PARCIALIDADE
O editorial de hoje deveria tratar de Nova Iorque, conforme prometido. Porém, diante da parcialidade da mídia, ao divulgar a notícia da correção da tabela do IR da Pessoa Física, em 4,5%, não posso deixar de manifestar a posição do Grupo ? PENSAR!MAIS CONDIZENTES
Para tanto, o comentário do Pensador e economista Marco Túlio Kalil Ferreyro traz esclarecimentos mais condizentes com a verdade. Peço que leiam com muita atenção antes de serem seduzidos pelas palavras indecentes dos nossos governantes:CORREÇÃO DA TABELA
A correção da Tabela do IRPF em 4,5%, fixada pelo governo, é uma migalha, diante da defasagem na correção acumulada ao longo do tempo. Desde a entrada em vigência do Real na economia, ou seja, desde julho de 1994, até dezembro de 2010 (últimos 16 anos e meio), o IPC-A (índice do governo) acumulou variação percentual de 272,79%. Enquanto isso a tabela do IR, em igual período, foi corrigida em apenas 53,5%. Isto significa uma defasagem acumulada de 58,8% no período.MIGALHAS
Portanto, o que todos nós, pobres contribuintes, estamos recebendo do atual governo federal, são migalhas, meras migalhas.VERSÃO DO GOVERNO
O curioso é que, além de tudo ainda somos obrigados a ouvir e ler a seguinte percepção do governo, retratada sem qualquer crítica ou reparo pela imprensa brasileira: - Segundo cálculos do governo, a correção da tabela do IR representará uma RENÚNCIA FISCAL de R$ 1,6 bilhão em 2011. Pode?VERSÃO DA SOCIEDADE
Depois desta versão do governo, que tal nós contribuintes oferecermos uma visão mais honesta, como esta:- Em 2010, o governo federal arrecadou R$213,5 bilhões em imposto de renda. Ou seja, nós, que formamos a sociedade contribuinte (famílias e empresas), estamos RENUNCIANDO AO CONSUMO, A POUPANÇA, A INVESTIMENTOS. No entanto, o que recebemos em troca? Ora, o que todos já sabem: serviços públicos na área da saúde, da educação, da segurança e da justiça, todas de péssima qualidade.A IMPRENSA FICARÁ MUDA?
Isto nos obriga a desembolsar cada vez mais recursos para o pagamento de planos privados de saúde; escola privada para nós e para nossos filhos; e segurança privada para nossas casas e escritórios. O duro, depois disso, é ouvir o governo vociferar, através da sua retórica discursiva, que a correção da tabela do IRPF em 4,5% para este ano implicará em uma RENÚNCIA FISCAL de R$1,6 bilhão. Será que ninguém gritará dizendo que a nossa RENÚNCIA, imposta pelo governo, é de mais de R$200 bilhões? E, para piorar ainda mais, será usada para inchar cada vez mais a máquina pública. A grande imprensa ficará muda quanto a isso?Eis o que disse outro Pensador, Percival Puggina: - Como é vagabunda a retórica oficial! E a imprensa reproduz o que recebe acriticamente, usando a expressão RENÚNCIA FISCAL. Que tal?NEW YORK
Como fico esta semana em Nova Iorque, amanhã escrevo alguma coisa sobre o que vejo e recomendo nesta magnífica, porém gélida cidade.FICHA ENLAMBUZADA
Hoje, diante da enorme repercussão que a lei da Ficha Limpa está provocando, principalmente depois que o STF enlambuzou, tanto a vontade expressa do povo quanto a aprovação da lei no Legislativo, não posso deixar de fazer alguns comentários. Afinal, aquilo que um dia já foi um projeto que milhões de brasileiros apoiaram, e acabou em lei depois de aprovado no Legislativo, simplesmente foi para o espaço.PARA O ESPAÇO
Tudo porque, tão logo o sinistro ministro Luiz Fux assumiu, o STF, por maioria de votos, deixou a lei da Ficha Limpa sem condições de ser cumprida e sem data para entrar em vigor (?) A confusão criada pelo ministro, recentemente empossado, o qual desempatou em favor dos facínoras, é tamanha que ninguém sabe qual será o próximo capítulo do monstrengo.LEI DO FUTURO
O sinistro Fux, para tentar esconder a sua preferência por corruptos na política, chegou a dizer que a lei da Ficha Limpa é a Lei do Futuro. Com detalhe: não fixou a tal data futura, que pelo andamento dos acontecimentos e dos comentários pode ser em 2012, 3012 ou 10012. Que tal?NUNCA ANTES....
