GOVERNO TEMER
A grande maioria, algo como 70% do povo brasileiro, como revelam as pesquisas de opinião pública, desaprovam o governo Temer.
ANALISANDO AS RESPOSTAS
Pois, após analisar as respostas dadas pelo entrevistados, arrisco a dizer que o grande (senão único) motivo que tem levado a maioria do povo a desaprovar o presidente Temer tem como único motivo real apenas as denúncias de atos de corrupção, e não a sua forma de governar.
DUAS RAZÕES
Este meu convencimento se dá por duas inquestionáveis razões:
1- o povo brasileiro, infelizmente, é dotado de baixíssima escolaridade. O que, por sua vez, dificulta sobremaneira o discernimento sobre aquilo que é importante e necessário para o crescimento e desenvolvimento econômico do país; e,
2- os meios de comunicação, na sua grande maioria, não escondem a predileção que têm pela ideologia da esquerda. Assim, se aproveitam do baixo grau de discernimento do povo para exercer influência sobre aquilo que erradamente julgam como necessário para o futuro do país.
ESFORÇO
Portanto, assim como não abro mão das investigações das denúncias que envolvem atos de corrupção, também me sinto muito à vontade para admitir o quanto o governo Temer tem FEITO DE TUDO, com grande esforço, para não só livrar o Brasil das amarras do atraso como colocar o país nos bons trilhos que levam ao crescimento e desenvolvimento.
MUDANÇA
Vejam o quanto o Brasil já mudou para melhor desde que Temer assumiu o lugar da deplorável e destruidora Dilma Neocomunista Rousseff. Só não foi feito mais porque inúmeros deputados ainda se declaram apaixonados pelo atraso. Basta ver, por exemplo, o que acontece com a necessária, porém emperrada, REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
CÂMARA DOS INJUSTOS
Mesmo depois de ter sido violentamente mutilado e desfigurado, o projeto original de Reforma da Previdência, que nada mais é do que uma peça estritamente técnica-atuarial, o governo não consegue mais do que 270 votos favoráveis. Ou seja, de um total (absurdo) de 513 deputados federais, pouco menos da metade simplesmente não admite qualquer mudança. Nem mesmo o brutal e indiscutível DÉFICIT (crescente) é capaz de mudar a cabeça dos MAIORES INJUSTOS DA NAÇÃO BASILEIRA. Pode?
DESDE 1986
Antes de tudo um esclarecimento: desde março de 1986 (lá se vão 32 anos), quando entrei para a área da comunicação, entre tantas reformas que apontei como necessárias e urgentes para que o nosso empobrecido Brasil ganhasse condição razoável para apresentar taxas realmente espantosas de crescimento econômico, me dispus a defender, em primeiríssimo lugar, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
VOZ SOLITÁRIA
Faço questão de prestar este esclarecimento porque ao longo desse período fui uma VOZ SOLITÁRIA na emissão de alertas, sempre carregados de fundamentos técnico-atuariais, mostrando que o TUMOR PREVIDENCIÁRIO, que já crescia a olhos vistos, inevitavelmente acabaria por inviabilizar as finanças do nosso País, vários Estados e inúmeros Municípios. Dito e feito.
SILÊNCIO COMPROMETEDOR
Enquanto gastava as minhas energias chamando atenção para a grave doença que os governos preferiram CULTIVAR, ao invés de DEBELAR, a grande maioria dos milhares de comunicadores espalhados pelo Brasil sempre acharam por bem se manter, de forma comprometedora, em absoluto-SILÊNCIO-. Mais: muitos deles, quando resolviam se manifestar era para desconsiderar os meus alertas, dizendo que havia enorme exagero nas minhas colocações. Pode?
TIMIDEZ
Como estamos vendo neste complicado momento, só agora alguns meios de comunicação estão se pronunciando a favor da REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Atenção: só alguns, e mesmo assim de forma muito tímida, como se não estivessem convencidos da necessidade.
REDUÇÃO DO DÉFICIT
Pois, antes que possa ser mal entendido, volto a afirmar: esta proposta de REFORMA DA PREVIDÊNCIA que está sendo discutida, a qual conta com enorme dificuldade de aprovação, só tem como propósito uma REDUÇÃO (não eliminação) do horripilante DÉFICIT FISCAL. Nada mais do que isto!
