IMPOSTOS
A sociedade brasileira em geral, mais do que sabido, sempre teve dificuldade para compreender a complexidade das nossas contas públicas. Mal sabe, inclusive, que quando os governos gastam acima do que arrecadam, a saída para tanto é mandar a conta para a população: 1- pela via do aumento (à vista) de impostos; ou, 2- pela via do endividamento (imposto a prazo). O fato é que ambos, infelizmente, acabam por gerar uma carga tributária cada vez mais alta. Partindo desta realidade, ou premissa, o pensador (Pensar+) e economista Ricardo Hingel, produziu o seguinte conteúdo, com o propósito de dar ciência da nossa elevada, e cada dia mais cara, carga tributária. Eis:FRAUDE COMPROVADA
Ideias de ampliação de gastos nunca faltam e são cumulativas ao longo do tempo, pois dificilmente algum novo governo se preocupa em descontinuar despesas promovidas por governos anteriores. Tudo porque ninguém quer correr o risco de -retirar conquistas da sociedade-. Como nenhum governo possui uma terceira pessoa para pagar sua conta, resta, para tanto, chamar a sociedade como um todo. Afinal, um país é como qualquer cidadão: tudo que consome traz junto uma conta para pagar.COMUM
Como os leitores podem perceber através da tabela abaixo, todos os presidentes que se sucederam, desde o governo de José Sarney, terminaram seus mandatos com cargas tributárias/PIB superiores a seus primeiros anos. No governo Sarney - a carga tributária/PIB iniciou com 24,0% e terminou com 29,3%No governo Collor - a carga tributária/PIB iniciou com 24,6% e terminou com 25,4%No governo Itamar - a carga tributária/PIB iniciou com 25,1% e terminou com 28,6%No governo FHC - a carga tributária/PIB iniciou com 28,9% e terminou com 32,6%No governo Lula - a carga tributária/PIB iniciou com 32,5% e terminou com 34,2%No governo Dilma - a carga tributária/PIB iniciou com 36,0% e chegou, em 2013, com 36,5%.PESQUISAS
O ano de 2014 deve ser de elevação, pois o reduzido crescimento da economia, próximo a zero, prejudica a arrecadação, ao mesmo tempo em que a despesa segue seu crescente, pois uma grande parte já está contratada pelos continuados governos e segue um caminho sem volta. Neste sentido, os alquimistas contábeis seguem soltos e criativos para mascarar os resultados fiscais, como se isso ajudasse a pagar a conta.2015 APERTADO
A previsão para 2015 segue difícil, exatamente por uma expectativa de crescimento ainda tímido para o Brasil, ou seja, a situação fiscal seguirá apertada e com pouco espaço para ajustes, consolidando um quadro ainda de elevação da carga tributária, ou seja, a conta a ser mandada para a sociedade continuará elevada e com tendência a se ampliar.ELEVADO E CARO
É preciso, entretanto, saber diferenciar os conceitos daquilo que consideramos -elevado e/ou caro-. O quadro anterior evidencia que nossa carga tributária se tornou -elevada-, especialmente se levarmos em conta que o Brasil ainda é um país pobre. Por outro lado, devemos conceituar como -cara-, pois o que cotidianamente referimos como caro normalmente se relaciona com a qualidade daquilo que adquirimos. Neste sentido, o Brasil se caracteriza como um país que manda uma conta elevada e entrega produtos e serviços ruins, ou seja, a conta do serviço prestado é incompatível com seu preço.QUALIDADE DOS SERVIÇOS
Em uma entrevista recente, o economista Homi Kharas, que atuou por 26 anos no Banco Mundial, referiu que há economias bem-sucedidas com altos impostos e alta qualidade de serviços públicos. E há outras com baixos impostos e serviços públicos limitados. Mas não há, em lugar nenhum, economias bem-sucedidas com altos impostos e baixa qualidade de serviços, referindo-se ao Brasil.ÁREAS DE ESTADO
