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07 nov 2014

SAFRA DE PENÚRIAS


ESTADO RUIM DE COISAS

Para que não paire dúvida alguma é preciso esclarecer que não é à toa, e muito menos por obra do acaso, que a economia brasileira vive um momento de forte desesperança. Por muito tempo, como bem acompanharam os leitores do Ponto Crítico, este editor antecipou que, mais dia menos dia, este atual estado ruim de coisas acabaria por ser mostrado, vivido e lamentado . 


CONTABILIDADE CRIATIVA

Pois, hoje, quem presta todos os esclarecimentos, com provas, do quanto havia de acerto e razão nos meus insistentes e constantes alertas, são os próprios números -oficiais- do governo, o qual já não consegue mais esconder muita coisa, como vinha fazendo (ou tentando) através de uma insistente, porém criminosa, -contabilidade criativa-.
 


EXPECTATIVA COMPLICADA

Na medida em que o Setor Público, através de uma profusão de rombos nas contas do governo neocomunista-petista nas mais diversas contas, além dos infindáveis atos de corrupção (comprovados) em todas as esferas,  gera uma péssima expectativa econômica, o Setor Privado, em inúmeras atividades, colhe safras de penúrias.
Mais: a perspectiva futura indica que, se estamos mal hoje, vamos ficar ainda pior mais à frente.
 


COMMODITIES

Até para muitos desavisados (ou porque gostam de ser enganados) que elogiavam Lula porque até pouco tempo acreditavam, piamente, que ele teria feito um bom governo, finalmente estão se dando conta do verdadeiro responsável pelo sucesso da nossa economia: o preço, motivado, principalmente, pelo enorme interesse da China, das commodities que o Brasil tem de sobra para exportar.


INCOMPETÊNCIA

Hoje, como se vê, além da incompetência, que é marca registrada dos líderes da América Latina que adotam o programa Bolivariano, aprovado e definido pelo ainda pouco conhecido Foro de São Paulo, organização comunista que promove, confessadamente e a olhos vistos, a Transição para o Socialismo Latino-americano, nem as exportações estão ajudando.  


MATRIZ BOLIVARIANA

Vale registrar que ainda há alguma chance de virar este jogo, embora a quantidade de pedras que os petistas vão colocar no caminho do desenvolvimento sejam cada dia maior, como o próprio Diretório Nacional do PT tornou público nesta semana. Ou seja, o partido afirma, claramente, que jamais vai desistir da Matriz Bolivariana já em curso. 


CONTER OS PASSOS

Pois, da mesma forma como o enorme contingente de enganados (por ingenuidade ou por interesse) está mudando de lado, deixando de apoiar o governo Dilma para se colocar numa posição antipetista, ou anticomunista, se assim preferem, é de se admitir que ainda é possível conter os passos daqueles que exigem a todo custo uma Transição para o Socialismo. Como? Basta não dar trégua. 



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05 nov 2014

COMO RECUPERAR O ÂNIMO


NERVOS À FLOR DA PELE

Está evidente que a derrota de Aécio Neves deixou muita gente com os nervos à flor da pele. Muitos, inclusive, com uma sensação (faço votos que seja passageira), de que estamos vivendo um ambiente de -terra arrasada-.
Alguns eleitores, inclusive, que se declararam mais como Anti-Petistas do que adeptos do PSDB, para demonstrar o quanto ficaram desesperados com a vitória (suspeitíssima) de Dilma Rousseff estão propondo uma absurda -intervenção militar-, como se aí estivesse a solução dos problemas do país.
 


ANÁLISE CUIDADOSA

Pois, na minha ótica, mesmo tomado pela tristeza pelo fato de Aécio Neves não ter saído vitorioso, vejo, claramente, que pela forma como tudo aconteceu, e está acontecendo, como mostra este período pós-eleitoral, obtivemos importantes avanços que podem nos levar a obter êxito mais à frente.

Esta minha confiança e/ou animação deriva de uma análise cuidadosa que fiz ao confrontar o suspeitíssimo resultado (muito apertado) das urnas, com a projeção das consequências que a derrota pode significar de algo bom para o país. 
Acompanhem o raciocínio:
 


PRIMEIRA CONSTATAÇÃO

Primeira constatação: Dilma obteve 51,5% dos votos válidos e não de todos os votos digitados. Isto sem levar em conta a fraude admitida pela maioria dos eleitores. Coisa, aliás, que o próprio TSE, ao não permitir a realização de uma auditoria (tira-teima), quer que o mundo todo permaneça em dúvida quanto à lisura das nossas eleições em urnas eletrônicas.


SEGUNDA CONSTATAÇÃO

Segunda: somando os votos a favor de Aécio, com os votos nulos, brancos e abstenções (que por si só indicam  insatisfação com o governo do PT), Dilma não teve a aprovação da maioria. Verdade Incontestável.


