FOTOGRAFIA
Dentro de alguns dias, tanto a União quanto todos os Estados da Federação vão iniciar um novo período de quatro anos de governo, sendo que alguns continuarão com os mesmos administradores, pelo efeito reeleição, e outros, por sua vez, estarão sob -NOVA ADMINISTRAÇÃO-.
Assim, nos próximos trinta e poucos dias que separam o fatídico 2014 do pouco esperançoso 2015, todos estão ávidos para ver a fotografia que deverá capear o álbum que vai mostrar a situação deixada pelos mandatos que estão se encerrando.
SITUAÇÃO DO RS
Como o Estado do RS é um dos grandes prejudicados em termos de administração petista, com o governador Tarso Genro à frente, é imperioso que os gaúchos, antes de tudo, saibam o que o novo governador eleito, José Ivo Sartori, vai encarar a partir de janeiro próximo.
PROPÓSITO DE BEM INFORMAR
Com o propósito de exclusivamente informar, sem, portanto, usar de ironias, falsa imaginação e/ou questões ideológicas, fui buscar no seríssimo conteúdo produzido pelo pensador (Pensar!+) Darcy Francisco dos Santos, o que Sartori, e os gaúchos em geral, vão enfrentar. Eis:
FOLHA DE PAGAMENTO
Na questão que envolve a Folha de Pagamento dos Servidores, como todos sabem, o atual governo concedeu reajustes parcelados, até novembro de 2018, a todos os quadros da segurança pública, com percentuais variáveis, alguns se aproximando dos 20% ao ano, quando agregamos os 5% concedidos em 2014.
Esses percentuais de reajuste serão muito maiores que o do provável crescimento da receita, podendo atingir o dobro dele. Os delegados de polícia, por exemplo, terão reajustes médios entre 12,9% a 19,1%. Isso é significativo porque a folha da segurança representa mais de 27% da despesa com pessoal da Administração Direta.
SUBSÍDIOS
Além disso, a adoção de subsídios na remuneração dos servidores da segurança pública foi feita com enorme dispersão nas classes, na maioria dos cargos, como se continuasse a existir, ou mais que isso, as vantagens que foram suprimidas. Por exemplo, um investigador de polícia terá uma relação entre a 1ª e a última classe de 3,37 em 2013, elevando-se para 4,03 em 2018, quando o inspetor/escrivão terá uma relação de 2,18 e o monitor penitenciário, de 1,94.
MAGISTÉRIO
Para o magistério, mais do que sabido, foi concedido parceladamente 76,7% no período 2011-2014, sendo o maior reajuste para vigorar a partir de novembro (13,7%). Por isso, não é verdade quando o governo atual fala que concedeu todo esse percentual.
O reajuste concedido em novembro incidirá sobre três folhas em 2014 e nas treze do ano seguinte, quando fará a folha crescer 15%, quando se inclui o crescimento vegetativo. Para não baixar muito a relação piso estadual/ piso nacional, novo reajuste necessita ser concedido em janeiro/2015, elevando o crescimento da folha para mais de 20%.
A folha da educação já representa 36% da folha da Administração Direta. A dotação orçamentária do exercício corrente não contempla esse reajuste e os recursos extras estão se esgotando. Por enquanto, ainda faltam 13,7% para completar os 76,7%.
PASSIVO TRABALHISTA
Além disso, o não cumprimento do piso nacional está criando um passivo trabalhista que superará R$ 10 bilhões em 2014, uma vez e meia a atual dívida com precatórios judiciais.
No ano de 2013 foram aprovados reajustes reais de remunerações, criação e reestruturação de cargos e salários, autorizações para nomeações emergenciais, com reflexos significativos na despesa com pessoal. Essa política também foi seguida pelos outros Poderes e órgãos especiais com a criação de centenas de cargos, inclusive em comissão, tudo como se as finanças estaduais estivessem nas melhores das condições. Em março e abril de 2014 essa política continuou e se acelerou, quando foram concedidos inúmeros reajustes para categorias que já haviam sido beneficiadas no ano anterior. Entre criação de cargos e reestruturações de cargos e salários, contratações emergenciais e reajustes reais, foram atingidas quase todas as categorias funcionais do Estado.
