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01 mar 2018

ANALISANDO O PIB 2017


PIB 2017

Hoje cedo o IBGE divulgou o resultado do PIB de 2017 do nosso empobrecido Brasil:  o ano econômico fechou com um crescimento -mísero-, de apenas 1% (abaixo das previsões do mercado), alcançando a marca de R$ 6,6 trilhões.


FESTEJADO

Pois, só pelo fato de ter mostrado desempenho positivo, o que proporcionou o encerramento do triste e longo período de recessão, que, diga-se de passagem, foi muito bem arquitetado e construído, com muito zelo e determinação, ao longo dos governos Lula/Dilma-neocomunistas-petistas, merece ser festejado.


MATRIZ ECONÔMICA BOLIVARIANA

É importante levar em conta que o menos importante é a taxa de crescimento do PIB, mas a importante guinada promovida pelo governo Temer, que iniciou com a substituição da estúpida -Matriz Econômica Bolivariana-, adotada com muito afinco pelos governos neocomunistas Lula/Dilma, que levaram a economia brasileira a conviver com o caos.


ATRASO

Considerando que o PIB brasileiro recuou mais de 7% entre 2015 e 2016, só por aí se tem uma clara ideia do quanto a economia brasileira precisa crescer para atingir o patamar alcançado em 2014. Como a previsão de crescimento para 2018 está na ordem de 3% a 3,5%, o atraso imposto pelo PT (apenas o atraso) ainda levará alguns anos para ser recuperado.


ÚLTIMO LUGAR

Vejam só o tamanho do estrago que o PT promoveu no Brasil, através da Matriz Bolivariana: mesmo mostrando um crescimento de 1% no PIB-2107, o nosso empobrecido país figura em ÚLTIMO LUGAR no ranking de 45 países que respondem por 84,9% do PIB Mundial, a Agência Classificadora de Risco -Austin Ratings-.  


TAXA DE INVESTIMENTO

O que mais preocupa é que sem a realização das REFORMAS é pouco provável que este atraso consiga ser recuperado. Ao contrário: vamos ampliar a encrenca para sabe-se lá quando. Ah, só para concluir, não deixem de levar em conta a nossa paupérrima TAXA DE INVESTIMENTO, que fechou 2017 em ridículos 15,6% do PIB, bem abaixo do observado em 2016 (16,1%). Pode?



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28 fev 2018

É HORA DA REFORMA TRIBUTÁRIA


SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA

O enterro da Reforma da Previdência, que rendeu imediatamente o rebaixamento da nota de classificação de risco do nosso empobrecido Brasil, abriu a possibilidade da abertura da sepultura onde jaz a Reforma Tributária, ou melhor dizendo a SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA.


EFICIÊNCIA

Antes de tudo é importante esclarecer que este projeto, de SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA, nada tem a ver com REDUÇÃO DE CARGA TRIBUTÁRIA, como muitos brasileiros estão imaginando. O propósito deste importante projeto, que considero altamente positivo, se aprovado vai proporcionar enorme EFICIÊNCIA.


SIMPLIFICAÇÃO

Enquanto a REFORMA DA PREVIDÊNCIA tem (ou teria) como propósito aliviar o drama FISCAL, com redução (não eliminação) do DÉFICIT das Contas Públicas, as mudanças previstas na REFORMA TRIBUTÁRIA, só por tirar os nós do EMARANHADO e ABSURDO sistema tributário brasileiro, já proporciona  uma grande economia pela simplificação.


REVOLUÇÃO ECONÔMICA

Aliás, o relator do projeto, deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), depois de plenamente convencido pelo MBE - Movimento Brasil Eficiente, manifestou com muita convicção, que com as mudanças previstas, o Brasil poderá ter "uma revolução econômica três vezes maior do que o plano Real".


ELIMINAÇÃO DE TRIBUTOS

O importante projeto, que espero tenha menor resistência, prevê a eliminação de dez tributos, dentre eles o ISS, o ICMS, o IPI, o PIS e o PASEP além da eliminação total de impostos sobre alimentos e medicamentos. A tributação ficaria fixa em um único IMPOSTO DE RENDA e um IVA NACIONAL com alguns serviços destes sendo cobrados a parte, tais como energia, combustíveis, telecomunicações, veículos e cigarros.


BRASIL MELHOR

Portanto, mesmo lamentando pelo cruel assassinato da REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que por si só já produziu um abalo de confiança no nosso débil crescimento econômico, a guerra continua. Se queremos um Brasil melhor é preciso dar continuidade à outras REFORMAS, como é o caso desta REFORMA TRIBUTÁRIA.



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27 fev 2018

DISCURSO SOB MEDIDA


SOB MEDIDA

O economista Paulo Guedes, desde o momento em que foi anunciado ministro da Economia do governo Bolsonaro, caso o deputado venha a se eleger presidente, tem um discurso sob medida para tirar o Brasil do atoleiro-fiscal, além de recuperar o Grau de Investimento. 