TERCEIRA CONSTATAÇÃO

Terceira: tomando por base os péssimos e horripilantes números que a nossa economia vem apresentando, mormente os divulgados na primeira semana pós-pleito, assim como as decorrentes e desoladoras perspectivas futuras, é notório, por tudo que se lê e ouve, que muitos eleitores de Dilma já devem estar profundamente arrependidos. 
 


QUARTA CONSTATAÇÃO

Quarta: A cada dia que passa fica ainda mais claro que Lula e Dilma construíram, sim, seus governos em cima de um tripé que congrega: a Mentira, a Corrupção e a Incompetência.

4.1- Através da Mentira conseguiram enganar e receber apoio de pessoas pobres, ingênuas e sem escolaridade, que acreditam em milagres.

4.2- Através da Corrupção obtiveram polpudos recursos para financiar o que bem entendem.

4.3- Através da Incompetência (intencional ou não) promoveram total destruição da economia por todos os lados. 


QUINTA CONSTATAÇÃO

Quinta: como ninguém consegue enganar a todos o tempo todo, ao considerar somente o elevado percentual de eleitores insatisfeitos (48,5%), que não devem nem podem dar trégua, tudo nos leva a crer que se mantendo firmes contra o governo é possível mudar este estado de coisas.
 


SEXTA CONSTATAÇÃO

Sexta: Para a obtenção de um êxito seguro, a melhor, senão a única forma existente, é fazer uso constante e insistente da Tecnologia de Informação, através das Redes Sociais, como bem prega a líder do Movimento Cívico Nacional, da Guatemala, Gloria Alvarez,  como mostra no vídeo (www.youtube.com/watch?v=xkYEXS16dZA).
 


REDES SOCIAIS

Portanto, se cada um de nós, oposicionistas racionais , enviar diariamente para a sua Rede Social de Relacionamento, mensagens de protestos e advertências sobre os perigos que o país está passando com o avanço, sistemático e calculado, do Comunismo na América Latina, é possível salvar o país. Que tal
  


RESOLUÇÃO DO PT

 Ao tomar conhecimento da Resolução do PT, que ontem foi levada ao conhecimento público, na qual o partido convoca a sua Militância -às armas-, vai servir, certamente, para aumentar o desencanto de quem votou em Dilma.

Vejam que o Diretório Nacional do PT deixa bem claro, através da Resolução, que os adversários do PT são "representantes do atraso" e "verdadeiros fantasmas do passado". E que a militância, portanto, precisa agir contra "a ignorância nas redes e nas ruas". A imagem publicada pelo partido faz referência a aparelhos de comunicação como computadores, tablets, megafones e celulares.
 



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04 nov 2014

MAIS VOZES PENSANTES


COMPROMISSO COM O PENSAR+!

Com a quantidade cada dia maior de conteúdos produzidos pelos integrantes do PENSAR+!, grupo que reúne um seleto número de -pensadores- que se orientam exclusivamente pelo raciocínio lógico, o Ponto Crítico, como já vinha fazendo de forma eventual, a partir de hoje se compromete a publicar, semanalmente, um ou mais textos de pensadores diferentes.
 


POLÍTICA E ECONOMIA

Agindo desta forma, além de brindar os leitores/assinantes do Ponto Crítico com mais opiniões, provocações e propostas elaboradas por cabeças pensantes, sobre política e economia, principalmente, também entendo que trata-se de uma boa maneira de proporcionar um melhor esclarecimento daquilo que, para muita gente, ainda é tido como nebuloso e/ou pouco percebido.   


REFORMA TRIBUTÁRIA E RETROCESSO

Assim, no editorial de hoje reproduzo o texto escrito pelo economista, Pensador e Coordenador do MBE -Movimento Brasil Eficiente-, Paulo Rabello de Castro, com o título - Reforma Tributária e Retrocesso-, recentemente publicado no jornal O Globo. Eis:


REFORMA TRIBUTÁRIA

Em três ocasiões consecutivas ao longo da gestão Dilma, o Movimento Brasil Eficiente, campanha reunindo mais de cem entidades da sociedade civil, conseguiu fazer chegar ao governo, por meio do ministro Guido Mantega, sugestões práticas de como acelerar a reforma tributária e tornar mais eficiente a gestão do dinheiro do contribuinte.
 


CRESCIMENTO VIGOROSO

Essas bandeiras não são partidárias. São a maior demanda da sociedade brasileira. Sabemos que uma reforma tributária correta trará de volta o crescimento vigoroso que há muito não se vê no país. As propostas do Movimento dão respostas objetivas a três dificuldades tremendas de se mexer em impostos. 


TRÊS DIFICULDADES TREMENDAS

Primeiro, explica como sair do manicômio (o sistema atual) para algo simples, sem alterar as arrecadações dos entes federativos — União, estados e municípios.

Segundo, como implantar uma reforma por etapas sem, no entanto, deixar de apresentar a visão do objetivo final, que é a redução radical do número de tributos, que fazem do Brasil o campeão mundial em custos burocráticos ao cumprir tais obrigações.

