda que o universo dos habitantes do nosso empobrecido Brasil seguirá dando pouco ou nenhuma importância: - a economia que a REFORMA DA PREVIDÊNCIA propõe, ainda que deva ser festejada, não produzirá efeito no curto e médio prazos. Quando muito, no longo prazo.


DESPESAS DE PESSOAL

Vejam que enquanto o Estado brasileiro -União, Estados e Municípios- continuar refém das DESPESAS OBRIGATÓRIAS, que já beiram 96% do PIB, onde as DESPESAS DE PESSOAL DO SETOR PÚBLICO (ativos e inativos) representam a sua maior parte, a economia brasileira seguirá sufocada e impedida de crescer.


PEC 438

Se alguém imagina que o Brasil conseguirá sair desta enorme encrenca, que leva o nome de -DESPESAS OBRIGATÓRIAS-, sugiro que antes de tudo comece a ajudar o deputado federal Pedro Paulo (DEM-RJ) apoiando a PEC 438/2018.

Pela tal PEC 438/2018, quando as operações de crédito atingirem 95% das despesas de capital, o governo já poderá SUSPENDER REAJUSTES, CONCURSOS E CRIAÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS, além de LIMITAR BENEFÍCIOS FISCAIS.


PROPOSTA

Em caso de excesso de operações de crédito, que é a situação atual, o Executivo poderá também REDUZIR SALÁRIOS DOS SERVIDORES pelo prazo de um ano com redução de jornada; INTERROMPER O PAGAMENTO DO ABONO SALARIAL DO PIS/PASEP no ano seguinte; EXONERAR SERVIDORES NÃO ESTÁVEIS; e AUMENTAR A CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA, entre outras ações.


MÃOS À OBRA

Atenção: não estou dizendo que acredito que depois de aprovada (se é que isto vai acontecer) os governantes aplicarão a lei. Duvido. Entretanto, o que me resta neste momento, é apoiar a PEC 438 para que possa testar se os nossos governantes aplicarão a lei. Portanto, mãos à obra pela aprovação da PEC 438!



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11 set 2019

O ESPETÁCULO DO CIRCO DOS HORRORES


DAR PUBLICIDADE AO EVENTO

Da mesma forma como acontece com qualquer evento, para que o mesmo desperte interesse do público seus promotores tratam de dar ampla e repetitiva publicidade, com ênfase quanto ao tema, participantes, data, local e horário.  Assim, mesmo aqueles que não mostram interesse ao menos ficam sabendo da existência do evento.


CIRCO DOS HORRORES

Como o nosso Brasil todo - União, Estados e Municípios-, está no palco do CIRCO DOS HORRORES, com destaque monumental ao crescente ROMBO DAS CONTAS PÚBLICAS, o que nos resta é dar uma publicidade constante e repetitiva até que todos os brasileiros, independente da manifestação de interesse, saibam do quanto e como estão sendo prejudicados.


EVENTOS DIVERSOS

Observem que, diariamente, acontecem os mais diversos eventos voltados para expor as dificuldades terríveis que o Brasil mostra, de forma crônica, para  enfrentar, por exemplo, a ALTA CARGA TRIBUTÁRIA;  o já eterno BAIXO CRESCIMENTO; a elevada TAXA DE DESEMPREGO, etc. etc...


CONSEQUÊNCIAS

O que praticamente não se ouve nestes pra lá de corriqueiros eventos é que esses gravíssimos problemas, e outros mais, não passam de puras CONSEQUÊNCIAS. Ou seja, enquanto as CAUSAS não forem devidamente atacadas e DEBELADAS, o CIRCO DOS HORRORES, gostem ou não, seguirá em cartaz, apavorando os mais incautos.


DESPESAS OBRIGATÓRIAS

Volto, portanto, pela enésima vez, a lembrar que as DESPESAS PÚBLICA -OBRIGATÓRIAS-, ou seja, aquelas que os governantes não têm o menor PODER para cortar já estão na ordem de 95% do total arrecadado em impostos. A grande maioria delas, é importante repetir exaustivamente, é DESPESA DE PESSOAL (servidores ATIVOS E INATIVOS).