DESCONFIADO

O que me deixa intrigado e/ou desconfiado é que Jair Bolsonaro, que reage a tudo e a todos sempre com muita franqueza, não diz, em momento algum, se aprova ou não as corretas e necessárias propostas LIBERAIS  que Paulo Guedes expõe, com absoluta clareza, quando perguntado.


OTIMISTAS RACIONAIS

Bom seria, no meu ponto de vista, que o economista Paulo Guedes fosse o candidato a presidente, e Jair Bolsonaro o seu ministro da Defesa. Esta simples troca de comando -chefe/comandado- colocaria o Brasil numa situação bem mais confiável, contribuindo sobremaneira para fazer dos brasileiros OTIMISTAS RACIONAIS.


RECEITUÁRIO LIBERAL

Na real, sem meias palavras, Guedes não diz as coisas certas e necessárias para o Brasil só porque ostenta o diploma de economista. O que realmente encanta e faz a diferença, nas palavras ditas e repetidas pelo economista, é o seu RECEITUÁRIO LIBERAL, que o Brasil, desde sempre, se recusa a experimentar. 


SISTEMAS EXPERIMENTADOS

Observem o seguinte: com a chegada da Corte, em 1808, o Brasil viveu um período de puro ABSOLUTISMO. Ao retornar a Portugal, em 1822, o Brasil passou a viver o mais puro MERCANTILISMO (conchavo entre governante e empresários). Com a República, sem prejuízo do Mercantilismo o país passou a intercalar períodos de PSEUDO CAPITALISMO com períodos de SOCIALISMO. E, nos últimos anos, para desespero geral, o Brasil conheceu de perto o destruidor NEOCOMUNISMO PETISTA.


LIBERALISMO

Portanto, desde o momento em que os portugueses chegaram na costa brasileira, em 1500, o nosso empobrecido Brasil só não experimentou o que produz crescimento e desenvolvimento de longo prazo, ou seja, o LIBERALISMO. Como Paulo Guedes defende este correto receituário LIBERAL, melhor seria se fosse eleito presidente do Brasil.  



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26 fev 2018

A DIFERENÇA NÃO ESTÁ NO MAMPITUBA


CAGED 2017

Dediquei uma parte deste final de semana para ler com atenção o relatório do CAGED, referente ao ano de 2017. Entre tantas coisas que o importante estudo revela, uma delas mostra, de forma inegável, o quanto o promissor Estado de Santa Catarina está se distanciando do falido Estado do Rio Grande do Sul, em termos econômicos, sociais e políticos.


MAMPITUBA

Mesmo levando em conta que os Estados de SC e RS estejam divididos pelo rio Mampituba, na parte litorânea, sempre é bom deixar bem claro, para que não haja qualquer dúvida, que o avanço mostrado por SC e a atraso preferido pelo RS nada tem a ver com a cor e as margens do rio que banha os dois Estados. Ou seja, o que faz a diferença pró SC é bem outra.


CAMINHOS DIFERENTES

Ainda que existam várias formas de medir o desempenho econômico, social e político de um país, estado ou município, o relatório CAGED 2017 é uma peça que permite identificar o quanto o RS preferiu trilhar o caminho do caos enquanto SC (que decididamente não é uma -Brastemp-) teve olhos e esforços voltados para crescimento.


SANTA CATARINA

Vejam, por exemplo, que diante de uma Taxa de Desemprego -Brasil-, que fechou 2017 em 12 milhões de brasileiros, o Estado de Santa Catarina ganhou destaque positivo ao fechar o ano em 1º lugar em termos de contratações: foram abertas e preenchidas 29.441 vagas de emprego. 


RIO GRANDE DO SUL

Já o Estado do Rio Grande do Sul, com idêntica determinação, só que no sentido contrário, fechou 2017 na antepenúltima colocação (atrás apenas do Rio de Janeiro e de Alagoas), com fechamento de 8.173 vagas de emprego.  Que tal?


QUEM TEM VEZ

Volto, portanto, a lembrar que o problema não está no Rio Mampituba. Está, com absoluta clareza,  na postura da sociedade, ou seja, dos governantes, dos empresários e do próprio povo. Vejam, por exemplo, que enquanto no Estado de Santa Catarina o PT não tem vez, no RS só tem vez os políticos de esquerda. Uma prova clara de que o pobre Mampituba jamais pode ser responsabilizado.



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23 fev 2018

MINISTÉRIO DO CRIME


ASSUNTO PRINCIPAL

Com a decretação da intervenção federal no RJ, os meios de comunicação do país, sem exceção, passaram a dedicar a maior parte dos noticiários para este importante tema, que não se restringe apenas à segurança pública, mas a tudo que está relacionado ao CRIME, que em inúmeras modalidades se tornou BANAL no nosso empobrecido Brasil.