O que mais dói nesta questão é que, NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS, o povo brasileiro havia ido tão longe para exigir de seus representantes a aprovação de uma lei que, de uma vez por todas, impedisse candidaturas de políticos desonestos. Observem que o desespero da sociedade chegou a tal ponto que até uma lei foi exigida para tanto. Pode? NÃO! - Pois, por incrível que possa parecer, bastou o povo querer, pressionar e exigir que ao menos desta vez fosse feita a sua vontade para que metade mais um dos ministros do STF dissesse um sonoro NÃO! ao povo. Incrível, não? Como a maioria (seis) resolveu ficar ao lado da safadeza (esta é a única justificativa encontrada pela sociedade boquiaberta) a impressão que esta turma deixou é de que não querem que a lei entre em vigor. Dá para acreditar?DEFENSORES DA SAFADEZA
Se o Legislativo já é uma instituição pra lá de desacreditada, a considerar o comportamento de grande parte dos deputados e senadores, pelo menos na Justiça todos os brasileiros ainda estavam dispostos a acreditar. Depois dessa só acreditam que a maioria dos seus membros defende a safadeza, certamente.Como os ministros do STF, os do contra, precisavam encontrar pêlo em ovo, parece que encontraram no texto da lei. Como a decisão da Justiça é para ser cumprida, o povo quer saber o que deve ser cumprido. A única coisa que sabe é que a sua vontade foi negada. De fato, ninguém sabe se a lei existe. E, se existe, ninguém sabe quando entrará em vigor e quem se enquadra nela.PIOR DO QUE ESTAVA
Resumo: tudo ficou bem pior do que estava antes da lei existir. Há, inclusive, quem esteja imaginando que só pode ser político quem tem a ficha suja. E, aquele que tinha ficha limpa está num dilema danado: ou cai fora, por falta da necessária mancha no currículo; ou suja de vez praticando, urgentemente, uma falcatrua.PENSAR!
Os membros que integram o Grupo - PENSAR! -, sobre o qual já me referi várias vezes, e também participo, são pessoas de opinião. E como tal se manifestam através de críticas e comentários sobre qualquer assunto.ESTUDOS CIENTÍFICOS
Esta postura dos Pensadores reforça o propósito do -PENSAR! ?, que é o de produzir conteúdos que visem dar transparência às intenções dos governantes. São estudos científicos que mostram os reais impactos das decisões nas contas públicas (bolso do contribuinte), assim como a relação causa/efeito (custo/benefício) que as mesmas produzem.DÍVIDA EXTERNA
Da mesma forma que vários estudos já foram aqui publicados, o de hoje é assinado pelo Pensador, economista e professor Ricardo Bergamini. Bergamini mostra, sem rodeios e com a precisão dos números, como vem se comportando a Dívida Externa do Brasil. Os dados ?ano base 2010- foram colhidos junto ao Banco Central. É bem didático e interessante. Acompanhem:DÍVIDA TOTAL
1- ESTOQUE DA DÍVIDA EXTERNA TOTAL DO BRASIL - Em dezembro de 1994 o estoque da DÍVIDA EXTERNA LÍQUIDA (da União) era de US$ 34,8 bilhões (6,41% do PIB), aumentando para US$ 90,0 bilhões (17,85% do PIB) em dezembro de 2002. Portanto, um crescimento real em relação ao PIB de 178,47% comparado com o ano de 1994. Em dezembro de 2010 o estoque diminui para US$ 51,0 bilhões (2,57% do PIB). Redução real em relação ao PIB, de 85,60% se comparado com dezembro de 2002; e, se comparado com dezembro de 1994, houve redução real, em relação ao PIB, de 59,91%.DÍVIDA BRUTA