A folha de pagamento deve crescer mais de 14% nominais ou 8% reais, o dobro do crescimento esperado da arrecadação, em 2014, devendo aumentar ainda mais em 2015. Nos demais anos do próximo período governamental o reflexo ainda será grande.
DÉFICITS
Para cumprir todos esses reajustes, os déficits superarão em muito R$ 4 bilhões anuais a partir de 2015 e com tendência crescente, se não houver uma mudança nesse ritmo. Em 2014, o déficit se situará entre R$ 3,5 e R$ 4 bilhões, se as despesas forem lançadas adequadamente. Que tal?
CRIME HEDIONDO
Por cultura, ou mesmo por doutrina, os brasileiros em geral, notadamente os gaúchos, sempre foram levados a crer que todos aqueles que, mesmo em forma de desabafo, resolverem mencionar a palavra -privatização- devem ser considerados como criminosos hediondos, do tipo lesa pátria.
SENTIMENTO DE DÚVIDA
A ojeriza é tamanha, que nem mesmo as poucas privatizações e/ou concessões de serviços públicos que foram feitas serviram para criar um necessário (e saudável) sentimento de dúvida, ou teimosia, quanto às imensas e indiscutíveis vantagens que o país leva quando o governo se retira das atividades que:
1- provadamente não sabe administrar; e,
2- decididamente não é e nunca foi função de Estado.
CASO PETROBRÁS
É importante que se diga que os horrendos atos de corrupção que atingiram brutalmente o caixa da Petrobrás, que certamente não foi a única empresa saqueada pelos quadrilheiros presos, não precisam acontecer para que a sociedade se convença da existência de empresas estatais.
CONVENCIMENTO DO POVO
Entretanto, casos como esse que envolve a estatal do petróleo, por ser de grande monta e, portanto, de difícil recuperação, devem servir para explicar, e convencer o povo brasileiro, de forma definitiva, a necessidade urgente de afastamento do poder público de todas e quaisquer operações das mais variadas atividades, produtivas ou não.
Independente do enorme sucesso que representaram para o país as poucas privatizações que já foram feitas, só o mal que este governo fez com a Petrobrás expressa o quanto o país perdeu por não ter privatizado a estatal.
RISCOS
Volto a lembrar que não precisaria haver esta estupenda roubalheira para fazer valer a necessidade de privatizações. O melhor de tudo, aqui entre nós, seria a inexistência, desde sempre, de empresas estatais. Bastaria para que os pagadores de impostos não corressem riscos que devem caber, exclusivamente, aos acionistas de qualquer empreendimento.
PENSEM E RESPONDAM
Ainda assim, para reforçar os argumentos, irrefutáveis, do quanto é extremamente saudável e, portanto, nada criminoso defender as privatizações, peço aos mais resistentes que pensem a respeito de apenas três pontos seguintes:
1- Administrar empresas e/ou negócios é tarefa de governo?
2- Governantes têm conhecimento (expertise) suficiente para produzir ou prestar serviços?
3- Se mal conseguem planejar políticas públicas, cujos serviços resultantes são comprovadamente de péssima qualidade, o que se pode esperar dos governantes na condução e administração de empresas?
O BRASIL TEM PRESSA
Como o Brasil tem pressa, tanto na busca de soluções para tanto descalabro como esses que estamos assistindo quanto para evitar que novos aconteçam, é importante que todos pensem rapidamente a respeito das privatizações e/ou concessões de serviços públicos. Cabe ao Estado, a estrita cobrança das regras impostas pelos empreendedores da iniciativa privada.