Terceiro, como controlar a carga tributária total e, na etapa final, melhorar a distribuição e alocação regional dos recursos.
 


CAMINHOS NOVOS

O MBE apresentou caminhos novos ao ministro:

Primeiro, mostrou que é possível aglutinar TODOS os tributos federais e estaduais que incidem na circulação de uma mercadoria, sem mexer nas proporções que cada ente de governo recebe naquele tributo, bastando criar uma porcentagem fixa — uma “URV fiscal” — assim permitindo ao reformador do sistema evitar lidar com a dificuldade intratável de compensar aos “perdedores”, os estados prejudicados na aplicação do tributo reformado.

Isso é verdade no caso do ICMS, imposto cuja receita vai passando de um estado para outro com alíquotas diferentes. A regra de ouro criada pela proposta do MBE diz: “Ninguém ganha; ninguém perde”.

A arrecadação pós-reforma continuará preservada nas proporções exatas para cada ente até o nível do dia da mudança. Não há necessidade de se inventar qualquer “fundo de compensação aos perdedores”. Não há perdedores. Ganha, sim, o penado contribuinte, com uma simplificação radical do modo de pagar.
 


AGLUTINAR O ICMS

Em segundo lugar, ao se aglutinar, desde logo, o ICMS às contribuições federais, como PIS, Cofins, Contribuição Previdenciária Patronal e, também, o IPI, se torna possível respeitar as participações da União, estados e municípios, portanto regularizar — sem prejudicar — os incentivos fiscais existentes, e acabar com a terrível sobreposição de tributos hoje praticada.
 


CONSELHO DE GESTÃO FISCAL

Finalmente, cria-se o Conselho de Gestão Fiscal, tão falado pelos candidatos, que já tramita no Senado Federal, por iniciativa do próprio MBE.

O governo Dilma e seu ministro, infelizmente, insistem noutro caminho. Querem votar uma reforma “aos pedaços” em que não se vislumbra aonde querem chegar, tornando impossível sua compreensão pelos parlamentares.

Além disso, a versão que o governo quer votar lida mal com os tais estados “perdedores”, tentando repor perdas futuras com dois fundos compensatórios (FCR e FDR).
 


20 BILHÕES POR ANO!

Em vez de fazer uma reforma NEUTRA em seus efeitos, como propõe o MBE, o governo pagará pelo menos R$ 20 bilhões, POR ANO, em “compensações” aos supostos entes perdedores, por duas décadas (!), tudo às custas — pasmem — do contribuinte, a quem a reforma prometera defender.

Ora, esses fundos não deram certo na Lei Kandir e tornarão a pretendida reforma mais um “saco sem fundo”, pela choradeira dos supostos prejudicados. É puro retrocesso; isso não é reforma.

O ministro Mantega não deu a menor bola para as sugestões práticas da sociedade. A presidente Dilma agora parece ter pressa. Essas duas atitudes, indiferença a boas ideias e pressa no erro, poderão tornar o governo, mal reeleito, objeto de ainda mais desconfiança, inviabilizando a retomada dos negócios no país. O contribuinte, silencioso em seu sofrimento diário, não está morto. Sua paciência roça no limite do bom comportamento. Os 250 mil brasileiros que assinaram as sugestões do MBE querem ser ouvidos, seja em palácio, no Congresso, ou nas ruas.
 



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03 nov 2014

EM QUE ESTÁGIO ESTÁ O BRASIL?


ENORME ATRASO

Ainda com muita timidez e/ou pouco interesse, alguns dos maiores meios de comunicação já começam a admitir, com enorme atraso, a existência do Foro de São Paulo, organização fundada em 1990 (lá se vão 25 anos) por Lula e Fidel Castro, com o propósito de fazer a Transição para Socialismo na América Latina.


DEMOCRACIA AMEAÇADA

Esta recente disposição de parte da mídia, no entanto, de informar sobre a existência do Foro de São Paulo à opinião pública, ainda está muito longe de esclarecer sobre os reais perigos que as manobras aprovadas pelos membros da organização comunista representam para a nossa frágil democracia, cada dia mais ameaçada. Ou, inclusive, próxima de ser extinta.
 


CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO

Os leitores que acompanham o Ponto Crítico, desde a sua criação (2001), são testemunhas do número de vezes que escrevi sobre o Foro de São Paulo. Ainda assim, o que mais lamento é que ao longo desses 13 anos muita gente preferiu reagir às minhas observações dizendo eu estava vendo -chifre em cabeça de cavalo-. Na melhor das hipóteses, nada que representasse um perigo para o futuro do nosso pobre país.


DECRETO LEI 8243

Pois, o que levou a sociedade brasileira a saber da existência do Foro de São Paulo, assim como de que as suas propostas são mesmo para valer, foi a forte tentativa do PT quanto à aprovação do Decreto Lei 8243, o qual dava contornos bolivarianos (já em vigor na Venezuela) ao nosso pobre país.