QUARTO SETOR

Pois, ontem, depois de ouvir o que disse o ministro Luiz Roberto Barroso, do STF, e ler o relatório produzido pela ONG Transparência Internacional,  com o Ranking Internacional de Percepção da Corrupção, onde o nosso valoroso Brasil, que já estava em péssima colocação, caiu mais 17 posições (despencou da nada gloriosa 79ª colocação, entre 180 países analisados, passando para a sofrível 96ª), bati o martelo: o CRIME, no Brasil, ganhou a definitiva credencial para ser chamado de QUARTO SETOR.


CONFUSÃO GENERALIZADA

A propósito, para quem não lembra, em agosto de 2011, quando o nosso pobre país vivia momentos emocionantes, proporcionados pelo inesquecível Mensalão, escrevi um editorial explicando que diante dos escandalosos casos de roubos, fraudes e corrupção generalizada, em vários escalões do governo Dilma Petista Rousseff, muita gente confundiu CRISE com CRIME.


CRIME, NÃO CRISE!

Pois, passados mais de seis anos, volto a insistir que a palavra correta, para definir tudo que já vivemos com o Mensalão, Petrolão e muita Corrupção, nesse fétido ambiente que ganhou força descomunal nos governos Lula e Dilma, descoberto pela Lava Jato, pouco tem a ver com CRISE e muito a ver com CRIME. Pior: tudo aconteceu de forma intencional, a considerar pela pensada e executada Matriz Econômica Bolivariana.


MINISTÉRIO DO CRIME

Ora, face a tantas e incontáveis falcatruas, somados a atos de extrema precisão no sentido de destruição do tecido social e econômico do nosso Brasil, notadamente durante os anos dos governos Lula/Dilma, o que nos deixa espantado é o fato de não ter sido criado o MINISTÉRIO DO CRIME. Até porque o Crime, nas mais diversas formas, se revelou como a grande especialidade e a bandeira do PT.


IMPUNIDADE

Aliás, a considerar as palavras ditas pelo ministro Barroso e os dados apresentados pela ONG Transparência Internacional, bem antes de criar o recém proposto Ministério da Segurança Pública, o Brasil já fez por merecer o MINISTÉRIO DO CRIME. Mais: se for levado em conta a postura de muitos daqueles que ocupam os Três Poderes, que se lambuzam de muita impunidade e nojentos privilégios, o Ministério do Crime nem precisaria ser justificado perante a opinião pública.


VENEZUELA

É importante observar que o relatório identifica o grau de PERCEPÇÃO DE CORRUPÇÃO. Daí o fato do Brasil pular, para baixo, 17 posições no ranking. Mas, mais importante ainda é a colocação da Venezuela, que junto com o Iraque ocupa a 169ª posição entre 180 países. Este registro se faz necessário porque a intenção do PT era tirar o Iraque da companhia da Venezuela, colocando o Brasil no mesmo nível. Felizmente, o Impeachment de Dilma colocou um freio nesta triste trajetória. Ufa!



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22 fev 2018

MISSA DE SÉTIMO DIA


CONVOCAÇÃO

A Câmara Mortuária Federal convoca os brasileiros injustiçados, que compõe a SEGUNDA CLASSE,  para o acompanhamento, pela TV, da celebração da MISSA DE SÉTIMO DIA do falecimento da REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que acontece amanhã, sexta-feira, 23, na Capela do Congresso Nacional.


SOLENIDADE

No programa oficial consta que a solenidade será ministrada por representantes de dois grupos:

1- o grupo dos assassinos da REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que não para de festejar não só a morte da PEC como, principalmente o seu esquartejamento; e,

2- o grupo dos pobres imbecis brasileiros, obrigados a custear, para todo o sempre, os privilégios que jamais terão acesso.


SEGUNDO GRUPO

O que mais entristece é que o enorme contingente que compõe o segundo grupo (dos pobres imbecis) continua dividido, onde a metade, por força de doença cerebral gravíssima, acredita piamente que a PREVIDÊNCIA É SUPERAVITÁRIA;  e a outra, embora já plenamente convencida de que a PREVIDÊNCIA é uma fábrica de ROMBOS, se mostra apática.


INCOMPREENSÍVEL INJUSTIÇA SOCIAL

Pois, como o meu raciocínio parte exclusivamente da lógica matemática, onde a ideologia simplesmente não tem vez, só me resta carregar a cruz do esclarecimento de que sem REFORMA, ou o adiamento dela, a maioria do povo brasileiro (95%), de SEGUNDA CLASSE,  continuará obrigado a pagar a cada vez mais pesada conta (DÉFICIT) da PREVIDÊNCIA (que não para de crescer).

