Artigos

08 mar 2018

A HORA DA REFUNDAÇÃO


REFORMAS

Ao longo desses mais de 16 anos de existência do Ponto Critico, como os leitores que me acompanham são testemunhas, o que mais fiz foi defender, aberta e claramente, as inúmeras REFORMAS que levariam o nosso empobrecido Brasil  ao crescimento e desenvolvimento sustentável.


ESTADO DE MELHORA

Entretanto, na medida em que as FINANÇAS PÚBLICAS foram se agravando (desde muito tempo só registram DÉFICITS sempre crescentes), o meu convencimento mudou por completo. Hoje, face ao estrago promovido pelos DIREITOS ADQUIRIDOS, a realização das  REFORMAS não levam à SOLUÇÃO dos nossos problemas. O máximo que elas podem proporcionar é  apenas  uma MELHORA. A cura, não tem como acontecer. 


BOTAR ABAIXO

Para que os leitores entendam as razões que me levaram  acreditar que REFORMAS já não resolvem,  mas apenas proporcionam uma melhora dos problemas, basta que comparem o nosso empobrecido Brasil, assim como muitos Estados e Municípios, com prédios velhos e abandonados, cheios de infiltrações, que por muito tempo ficaram sem receber qualquer manutenção. 


REFUNDAÇÃO

Ora, uma vez constatado, tecnicamente, que as estruturas estão profundamente abaladas e condenadas, sem a mínima possibilidade de garantir a cada dia o mais elevado CUSTO DOS DIREITOS ADQUIRIDOS, o correto é botar tudo abaixo e partir para uma nova construção, ou seja, promover uma efetiva REFUNDAÇÃO. 


PREVIDÊNCIA

Vejam, por exemplo, o caso da PREVIDÊNCIA. Mesmo que fosse possível a aprovação de medidas drásticas e radicais, com o propósito de acabar de vez com o DÉFICIT que as DUAS PREVIDÊNCIAS (uma, do privilegiado setor público; outra, do miserável setor privado), as LEIS PÉTREAS não eliminariam os nojentos PRIVILÉGIOS ADQUIRIDOS. Tais DIREITOS simplesmente estão blindados, ou seja, NENHUM GOVERNANTE TEM O PODER DE MUDAR. 


CURA DEFINITIVA

Como estamos condenados a conviver com o MONSTRENGO DOS DIREITOS ADQUIRIDOS, tudo que pode acontecer com uma eventual, porém nunca garantida, REFORMA DA PREVIDÊNCIA, o máximo que podemos obter é uma MELHORA NAS CONTAS PÚBLICAS. A solução, infelizmente, já está totalmente fora de cogitação. 

 


TUMOR MALIGNO

Mais: o TUMOR MALIGNO, atestado pela biópsia do brutal (e crescente) DÉFICIT FISCAL das CONTAS PÚBLICAS do Brasil e de vários Estados e Municípios, ganha maior tamanho e peso com o paquidérmico ROMBO DA PREVIDÊNCIA. Só por aí fica evidente que só a REFUNDAÇÃO pode produzir a cura. Se bem feita, certamente!



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07 mar 2018

EMBARGOS EMBROMATÓRIOS


LONGA JORNADA

Ontem, o Brasil todo assistiu pela TV mais uma etapa da longa jornada que, se depender da vontade daqueles que clamam por justiça, ainda PODE levar o super-condenado ex-presidente Lula à prisão. 


POR VOLTA DE 3218

Este forte desejo, no entanto, caso venha a se confirmar, só deve ocorrer mesmo, se tudo der certo, daqui a aproximadamente 1200 anos. Ou seja, o super-condenado ex-presidente Lula tem boa chance de ser colocado, atrás das grades lá por volta do ano 3218. Que tal?


PERGUNTA

Pois, na medida em que as primeiras das mil e tantas etapas vão sendo queimadas, a pergunta que entope as redes sociais é: - LULA VAI SER PRESO? Pois, por tudo que vejo, leio e ouço, a pergunta mais cabível é: - QUANDO LULA VAI SER (SE FOR) PRESO?


EMBARGOS EMBROMATÓRIOS

Mais do que sabido, infelizmente, com o propósito de protelar para todo o sempre a possibilidade de serem mandados para a prisão, os criminosos ganham o tempo que bem entendem com EMBARGOS EMBROMATÓRIOS. Este é o Brasil. O Brasil que temos, porque construímos. Pode?


PREFERIDO

O que mais me deixa pasmo é que enquanto milhões de sedentos por justiça vão contando e festejando as vitórias, por goleada,  contra a defesa do Lularápio, as pesquisas de intenção de voto seguem informando que Lula é o preferido do povo para a corrida presidencial. Bárbaro, não? 