Some-se aí, entre outras iniciativas, o recente discurso -oficial- proferido pelo presidente da Venezuela ( https://www.youtube.com/watch?v=lwRtq5jdlBQ&list=UUVeEH79BewHtf4fJqRil0UA), ao parabenizar, efusivamente, a presidente Dilma Neocomunista Rousseff pela sua reeleição.
 


ATA DO FORO DE SÃO PAULO, DE 2011

Como muita gente sabe, Lula, Dilma e o PT nunca esconderam, como bem informam inúmeras gravações em áudio e vídeo, que é hora de acelerar o processo de instalação do bolivarianismo no Brasil. Assim, o que nos resta, se nada for feito, é identificar em qual estágio já estamos. Para tanto basta consultar a -Resolução- aprovada pelos membros do Foro de São Paulo, na sua reunião de 2011, em Montevideo, assim descrita por Viviana Padelin. 


PRIMEIRA ETAPA - IMPLANTAÇÃO

Governo Populista:

Esta etapa pode ocupar até três presidências do mesmo governante ou mesmo partido ou mesma coalizão de esquerda. A implantação de cada um desses pontos dependerá da aceitação popular podendo, em consequência, dispensar alguns deles ou então acelerar o processo em sua segunda etapa.

Assistencialismo:

Aumento de bônus familiares por filho, grávidas, planos de emergência, bolsas etc. Objetivo: votos de cabresto na próxima eleição.

Aumento da quantidade de cargos públicos:

Estimam-se quatro votos do grupo familiar por cada novo emprego público. Os capitais privados começam a diminuir seus investimentos e seus empregados são absorvidos pelo sistema público. Objetivo: votos de cabresto na próxima eleição.

Aumento de salários e aposentadorias (inclusive aposentadorias sem contribuição prévia):

Inicialmente conta com a aprovação da classe trabalhadora e dos sindicatos. Depois, começa a espiral inflacionária que anulará todos os aumentos. O custo de vida dispara.

Objetivo: fidelização de eleitores e votos de cabresto na próxima eleição.

Meios de comunicação:

Por meio da publicidade oficial, o governo se assegura que somente aqueles jornalistas, atores, diretores e artistas oficiais tenham visibilidade. Começa a censura. Fica impedido o conhecimento da realidade.

Forças Armadas e de Segurança:

Perseguição daqueles que tenham combatido a subversão nos anos 60/70. Demonização na mídia e perseguição processual na justiça.

Cultura:
Campanhas na mídia e instalação de grupos de contestação às opiniões de personalidades contrárias ao regime.

Corrupção:

Denuncia de atos de corrupção de funcionários 3º ou 4º escalões. Mostra que o governo não admite corrupção e enquadra toda a administração pública que, temerosa, age fielmente em favor do governo. Funcionários de confiança, ou políticos, incapazes de encontrar outro trabalho, encobrem os atos de corrupção no círculo dos amigos do governo, em montantes muito mais elevados.

Discriminação e direitos humanos:

O governo encontra um nicho de eleitores nas minorias excluídas (índios, homossexuais, transexuais etc) e legisla para elas. Promove-se com acusações falsas de discriminação em conflitos pessoais, de trabalho etc. Objetivo: criação de grupos ideológicos para a defesa do regime, fidelização de eleitores e votos de cabresto na próxima eleição.

Revisão do passado recente:

Relembrança permanente de ditaduras militares passadas ou de governos democráticos. Objetivo: recriar a imagem de um inimigo inexistente na atualidade, porém temido. Apresentar-se como a única opção possível de governo.

Aumento exponencial da delinquência comum:

Delinquência é uma ferramenta essencial para a implantação do neocomunismo. Os atos de violência atemorizam, pulverizam, isolam e reduzem os possíveis atos de protesto dos trabalhadores de classe média. Os delinquentes dominam as ruas. Fornece uma desculpa para campanhas de desarmamento da população civil.

Forças de segurança:
Desmonte progressivo. Campanhas de desmoralização por supostos atos de corrupção e violência. Faltam equipamentos, mas sobram autoridades para exercer a tarefa de garantir direitos humanos para os criminosos.

Impunidade pelos atos de delinquência:

Juízes sociais garantem a impunidade. Utilização de menores para o cometimento de crimes.

Oposição:

Começa a se fragmentar e a alinhar-se com a base do governo. Não há referenciais.

Igreja:

Começam os choques com a Igreja Católica.

Ocupações de fábricas inoperantes e terras públicas ou privadas:

Como prenúncio das expropriações, os capitais estrangeiros começam a se retirar do país. O ingresso da capitais cessa. Perseguições na mídia aos empresários nacionais. Estatização de empresas privatizadas. A classe média não consegue se organizar como oposição.

Aumento de ONG’s de esquerda:

Criação de redes transnacionais para assediar opositores.

Criação de grupos de choque:

Utilizados como promotores de violência, ainda sem armas, divulgadores do regime em atos públicos oficiais e agentes da neutralização de atos públicos da oposição.