2- ESTOQUE DA DÍVIDA EXTERNA LÍQUIDA - PÚBLICA E PRIVADA (Dívida Externa Bruta Menos Reserva) Em dezembro de 1994 o estoque total da DIVIDA EXTERNA LÍQUIDA (pública e privada) era de US$ 107,4 bilhões (19,78% do PIB). Em dezembro de 2002 ela atingiu US$ 189,5 bilhões (37,58% do PIB). Ou seja, um crescimento real de 89,99% em relação ao PIB, se comparado com o ano de 1994. Em dezembro de 2010 o estoque caiu para US$ 61,8 bilhões (3,11% do PIB). Redução real em relação ao PIB de 91,72% se comparado com dezembro de 2002; e redução real em relação ao PIB, de 84,28% se comparado com dezembro de 1994.RESERVAS
3- RESERVAS INTERNACIONAIS EM PODER DO BC (Conceito de Caixa). No conceito de CAIXA, as reservas internacionais no Banco Central, em dezembro de 1994, eram de US$ 38,8 bilhões (7,14% do PIB). Em dezembro de 2002, de US$ 37,8 bilhões (7,49% do PIB); e, em dezembro de 2010, de US$ 288,6 bilhões (14,55% do PIB).4- DÍVIDA INTERNA DA UNIÃO - TOTAL - (em poder do mercado e em poder do Banco Central) - Aumento nominal da dívida Interna em poder do mercado de R$ 32,1 bilhões (9,19% do PIB) em 1994 para R$ 558,9 bilhões (37,82% do PIB) em 2002. Aumento real em relação ao PIB de 311,53%. - Aumento nominal da dívida interna em poder do mercado de R$ 558,9 bilhões (37,82% do PIB) em 2002 para R$ 1.603,9 bilhões (45,75% do PIB) em 2010. Aumento real em relação ao PIB de 20,97%. - Aumento nominal da dívida interna em poder do Banco Central de R$ 33,5 bilhões (9,59% do PIB) em 1994 para R$ 282,1 bilhões (19,09% do PIB) em 2002. Aumento real em relação ao PIB de 99,06%. - Aumento nominal da dívida interna em poder do Banco Central de R$ 282,1 bilhões (19,09% do PIB) em 2002 para R$ 694,0 bilhões (19,80% do PIB) em 2010. Aumento real em relação ao PIB de 3,72%. - Aumento nominal da dívida interna total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 65,6 bilhões (18.78% do PIB) em 1994 para R$ 841,0 bilhões (56,91% do PIB) em 2002. Aumento real em relação ao PIB de 203,03%. Cabe lembrar que nesse período o governo federal assumiu todas as dívidas dos Estados e municípios, cujo valor atualizado com base em dezembro de 2010 era de R$ 471,7 bilhões (13,56% do PIB). - Aumento nominal da dívida interna total (em poder do mercado e do Banco Central) de R$ 841,0 bilhões (56,91% do PIB) em 2002 para R$ 2.297,9 bilhões (65,55% do PIB) em 2010. Crescimento real em relação ao PIB de 15,18%.UNIÃO
5- DÍVIDA EXTERNA LÍQUIDA DA UNIÃO (Dívida Externa Bruta Menos Reservas) - Aumento nominal de R$ 22,2 bilhões (6,35%do PIB) em 1994 para R$ 262,9 bilhões (17,79% do PIB) em 2002. Aumento real em relação ao PIB de 180,16%. - Redução nominal de R$ 262,9 bilhões (17,79% do PIB) em 2002 para R$ 90,1 bilhões (2,57% do PIB) em 2010. Redução real em relação ao PIB de 85,55%. Dívida Líquida Total da União (Interna e Externa) - Aumento nominal de R$ 87,8 bilhões (25,13% do PIB) em 1994 para R$ 1.103,9 bilhões (74,70% do PIB) em 2002. Aumento real em relação ao PIB de 197,25%. - Aumento nominal de R$ 1.103,9 bilhões (74,70% do PIB) em 2002 para R$ 2.388,0 bilhões (68,12% do PIB) em 2010. Redução real em relação ao PIB de 8,81%. Atenção ? O estudo acima, de qualidade puramente técnica, foi escrito pelo Prof. Bergamini com o propósito de esclarecer e de desmentir as bobagens que alguns apaixonados pelo ex-presidente Lula, têm, insistentemente, publicado na internet e que não tem o mínimo compromisso com a verdade.DESEMPENHO
