Artigos

20 set 2017

EXERCÍCIO DE AUTOCRÍTICA


20 DE SETEMBRO

Hoje, 20 de setembro, os gaúchos festejam a Revolução Farroupilha, uma guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil. O curioso é que a comemoração se dá na data do INÍCIO do conflito (20 de setembro de 1835) e não no FIM ( 01 de março de 1845 - dez anos depois) como normalmente acontece.   


FAÇANHAS

Como gaúcho, desde cedo tratei de entender o que leva o povo riograndense a ser tão ufano, do tipo que canta com ardor - SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO À TODA TERRA-. Faço esta observação porque não é preciso ir muito a fundo para perceber que as reais e maiores FAÇANHAS do povo gaúcho são as CRISES. 


PRAZER POR CRISES

Analisando apenas os últimos 50 anos, os gaúchos deixam bem claro que a felicidade reside nas CRISES. Daí a razão para o povo não querer se afastar da crise econômica, da crise política, da crise cultural e de outras tantas. E em todas elas o povo sempre fez questão de transferir o máximo de renda adquirida para o setor público, notadamente para os funcionários ATIVOS E INATIVOS do Executivo, Legislativo e, principalmente, do Judiciário, os grandes beneficiários.  


EGO

Os gaúchos, desde o nascimento, são educados para conviver com enormes paixões. Assim, no RS tudo tem que ser: FRIO ou QUENTE; PRETO ou BRANCO; GRÊMIO ou INTER; CHIMANGO ou MARAGATO. Este comportamento, que já faz parte do DNA do povo do RS, faz com que o EGO DO GAÚCHO permaneça sempre muito inchado, a ponto de impedir a visão e a consciência de que o melhor para todos seria viver sem as crises que cultua.  


POSITIVISMO

Como bem escreveu o historiador Décio Freitas, o grande responsável por esta cultura do -ideal positivista- iniciou em 1891, quando Júlio de Castilhos foi eleito presidente do Rio Grande do Sul e teve seguimento com Getúlio Vargas, que foi eleito como cria do mesmo -positivismo-. Só para lembrar: ambos foram ditadores. 


MITO

O fato é que o gaúcho adora a briga, a discussão e na maioria das vezes as coisas acontecem de forma sempre  muito passional. Mais: como bem define Donaldo Schuller, doutor em letras e Livre-Docente pela  UFGRS, com a Independência, o Brasil, assim como o RS passou a receber imigrantes alemães, italianos, judeus, etc, que se juntaram ao açorianos. Com esta colcha de retalhos, o gaúcho primitivo deixou de existir e criou-se o MITO. O GAÚCHO- MITO continua definido como montador de cavalo, defensor das fronteiras e da liberdade.  


CRISE POLÍTICA INTERMINÁVEL

A propósito: ontem, pela enésima vez seguida, a Assembleia do RS acovarda-se diante da necessidade de votar propostas de ajuste fiscal protocoladas pelo governo Sartóri e se nega a sequer discutir seus conteúdos.

Os deputados estaduais não quiseram votar sequer projetos de baixíssimo impacto, como é o caso do PL 148/2017, que proíbe a cessão remunerada de servidores para sindicatos públicos. 300 servidores estão cedidos e custam R$ 40 milhões por ano aos contribuintes.

Uma Casa Legislativa que se nega a dar ao governo ferramentas praticamente neutras para promover o ajuste fiscal, jamais terá coragem de ir mais fundo, aprovando projetos e PECs mais ambiciosas, também enviadas por Sartóri, como é o caso das privatizações da CEEE, Corsan e Sulgás.

Sem estas condições, o governo fica de mãos atadas, não consegue equilibrar as contas destruídas pelo governo Tarso Genro e acabará sequer conseguindo pagar a Folha e transferindo recursos para os Poderes Legislativo e Judiciário. (texto extraído do blog do Políbio Braga).
 



Leia mais

19 set 2017

O BRASIL E A 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


PRIMEIRO MUNDO

O mundo já passou por três Revoluções Industriais.  Em todas elas, mais do que sabido, os países que mais e melhor proveito tiraram foram aqueles que acreditaram e/ou investiram o quanto antes nas novas descobertas, o que lhes garantiu presença na destacada elite das economias consideradas de Primeiro Mundo. 


3 REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS

Vale lembrar que a Primeira Revolução Industrial ocorreu na Inglaterra, no século XVIII (1780-1830) com a siderurgia e as máquinas a vapor; a Segunda, na década 1870/80, com o advento dos motores a explosão e, por consequência, do automóvel; e, a Terceira iniciou na década de 1970, baseada na alta tecnologia ou tecnologia de ponta (HIGH-TECH).


