DÓLAR LULA
Li, recentemente, um artigo informando que vários analistas do mercado financeiro veem o preço do dólar se elevando fortemente, frente ao real, podendo alcançar cotação entre R$ 4,00 e R$ 6,00, se Lula estiver perto de ser eleito, mais uma vez, presidente do nosso empobrecido Brasil.
2002
Pois, para complementar o que dizem os analistas, proponho uma comparação com o que aconteceu em 2002, quando Lula foi eleito presidente pela primeira vez. Naquele momento, vale lembrar, a cotação do dólar bateu nos R$ 4,00 e por ali ficou até que Lula, contrariando os seus apoiadores diretos, resolveu manter o tripé que produziu êxito ao Plano Real (meta de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal).
FORO DE SÃO PAULO
Pois, o que precisa ser considerado é que poucos brasileiros sabiam que Lula, junto como seu companheiro Fidel Castro, liderava a organização comunista -Foro de São Paulo-. Assim, simplesmente deram às costas para o PROGRAMA/CARTILHA- que continua sendo cuidadosamente aplicado nos países-membros do Foro de São Paulo.
MAIS CONHECIDO
Hoje, no entanto, ainda que a mídia aberta continue escondendo o mal que produziu a famigerada -Matriz Econômica Bolivariana-, criada e desenvolvida nos laboratórios do FSP, o fato é que Lula, além dos crimes de corrupção e tantos outros que comprovadamente cometeu, é reconhecido como defensor e apoiador do governo comunista da Venezuela, da Coreia do Norte, de Cuba, etc..
CHEFE DA QUADRILHA
Portanto, se Lula ainda se mostrava como uma certa incógnita em 2002, a partir do momento em que foi deflagrada a Operação Lava-Jato, em 17 de março de 2014, pela Polícia Federal, o ex-presidente Lula ganhou destaque nacional e internacional como o CHEFE DA QUADRILHA do maior caso de corrupção do nosso universo.
BOLÍVAR VENEZUELANO
Fica evidente, por todas as formas de raciocínio e análise, que com Lula novamente eleito presidente do Brasil, a cotação do dólar não deve ficar apenas entre 4 e 6 reais, como prognosticam os analistas consultados. No meu entender, pelo já conhecido currículo de Lula, a cotação da moeda americana tende ao infinito. Algo parecido com o que acontece com o bolívar venezuelano.
MONTANHA DE PROBLEMAS
A montanha descomunal de problemas, como a corrupção e inúmeras injustiças que se vê a olho nu por todos os cantos do nosso complicado Brasil, que foram se acumulando ao longo de várias décadas, poderia ser reduzida a um pequeno monte com um definitivo fim dos nojentos e injustos PRIVILÉGIOS. Todos!
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Mais: além de nojentos e totalmente injustos, os PRIVILÉGIOS, não importam os tipos, fazem com que UNS BRASILEIROS SEJAM MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS. O que, de antemão, fere frontalmente o que diz o Art. 5º da Constituição, onde se lê: -Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
ATO DE ESTUPIDEZ
Ora, se para qualquer cidadão tudo que consta na Constituição é para ser cumprido, o fato do ministro Dias Toffoli ter pedido vista (mais tempo) para estudar melhor o processo que trata das restrições do FORO PRIVILEGIADO foi visto pela sociedade que se declara indignada, como um intrigante ATO DE ESTUPIDEZ.
NOTÓRIO SABER
Pois, com toda a sinceridade, sem qualquer sentimento de surpresa, entendo que Toffoli agiu de forma coerente com a sua personalidade e insignificante sabedoria. Explico: quem faz dois concursos para juiz de primeiro grau e é reprovado em ambos, certamente não é alguém que possui NOTÓRIO SABER.
QUALIFICAÇÃO
Mesmo que o STF não abrigue um quadro de ministros muito qualificados para o cargo, a presença de Dias Toffoli faz da nossa Corte Suprema uma instituição pra lá de lamentável. O fato deste péssimo representante do Judiciário ter pedido vistas ao processo que trata do Foro Privilegiado, significa, claramente, que apenas ele ainda não se convenceu do terrível e comprovado mal que produzem os PRIVILÉGIOS.