CONCLUSÃO

Diante deste quadro triste, que revela a vontade explícita dos eleitores, a conclusão é ainda mais triste: o estrago que o PT conseguiu fazer na cabeça de grande parte do povo brasileiro, ao longo dos 13 anos dos governos Lula/Dilma, foi de tal ordem, que Lula é a escolha certa para fazer o Brasil se igualar à Venezuela.



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06 mar 2018

A ESQUECIDA TAXA DE INVESTIMENTO


CICLO LONGO DE DESENVOLVIMENTO

É muito importante ficar repetindo que o forte e significativo ciclo de crescimento econômico do Brasil, que ao longo de 75 anos (1900 a 1975) apresentou taxa média de 9,4% ao ano (maior do que a China),  foi interrompido com a chegada de Ernesto Geisel ao comando do país. 


GENERAL NACIONALISTA

Desde então, também é importante esclarecer, a taxa média de crescimento do nosso PIB,  como mostram claramente os números oficiais, ficou em torno de apenas 2% ao ano. Ou seja, quem deu o pontapé que resultou em desenvolvimento pífio foi o general-nacionalista, criador de várias estatais.


BEIJANDO A LONA

Se levarmos em conta os desastrosos governos neocomunistas Lula/Dilma-petistas, que levaram o Brasil a beijar, literalmente, a lona, com uma RECESSÃO que mais pareceu DEPRESSÃO ECONÔMICA, aí a análise fica ainda mais preta.


TAXA DE INVESTIMENTO

Quem se dispõe a analisar  um pouco mais a fundo o estudo da Revista de Economia verá, usando apenas um olho, que o Brasil deixou de lado a importante e decisiva TAXA DE INVESTIMENTO, justamente aquela que é a mola propulsora da economia, em qualquer lugar do mundo. 


CAPACIDADE DE CRESCIMENTO

Na semana passada, quando o IBGE divulgou o PIB brasileiro de 2017, que apresentou alta tímida de 1%, mas suficiente para tirar o Brasil da RECESSÃO, ninguém deu a mínima para Taxa de Investimento, que define a real capacidade que um país tem para mostrar qual crescimento é possível alcançar.


PIB ADEQUADO

Ora, com a Taxa de Investimento de 15,5% que o Brasil registrou em 2017, o crescimento do PIB não poderia ser maior do que 1,%. Isto significa, claramente, que com uma Taxa de Investimento entre 22 e 25% o Brasil tem condições reais de crescer mais de 3,5%.

 


RESUMINDO

O Brasil só voltará a apresentar um bom ciclo econômico, de longa duração, quando a Taxa de Investimento ficar acima de 25%. Isto, para quem não sabe, depende das REFORMAS. Caso contrário, o que vamos assistir é o velho e conhecido -voo da galinha-.  



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05 mar 2018

QUANDO O CAOS É A SOLUÇÃO


ATRAÇÃO FATAL

A intensa e conturbada paixão que a maioria do povo brasileiro nutre, abertamente, por empresas públicas (estatais), é algo que realmente impressiona. Sob todos os aspectos, esta relação possessiva mais parece uma ATRAÇÃO FATAL.


TRAIÇÕES E ESPANCAMENTOS

Além das flagrantes traições e dos constantes espancamentos, esta significativa parcela do povo brasileiro, como que querendo conquistar um amor não correspondido, ainda perdoa pelos saques que os governantes impõem aos pagadores de impostos, com o propósito (único) de manter e/ou aumentar os privilégios dos seus funcionários.


QUALIDADE DOS SERVIÇOS

O curioso é que esta relação, onde o divórcio é algo impensável para os apaixonados, não tem como objetivo melhorar a vida dos amantes. Até porque a qualidade dos serviços que prestam as estatais, além de tudo são de qualidade inferior aos prestados por empresas privadas. Sem considerar que as corporações se apropriam das estatais como se donos fossem.


CEGA E DESENFREADA

Se esta manifestação de amor é própria de enorme contingente do povo brasileiro, no Rio Grande do Sul a paixão ganha dimensão estratosférica: além de cega é desenfreada. Basta alguém pronunciar, mesmo à boca pequena, que é preciso privatizar, ou propor concessões de serviços à iniciativa privada, para que o mundo venha abaixo.


ESTATIZAR TUDO

Para piorar, se já são excomungados os que ousam falar em privatização, da mesma forma acontece com aqueles que se dizem a favor de REFORMAS. Embalados pelo efeito das drogas -pesadas- que os ocupantes das corporações distribuem, gratuitamente,  em doses cavalares, muitos gaúchos são levados a crer que antes de privatizar o melhor mesmo é estatizar tudo.


O MARAVILHOSO CAOS!

Podem estar certos: a venda ou -federalização- das estatais gaúchas, prevista para a aprovação do Regime de Recuperação Fiscal, tem tudo para não sair. O que no fundo no fundo é o melhor que pode acontecer para o RS, pois aí quem vai resolver a situação será o CAOS. O MARAVILHOSO CAOS!