O que verificamos hoje em dia no Brasil é exatamente isto: cobra-se caro e entrega-se um serviço público de baixa qualidade. Não temos no Brasil nenhuma daquelas áreas conceitualmente consagradas, ou aceitas como de Estado, onde podemos afirmar que a qualidade é no mínimo aceitável. Neste grupo, onde se inclui saúde, educação, segurança, previdência social e estradas, é consenso público que a qualidade desses serviços está aquém do necessário e/ou desejado pela população.SERVIÇOS PRESTADOS
Evidência disso é que todo aquele que possui um nível de renda um pouco melhor acaba abrindo mão desses serviços prestados pelo Estado e paga uma segunda vez pelos mesmos serviços: paga impostos pela educação pública mas matricula seus filhos em escolas privadas; paga pela saúde pública mas paga planos particulares de saúde; paga pela segurança pública e paga por segurança privada onde mora ou trabalha e paga seguro para o caso de roubo de seu carro;paga a previdência oficial mas necessita pagar uma previdência privada e seguros de vida para garantir suas famílias, além de outros tantos serviços ineficientes que poderíamos continuar cansativamente relacionando. Essas questões aqui referidas objetivam chamar atenção, em especial neste período eleitoral, ao nível de seriedade e responsabilidade das proposições de cada candidato, pois qualquer conjunto de promessas tende a elevar ainda mais a conta representada pela carga tributária.FÓRMULAS MÁGICAS
Prestem, portanto, bastante atenção naquelas -fórmulas mágicas-, na linha do -manter o que está bom e melhorar o que não está-, pois provavelmente devem trazer junto -uma continha- a mais embutida e que vai desembocar depois em mais elevação de impostos e suas consequências adversas, mais uma vez lembrando que a conta desses gastos quem paga é a sociedade, pois, insisto, não há um terceiro para assumir nossas contas, apenas nós e as gerações futuras.ESCLARECIMENTO COMO PROPÓSITO
Para aqueles que leem habitualmente o Ponto Crítico, desde que foi publicado o primeiro editorial, em 11/10/2001, gostando ou não do que leram, pelo menos de uma coisa devem estar convencidos: os conteúdos produzidos e postados sempre tiveram como propósito maior o esclarecimento, através da linha liberal de pensamento, das boas e más intenções dos nossos governantes.FRAUDE COMPROVADA
Assim, no editorial de ontem o que fiz foi simplesmente expor o quanto é enganosa e/ou falsa a nossa baixa -TAXA DE DESEMPREGO-. E, pela quantidade de mensagens que recebi vi o quanto foi importante e útil aos leitores/assinantes saberem que a metodologia utilizada pelo BNDES, a mando do governo Dilma para obter uma baixa Taxa de Desemprego, é baseada numa fraude cujo objetivo é conquistar o povo sempre desinformado.COMUM
Pois, para governos que se aproveitam da enorme falta de discernimento do povo, este tipo de fraude é muito comum. Este, portanto, é apenas mais um de tantos crimes que acabam, de forma proposital, levando a maioria das pessoas a aceitar como verdade todas as mentiras propagandeadas por governos com viés comunista.PESQUISAS
Aliás, o que é ainda mais perturbador é o fato de muita gente questionar e criticar as pesquisas eleitorais, deixando, no entanto, de se indignar com as mentiras comprovadas, como é o caso da Taxa de Desemprego do país. Pode?BOLSA FAMÍLIA
Pois, deixando de lado mais essa mentira, vejam como o governo marqueteia e festeja, como se fosse um enorme SUCESSO, o aumento significativo de brasileiros que recebem hoje o Bolsa Família, cujo número já chega a 14 milhões de famílias, ou algo como 53 milhões de pessoas.25% DA POPULAÇÃO NO BOLSA FAMÍLIA
Considerando que a população brasileira é composta por 200,4 milhões de pessoas (dados recentes do IBGE), estas 53 milhões beneficiadas representam mais de 25% do povo que vive por conta de quem produz alguma renda.50% DO POVO ATÉ 2018?