CORTE DESMORALIZADA
Ao pedir vistas ao processo, Toffoli confirma a sua contribuição para fazer da Corte Suprema do nosso País uma Instituição desmoralizada e pobre. Ainda que tenha informado que devolveria o processo só no próximo ano, estou certo de que continuará sem saber do que se trata. Quem me leva a tanto é o seu próprio currículo, e não qualquer má vontade com o petista.
PICO DA NEBLINA
Quem se propõe a fazer um levantamento dos maiores problemas e situações que foram sendo criados para dificultar e/ou prejudicar a vida da maioria dos brasileiros, apenas os últimos 15 anos, não levará mais do que um par de dias para constatar que o acúmulo de injustiças e decisões erradas equivalente, em tamanho, ao Pico da Neblina, na Serra do Imeri (AM, tido como a montanha mais alta do Brasil).
TARJA PRETA
Entretanto, se o estudo se restringir a levantar apenas os maiores problemas que foram criados no mesmo espaço de tempo no Estado do Rio Grande do Sul, aí estou convencido de que o pesquisador, mesmo antes de concluir o levantamento, vai precisar de um tratamento psiquiátrico longo acompanhado de uma ministração de razoável quantidade de remédios de tarja preta.
CASE
O Rio Grande do Sul, indiscutivelmente, é o que de melhor existe para ser considerado, mundialmente, o maior -CASE- que explica a ESTUPIDEZ ADMINISTRATIVA de um Estado. Arrisco a dizer que, se bem estudado pelos maiores institutos ou laboratórios, acabará causando forte deterioração nos cérebros dos cientistas mais experientes.
UFANISMO
Com a intenção de ajudar no entendimento das razões que levam um povo a ser tão estúpido, a ponto de lutar pela preservação dos problemas que mais dificultam a sua vida, proponho que comecem a examinar a questão pelo lado do UFANISMO.
APEGO POR FRACASSOS
Bem diferente do sentimento de PATRIOTISMO E NACIONALISMO, o UFANISMO se revela, basicamente, pelo amor exagerado, que leva o portador a manifestar, claramente, estado doentio de grande arrogância. No Rio Grande do Sul este sentimento é, indiscutivelmente, o grande responsável pelo enorme apego que a maioria dos gaúchos tem por fracassos.
ESTADO INAPTO
Neste momento crítico e complicado, que em qualquer lugar do mundo haveria a tomada de soluções rápidas e muito efetivas, o povo, através de seus representates no Legislativo, dá às costas e não manifesta vontade alguma para tirar o RS da crise. Ao contrário: as exigências e apelos são por aumento do CAOS. Pode?
Sem saber mais o que fazer, o governo gaúcho foi informado pela subsecretaria de Relações Financeiras Intergovernamentais do Tesouro Nacional que o Estado do Rio Grande do Sul não está apto a entrar no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) que seria pactuado com a União. Segundo o documento, o Estado não atendeu na totalidade os requisitos necessários ao acordo. Que tal?
ESFORÇO
Quem acompanha o Ponto Critico sabe o quanto ( dez anos, no mínimo) me esforço para mostrar e explicar, de forma sempre muito insistente, que a CONDIÇÃO para levar o nosso empobrecido Brasil a ganhar a POSSIBILIDADE de um crescimento econômico DURADOURO depende de uma -cada dia mais urgente- REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
VOOS DE GALINHA
Como estamos diante de -mais uma- POSSIBLIDADE (ainda que pequena, a considerar a baixa disposição mostrada pela grande maioria dos deputados) de que algo consiga ser aprovado, volto a insistir: aprovar um REMENDO PREVIDENCIÁRIO, ainda que muitos estejam aplaudindo e aceitando como um bom passo, propõe a continuidade dos ESPASMÓDICOS crescimentos econômicos, mais conhecido como-VOOS DE GALINHA-.