Educação:

Criação de novas universidades. Diplomas à vontade. Facilidades aos grupos de esquerda que sustentem ideologicamente o regime. A essa altura o nível educacional é muito baixo em todos os níveis do ensino.

Aumento dos impostos sobre lucros e fortunas:

Oneram trabalhadores com salários médios e médios-baixos e se alega que sua finalidade confiscatória é a “redistribuição da riqueza”, porém servem para manter e financiar o sistema.

Aumento do consumo de drogas e do narcotráfico:

Novas pistas clandestinas. Aumento de acidentes de pequenos aviões, por sobrecarga. Surgimento de uma nova classe social opulenta, em sua maioria jovens de menos de 40 anos.

Censo habitacional:

O objetivo é conhecer a quantidade de imóveis desocupados e os proprietários com mais de um imóvel. Os dados são armazenados para uso na terceira fase.

Fragmentação de centrais sindicais:

Os dirigentes não alinhados com o regime se retiram das centrais pelegas para formar centrais sindicais dissidentes, sem a menor possibilidade de êxito.

Falência do sistema de saúde:

As prestadoras privadas de saúde não conseguem prestar serviços de qualidade em um cenário de inflação crescente e alto custo dos salários e encargos trabalhistas. São quase obrigadas a vender suas empresas a preço vil ou então serão estatizadas. Os hospitais estatais terão como pacientes as faixas baixa, média-baixa, média e média-alta, levando ao colapso do sistema.

Desvalorização dos símbolos nacionais:

Desrespeito e modificação em bandeiras, escudos, hinos etc.
 


SEGUNDA ETAPA - IMPLANTAÇÃO/CONSOLIDAÇÃO

Destruição da Classe Média:

Assim com foi o objetivo contra as Forças Armadas e as Forças de Segurança na primeira etapa, agora é a vez da classe média. Desespero, desamparo, subversão da ordem estabelecida. O objetivo é destruí-la. Melhor ainda, rebaixá-la mais abaixo ainda que a classe baixa. Estigmatiza-la, fazê-la culpada pela pobreza dos outros, pela ditadura militar, pela discriminação, pelas violências a que eram submetidos os criminosos etc. Uma classe média pulverizada, culpada, temerosa, inexperiente ou acomodada não conseguirá fazer frente a esses regimes.

Reforma Constitucional (para eternizar-se no poder):

Pode ou não ser necessária. Dependerá das possibilidades de outros candidatos opositores.

Aprovação do matrimônio homossexual

Aprovação do aborto

Lei da mídia, ou lei da mordaça. Lei da censura

Perseguição aberta de opositores:

Guerra midiática e judiciária total.

Politização da justiça:

O Poder Judiciário colapsa, tornando-se um servidor do governo.

O crime domina as ruas:

A impunidade é total.

Deterioração econômica:

A espiral inflacionária dispara.

Legalização da maconha:

Legalização, posse e plantação para consumo próprio.

Destruição total, moral e física das Forças Armadas e de Segurança.

Oposição fragmentada:

Pode ganhar eleições legislativas porém são incapazes de exercer uma gestão eficaz e ainda menos de aumentar seu número de simpatizantes.

Surgem “novos inimigos” de esquerda:

Começam a atuar grupos de choque, agora já armados. Política, ideológica e operacionalmente obedecem ao governo de plantão; mas são grupos de extrema-esquerda opostos ao oficialismo. No futuro formarão as milícias armadas.

Divisão de municípios e estados :

Promove a base eleitoral; criação de cargos públicos e maior controle de grupos opositores em nível local.

Perseguição de grupos cristãos (lei de Cultos):

A aprovação dessa lei permitirá a perseguição de grupos católicos, protestantes, evangélicos e espiritualistas cristãos.

Criação de milícias armadas:

Os grupos de choque citados acima como somente presentes em atos do governo ou infiltrados em manifestações de oposição agora receberão instrução militar substituindo as Forças Armadas, destruídas na segunda etapa.
o Expropriações
o Prisões e crimes políticos
o Ataque à Igreja Católica
o Sistema eleitoral manipulado pelo governo
o Eleições fraudulentas
o Espiral inflacionária
 


TERCEIRA ETAPA- O PODER PELO SOCIALISMO

É A FASE INICIAL DO NEOCOMUNISMO.

Esta enumeração cronológica nos permite identificar em que etapa um país se encontra.

Em que etapa você acha que o Brasil está?

Ou não há transição para o socialismo no Brasil?


 



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31 out 2014

FORTE CHEIRO DE FRAUDE NAS URNAS ELETRÔNICAS


PREOCUPAÇÃO POR TODOS OS LADOS

Esta semana se encerra cheia de preocupação. Tanto para aqueles que ainda valorizam a existência de um mínimo de democracia neste nosso país, onde liberdade individual encolhe a olhos vistos, quanto para quem olha para a nossa economia, que cada dia que passa dá sinais de anemia profunda. 