Ora, como Dilma Neocomunista Rousseff declara, repetidamente, nas suas aparições (e debates) desta campanha eleitoral, que em caso de vir a ser reeleita pretende duplicar o número de famílias que recebem hoje o Bolsa Família, isto significa que o benefício, até o ano de 2018, deve chegar a 50% do povo brasileiro. Que tal?Ou seja: ao invés de propor mais desenvolvimento e crescimento, e com isso levar o maior número de brasileiros a se afastar do assistencialismo, Dilma faz exatamente o contrário. Depois, para explicar o fracasso da nossa economia cuja competitividade já foi pro brejo, a presidenta despeja a culpa dos nossos fracassos econômicos na Crise Mundial, que por sinal já nem existe.MAIS DETALHES
Como recebi várias mensagens de leitores/assinantes do Ponto Critico que se surpreenderam com as revelações feitas pelo editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil, Leandro Roque, quanto à real TAXA DE DESEMPREGO no país, volto ao tema com mais detalhes.TRUQUE
Com números irrefutáveis, Leandro deixa bem claro que a metodologia utilizada pelo IBGE para apurar a taxa de desemprego no país, não passa de mais um truque, falsidade ou mentira, como queiram, usado pelo governo Dilma Neocomunista Rousseff, para enganar o despreparado povo brasileiro.MALABARISTA
Para que tenham uma ideia do quanto este governo falseia também as informações sobre a TAXA DE DESEMPREGO, para com isso conseguir maior apoio popular, um malabarista de semáforo, por exemplo, pelo conceito malandro adotado pelo IBGE, é considerado como -empregado-.TRABALHADOR NÃO REMUNERADO???
Da mesma forma, revela Leandro, um sujeito que vende bala no semáforo é considerado -empregado-. E um outro que lavou o carro do vizinho na semana passada em troca de um favor também é considerado -empregado-, uma vez que o tipo entra na rubrica de -trabalhador não remunerado-. Pode?DESALENTADO
Mais: se alguém fica procurando emprego ao longo de seis meses e não encontra vaga nesse período, ou mesmo desiste temporariamente de procurar, ainda assim, pelo IBGE, não é considerado -desempregado-. Ele entra na categoria de -desalentado-. Assim, ao não entrar na conta dos -desempregados-, ele não eleva o índice de desemprego.BICO
Além disso, o índice do IBGE também coloca na rubrica -empregado- todas aquelas pessoas que: 1- exercem trabalhos considerados precários, como o sujeito que trabalha poucas horas por semana e gostaria de trabalhar mais, mas não consegue (muito provavelmente por causa das regulamentações trabalhistas); e, 2- quem faz vários bicos, mas cujo rendimento mensal é menor que o salário mínimo.PLENO EMPREGO...
Ou seja, você substitui seu vizinho na barraca de pipoca dele por três dias e em troca ele lhe dá 250 reais, você foi considerado pelo IBGE como estando -empregado ? tendo efetivamente trabalhado 3 dias no mês.Com todos esses truques, não é de se estranhar que o Brasil esteja com -pleno emprego-, conclui Leandro Roque, mesmo com sua arcaica legislação trabalhista, sua escandinava carga tributária e seus espoliadores encargos sociais e trabalhistas. Que tal?NOVA JORNADA
Encerrado o ano 13, no dia 11/10, o editorial de hoje, como de praxe, inicia com nova contagem (001/14) que marca a jornada do ano 14. Esta, por ora, é a única novidade que pode ser conferida, pois as demais, que estavam programadas para marcar a entrada do Ponto Crítico no novo ano, só poderão ser mostradas dentro de alguns dias. Aguardem.MUDANÇAS
Falando em mudanças, pelo que pude observar nas dezenas de ruas de Porto Alegre em que circulei durante o final de semana, com adesivos com os números 45 e 15 colados ao corpo, desta vez os gaúchos em geral parecem realmente dispostos a se livrar dos governos do PT, tanto em âmbito estadual quanto nacional.OUTUBRO HISTÓRICO