PROJETO DE DESTRUIÇÃO
Por tudo que o governo Dilma Neocomunista Rousseff já fez só em 2014 (sem olhar, portanto, para os anos anteriores), ao se reeleger para um segundo mandato já é possível antever o quanto a continuação desse projeto de exterminação econômica e social do país, que vem sendo aplicado com muito vigor e entusiasmo pela -interventora-mor-, vai levar a uma grande destruição do país ao longo de 2015 e anos seguintes.
PERSONAGENS CONHECIDOS
Fazendo uma análise bem cuidadosa, sem ranços ideológicos ou mesmo ironias, tanto da eleição que resultou na vitória (?) apertadíssima de Dilma Rousseff para presidente quanto do projeto de governo do PT, a mesma propõe que cheguemos a uma terrível e perigosa conclusão: ao invés de Dilma, os eleitores reelegeram o desejo (incrível) de conviver com vários personagens já conhecidos, como INCOMPETÊNCIA, INTERVENCÃO e CORRUPÇÃO.
DR. CAOS
A grande novidade, que os eleitores de Dilma proporcionaram ao Brasil e ao mundo todo, consiste na eleição de um novo personagem, conhecido como Dr. CAOS, que vai conviver com os brasileiros a partir de agora. Pelo andar da carruagem, identificada pelos péssimos indicadores econômicos que vem sendo apresentados, principalmente neste final de ano, o Dr. CAOS já chega pronto, com grande disposição para ser notado e festejado pelos neocomunistas-petistas.
TERRENO FÉRTIL
Ao se juntar com o trio -INCOMPETÊNCIA, INTERVENÇÃO e CORRUPÇÃO-, que reinou absoluto em todas as camadas do governo, certamente que o novo personagem (Dr. Caos) não encontrará dificuldade alguma de entrosamento. Aliás, ao longo de seu primeiro mandato a presidente Dilma foi fertilizando o terreno para que o Dr.CAOS consiga produzir resultados magníficos antes mesmo de ser empossado.
TRAZENDO À TONA
Mesmo que a MENTIRA, o POPULISMO e o ASSISTENCIALISMO tenham sido aliados decisivos para a enorme prosperidade da INCOMPETÊNCIA, A INTERVENÇÃO E A CORRUPÇÃO junto à uma grande parcela da sociedade, por razões que vão desde o interesse financeiro ao desconhecimento proporcionado pela baixa escolaridade e/ou elevada doutrinação, quem deverá trazer tudo à tona será o já saudado DR.CAOS.
CONVIVÊNCIA LONGA...
Como não é possível enganar a todos por todo o tempo, mesmo que o período de enganação possa se alongar pelos motivos acima expostos, um dia a casa cai. É inevitável. Esta queda, geralmente, se dá pelo esgotamento do modelo e/ou pela chegada deste personagem que o povo acaba de eleger: o DR. CAOS.
Só desejo que ele seja rápido e eficiente na sua missão, para que o sofrimento seja o menor possível. Mas não descarto, pelo grau de estupidez que tomou conta do país, que a convivência com o Dr. Caos tende a ser longa. A conferir.
PRAZO VENCIDO
Por tudo que estamos assistindo, de camarote, no nosso mais do que corrupto país, um quadro está sendo muito bem desenhado: ainda que a candidata Dilma tenha saído vitoriosa (?) na eleição para presidente, ao transmitir o resultado do pleito as urnas vieram a público para fornecer um atestado cujo teor informa que o PRAZO DE VALIDADE do produto DILMA ROUSSEFF está definitivamente vencido.
SEM REVALIDAÇÃO
Mais: com a explosão, intensa horripilante e interminável, de casos de corrupção que envolvem a nossa pobre Petrobrás, mesmo sem levar em conta a crise econômica que apenas está iniciando por aqui, é quase impossível que o atestado seja revalidado. Ou seja, Dilma ganhou a eleição, não a governabilidade.
2015
Para provar que, com o PT na administração de qualquer coisa, pouca desgraça é bobagem, o saldo que Dilma está deixando, de forma inquestionável, no encerramento de 201, além de trágico não enseja a mínima possibilidade de que 2015 seja um Bom Ano.