SISTEMA DE REPARTIÇÃO
O que mais lamento é que os deputados que se dizem contrários ao projeto não querem coisa alguma: nem esta que REDUZ o DÉFICIT FISCAL, nem outra que acabe com o injusto SISTEMA DE REPARTIÇÃO. Prova de que, além de não estudarem minimamente o tema -PREVIDÊNCIA- também não tem a mínima noção de JUSTIÇA SOCIAL.
CAPITALIZAÇÃO
Volto a insistir, portanto: para resolver -DEFINITIVAMENTE- o ROMBO FISCAL, que já se tornou crônico, a PREVIDÊNCIA precisa existir, exclusivamente, pela via da CAPITALIZAÇÃO. Isto significa que as contribuições feitas mensalmente devam ser acumuladas e investidas até a chegada da aposentadoria. Cada um escolhe o quanto quer contribuir e quando quer se aposentar. Há algo mais JUSTO?
AUMENTO DE CONFIANÇA
É claramente perceptível que os brasileiros em geral, a partir do afastamento do PT do governo, que ao longo dos 13 anos em que esteve no comando do nosso empobrecido Brasil produziu, além de desmedida corrupção, uma conta absurda para ser paga pelas próximas gerações, passaram a mostrar, de forma sistemática, um aumento de confiança na economia do país.
GRAU DE PROBABILIDADE
A explicação para este sentimento de OTIMISMO -momentâneo- por ser muito simples não depende de conhecimentos de psicologia ou psiquiatria: quando a situação vivida é caótica, qualquer movimento que indique alguma probabilidade de salvação já produz um sentimento de confiança de que tudo vai acabar bem.
MOMENTÂNEO
Usei o termo -MOMENTÂNEO- para definir o tempo de duração do OTIMISMO, por uma razão: enquanto a preocupação se volta para sobrevivência e no desenvolvimento das atividades econômicas, só alguns poucos se interessam em verificar os instrumentos que medem o tamanho da encrenca que a União, vários Estados e centenas de Municípios) estão metidos.
FRUSTRAÇÃO
Pois, ainda que a recuperação da CONFIANÇA deva ser muito festejada, é preciso muito esforço para que ela não se transforme em FRUSTRAÇÃO ou uma simples ILUSÃO DE ÓTICA. Esta boa e real possibilidade de que o nosso Brasil deixe de ser um país pobre e de baixo desenvolvimento, existe, sim. Depende, no entanto, de um certeiro combate às CAUSAS que levaram o nosso Brasil ao caos profundo.
BURACO AINDA MAIOR
Convido, portanto, para que não se deixem levar pela ILUSÃO DE ÓTICA e olhem, com total atenção, para a grave situação FISCAL pela qual passam o nosso País, muitos Estados e inúmeros Municípios. Se nada ou muito pouco for feito -imediatamente-, a nossa frágil economia vai, inevitavelmente, experimentar um buraco ainda maior e mais profundo do que aquele que ainda estamos tentando sair.
DÍVIDA BRUTA
Sem qualquer pretensão de criar pânico, mas de apenas esclarecer que o Brasil é um país muito doente econômica e financeiramente, peço que observem com muita atenção o seguinte: a DÍVIDA PÚBLICA BRUTA (apenas da União) saltou de pouco mais de 50% do PIB no início de 2014 para perto de 75% do PIB atualmente. Com um detalhe mórbido: o já estrondoso endividamento continuará crescendo.
Quem sabe começamos o longo tratamento pela aprovação da REFORMA DA PREVIDÊNCIA? Afinal, mesmo não sendo o único tumor, já se sabe que é o maior deles.
FÁBULA
Uma fábula muito popular diz que jabutis não sobem em árvores. Se você encontrar um deles lá é porque alguém, ou uma força exterior, como uma enchente por exemplo, os colocou lá.
ADAPTAÇÕES
Pois, com apenas duas adaptações o conteúdo desta fábula se mantém intacta para definir o que acontece, -ipsis literis-, no falido Estado do Rio Grande do Sul.
DUAS ADAPTAÇÕES
A primeira diz respeito à espécie animal: ao invés de JABUTIS quem melhor se adapta são os DINOSSAUROS. E a segunda, invés de árvores basta colocar os Poderes -Executivo, Legislativo e Judiciário-do RS. Pronto. Se há DINOSSAUROS em um ou mais Poderes é porque -alguém- os colocou lá.