PAÍS COLÔNIA

Infelizmente, o nosso empobrecido Brasil sempre preferiu -deixar pra lá- as importantes descobertas (ondas) que resultaram no efetivo desenvolvimento econômico daqueles que não perderam muito tempo. Aqui, o que mais os governantes e empresários diziam, alto e bom tom, é que a vocação do Brasil não era voltada para a indústria, mas, exclusivamente, para a AGRICULTURA. Ou seja, um eterno País-Colônia. 


QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Hoje, mais do que sabido, o mundo está diante da QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. E, desta vez, para felicidade geral da Nação Brasileira, há, no ambiente do setor privado, uma consciência clara de que o Brasil não vai -deixar pra lá- a OPORTUNIDADE. Tomara. Entretanto, mais do que necessário é conhecer e dominar as ferramentas desta nova era.


BIG DATA

Nesta QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ganha enorme destaque a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E ANÁLISE DE DADOS. Com o advento do BIG DATA, grande conjunto de dados armazenados, todas as informações são disponibilizadas rapidamente, permitindo que as máquinas tomem decisões sozinhas, elevando a produção. 


ESTUDO

Causa, no entanto, séria preocupação o resultado de um estudo produzido pela KPMG, onde o Brasil mostra baixo preparo para mudanças e/ou encarar novidades. A situação, aliás, piorou nos últimos anos. Enquanto, em 2017, o Brasil tirou nota 0,49 numa escala de zero a um, no Índice de Prontidão a Mudanças, em 2015 a nota era  0,52.

Entre 136 países analisados, o Brasil está na 79ª colocação. Na origem do mau desempenho está a queda nos gastos em inovação e a piora das finanças públicas. 



Leia mais

18 set 2017

PERDENDO A PACIÊNCIA


DOMINIC BARTON

A entrevista concedida pelo economista canadense Dominic Barton, atual diretor global da McKinsey, consultoria respeitadíssima no mundo todo, que a revista Veja desta semana disponibiliza nas Páginas Amarelas, é uma importante contribuição para o entendimento das transformações sociais em curso, tanto para leigos quanto para iniciados. 


CONTEÚDO

Segundo Barton, o setor público não cumpre adequadamente o seu papel de preparar as pessoas para as novas possiblidades tecnológicas. Ora, se a percepção do economista é global, fico imaginando o que diria se conhecesse minimamente o que se passa no nosso empobrecido Brasil, onde a preparação do povo é feita através de grandes conteúdos ideológicos e pouco ou quase nada técnicos.  


ANÁLISE INTERESSANTE

Ao enfatizar a necessidade de recapacitar as pessoas, Dominic Barton faz uma observação interessante: - Fizemos uma análise em 25 dos países mais ricos do mundo. Entre 1993 e 2005, apenas 2% das pessoas não havia melhorado de vida. Entre 2005 e 2014, no entanto, 70% das pessoas não tiveram aumento real de renda ou mesmo sofreram uma queda em seus ganhos. Com a tecnologia, a demanda por trabalho caiu e os salários estão estagnados. Mas 1% no topo dos rendimentos está muito bem. 


PERDENDO A PACIÊNCIA

Esta análise diz, claramente, o quanto as empresas (esqueçam o setor público) precisam assumir novas responsabilidades. Até porque, como refere Barton, - as pessoas estão perdendo a paciência. Não estão satisfeitas com o governo, com as grandes corporações, com ninguém.


AVALIAÇÃO SOBRE O BRASIL

Quando perguntado sobre o Brasil, eis a avaliação que Barton faz sobre a nossa economia: - O Brasil tem ficado para trás  na comparação com outros países. O sistema regulatório e tributário precisa melhorar. Converso com administradores de recursos e empresários de todo o mundo e eles sempre dizem que a economia brasileira NÃO É DAS MAIS AMIGÁVEIS aos investidores. Outro aspecto é a EDUCAÇÃO. O esforço de combate à corrupção tem sido notável, mas as reformas precisam prosseguir. 

Amém!


OPORTUNIDADES ENORMES

Para quem tem a mínima noção sobre o que acontece no Brasil, tudo que Dominic Barton diz sobre o nosso país não pode ser visto como algo novo e/ou surpreendente. Entretanto, por se tratar do diretor global da McKinsey, consultoria que goza de forte credibilidade internacional, quem sabe as suas afirmações consigam mexer com a cabeça daqueles que ainda não foram infectados pelo vírus ideológico do atraso. As oportunidades que o Brasil tem, sabidamente são enormes. Falta apenas colocá-las ao alcance dos investidores.  