REFORMAS
É sempre muito comum ouvir da maioria do analistas políticos que o início de um novo mandato é o momento mais propício para que o eleito promova reformas. Entretanto, com o PT na administração, as únicas reformas possíveis e imaginadas, pelo que vimos nos últimos doze anos, é uma aceleração das reformas que levem o quanto antes ao fantástico Bolivarianismo, já em curso no país.
SAÍDA DE DILMA
Pois, junto com a séria CRISE POLÍTICO-GOVERNAMENTAL que o governo propõe pelo envolvimento, de corpo e alma, em dois dos maiores casos de corrupção deste planeta (Mensalão e Petrolão), uma outra crise, ECONÔMICA, enseja que o melhor que poderia acontecer, neste momento triste, seria a saída imediata de Dilma (e do PT) do Poder.
CHEIRO RUIM
Se a quantidade de petróleo existente na camada pré-sal é tida como enorme, a quantidade de lama que envolve o Brasil e a pobre Petrobrás , proporcionada por inúmeros e incalculáveis saques, é extremamente maior. Pior: o cheiro, por ser insuportável, identifica que pode ser algo diferente de lama...
PATRIMÔNIO NEGATIVO
O fato é que diante deste triste quadro, com a permanência de Dilma na presidência não há como se possa desejar -Feliz Ano Novo- ao 2015 que aí está.
Aliás, até os mais resistentes e apaixonados já perceberam o quanto é falsa a idéia de que o Brasil se tornou um país de RENDA MÉDIA. Na real, o povo brasileiro, pela oferta descomunal de crédito promovida pelo governo, deve bem mais do que possui, em termos patrimoniais. Ou seja, está com o Patrimônio Negativo. E, para agravar ainda mais a situação, o governo oferece aos brasileiros SERVIÇOS PÚBLICOS típicos de países de RENDA BAIXA. Pode?
De novo: os governos Lula/Dilma, via crédito e não por renda, proporcionaram ao povo a compra de produtos de Classe Média. Enquanto isso trataram de prestar serviços públicos de Classe Baixíssima.
PAÍS-OPORTUNIDADE
Enquanto vários países da Zona do Euro, a partir de 2008, trataram de enfrentar as dificuldades impostas pela crise financeira mundial, originada da debacle provocada pela farta concessão de crédito (sem retorno), o Brasil, sob a tutela do PT, sem mexer minimamente na competitividade, se apresentou ao mundo como PAÍS-OPORTUNIDADE- aos fartos capitais internacionais sedentos de segurança e rentabilidade.
IMUNE À CRISE
Até então, como que carregando um cartaz de partido-honesto (?), o PT dava a entender, através de inúmeras mentiras (sua marca registrada), tanto à maioria do povo brasileiro quanto à inúmeros investidores estrangeiros, que o Brasil já havia feito, ou encaminhado, as -lições de casa-. O que fazia (ou faria) do nosso pobre país uma Nação praticamente imune à crise que vivida pelos EUA e Europa.
INSISTÊNCIA
Na realidade, como o Ponto Critico já apontava com grande insistência bem antes da deflagração da hecatombe bancária mundial, o Brasil, sob a tutela petista, não se mostrava minimamente interessado em ingressar no seleto grupo dos países desenvolvidos, mesmo naquele momento onde os grandes estavam sob observação, com crescimentos nulos ou mesmo negativos.
REFORMAS
Por algum tempo, embriagados pelos preços altos das commodities produzidas no Brasil, e pela descomunal oferta de dólares e euros despejados diariamente no mercado mundial, pelo Federal Reserve e pelo Banco Central Europeu, para tentar salvar o que ainda restava do abalado sistema financeiro, era muito difícil encontrar pessoas interessadas em ouvir (ou ler) sobre a necessidade de reformas. Como se tudo de bom que acontecia jamais tivesse fim.