EXECUTIVO
No caso do EXECUTIVO, quem colocou José Ivo Sartori na cadeira de governador foi o povo gaúcho. Considere-se aí, certamente, que Sartori não foi escolhido por sua competência mas, apenas e tão somente porque tinha como concorrente direto o ex-governador Tarso Genro, que, literalmente, jogou o RS na lata do lixo.
LEGISLATIVO
Já no caso do LEGISLATIVO, quem colocou o petista e representante direto do MST-Edegar Pretto-, para presidir a Casa do Povo (pode?) foram os deputados estaduais (à exceção do deputado Marcel Van Hattem, que não por coincidência ajudei a eleger). Pretto, mais do que sabido, cumpriu o seu mandato à frente da ALERGS da pior forma possível para o RS.
NOVA MESA DA ASSEMBLEIA
Pois, na semana passada, os mesmos deputados (mais uma vez com a discordância -única- do deputado Marcel Van Hattem) resolveram colocar como novo presidente da Casa do Povo o deputado Marlon Santos, (PDT). Para garantir mais um ano desastroso para o RS, os deputados também elegeram, como vices, Juliano Roso (PC do B) e Nelsinho Metalúrgico (PT). Que tal?
JUDICIÁRIO
Como se não fosse o bastante para jogar o RS ainda mais para baixo (se é que isto é possível), o JUDICIÁRIO colocou Carlos Eduardo Duro como presidente do Tribunal de Justiça do Estado. Para quem não sabe, ou não se antenou, Duro, no seu discurso de posse, na última quinta-feira, afirmou, alto e bom tom, que:
1- é contra a Reforma da Previdência;
2- rejeita o regime de Recuperação Fiscal do Estado;
3- não aceitará, em hipótese alguma, o atraso no repasse do duodécimo, pouco se importando de onde vêm os recursos.
FIM DO RECESSO?
Com o encerramento do mês de janeiro, a primeira etapa, que de forma já tradicional marca o efetivo início do ano do SETOR PÚBLICO, notadamente nos Poderes Legislativo e Judiciário, acaba de ser superada. Isto, em tese, devido ao fim do recesso, que determina a abertura das casas do Legislativo e Judiciário no Brasil todo.
PRORROGAÇÃO
Entretanto, como o Carnaval inicia no próximo final de semana, data, ou longo período, que exige o maior respeito e consideração por parte dos pagadores de impostos, o fim do recesso foi oficialmente prorrogado para o dia 19 de fevereiro. Com um detalhe: a grande folga de quase 3 semanas ficará, obviamente, por conta dos sempre tolerantes brasileiros que sustentam a farra dos eternos FOLIÕES. Pode?
ALÉM DO ALTO CUSTO UMA FANTÁSTICA FALTA DE LIBERDADE
Não bastasse o carregamento deste enorme e injusto CUSTO, os brasileiros ainda precisam conviver com uma abissal falta de LIBERDADE, como indicam os dados do Estudo promovido pela Heritage Foundation, em parceria com o Instituto Monte Castelo, que mede a LIBERDADE ECONÔMICA DO MUNDO.
Neste ano, 2018, pela primeira vez, o ranking foi divulgado em português de forma simultânea à versão original, em inglês. A publicação do relatório, acertada com as instituições responsáveis pelo estudo, foi conferia à Gazeta do Povo.
CRITÉRIOS
A lista, que neste ano inclui 180 países, leva em conta 12 critérios e recolhe dados primários sobre a economia de cada país para calcular uma nota final que traduz o nível de liberdade econômica de cada nação.
Os países são avaliados em QUATRO CATEGORIAS PRINCIPAIS e cada uma contém três subcategorias:
ESTADO DE DIREITO – Direitos de Propriedade, Integridade de Governo, Eficiência Judicial;
TAMANHO DO GOVERNO - Gastos do Governo, Carga Tributária, Saúde Fiscal;
EFICIÊNCIA REGULATÓRIA- Liberdade Comercial, Liberdade de Trabalho, Liberdade Monetária;
MERCADOS ABERTOS - Liberdade de Comércio Exterior, Liberdade de Investimento, Liberdade Financeira.
Todos os critérios têm o mesmo peso no cálculo final do índice, que considera uma escala de 0 a 100.
RANKING DOS PIORES
1- a Coreia do Norte é o país menos livre do mundo – mas também trazem surpresas: o Chile (75,2 pontos) é mais livre do que a Alemanha (74,2 pontos). Botsuana (69,9 pontos) está à frente da Polônia (68,5 pontos).