PROJETO ENXUTO
De novo: por mais que muitos aceitem a aprovação de um projeto mais -ENXUTO- para se verem livres da encrenca, o que ninguém pode esquecer (ou deixar de saber) é que ENXUGAR significa não resolver o GRAVE, INJUSTO E CRÔNICO problema do DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO.
CAOS
Mais: neste divino momento, em que o CAOS ECONÔMICO se apresenta como o grande agente (anjo) a serviço da oportunização dos consertos de boa parte dos equívocos intencionalmente colocados na nossa lamentável Constituição de 1988, o fato de deixar de fazer a REFORMA DA PREVIDÊNCIA nada mais é do que a expressão de uma vontade explícita de permanecer no CAOS.
PROBLEMA FISCAL
Portanto, não se iludam, meus caros leitores. Por mais que os mercados estejam festejando a POSSIBILIDADE de algo ENXUTO vir a ser aprovado, o fato é que, sem resolver o GRAVE PROBLEMA FISCAL a economia não terá como se sustentar por muito tempo. Ou seja, logo logo (dois anos ou pouco mais), a imagem -figurada- do VOO DE GALINHA voltará a dar o ar (ou pulos) de sua graça.
DECISÃO
Volto a insistir, como venho fazendo ao longo da última década: o Brasil, mais do que nunca precisa se decidir:
1-ou vai em frente, mostrando vontade de se livrar dos comprovados erros que foram cometidos;
2- ou admite, local e internacionalmente, que o lugar do Brasil é a RABEIRA DO MUNDO TERCEIRA, onde se reúnem os países com vocação para permancer nas trevas.
ÚNICA DIFERENÇA
Li, com muita atenção, o relatório do Banco Mundial, que detalha a complicada situação do nosso empobrecido Brasil. Pois, sem tirar nem por, fica evidente que a única diferença existente entre o que diz o Banco Mundial, se comparado com tudo que venho escrevendo, exaustivamente, nos editoriais do Ponto Crítico, muitos deles com valiosas contribuições produzidas pelos economistas e pensadores Darcy Francisco dos Santos e Ricardo Bergamini (para ficar apenas com estes), está no SELO DA INSTITUIÇÃO.
ACACIANA
Vejam, por exemplo, o que diz o Banco Mundial, de forma acaciana, logo no início:
1- O Governo Brasileiro gasta mais do que pode e, além disso, gasta mal.
2-Os déficits fiscais brasileiros são altos e a dívida pública do país encontra-se em uma trajetória insustentável.
3- As despesas públicas correntes vêm crescendo regularmente ao longo das duas últimas décadas, e dados demonstram que a maior parte de tais despesas é ineficiente e regressiva.
Como se vê, nada disso pode ser considerado como algo novo e/ou surpreendente.
AUMENTO DE DESPESAS
Mais: O Brasil enfrenta uma crise de sustentabilidade fiscal causada por uma tendência estrutural de aumentar as despesas correntes. Embora o aumento das despesas correntes tenha se mantido constante ao longo das duas últimas décadas, sua insustentabilidade foi ocultada pelo aumento contínuo das receitas durante o período de boom econômico entre 2004 e 2010. Contudo, fora desse período, o aumento das despesas não foi acompanhado por um crescimento suficiente das receitas.
DÉFICIT FISCAL
Nos últimos anos, o déficit fiscal cresceu drasticamente como resultado da queda significativa das receitas causada pela recessão econômica. Essa dinâmica resultou em déficits fiscais anuais de mais de 8% do PIB em 2015-2106, bem como no crescimento da dívida pública, que passou de 51,5% do PIB em 2012 para mais de 73% do PIB em 2017. O ajuste fiscal necessário para estabilizar a dívida pública no médio prazo é grande – cerca de 5% do PIB no resultado primário.
EQUILÍBRIO FISCAL
Outro ponto abordado com ênfase diz respeito ao necessário EQUILIBRIO FISCAL. Eis o que diz o relatório:
O equilíbrio fiscal brasileiro tem se deteriorado drasticamente nos últimos anos, o que evidencia a insustentabilidade das tendências fiscais. Em relação a outros países latino- americanos, o Brasil possui uma alta carga tributária e grandes gastos sociais. O rápido crescimento das receitas durante os anos 2000 camuflou um aumento igualmente rápido das despesas, impulsionado por fatores estruturais. Quando as receitas pararam de crescer e começaram a cair (embora as despesas continuassem em alta), o saldo primário declinou de um superávit médio de 2,9% do PIB entre 2004 e 2013 para um déficit de mais de 2% do PIB em 2015 e 2016.