NOTÍCIAS E DEPOIMENTOS SOBRE FRAUDE

Por partes: no ambiente político, desde o exato momento em que saiu o resultado da eleição para presidente, a qual deu a vitória à candidata Dilma Neocomunista Rousseff, começaram surgir notícias e/ou depoimentos que só alimentam a ideia de que houve fraude na apuração dos votos digitados nas urnas eletrônicas.


BUSCAR A VERDADE

Como é crescente a suspeita de que houve manipulação no resultado da eleição presidencial, por mais que alguém possa duvidar só o fato de reinar esta monstruosa dúvida só resta um caminho, para fazer com que os brasileiros que valorizam a democracia consigam dormir em paz: buscar urgentemente a verdade. 


PETIÇÃO

Diante deste cheiro forte, exalado pelo convencimento de enorme parcela da sociedade, de que estamos diante de uma fraude eleitoral sem precedentes fez com que, ontem, o PSDB tomasse a decisão de enviar ao TSE uma Petição, pedindo abertura de um processo para verificar o sistema de votação e de totalização dos votos, com a criação de uma comissão de especialistas indicados pelos partidos políticos.


É DIFÍCIL O TSE ACEITAR UMA AUDITORIA

Pois, ainda que necessária a realização de uma cuidadosa e profunda auditoria nas Urnas Eletrônicas, que de antemão muita gente não confia, é difícil imaginar que o TSE venha a aceitar o pedido de auditoria. Afinal, como a entidade é presidida por um ex-advogado do PT, o que serve para alimentar a desconfiança, o mesmo não vai querer colocar em risco a vitória de Dilma.


ECONOMIA A PERIGO

Pois, se este é o grave momento político que o país está vivendo, na economia a situação não é menos desesperadora: a inflação segue em alta, o PIB está próximo do zero, o juro-básico foi aumentado nesta semana e, para piorar tudo, o Investment Grade, ou Grau de Investimento do país, está por um fio. 


TRATOR

Ou seja: arrisco a dizer que se a eleição fosse neste domingo, tudo indica que Aécio Neves venceria Dilma com enorme facilidade. A votação no candidato tucano seria tal que passaria, tal qual um trator, em cima de uma nova eventual manipulação das urnas. Que tal?



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30 out 2014

DILMA E AS CIRCUNSTÂNCIAS DA VITÓRIA


TEXTO-MELHOR SÍNTESE

Para encerrar esta série de editoriais em que tratei basicamente do tema -Eleições 2014-, ao concluir a leitura de inúmeros textos que me foram enviados, sem demérito daqueles que conseguiram de forma bastante esclarecedora sintetizar a situação atual do nosso pobre país pós reeleição de Dilma Neocomunista Rousseff, elegi este que vai aí abaixo, escrito pelo Professor Paulo Moura, o qual, para minha felicidade integra o Grupo Pensar+. Boa leitura!


RECONHECER A DERROTA

Fecharam-se as urnas. O PT venceu. Na democracia, cabe aos derrotados reconhecer a derrota, ainda que duvidando que, se o resultado fosse inverso, a atitude do outro lado seria a mesma. Aécio o fez. Saiu das urnas maior do que entrou. Superou os limites do marketing que se rende às médias das pesquisas. Rompeu os limites da mediocridade da política tradicional.

Entendeu e conectou-se com a alma da Nação que carregou-o nos braços no chão da rua, fora dos palanques tradicionais em mais de uma ocasião. Traduziu essa compreensão no discurso da libertação do Brasil e tocou o coração das forças vivas da Nação. Teve a grandeza de sugerir à presidenta reeleita o gesto da conciliação, não obstante ter sido vítima das mais baixas vilezas de que se tem conhecimento em eleições presidenciais no Brasil. Talvez pudesse ser mais contundente na afirmação de linha de oposição que liderará, mas terá oportunidade de fazê-lo com atitudes.

Marina Silva, premonitória, disse, após ser expulsa do segundo turno pelos ataques vis do PT e declarar apoio à mudança: “- Eu prefiro perder ganhando a ganhar perdendo”.
 


PORTO SEGURO

Quem ganhou e quem perdeu?

O desafio da análise política é entender o significado do resultado de uma eleição, sabendo que o leitor busca o porto seguro da antecipação do futuro.

Não há porto seguro; não há zona de conforto. A política é o reino da mutação. A vitória de hoje pode ser a derrota de amanhã. E vice e versa.

Entendamos, então, o que Dilma ganhou.


 


O QUE DILMA GANHOU?

Em primeiro lugar, Dilma herda de si mesma uma Nação em frangalhos.

Inflação acima do teto da meta; recessão; crise fiscal, crise nas contas externas, alto endividamento público, represamento artificial de preços controlados, perda de credibilidade perante o mercado e investidores, máquina pública inchada e cara, queda de arrecadação de impostos, estatais quebradas, isolamento perante as forças vivas da Nação e um clima político intoxicado pelos ataques abaixo da linha da cintura praticados pelos petistas, por Dilma e por Lula.