Leia mais

15 set 2017

CONSTRUINDO ALTERNATIVAS POSSÍVEIS E CABÍVEIS - FINAL


VOLTANDO AO TEMA DE ONTEM

Conforme prometido volto ao tema do editorial de ontem - CONSTRUINDO ALTERNATIVAS POSSÍVEIS E CABÍVEIS. A título de contribuição, eis a proposta que desenvolvi para o encaminhamento do equacionamento da encrenca que assola o país e, particularmente, o RS, Estado que uso a seguir para exemplificar:
 


PRIVATIZAR

Em primeiro lugar, independente da inadiável Reforma da Previdência, que precisa ser aprovada com urgência, é mais do que necessário PRIVATIZAR tudo que se encontra nas mãos do Estado, comprovadamente um péssimo gestor. Entretanto, os recursos obtidos com a venda de estatais não devem, em hipótese alguma, servir para o pagamento de despesas, notadamente a Folha dos Servidores (Ativos e Inativos). Caso contrário, em um ou dois anos o dinheiro simplesmente sumiria.
 


FUNDO-RS

Como a Folha dos Servidores Inativos, que denominei de ESTOQUE, precisa, por força de lei que confere os DIREITOS ADQUIRIDOS,  ser suportada até o fim dos dias dos seus beneficiados, o que o governo do RS precisa, para onerar os já imensamente esfolados pagadores de impostos, é obter o máximo possível de rendimento dos ATIVOS de propriedade do Estado.

Assim, independente de PRIVATIZAR é preciso criar, imediatamente, um FUNDO DE ATIVOS (FUNDO-RS), composto por tudo que o Estado é dono, desde ações de empresas, imóveis (terrenos e/ou prédios construídos) e tudo o mais.
 


RENTABILIDADE E GESTÃO

O propósito do FUNDO-RS, a exemplo de qualquer FUNDO DE INVESTIMENTO, seria a busca incessante de rentabilidade, cujos proventos devem ser repassados ao caixa do Tesouro para contribuir com o pagamento da FOLHA dos INATIVOS. Obviamente, para que seja administrado com EFICIÊNCIA, o FUNDO-RS não pode ser gerido pelo governo, sabidamente um péssimo gestor como já está mais do que provado e comprovado. 
 


COMPRA E VENDA DE ATIVOS

Sabe-se, perfeitamente, que para atingir uma boa performance é preciso se desfazer de ativos com baixo ou nenhum retorno e/ou comprar outros com melhor perspectiva de rentabilidade. Considerando que quanto mais rendimentos o FUNDO-RS obtiver, menos os pagadores de impostos são chamados para completar o imenso valor que é mensalmente destinado para pagar a remuneração dos INATIVOS (ESTOQUE) os gestores do FUNDO-RS precisam de autorização para poder proceder as trocas ou vendas dos ativos que nada rendem.

 


EXTINÇÃO

De novo: o processo de extinção do FUNDO-RS se dará, paulatinamente, na medida em que for diminuindo o ESTOQUE (morte natural dos beneficiados). Até lá o grande e único propósito do FUNDO-RS é fazer com que os pagadores de impostos paguem o menos possível por tudo aquilo que os DIREITOS ADQUIRIDOS impõem à sociedade.

Por certo que o assunto não se encerra apenas com estes dois editoriais. Entretanto, como criticar sem propor soluções não passa de animação do sofrimento, estou pronto para ouvir e melhorar a proposta. Que tal? 



Leia mais

14 set 2017

CONSTRUINDO ALTERNATIVAS POSSÍVEIS E CABÍVEIS


ESCLARECIMENTO

Mais do que nunca é preciso investir, maciçamente, no esclarecimento público. Este é o único caminho que pode levar, isento de qualquer paixão, um número cada vez maior de brasileiros a entender as reais CAUSAS da gravíssima situação das contas públicas , do Brasil, dos Estados e dos Municípios.  Notadamente e muito, diga-se de passagem, do Estado do RS.
 


CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS

Mais: na medida em que sociedade vai tomando conhecimento e discernimento das verdadeiras CAUSAS dos problemas financeiros que a União e os Estados enfrentam, faz-se necessário, para abandonar a costumeira e inócua indignação, uma efetiva construção e/ou apresentação das ALTERNATIVAS que, efetivamente, possam trazer alívio para os pagadores de impostos.
 


DIREITOS ADQUIRIDOS

Insisto: o fato de se manter refém do sentimento de INDIGNAÇÃO não leva às soluções úteis, determinantes e necessárias. Igualmente, de nada adianta ficar gritando aos quatro ventos dizendo que é preciso acabar com os Direitos Adquiridos e as Cláusulas Pétreas. Isto, gostem ou não, é praticamente IMPOSSÍVEL. Ou seja, não vai acontecer. Assim, quem seguir nesta toada ganhará apenas mais aborrecimento. 
 