DÉFICIT NOMINAL
O déficit nominal superou 8% do PIB em 2015 e 2016. Como resultado, a dívida pública bruta do governo geral cresceu de 51,5% do PIB em 2013 para mais de 73% do PIB em 2017. Embora a receita decrescente e as altas taxas de juros entre 2014 e 2016 tenham influenciado esse resultado, o rápido crescimento das despesas primárias foi o motivador estrutural da deterioração fiscal.
Sem reformas, a expansão dos gastos primários resultará em déficit estrutural ainda maior no futuro. Para reverter essa tendência, é necessário um ajuste fiscal de cerca de 5% do PIB para atingir um saldo primário de cerca de 2% do PIB, capaz de estabilizar a dívida.
CONCLUSÃO
Os leitores, certamente, já viram este filme, ou já leram este livro, notadamente aqui no Ponto Critico. Nada disto, portanto, é novidade. Mais: ainda que muita coisa ruim não tenha sido fabricada pelos governos Lula/Dilma Petistas, uma coisa é certa: estes destruidores governos petistas cavaram um fantástico buraco, com muita determinação e vontade. Algo que vai dificultar muito o reerguimento do nosso pobre Brasil.
VITRINE
No editorial de ontem mencionei que o tabuleiro eleitoral visando as Eleições 2018 está em fase de formação pelos mais diversos partidos. Todos, certamente, ávidos por colocarem na vitrine, o quanto antes, seus pré-candidatos para que possam ser apreciados, ou não, pelos eleitores.
PARA PRESIDENTE
Além do safadíssimo ex-presidente Lula Petista e o militar Jair Bolsonaro, do PEN, que anteciparam suas pré-candidaturas a presidente no início de 2017 (ou antes), no último final de semana foi a vez do Partido NOVO anunciar o nome do administrador João Amoêdo; do PSC, que confirmou o economista -liberal- Paulo Rabello de Castro (atual presidente do BNDES); do PODEMOS, que definiu o senador Álvaro Dias; e do PCdoB, com a comunista Manuela D'Àvila.
SALUTAR
Até agora, entre os candidatos já definidos, a lista revela nomes de excelentes pré-candidatos que nunca participaram de pleitos eleitorais. Isto, no meu entender é pra lá de salutar, e como tal precisa ser levado em boa conta pelos eleitores. Principalmente aqueles que se dizem enojados com os políticos de carreira.
DOIS EXCELENTES NOMES
Pois, para o meu severo gosto, desde já, entre os pré-candidatos acima informados, os que mais me agradam são: o João Amoêdo, do NOVO, e Paulo Rabello de Castro, do PSC. Atenção ao importante detalhe: ambos, além de excelentes nomes, devidamente atestados pelos currículos que apresentam, concorrem pela primeira vez nas suas vidas. Prestem, portanto, bastante atenção nestes dois excelentes nomes.
NINGUÉM GOVERNA SOZINHO
Entretanto, sempre é bom lembrar que as Eleições 2018 não se restringem apenas à escolha do presidente. Tão importante quanto é a escolha do governador, do deputado estadual, do deputado federal e do senador. Não esqueçam que nenhum pretendente ao cargo do Executivo consegue governar sem a colaboração dos eleitos ao Legislativo.
COMBINADO!
Na medida em que estivermos nos aproximando do importante Pleito de 2018, com o propósito de fornecer algum auxílio aos leitores-eleitores, desde já me proponho a apontar os nomes dos melhores candidatos, tanto para o Executivo quanto Legislativo. Detalhe: só merecerão destaque os candidatos que nada tem de POPULISTAS, ou seja, só falam, com coragem e determinação, as mais puras VERDADES. Combinado!