Os mais magoados são os eleitores de Marina e Aécio, que saem das urnas desconfiando de fraude, falando em impeachment, dispostos a seguir na ruas e esperando dos tucanos uma oposição firme, à altura do tom que Aécio imprimiu aos debates.
 


ANTIPETISMO

Em segundo lugar, Dilma derrotou(?) nas urnas a metade do país que é mais importante pela qualidade do que pela quantidade. Quem gerou a votação de Aécio não foi nenhuma sigla formal; foi o maior partido do Brasil hoje, o antipetismo. Um partido informal que não existiria não fosse a existência do petismo. Por que será? Gente sem envolvimento com política se expôs nas ruas e nas redes sociais aos milhões. A ânsia por liberdade segue viva, mobilizada e mais indignada que durante a campanha.

Quem carregou Aécio nos ombros em Copacabana, saiu em passeata no Largo da Batata e na Faria Lima, no centro e no Parque Moinhos de Vento em Porto Alegre, no centro de Recife e em outras metrópoles do Brasil; quem gritou 1,2,3 Lula no xadrez na em frente ao MASP dia 25/10 e foi às ruas em passeatas em véspera de eleição (alguém já havia visto isso antes?), não foi a militância do PSDB apenas. Foi o mesmo povo pacífico e aguerrido que foi às ruas em junho de 2013 antes que os black bloc os expulsasse.
 


ESPÍRITO DAS RUAS

Difícil de entender?

O neto de Tancredo Neves entendeu o espírito das ruas e aceitou de peito aberto, mesmo sendo chamado subrepticiamente de bêbado e drogado por Dilma num debate, mesmo sendo caluniado por Lula como filhinho de papai que bate em mulher (no que foi desmentido), manteve a altivez e respondeu com a crítica política contundente, honesta e verdadeira.

Apesar disso tudo, o pai de família, cuja esposa Letícia reconhece nele um homem de caráter, assumiu a posição de libertador do Brasil, acima de partidos. Letícia buscou um marido cujo principal atributo é o caráter e, com ele teve gêmeos. E a Gabriela, filha de seu primeiro casamento, esteve ao seu lado nos momentos centrais da eleição.
 


O QUE DESEJAMOS PARA O FUTURO?


Aécio sai da eleição sendo percebido como um estadista. De Lula e Dilma não se pode dizer o mesmo.

Terá sido gratuita a identificação de quase 50% dos eleitores com alguém com esse perfil?

O que esse povo todo que empunhou a bandeira da mudança e votou em Aécio e Marina pensa do Brasil governado há 12 anos pelo PT? O que desejamos para o futuro?

Um país no qual o(a) presidente(a) sabe o que se passa de baixo de suas barbas ou de suas saias e não finja que não sabe.

Um país cujo(a) presidente(a) não seja cúmplice da corrupção e não use o dinheiro público para comprar apoio político com vistas à perpetuação de seu partido no poder.

Um país no qual os detentores do poder não ameacem as liberdades individuais, das quais a mais cara é a liberdade de opinião contra o governo.

Um país no qual o governo não seja cúmplice de gente que viola a propriedade privada e ameaça a inviolabilidade do lar de quem constituiu família e tem direito ao teto pelo qual paga com o suor de seu trabalho e com a garantia dos seus impostos.

Um país no qual todos os partidos respeitem as leis, a ordem e a democracia.

Um país com Legislativo e Judiciário independentes.

Serviços públicos à altura dos impostos pagos por todos.

Políticos que não assaltem os cofres públicos e que gastem corretamente os impostos que pagamos.

Isso é pedir demais? Depois de tudo o que veio à tona será possível esperar isso do PT?
 


POLÍTICAS PÚBLICAS

Os cidadãos brasileiros trabalham 8, 10, 12, 14, 16 horas por dia, 365 dias por ano para pagar impostos, sustentar famílias, gerar empregos e bancar seus sonhos e a ganância esperta daqueles que ocupam cargos públicos ou gravitam em torno do Estado para sugar-nos a riqueza que a sociedade produz.

São os impostos pagos por quem trabalha e empreende que pagam o Bolsa Família de milhões. Pagam os subsídios dos juros de milhões que estão adquirindo as suas casas e as suas dívidas no programa Minha Casa Minha Vida. Pagam, também, as bolsas do ProUni nas universidades privadas de outros milhões de irmãos. Pagam, pagam, pagamos...

Essas contas é justo pagar, desde que os beneficiários dessas políticas públicas saibam quem as paga. E são pagas; não são dadas, ao contrário do que sugere a propaganda de Dilma.

Quem paga essas contas todas, gostaria que o PT parasse de usar o dinheiro dos impostos de todos para financiar aventuras empresariais como as de Eike Batista, da Friboi e de outros grupos econômicos cuja pujança se deve apenas às amizades com o rei, a rainha, ou às supostas sociedades obscuras com príncipes e princesas, e cuja viabilidade econômica e retorno social se tornam, a cada dia, mais duvidosos.

Dilma, se conseguir, governará pelos próximos quatro anos.