 


INJUSTIÇA SOCIAL

Mais: esta mesma e numerosa SEGUNDA CLASSE seguirá submetida a uma fantástica e incompreensível INJUSTIÇA SOCIAL, jamais experimentada no nosso planeta, qual seja a de continuar pagando por absurdos privilégios dos servidores públicos.


O MITO DO SUPERÁVIT DA PREVIDÊNCIA

A propósito, eis aí o conteúdo escrito pelo economista e pensador Darcy Francisco Carvalho dos Santos, contemplado com o Prêmio da STN em três oportunidades, com o título -O MITO DO SUPERÁVIT DA PREVIDÊNCIA-:

Recentemente ocorreu uma CPI que apontou a inexistência de déficit na Previdência, não sei baseada em que critérios, porque não me dei o trabalho de ler o relatório, que, em artigo da época, considerei-o inconsequente.
Sei que focaram nos devedores da Previdência. A necessidade inegável de cobrança desses débitos não autoriza a afirmar que ela ocorrerá na dimensão desejada, porque os principais devedores são empresas que já não existem mais. Além disso, em todos os Estados e municípios ocorre uma reduzida realização da dívida ativa e na União não seria diferente.

O ingresso anual de recursos é mínimo. E, mesmo que fosse cobrado um valor significativo, resolveria o problema no momento, mas as causas do déficit continuariam a existir. Não se pode confundir estoque com fluxo.

A Previdência Social apresentou em 2017 um déficit de R$ 268,8 bilhões, com um aumento nominal de 18,5% sobre o exercício anterior. Desse total, R$ 182,5 bilhões devem-se ao Regime Geral (INSS), sendo R$ 71,7 bilhões da dependência urbana e R$ 110,7 bilhões, da rural. Pasmem! Um crescimento nominal de 21,8%, para uma inflação em torno de 3%.

O Regime Próprio dos Servidores Federais (RPPS) formou um déficit de R$ 86,3 bilhões, sendo R$ 48,7 bilhões dos servidores civis e R$ 37,7 bilhões dos militares. O crescimento nominal foi de 11,9% sobre 2016. Isso na União, porque em muitos Estados, então, a situação é insustentável.

Nesses déficits ocorre uma grande injustiça, porque o RPPS é formado por pouco mais de um milhão de beneficiários e o Regime Geral, por mais de 30 milhões. No entanto, em termos financeiros, o que constitui a maior bomba é o INSS, cujo ritmo de crescimento da despesa supera o do PIB, enquanto o RPPS mantém a mesma relação com ele, sendo até declinante.

Uma das alegações dos que negam a ocorrência de déficit na Previdência é a existência das contribuições destinadas à Seguridade Social (art. 195 da CF), só que elas se destinam não só à Previdência, mas também à Assistência Social e à Saúde. O aumento dos gastos com a Previdência está reduzindo os recursos das outras duas áreas, podendo inviabilizá-las num futuro não muito distante.

O déficit da Seguridade Social em 2016 foi de R$ 258,7 bilhões, reduzindo-se para R$ 167 bilhões quando a ele se somam as DRU (desvinculações da receita da União). Isso, no entanto, não modifica em nada o resultado global, porque esse mesmo valor precisa ser deduzido da receita do Tesouro Nacional. O problema previdenciário não pode ser tratado como um problema contábil.

Como vimos, as DRU são inócuas, porque todo seu valor volta para a Seguridade e, ainda, tem que ser acrescido de R$ 167 bilhões do Tesouro Nacional, para complementar suas despesas. Não sei porque elas existem!
Tomemos os valores pelos seus globais para facilitar o entendimento. A parte da carga tributária de 2016 arrecadada pela União foi R$ 1.384 bilhões, ou 68,3% do total nacional. Descontando-se desse valor as parcelas dos entes subnacionais e as contribuições para o Sistema "S", FGTS e Salário-Educação, entre outras, que não pertencem ao Governo Federal, restaram como receita líquida da União R$ 980 bilhões.
Dessa receita líquida, R$ 698 bilhões, ou 71,2%, pertencem à Seguridade Social, mas que não foram suficientes para suportar suas despesas, que somaram R$ 872 bilhões, ou 89% da citada receita líquida. No final, restaram apenas R$ 108,7 bilhões ou 11% da mesma base, para o atendimento de todos os demais encargos do Governo Federal, inclusive para fazer investimentos e superávit primário. 
Por isso é que ocorreu um déficit primário de R$ 159,5 bilhões em 2016, que, somado aos juros, ajudou a formar o expressivo déficit fiscal de R$ 477,8 bilhões (7,6% do PIB), segundo a STN. Sem superávit, a dívida só cresce e, com ela, os juros, que podem deixar insustentável a situação das contas públicas, na ausência de uma reforma da previdência.



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