Portanto, ao agradecer os incontáveis cumprimentos que recebi dos leitores/assinantes, pela passagem do aniversário do Ponto Critico, assim como o carinho manifestado pelos parceiros-anunciantes, prometo que vou me esforçar ainda mais para que tenhamos um OUTUBRO HISTÓRICO, com a eleição de Aécio Neves, 45, como presidente do país, e José Ivo Sartori, 15, como governador do RS.MESMO COMPROMISSO
Reafirmo, igualmente, o compromisso até aqui mostrado, demonstrado e defendido em todos os 2.940 editoriais que escrevi ao longo da jornada de 13 anos completados, qual seja o de publicar conteúdos críticos com o propósito de levar esclarecimentos sobre a efetiva relação CAUSA/EFEITO de tudo que acontece neste nosso triste país.FALSIDADE
Como estamos às vésperas do segundo turno, e a candidata petista, Dilma Neocomunista Rousseff, após ter destruído os pilares da economia brasileira, levando a uma trágica estagnação do PIB e uma elevação dramática da inflação, continua dizendo que taxa de desemprego é baixa no Brasil, por volta de 6%, me proponho a mostrar o quanto há de falsidade também nesta informação.AUMENTO PROPORCIONAL
Primeiramente, como qualquer ser humano que tenha um pingo de discernimento deve imaginar, diante de um baixo crescimento, que atinge todos os setores da economia, é simplesmente impossível que a taxa de desemprego não registre um aumento na mesma proporção.REALIDADES OPOSTAS
Como o governo se agarra com unhas e dentes aos ótimos índices -oficiais- de empregabilidade, tratei de verificar o quanto há de verdade nas afirmações do governo. Pois, para começar vejam o que revela o estudo feito por Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil: a taxa mostrada pelo DIEESE, desde 2002 até 2012, é simplesmente o dobro da taxa mostrada pelo IBGE. Que tal?Enquanto o IBGE fala que a taxa de desemprego, em outubro de 2012, foi de 5,3%, o DIEESE afirma que foi de 10,5%. Dois indicadores iguais e uma margem de erro de incríveis 100%. Pode? E as implicações disso são enormes. Ao passo que uma taxa de desemprego de 5,3% é menor que a de todos os países europeus (exceto Suíça e Áustria), norte-americanos, asiáticos e da Oceania, uma taxa de 10,5% só é inferior à francesa, portuguesa, irlandesa, grega e espanhola. Ou seja: o mesmo país, o mesmo indicador, duas realidades totalmente opostas. Eles só mentem, mentem e mentem...EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO
Amanhã, 11 de outubro, o Ponto Critico, que teve o seu primeiro editorial publicado em 11/10/2001, em homenagem ao economista liberal Roberto Campos, que havia falecido dois dias antes (09/10/2001), estará completando 13 anos de existência.SITUAÇÃO ATUAL
Pois, ao longo desses 13 anos foram publicados pouco menos de 3.000 editoriais. A maioria deles, como pode ser comprovado clicando em -Artigos Anteriores- (à direita na Home Page do site -pontocritico.com-), serviu para expor aos leitores/assinantes que as decisões tomadas por Lula e Dilma nos levariam, inevitavelmente, a atual situação, pra lá de lamentável, de crescimento praticamente nulo e inflação além da meta.INFINDÁVEIS CASOS DE CORRUPÇÃO
Isto, obviamente, sem falar nos infindáveis casos de corrupção e outras safadezas que foram, e ainda estão, sendo descobertos ao longo das duas gestões neocomunistas, cuja matriz bolivariana levou a este estado de coisas lamentáveis, para tristeza daqueles que não foram embriagados pelo populismo/assistencialismo.MATRIZ BOLIVARIANA
Esta mistura de doses cavalares de incompetência e corrupção, ambas originadas e moldadas através de uma Matriz Bolivariana desenvolvida nas reuniões do Foro de São Paulo, cujo -benchmark- é o programa social-comunista que vigora em Cuba e na Venezuela, foi, certamente, o fator determinante para o fracasso.PROGRAMA SUICIDA