Para os iniciantes no mercado de capitais é bem possível que o mau desempenho das ações da Vale, nas últimas semanas, não esteja sendo muito bem entendido.Principalmente depois que a empresa revelou robustos resultados no seu balanço de 2010 e boas perspectivas para 2011.PRETENSÕES DO GOVERNO
Pois, para esses desavisados é importante que saibam sobre as pretensões deste governo com relação ao futuro da Companhia. Ou seja: caso a Vale não venha a ser estatizada, grande sonho petista, ao menos vão querer exigir que a empresa seja comandada por pessoas indicadas pelo do governo.A CABEÇA DE AGNELLI
Nesta semana, de forma clara, direta e transparente, o governo (leia-se Guido Mantega) pediu ao Bradesco (o Bradespar, é um dos principais acionistas da Vale) a cabeça de Roger Agnelli, atual presidente da empresa.ASSEMBLEIA
Em tom que soou muito mais como uma exigência, Mantega pediu que os maiores acionistas da Vale fossem ágeis. Exigiu, portanto, que a decisão seja cumprida antes da realização da assembleia de acionistas da Vale, marcada para o mês de abril.INDICAÇÃO DE NOMES
O ministro, para parecer educado perante a opinião pública e aos investidores em geral, disse que o governo não tem preferência por um eventual substituto. Mas, ao mesmo tempo, propôs ao Bradesco discutir nomes de executivos de fora ou mesmo da atual diretoria. Que tal?PRECIFICAÇÃO
Como o mercado de ações não faz outra coisa senão precificar os benefícios e/ou prejuízos dos acontecimentos e decisões que envolvem empresas de capital aberto, a queda das cotações das ações da Vale traduz esta preocupação dos investidores.IMPOSTO SOBRE MINERAIS
Aliás, nos últimos dias o governo já havia anunciado que a Vale deve ao erário um pesado imposto sobre exploração mineral. Ora, mesmo considerando que a Justiça determine o pagamento do tributo, isto está mais para um bode na sala, para ganhar o cargo de Roger Agnelli.MEXENDO COM OS NERVOS
A decisão do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, de sair do DEM com o propósito de formar um novo partido, o PSD - Partido Social Democrático, está mexendo com os nervos de muitos políticos. E aí, naturalmente, os mais afinados com o Democratas.CONFUSO
Na minha ótica, pela entrevista que Kassab concedeu à revista Veja, a qual foi publicada nas páginas amarelas da edição desta semana, o mesmo me pareceu muito confuso em alguns pontos. Vejamos:DEM SEM RUMO
1- Kassab acerta quando diz que o DEM perdeu o rumo. Afinal, quem comete os mesmos erros que o PT já cometeu, quando não estava no governo, se não perde o direito sagrado de criticar, sob a ótica dos sensatos perde a credibilidade.Uma prova mais recente do tipo de oposição burra feita pelo DEM está no valor que o partido defendeu para o salário mínimo, bem acima do que foi decidido. Ora, ao invés de propor a reforma da Previdência, que o Brasil necessita urgentemente, o DEM preferiu apoiar o caos. Ou seja: igualou-se, integralmente, ao PT por tudo aquilo que sempre fez até chegar ao Poder.CENTRO DIREITA PARA A ESQUERDA
2- Já quando Kassab disse ser de centro, com uma leve tendência para a esquerda, deixa claro que não serve aos reais interesses do país. Confessa que, estrategicamente, está equivocado.INVESTIMENTOS SOCIAIS