GRANDE CAUSA

O que mais urge, portanto, neste momento em que boa parcela de brasileiros, e gaúchos, por força da crise, está procurando mais e mais informações, é dar a entender que as GRANDES CAUSAS dos reais e maiores problemas financeiros dos governos residem:

1- na FOLHA DOS APOSENTADOS DO SETOR PÚBLICO (Inativos). Detalhe: qualquer mudança que por ventura venha a ser aprovada, só terá efeito  (por força dos Direitos Adquiridos) para os novos funcionários (Ativos). Isto, se constar na sempre esperada -Reforma da Previdência-. 

2- na FOLHA DOS SERVIDORES ATIVOS contemplados com os benefícios obtidos que só deixarão de existir com o falecimento dos mesmos e seus dependentes. 

3- a BAIXA EFICIÊNCIA do Setor Público (burocracia)
 


ESTOQUE

Supondo que seja aprovada a Reforma da Previdência, a partir daí é possível conhecer o tamanho do ESTOQUE (folha de salários dos servidores Ativos e Inativos, que está protegida pelos Direitos Adquiridos que os pagadores de impostos se obrigam a pagar).

Através deste ESTOQUE a ser pago no tempo, também é possível prever quando a conta deixará de existir, coisa que decorre, repito, do natural falecimento dos beneficiários e seus dependentes.
 


PERGUNTA

Pode, neste primeiro momento, dar a entender que estamos diante de algo mórbido. No entanto, sem tirar nem pôr, isto precisa ser bem entendido.  De novo: não há como acabar com os DIREITOS ADQUIRIDOS e as CLÁUSULAS PÉTREAS. 

A pergunta agora é a seguinte: - Uma vez resolvida esta importante e inadiável etapa, que separa aqueles que estão protegidos pela lei anterior e abre caminho para uma nova realidade, urge a busca de uma ou mais soluções para enfrentar o CUSTO DO ESTOQUE até a sua extinção natural. 

No editorial de amanhã exponho quais as ALTERNATIVAS que tenho em mente para o enfrentamento da DOENÇA destes GASTOS ENGESSADOS, que os governantes se obrigam a pagar.  



Leia mais

13 set 2017

CONVERSA MOLE DE INDIGNADOS SEM AÇÃO


POSSIBILIDADE

Nos inúmeros encontros que tenho participado, com o propósito de debater e/ou buscar soluções para o já crônico -DÉFICIT PÚBLICO-, que tanto o Brasil quanto, principalmente, o Estado do RS enfrentam, saio sempre e cada vez mais convencido de que 99% dos brasileiros promovem reclamações sem ter a menor ideia do que realmente está ao alcance da nossa diminuta POSSIBILIDADE. 


DESPESAS BLINDADAS

Isto significa que apenas 1% entende, com alguma clareza, que os reais e grandes entraves, que simplesmente IMPEDEM o corte das maiores despesas da União e do RS (folha de servidores Ativos e inativos) estão protegidos (blindados, melhor dizendo) por DIREITOS ADQUIRIDOS e/ou CLÁUSULAS PÉTREAS. Ou seja, algo que, com ou sem reclamação, não tem como ser modificado. 


SEM NOÇÃO

O curioso é que todos, sem exceção, quer por falta absoluta de noção, ou por sentimento de frenética indignação, gritam ao mesmo tempo dizendo que além da necessidade de acabar com tais DIREITOS ADQUIRIDOS é preciso, imediatamente, remover da Constituição as terríveis CLÁUSULAS PÉTREAS. 


IGUAL A ZERO

Ora, fora de uma verdadeira e certeira REVOLUÇÃO, é preciso que todos os brasileiros se convençam, definitivamente, que a PROBABILIDADE que existe, tanto no nosso Brasil quanto no RS, para que os DIREITOS ADQUIRIDOS e as CLÁUSULAS PÉTREAS desapareçam do mapa, ou da Constituição, é simplesmente igual a ZERO.


CABÍVEL

Portanto, o que realmente CABE, ou é POSSÍVEL, gostem ou não, queiram ou não, é a construção e aprovação de mudanças que passem a valer somente para aqueles que forem admitidos a partir de então. Ou seja, a FOLHA DOS SERVIDORES PÚBLICOS atuais, tanto ATIVOS quanto INATIVOS, deverá ser paga, religiosamente, com atraso ou não, até que se mudem, junto com seus dependentes, para os cemitérios. 


ESTOQUE

Em suma: se todos os brasileiros, e notadamente os gaúchos, forem a luta, imediatamente, o tamanho do ESTOQUE que deverá ser pago, com chuva ou com sol, ainda pode ser menor. Quanto mais tempo levar para a aprovação das reformas, maior será o ESTOQUE, recheado de DIREITOS ADQUIRIDOS e CLÁUSULAS PÉTREAS.  O resto, anotem aí, é conversa mole de INDIGNADOS SEM AÇÃO. 



Leia mais