Quase 50% dos brasileiros de todas as classes, regiões, cores, clubes de futebol, religiões, etnias, opções sexuais e ideologias, e que são tão brasileiros como os outros 50% que votaram em Dilma, gostariam de saber se o governo do PT pretende levar adiante as seguintes “políticas públicas”:

1 – Perseguição e tentativa de cerceamento à liberdade de expressão de veículos de imprensa que criticam seu governo;

2 – Interferência no Legislativo e Judiciário com vistas a eliminar a independência desses poderes e impor a vontade do partido à sociedade e às instituições;

3 – Recorrer a plebiscitos como forma de usar a opinião pública para cercear as liberdades democráticas e impor uma Reforma Polícia de viés autocrático visando a perpetuação do partido no poder;

4 - Continuidade da composição de base de sustentação parlamentar com métodos tais como os revelados pelo escândalo do mensalão e do petrolão;

5 – Impedir a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça de investigar se as denúncias da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef têm fundamento.

 

 


A FORÇA DO PT PARA AVANÇA


Que força tem o PT para avançar nessa direção? Quais são as circunstâncias dessa vitória?

Dilma, Lula e o PT, gastaram toda a munição que tinham, e mais a que não tinham, para vencer essa eleição. Lula excedeu-se tanto nos discursos e nas acusações vis que cometeu contra as candidaturas de Marina e Aécio, que conseguiu sair desse pleito menor do que era antes. Isto é, de ex-presidente voltou a ser um sindicalista de porta de fábrica.

Paira sob a cabeça do PT, a serem verdadeiros os depoimentos do doleiro Alberto Youssef de que há contas secretas desse partido no exterior, se respeitado o devido processo investigatório e judicial, e produzidas as provas, o risco de ser proscrito.

Paira sob a cabeça do PT o sério risco de que mais um de seus tesoureiros e outros de seus dirigentes venha a parar atrás das grades.

Paira sob a cabeça do ex-presidente Lula e da presidente Dilma o risco de que tenha seus sigilos bancários, fiscal e telefônico quebrados numa investigação em que foram necessariamente incluídos pelos operadores de um escândalo de corrupção capaz de manchar com a ilegitimidade as últimas eleições presidenciais que o PT venceu.

Em se comprovando essas denúncias, a proscrição do PT e um processo de impeachment contra a presidente recém-reeleita, não poderão ser tachados de golpe como já se pode antecipar que o PT dirá.

Avizinha-se uma crise política e institucional, de contornos graves, decorrente dos desdobramentos do escândalo da Petrobrás, num contexto em que o PT e o PMDB saem das urnas menores do que entraram, no qual se ampliou a fragmentação partidária e encareceu-se o preço dos apoios parlamentares. Igualmente, estando todas as grandes empreiteiras do país envolvidas no escândalo da Petrobrás, com seus executivos fechando acordos de delação premiada e revelando esquemas idênticos em todas as estatais, imagina-se que os dutos pelos quais escoa o dinheiro que amamenta a base alugada, vão secar até que novos esquemas sejam montados.

Pela classificação de Maquiavel, acima citado, Dilma comanda exércitos mistos. O Príncipe não é um clássico por acaso. Ao compreendê-lo pode-se antever o cenário à frente.

Avizinha-se uma crise econômica com o país mergulhando na recessão com inflação, gerida por uma presidente-economista que recém se elegeu afirmando que a solução não passa por mudanças profundas e sim, apenas, por pequenos ajustes. Se não fizer o que deve: crise econômica. Se fizer o que deve: crise de imagem decorrente da ruptura com o discurso eleitoral.

A percepção da sociedade é a de que nenhum partido a representa. A grande lição desse pleito reside na percepção de muitos de que, para remover um partido como o PT do poder dentro das regras da democracia, será preciso seguir em frente, nas ruas, pelo tempo que for necessário, para convencer mais brasileiros de que a permanência do petismo no poder é uma ameaça nefasta às liberdades, à democracia e à saúde da economia.

Não existe uma “Bolsa Liberdade” e nem uma “Bolsa Democracia” que o governo concede aos que nelas acreditam e delas necessitam como do ar que respiramos. Liberdade e democracia se conquistam e se garantem nas lutas políticas que constroem as nações. Nas ruas, também, e não apenas na tribuna do parlamento, nas páginas dos jornais e nas mídias digitais.

Sair das urnas pedindo conciliação ao mesmo tempo em que ressuscita a proposta bolivariana e golpista de reformar a Constituição pela via plebiscitária, como faz a presidente recém-reeleita, ou falando em avançar sobre a liberdade de imprensa como fez o presidente do PT, não é propor paz, é declarar guerra.

As atitudes do partido no poder é que definirão a forma como os cidadãos brasileiros, libertários, democratas, pacifistas e pagadores de impostos, reagirão ao governo. Para quem precisará prestar contas à investigação em curso sobre o assalto à Petrobrás, esse é um péssimo começo.
 



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