2- a Venezuela mergulhou dos 57,4 pontos em 2000 para os 25,2 agora, em penúltimo lugar – atrás até mesmo de Cuba.
3- o Brasil, foi exatamente o mesmo de 1995: 51,4 pontos. Neste período, o melhor desempenho do Brasil foi o de 2003 (63,4 pontos, na 72ª colocação). O resultado deste ano é a sexta queda seguida na nota. E há razões para se preocupar. Se o ritmo da queda for mantido, o Brasil chegará ao índice de 2019 como membro do grupo dos países reprimidos, ao lado de nações como Haiti, Sudão e Bolívia.
NA 153ª POSIÇÃO
A pontuação de liberdade econômica do Brasil é 51.4, o que coloca a economia do nosso país na 153ª posição. A pontuação geral do país caiu 1.5 ponto, causada por:
1- uma queda acentuada na SAÚDE FISCAL, REDUÇÕES EM LIBERDADE TRABALHISTA E DE NEGÓCIOS, GASTO PÚBLICO E INTEGRIDADE DO GOVERNO, que superaram as melhorias em efetividade judicial e direitos de propriedade.
Atenção: o Brasil está na 27ª colocação entre 32 países na região das Américas, e a sua pontuação geral fica abaixo das médias regional e mundial.
UFANISMO
Cada dia que passa mais fica evidente que o grande e poderosíssimo inimigo do Estado do Rio Grande do Sul é o UFANISMO DO POVO. Este sentimento, que a maioria dos gaúchos demonstra, com orgulho desmedido e irresponsável, causa danos terríveis ao cérebro a ponto de impedir por completo o discernimento.
ARROGANTE
O mais lamentável é que esta dramática e visível falta de discernimento, provocado essencialmente pelo elevado grau de UFANISMO, tem levado o povo gaúcho a ser considerado, com absoluta razão, como uma sociedade arrogante, do tipo que se acha superior a tudo e a todos.
CONSTRUÍDA AO LONGO DOS ÚLTIMOS 50 ANOS
Observem, por exemplo, que a complicadíssima situação financeira pela qual passa o setor público do RS, com repercussão óbvia nas atividades privada em geral, não apareceu do nada ou mesmo de repente. Ela foi construída, notadamente nos últimos 50 anos, com total permissão da sociedade gaúcha, ao som do Hino Rio-Grandense.
NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA
Embalados, ou embriagados, pela melodia do Hino Rio-Grandense, os gaúchos em geral demonstram um cego OTIMISMO, do tipo que acreditam que -ao final tudo vai dar certo-. Este sentimento fica ainda mais evidente e descomunal quando os gaúchos, com a mão no peito, cantam (ou bradam) a parte mais arrogante do hino, que diz: SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA-. Pode?
ALERTAS
O que mais me deixa triste, como gaúcho que sou, é que os meus alertas nunca foram levados a sério. A sociedade gaúcha, movida por um INSANO UFANISMO, sempre deu a entender que os poucos que afirmavam, com fundamentos inequívocos, que a situação financeira do Estado do RS caminhava para o CAOS, não passavam de pessimistas ou traidores da Pátria.
PAIXÃO PELO CAOS
Pois, depois de tudo que se viu na Assembleia Legislativa do RS nestes últimos três dias, é inegável que o destino que a oposição (e alguns deputados da situação) quer para o já falido RS é fazer do estado gaúcho uma VENEZUELA. Começando pela figura lamentável do presidente da Assembleia, o deputado petista, representante do MST, Edegar Pretto, que simplesmente impediu a votação dos projetos. Pode? Pois é.
MARCEL VAN HATTEM É A EXCEÇÃO
Aliás, a bem da verdade o deputado Edegar Pretto só se tornou presidente da ALRS porque os demais deputados o elegeram. A única exceção, diga-se de passagem, foi o valoroso deputado Marcel Van Hattem.
Mais ainda: o novo presidente da ALRS, que vai assumir amanhã, com a aprovação dos demais deputados, é Marlon Santos, do PDT. Ou seja, nada muda para melhor. Que tal? (Ah, Marcel Van Hattem, nesta votação, é, mais uma vez, exceção).
Como se vê, nem a SUPERLUA ajuda para abrir a mente dos gaúchos, que provam por A+B uma paixão pelo CAOS.