ORDENS DO FORO DE SÃO PAULO
Pois, enquanto os brasileiros se deliciavam e/ou se entretiam, imaginando que seríamos felizes para sempre, o PT tratou de acelerar o seu Projeto-Brasil obedecendo as ordens emanadas pelo magnífico Foro de São Paulo, como:
1- colocar o país nos trilhos da Matriz Econômica Bolivariana, cujos resultados já se mostram palpáveis através do PIB (crescimento zero), Inflação fora de controle e Taxa de Juros nas nuvens.
2- Saquear empresas públicas, como Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Eletrobrás, etc., com o propósito de enriquecer, financiar projetos pessoais e partidários (do PT e aliados) assim como obras em países membros do FSP.
UM ANO E TANTO
Pois, no limiar deste fatídico ano de 2014, depois do mundo todo ter assistido a condenação de vários políticos do PT e partidos aliados no triste episódio do Mensalão, o PT ainda conseguiu mostrar que os saques daquela operação escandalosa não passaram de atos insignificantes diante do assalto que praticaram nos cofres da pobre Petrobrás.
BNDES, CAIXA, ELETROBRÁS...
Portanto, depois de terem sido alvos de mentiras sem parar; de ver a economia fracassar; de perceber a queda do nível de confiança dos investidores; de assistir o ingresso do país no ambiente bolivariano; de lamentar os saques feitos na Petrobrás; ao longo de 2014, os brasileiros (e o mundo todo) não perdem por esperar: aguardam, para 2015, o que está por trás das cortinas do BNDES, da CAIXA, da ELETROBRÁS.... Que tal?
VÍDEO
Prosseguindo com a -narrativa-, iniciada ontem, que trata da origem e dos reais propósitos do Foro de São Paulo, que o sociólogo Demétrio Magnoli entende que não temos com o que nos preocupar, começo este segundo capítulo sugerindo que os leitores assistam este vídeo: (https://www.youtube.com/watch?v=chrxeZh5j04).
DEVOTOS DO COMUNISMO
Nas imagens que foram gravadas durante a reunião do Foro de São Paulo, em 2008, na cidade de Montevideo, Uruguai, aparecem (e discursam), vários representantes do PT devotos do comunismo e, nada mais nada menos, dois ministros do governo Dilma (José Eduardo Cardozo, da Justiça) e Marco Aurélio Garcia (Secretário para Assuntos Internacionais).
PAPEL DAS ONG's
Sendo o Foro de São Paulo uma organização que TOMA DECISÕES efetivas, uma vez aprovadas quaisquer medidas quem entra em cena e coloca o -Bloco na Rua- com o propósito de garantir o sucesso das decisões são as mais diversas ONG's. Criadas com este fim, todas elas são sempre apoiadas por organizações internacionais, com aparência de legalidade.
VARIADOS FINS
As milhares ONG's existentes, como já é mais do que sabido, têm os mais variados fins: desde feministas, ambientalistas, coletivos de advogados, defensores de Direitos Humanos, homossexuais, indigenistas, movimento negro, a ativistas de todo tipo.
Mais: junto a estas ONG’s estão os meios de comunicação, que se mobilizam em massa para defender os interesses destas organizações e, portanto, do Foro de São Paulo.
ANONIMATO
É importante esclarecer que o Foro de São Paulo permaneceu, por vontade de seus fundadores e membros, no mais absoluto anonimato até 1997. Este silêncio, aliás, sempre contou com a proteção da mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista.
Assim, os brasileiros, principalmente os mais atentos, só tomaram conhecimento do Foro de São Paulo, e mesmo assim muito discretamente, por ocasião da realização do 7º Encontro realizado em Porto Alegre, em julho de 1997.
2005 - 15 ANOS
Em julho de 2005, por ocasião da realização do XII Encontro do FSP, ocorrido em São Paulo, os membros da organização comunista comemoraram os 15 anos de sua fundação. O então presidente Lula, como fundador do FSP, fez um caloroso discurso, do qual separei o seguinte trecho:
“E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.”
DISCURSO DE LULA
“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranquila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.”