Ao afirmar que a sua administração fez investimentos na área social, não pode ser aceito que isto é uma prerrogativa dos esquerdistas. Tudo está na forma como os investimentos na área social são feitos. A esquerda faz isto com espírito e propósito assistencialista. Os liberais usam a inteligência. Aí a diferença.Mais adiante, confundindo tudo que já havia dito, Kassab disse: - Não existe mais esse negócio de esquerda ou direita. Estranho, não? Acima ele não se declarou de centro com tendência para a esquerda?PONTOS LIBERAIS
Ainda bastante confuso disse que defende muitos pontos liberais, como o direito à propriedade e as liberdades individuais. Poderia ter ficado por aí para não se complicar muito, mas confirmou a falta de conhecimento sobre liberdade quando arrematou dizendo que apóia um Estado forte.REFÉNS DOS EQUÍVOCOS
Ora, qual liberal não quer um Estado forte? O problema é que, enquanto os liberais querem um Estado forte, a turma da esquerda exige, de forma absurda, a existência de um Estado gordo. Muito gordo, extremamente caro, doente e sem mobilidade.Em suma: se o PSD já nasce com os fundamentos ideológicos expressados pelo prefeito Gilberto Kassab, com a nova agremiação a política brasileira não mudará em coisa alguma. Vamos continuar reféns dos equívocos cometidos até agora por todos os partidos políticos.CESSAR FOGO
Pois, tão logo o presidente dos EUA, Barack Obama, se despedia, ontem pela manhã, do Brasil, partindo em direção ao Chile, o governo brasileiro caiu na real e tratou de pedir o Cessar Fogo na Líbia.BELA RECEPÇÃO
Depois da bela recepção oferecida à Obama, cujos elogios ao governo brasileiro já manifestei no editorial de ontem, seria de estranhar esta atitude grosseira? Negativo, gente. O que aconteceu foi, simplesmente, a lógica.MEU IRMÃO E LÍDER
Convenhamos: ao se abster na votação da ação da ONU contra a Líbia, o governo brasileiro já estava prestando mais uma declaração de amor ao ditador Muammar Kadafi. Ou será que ninguém lembra quando, em julho de 2009, Lula se referiu a Kadafi dizendo - Meu amigo, meu irmão e líder?PREDILEÇÃO
Ora, deixemos de ingenuidades, gente. Afinal, sem xiliques e faniquitos, não há quem não saiba da enorme predileção que Lula sempre teve por ditadores e assassinos. Basta conferir a forma com que se refere a Fidel Castro, Hugo Chávez, Cesare Battisti, Ahmadinejad, Kadafi, etc. O homem é só sorrisos.CONTRA A AÇÃO
Mesmo que Lula não seja mais o presidente do Brasil, o fato é que o PT de Lula continua no governo. Não seria, portanto, um absurdo este comportamento com relação à Líbia. Ontem, ao pedir o Cessar Fogo, o governo brasileiro disse, claramente, que votou contra à ação da ONU.INVASÃO DE TERRAS
Enquanto o governo Dilma voltava os olhos e ouvidos para a Líbia, a turma do MST agia tranquilamente fazendo mais uma invasão. Como o Brasil é país com elevado espírito de Justiça, o dono da área ainda vai carecer de uma decisão do Poder Judiciário para ter a sua terra de volta. Pode?MISSÃO IMPOSSÍVEL
Agora fico imaginando o que aconteceria caso o PNDH/3 tivesse sido aprovado e vigorando. Aí, a tal de reintegração de posse seria simplesmente uma Missão Impossível. Se alguém duvida sugiro que dê uma olhada no perigoso projeto comunista.