Vejam, por exemplo, que a proposta de reduzir a pobreza do país foi calcada em programas sociais que visam basicamente a redistribuição de renda, ao invés do governo fazer as reformas capazes de promover o esforço que levaria a produzir a renda.ESTADO PESADO
Tal prática, além de mascarar o índice de desemprego, uma vez que o critério utilizado é o de perguntar ao entrevistado se o mesmo está procurando emprego (o que o beneficiado do Bolsa Família obviamente responderá de forma negativa para não correr o risco de perder a mamata), torna o Estado brasileiro Hiper-Pesado.O REMÉDIO É VOTAR EM AÉCIO NEVES
Portanto, a partir de amanhã, quando o Ponto Critico completa 13 anos, entra para o Ano 14, o que mais quero e desejo, e para tanto vou me esforçar ainda mais nestas duas próximas semanas, é que os eleitores tenham a noção clara de que o Brasil precisa se livrar do neocomunismo-petista. E o remédio é votar em Aécio Neves. Caso contrário, como bem diz e repete à exaustão o ex-presidente Lula, em todas as suas manifestações, elegendo Dilma o país vai mergulhar de vez no programa Bolivariano, que vai se intensificar de forma tal que não saberemos se estamos em Cuba ou na Venezuela. Que tal?DISPUTA DE VOTOS
A partir de hoje, como todos sabem, os candidatos que ficaram para o segundo turno entram de corpo e alma, no horário político obrigatório, com o firme propósito de angariar o maior número de votos para se eleger no dia 26 deste mês.MAIOR ATENÇÃO
Na corrida presidencial, por exemplo, que desde sempre é aquela que merece a maior atenção, os eleitores que ainda não foram cooptados pelo populismo e/ou são portadores de um mínimo de discernimento, se bem informados já têm razões (concretas) mais do que suficientes para votar em Aécio Neves.ÁLBUM DE FOTOGRAFIA
Algumas dessas razões, que figuram em plano bem destacado no álbum de fotografias tiradas ao longo dos últimos quatro anos do governo Dilma Neocomunista Rousseff, se apresentam de forma absolutamente claras e inquestionáveis.MARCAS DESTE GOVERNO
Marcado pela CORRUPÇÃO e INCOMPETÊNCIA, através de atitudes muito calculadas, as maiores fotos dão conta do quanto o país foi sendo jogado, de forma brutal, no abismo onde imperam, principalmente, a total imoralidade e o absoluto fracasso econômico.SOB O COMANDO DE GUIDO MANTEGA
Como apenas alguns (não todos) casos escabrosos de corrupção e roubalheiras já se tornaram públicos, o que bastaria para defenestrar definitivamente os petistas de todas as esferas de administrações do país, vejam a trajetória desenfreada que se encontra a economia brasileira, sob o comando do péssimo Guido Mantega no volante do nosso pobre país.INFLAÇÃO E PIB
Pois, enquanto a inflação foi crescendo sem parar ao longo dos últimos anos, o PIB , por sua vez, foi decrescendo a ladeira de forma apavorante. O último número disponível que mostra a constante trajetória ascendente da inflação já identifica que a meta foi estourada. Isto, considerando que: 1- o governo vem segurando de forma irresponsável, os preços dos produtos e serviços administrados; e, 2- ainda estamos a 90 dias do final do ano, o que sugere mais danos à frente.TÁBUA DE MORTE
A única tábua que restou ao governo Dilma para se agarrar é a taxa de desemprego, que ainda está baixa, entretanto, como o setor industrial padece por falta de competitividade, e está sofrendo ainda mais face ao aumento de custos salariais, a consequência é uma só: os empregos vão minguar. Para completar, vejam o que o FMI declarou ontem e que não tem como ser contestado (a não ser pelo derrotado ministro Mantega): o PIB brasileiro não deverá crescer mais do 0,3% neste ano. Mais: os problemas que levam a tanto são internos e não provocados pela economia mundial. Por isso, a nossa única saída é votar em AÉCIO 45. Que tal? Vamos nessa?