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02 mar 2018

UMA COMPETIÇÃO VERGONHOSA


GANHANDO DE BRAÇADA

Na competição que travam, diariamente, os ocupantes dos TRÊS PODERES da nossa complicada e injusta República Federativa, para ver quem se acha no direito de se apropriar da maior parte dos recursos sacados contra os PAGADORES DE IMPOSTOS, a turma do Poder Judiciário está ganhando de braçada.


PROTEGIDAS

Sem falar nas absurdas aposentadorias, cujos privilégios são pra lá de nojentos e injustos, os salários e vantagens daqueles que estão na ATIVA,  independente do Poder em que estão lotados, implicam em Despesas Públicas  OBRIGATÓRIAS sem a mínima possibilidade de serem revogadas (estão protegidas por Cláusulas Pétreas que só uma nova Constituinte tem o poder de mudar).


CUSTO DO PODER JUDICIÁRIO

Fazendo uma pausa na minha dedicação constante de esclarecer as razões que levam o Brasil a fazer, urgentemente, uma correta e ampla REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que não propõe outra coisa senão que todos os aposentados sejam tratados da mesma maneira, ou seja, sem qualquer privilégio, aproveito para mostrar o quanto custa o PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO para os nossos raspados Cofres Públicos.


PERCENTUAL SOBRE O PIB

Para tornar o tema mais compreensível, vejam, em termos comparativos com outros países, o percentual sobre o valor do PIB, transferido para o nosso sofrível Poder Judiciário, que sabidamente presta um serviço de baixa qualidade.


UM DOS MAIS CAROS DO MUNDO

Pois, para quem não sabe, mas deveria saber, nosso Poder Judiciário é um dos mais caros do mundo. Como não produz coisa alguma, na realidade, gostando ou não o fato é que se apropria de 1,35% do PIB. Tomando por base o valor divulgado ontem pelo IBGE, estamos falando de algo com R$ 90 bilhões. Pode?


QUADRO COMPARATIVO

Para que os leitores tenham uma ideia clara do quanto é esfolado, na comparação com pagadores de impostos de outros, vejam o quadro abaixo:

Brasil: l,35%

Venezuela (quem diria): 0,3%

Alemanha: 0,3%

Portugal: 0,3%

Chile: 0,2%

Colômbia: 0,2%

Itália: 0,2%

Estados Unidos: 0,1%

Que tal?



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01 mar 2018

ANALISANDO O PIB 2017


PIB 2017

Hoje cedo o IBGE divulgou o resultado do PIB de 2017 do nosso empobrecido Brasil:  o ano econômico fechou com um crescimento -mísero-, de apenas 1% (abaixo das previsões do mercado), alcançando a marca de R$ 6,6 trilhões.


FESTEJADO

Pois, só pelo fato de ter mostrado desempenho positivo, o que proporcionou o encerramento do triste e longo período de recessão, que, diga-se de passagem, foi muito bem arquitetado e construído, com muito zelo e determinação, ao longo dos governos Lula/Dilma-neocomunistas-petistas, merece ser festejado.


MATRIZ ECONÔMICA BOLIVARIANA

É importante levar em conta que o menos importante é a taxa de crescimento do PIB, mas a importante guinada promovida pelo governo Temer, que iniciou com a substituição da estúpida -Matriz Econômica Bolivariana-, adotada com muito afinco pelos governos neocomunistas Lula/Dilma, que levaram a economia brasileira a conviver com o caos.


ATRASO

Considerando que o PIB brasileiro recuou mais de 7% entre 2015 e 2016, só por aí se tem uma clara ideia do quanto a economia brasileira precisa crescer para atingir o patamar alcançado em 2014. Como a previsão de crescimento para 2018 está na ordem de 3% a 3,5%, o atraso imposto pelo PT (apenas o atraso) ainda levará alguns anos para ser recuperado.


ÚLTIMO LUGAR

Vejam só o tamanho do estrago que o PT promoveu no Brasil, através da Matriz Bolivariana: mesmo mostrando um crescimento de 1% no PIB-2107, o nosso empobrecido país figura em ÚLTIMO LUGAR no ranking de 45 países que respondem por 84,9% do PIB Mundial, a Agência Classificadora de Risco -Austin Ratings-.  


TAXA DE INVESTIMENTO

O que mais preocupa é que sem a realização das REFORMAS é pouco provável que este atraso consiga ser recuperado. Ao contrário: vamos ampliar a encrenca para sabe-se lá quando. Ah, só para concluir, não deixem de levar em conta a nossa paupérrima TAXA DE INVESTIMENTO, que fechou 2017 em ridículos 15,6% do PIB, bem abaixo do observado em 2016 (16,1%). Pode?



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