DESPESAS PASSÍVEIS DE CORTE

Assim, as DESPESAS DISCRICIONÁRIAS, ou seja, as únicas que os governantes têm o real PODER de cortar não passam de 5%. Detalhe importante: justamente aquelas despesas que são consideradas RELEVANTES para  o bem do sofrido povo brasileiro.


PARA TODO O SEMPRE

Resumindo: enquanto as DESPESAS OBRIGATÓRIAS seguirem BLINDADAS, não há como mudar o espetáculo que vem sendo apresentado, em número cada vez mais crescente de sessões diárias, no CIRCO DOS HORRORES. Ou tratamos de atacar as CAUSAS, ou vamos continuar indignados para todo o sempre.



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10 set 2019

DIAGNÓSTICO PERFEITO


16º FÓRUM DE ECONOMIA

Ontem, num dos painéis do 16º Fórum de Economia, organizado pela FGV, contou com a presença de economistas que participaram ativamente dos governos Lula e Dilma.


COMBATE AO LIBERALISMO

Pois, para surpresa geral, depois de tantos erros -PROVADOS E COMPROVADOS- cometidos por esses péssimos economistas -SOCIALISTAS-, cujo resultado, indisfarçável, se mostra através da enorme  TRAGÉDIA ECONÔMICA, eles entraram no palco, sem qualquer cerimônia e/ou arrependimento, com um claro propósito: criticar as propostas e decisões -LIBERAIS- defendidas por Paulo Guedes e sua equipe.  Eis aí o que alguns desses maus profissionais disseram: 


NELSON BARBOSA

O primeiro que se apresentou para desferir críticas duras contra a atual política econômica foi o economista da FGV Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda e do Planejamento no segundo governo Dilma Rousseff (2015-2016). Barbosa, espertamente, ainda que ninguém em sã consciência acreditou, atribuiu grande parte da crise econômica ao ajuste fiscal promovido desde o governo Michel Temer. Pode?

Mais: citou também a incerteza institucional e política que afasta investimentos do país, atribuindo a última ao governo Jair Bolsonaro. Segundo Barbosa, o país vive hoje um clima de "keeping up with the Bolsonaros", em referência ao seriado estrelado nos EUA pela família Kardashian. 


YOSHIAKI NAKANO

Outro, que entrou e saiu batendo, foi  economista Yoshiaki Nakano, também da FGV. Nakano disse que o Brasil faz um AJUSTE FISCAL DEMORADO e que não ataca a folha de pagamento do setor público.

"Eu vejo como solução fazer um ajuste fiscal muito rápido. Tem de mexer com salário de servidor público, demitir. Enquanto não mexer na folha de salário, a política fiscal não tem credibilidade".

Ora, será que Nakano desconhece que SERVIDORES PÚBLICOS, tanto ATIVOS quanto INATIVOS, são protegidos por LEIS PÉTREAS? Será que desconhece que uma vez admitido o servidor público só deixa a FOLHA DE PAGAMENTO depois de morto?


VIR À PÚBLICO

No meu entender duvido muito que alguém possa ter saído do evento convencido daquilo que disseram estes péssimos economistas. Aliás, quem produziu o CAOS deveria vir à público para, no mínimo, além de pedir desculpas por tudo que fez para colocar o nosso Brasil na lona, dizer que nunca mais exerceria o papel de economista.


DIAGNÓSTICO PERFEITO

Mudando de assunto, hoje pela manhã li, no Twitter, que o vereador Carlos Bolsonaro disse: - POR VIAS DEMOCRÁTICAS a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos... e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!

Pois, a rigor, ainda que muita gente esteja criticando, Carlos Bolsonaro simplesmente ACERTOU NO DIAGNÓSTICO.  Se alguém tiver alguma ideia de como resolver  DE FORMA DEMOCRÁTICA- o grande problema do Brasil, que consiste em DESPESA DE PESSOAL (ATIVOS E INATIVOS), que o diga.

Ah, sem esquecer que TAIS DESPESAS ESTÃO TOTALMENTE GARANTIDAS POR -DIREITOS ADQUIRIDOS- E -CLÁUSULAS PÉTREAS-.  Que tal?



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